"Os mais excitantes contos eróticos"


Voltei ao meu médico e fui sodomizada


autor: rosario
publicado em: 15/08/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Depois daquela conversa com Leandro, quando ele me disse como havia feito uma DP com Heloisa e seu marido, o Dr. Marcos, eu fiquei com um pouco de ciúmes. Não tinha esse direito, pois aqueles fatos aconteceram quando eu ainda não era casada com Leandro, mas o Dr. Marcos já era casado com Heloisa, que havia sido namorada de meu marido.

Minha raiva aumentava porque o Dr. Marcos me omitiu esses fatos, todavia eu sabia que ele tinha razão, afinal, nós tínhamos pouca intimidade para conversas desse nível. Não tanto, era verdade, pois ele acabar de me fuder quando estive no seu consultório. Afinal se ele me fudeu tão gostoso, poderia haver me contado esses fatos. Eu entendi como se ele pudesse ficar um pouco constrangido e também devido a ele supor que Leandro talvez, não gostasse de conversas desse nível, dele comigo.

Pensando nisso, peguei o telefone e pedi à secretária do consultório dele que perguntasse se ele poderia me atender no dia seguinte e no mesmo horário da anterior consulta, levando-se em conta que eu estava com alguns sintomas que me preocupavam. Ela me pediu para ficar na linha e rapidamente voltou me dizendo que o Dr. Marcos me aguardava, conforme eu desejava.

No dia seguinte pus um vestido bem provocante, com a saia bem folgada e que me deixava com um terço de minhas coxas expostas. No horário marcado entrei no consultório daquele homem lindo, demonstrando calma e ele me recebeu com um sorriso atraente. Depois que ele trancou a porta, eu perguntei-lhe porque havia omitido de mim que Leandro e ele já haviam feito uma DP com sua esposa que por sinal, já havia sido namorada e quase noiva de Leandro.

Ele mandou-me sentar e me disse: “Já sei que Leandro lhe contou tudo. Não lhe contei porque queria que ele mesmo lhe contasse. Minha mulher é uma grande mulher e com a mente muito aberta, e ela me pediu para atender uma sua fantasia que incluía Leandro e assim tudo aconteceu. Mas isto ainda quando vocês nem eram casados.” Ficou sentida em eu não lhe dizer?”

Eu levantei-me e lhe disse que apenas pensei que ele não tinha confiança em mim para me relatar tal fato. Ele veio por trás de mim e me abraçando, me disse: “De agora por diante, eu tenho toda confiança do mundo em você pois sei que vamos nos entender muito bem. Eu, você, Leandro e Heloisa. Aliás, já falei sobre você a Heloisa que me afirmou estar louca para lhe conhecer.”

Eu perguntei-lhe imediatamente, sem me mexer, mas já sentindo o pau duro dele, em minha bunda: “Mas não disse a ela o que houve entre nós, ou disse?” Ele respondeu: “Disse e com detalhes, pois nada nego a ela e por sua causa, tivemos uma longa noite de amor. E quando meti na bunda linda dela, ela me perguntou se eu já havia comido sua bunda também. Claro que era um momento sublime de tara entre dois corpos, mas apenas disse-lhe que ainda não havia comido.” Aquela conversa me enlouquecia e minha boceta estava pingando, principalmente porque eu sentia na minha bunda aquele cacete a quere me devorar.

Sem mais uma palavra, ele começou a beijar meu pescoço por trás, enquanto seu pau mexia no meu rabo, me levando às alturas. Senti que estava fraquejando e que aquele médico lindo e dono de um pau lindo também, grande e grosso, estava querendo comer meu rabinho. Eu tinha um turbilhão de coisas na cabeça e a imagem que fazia daquele safado com meu marido enrabando sua gostosa esposa, me fazia ter uma certeza: Ele estava louco para comer minha bunda e eu queria ser enrabada por ele, apesar do seu pau ser bem maior e mais grosso do que o de Leandro, meu marido.

A secretária havia pedido para sair um pouco antes, pois tinha um compromisso no cartório e ele a havia liberado. Tão logo ela me atendeu, mandando que eu entrasse no consultório, ela saiu trancando a porta, pois ele tinha a chave da porta externa também. Eu desconhecia isso, mas ele me afirmou que através da câmara interna, cujo monitor está sobre seu bureau, ele viu quando ela deixou o consultório. Podia eu ficar tranquila que agora só eu e ele estávamos ali.

Quando ele apalpou meus seios, ainda beijando meu pescoço por trás, eu pendi minha cabeça para trás, num sinal claro que estava me entregando. Senti quando suas mãos entraram por baixo do meu vestido e me arrancaram a calcinha bem pequena e branca. Facilitei levantando meus pés, quando ele a puxou por ali. Quando ele levantando meu vestido folgado e me alisou a bunda, eu estava sonhando e quando ele ali por trás ainda, meteu a mão em minha boceta, alisando-a e introduzindo nela, um dos seus dedos, eu quase desmaio de tanto prazer.

Ele puxou seu dedo da minha boceta, literalmente pingando e o meteu na boca numa demonstração de sua tara que o acometia naquele momento. Eu estava a ponto de gozar. Seus movimentos atrás de mim, denunciavam que ele estava se livrando de sua roupa toda. Em poucos segundos já o senti totalmente nu atrás de mim e seu pau gigante querendo me furar. Quando ele puxou meu vestido pela cabeça e logo depois desabotoou nas minhas costas, o meu sutiã, jogando-os longe, eu estava fervendo de desejos e louca para aguentar aquela vara toda onde ele quisesse meter.

Ele abraçou meu corpo nu e em brasa, com sua vara procurando meu rabinho. Com carinho caminhou alguns passos em direção à cama do consultório e ali me fez encostar os braços dobrados, fazendo me inclinar para a frente, apoiando-me nos cotovelos e em consequência projetando para ele, a minha bunda que ele tanto desejava.

Não me causou nenhuma surpresa, quando ele meteu a língua no meu cusinho, o que me fez abrir mais as pernas para receber aquela língua endiabrada. Pincelando meu rabinho com sua língua dura, ele me transportava ao paraíso e mais, quando ele baixou mais a língua e atingiu minha boceta. Meu mel escorria por minhas coxas e ele se deliciava com ele. Toda aberta para ele, eu estava a um passo de gozar, quando ele metia a língua bem dura e afinada no meu cusinho, como querendo com ela me penetrar. Eu gemia feito uma cadela. Vi quando ele aprumou o pau grosso e muito duro na entrada de minha boceta e vendo o estado de lubrificação nela existente, ele meteu toda de uma vez, mas devagar. Eu gemi novamente, de prazer. Eu ia gozar, quando ele a retirou de lá totalmente lubrificada e colocou a cabeça daquele pau enorme na entrada do meu cusinho.

Segurando na minha cintura, ele achegou a cabeça um pouco para junto da minha e disse baixinho no meu ouvido: “Vou meter bem devagar no seu rabinho, minha gostosa linda.” Quando ele forçou aquele pau enorme contra meu rabo, não foi preciso muito esforço para ele entrar. Tão lubrificado como estava, eu senti quando ele saltou para dentro do meu rabo. Senti uma pequena dor. Apesar de extremamente lubrificado, aquele pau tinha uma cabeça enorme. Ele sabiamente parou para meu rabo se acostumar. Excitada como eu estava, senti a dor ir embora e comecei a rebolar, com ele me segurando forte pela cintura.

Me vendo rebolar naquela vara dele, ele empurrou mais um pouco e a metade do pau mergulhou no meu cusinho apertado. Ele parou novamente, mas meu grau de excitação superava qualquer expectativa de dor e pedi a ele com carinho: “Vai, Marcos, empurra toda. Mete esse caralho gostoso todinho no meu rabo. Se eu gritar, nem liga, me arromba toda. Vai, mete toda que eu tou quase gozando.”

Ele me segurou mais forte pelos quadris e empurrou toda. Como era muito grande, o seu pau me causou ainda um pouquinho de dor. Eu gemi de dor e de prazer. Meu gemido o atiçou e ele começou um vai e vem que me enlouquecia, metendo toda aquela vara na minha bunda e tirando para repetir novamente a penetração. Eu estava no auge e prestes a gozar quando o ouvi pedindo: “Amor, você deixa eu gozar no seu cusinho?”

Nem esperou a reposta e já o senti me abraçando bem forte, lambendo e beijando meu pescoço e minhas orelhas e espalmando meus seios enquanto seu jatos me inundavam o rabinho, profundamente. Eu desabei e comecei a gozar feito uma vadia. Foi quando respondi: “Goza, safado. Enche meu rabinho de porra que eu tou gozando também.” Eu rebolando muito e ele me abraçando fortemente e me sustentando pelos quadris, com força, me faziam ainda sentir os últimos jatos do seu gozo monumental.

Me segurou ali naquela posição até eu me acalmar. Quando depois de uns dois minutos eu parei de me mexer, ele foi saindo do meu cusinho e quando a vara saiu toda, uma porção enorme de porra começou a vazar. Aquela enrabada era certamente a maior e melhor que eu já havia recebido.

Escorrendo porra por minhas coxas me dirigi com ele para o banheiro e lá debaixo do chuveiro ele mesmo me lavou com todo cuidado. Sobravam elogios, ele me dizendo que eu era uma mulher fantástica, linda e que tinha o rabo mais gostoso do mundo.

Disse-me que assim que chegasse em casa iria com Heloisa para o quarto do casal e lá iria lhe contar como havia me enrabado, pois sabia que isso provocava nela uma tara insuperável. Ela iria querer ser enrabada também e tinha certeza que aquela noite com a esposa seria maravilhosa e tudo isto, graças a mim.

Prometeu-me que iria começar a pensar em uma festa comigo e Leandro, quando eu iria participar também de uma DP, pois não era justo só Heloisa ter direito a uma coisa tão gostosa.

Eu já pensava como relatar ao meu marido que fui enrabada pelo seu amigo e meu médico, mas a preocupação já era bem menor.

Afinal, já éramos muito confidentes um do outro.





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