"Os mais excitantes contos eróticos"


Meu médico e meu marido me pegaram


autor: rosario
publicado em: 17/08/17
categoria: hetero
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Quando deixei o consultório do Dr. Marcos, estava respirando felicidade. Tinha certeza que meu marido não iria me recriminar pelas minhas quedas recorrentes. Afinal, ele havia deixado o caminho aberto quando me falara sobre a vida pregressa dos dois. Heloisa, esposa do Dr. Marcos, era também, o meu passaporte para maiores atrevimentos, pois ela havia sido namorada do meu marido e foi ensanduichada por meu marido e o marido dela, quando já estava casada.

Eu planejava contar a meu marido, tão rápido quanto possível, como fora minha visita ao meu médico e como ele comera meu rabinho. Eu já tinha certeza que Leandro iria entender e até gostar do que havia acontecido, pois era o caminho aberto para alguma outra sacanagem que incluísse Heloisa, sua antiga noiva e agora mulher do Dr. Marcos. Ela , eu já sabia, adorava fuder e de preferência, em uma suruba gostosa com dois homens, o que eu ainda não houvera provado.

Quando Leandro me contou que ele e meu médico haviam ensanduichado Heloisa e quando ela já era casada, eu fiquei com as cartas na manga para exigir de Leandro a satisfação de todos os meus desejos.

Dois dias depois de meu médico me enrabar no seu consultório, Leandro chegou para apenas dormir uma noite comigo, pois voaria no outro dia cedo para o sul do país. Como eu já previa, quando eu contei-lhe sobre os acontecimentos no consultório do Dr. Marcos, ele começou me perguntando se eu havia gostado quando ele meteu na minha bundinha.

Respondi que adorei e ele, já se preparando para me fuder, mostrando seu pau duríssimo, num sinal inconteste que aquilo lhe atiçava a libido, ele me sugeriu que eu fizesse um jantar para o casal Marcos-Heloisa e em um dia que ele estivesse no Recife, preferencialmente num fim de semana, pois assim, poderíamos estreitar ainda mais nosso relacionamento com aquele casal.

Eu tinha certeza que ele estava sonhando com esse momento e faria qualquer coisa para promover uma suruba entre nós quatro. Eu também estava ansiosa, pois nunca participara de uma suruba envolvendo dois homens. Isso é o sonho de qualquer mulher.

Maldosamente, lhe pedi que me informasse quando retornaria novamente para o Recife, pois eu ira tentar um encontro dos quatro, talvez em nosso apartamento. Leandro quis saber dos detalhes como Dr. Marcos havia me enrabado e à medida que lhe contava, com riquezas de detalhes, ele me fodia mais. Trepamos a noite toda e ele me enrabou por três vezes. Sua excitação crescia ao seu exponencial máximo ao saber que sua esposa havia sido fodida e enrabada pelo seu amigo. Eu adorava essa sua qualidade dele.

Três dias depois de ele viajar, me ligou do Rio de Janeiro para me dizer que no dia seguinte, uma quarta feira, ele dormiria comigo, no entanto, viajaria no outro dia cedinho para Fortaleza, consequentemente eu não deveria chamar nosso casal de amigos para jantar conosco. Que eu aguardasse outra oportunidade, de preferência, um final de semana. Concordei, mas decidi tomar outra atitude.

Liguei imediatamente para o Dr. Marcos e perguntei-lhe se no outro dia à noite, ele poderia passar lá em casa, depois do seu horário do consultório, pois eu tinha um assunto particular para lhe falar. Ele respondeu que com chuva ou com sol, ele estaria lá. Apenas, ia à sua casa depois do trabalho para tomar banho e largar uma mentira para Heloisa, pois não desejava que ela soubesse, pelo menos por enquanto, que ele iria me visitar naquela noite. Adorei a resposta, pois notei que meu médico já pensava que ia me fuder sozinho na noite do dia seguinte.

Leandro chegou por volta das 17 horas no aeroporto e logo tomou um taxi e chegou em casa louco pra me comer e bem comida. Tomou banho e correu comigo para o quarto, sem nem falar em jantar. Adorei, pois eu havia preparado uma ótima janta para três, mas nem Marcos e nem Leandro sabiam. Ambos pensavam que iam me jantar sozinhos.

Quando Leandro me fudeu demoradamente a boceta, eu gozei como uma louca. Durante a trepada eu pensava no que estava para me acontecer naquela noite. Fui ao banheiro e tomei banho retornando para a cama. Previa que aquela noite era minha, mais do que nunca. Contei-lhe que havia preparado uma janta para três. Ele demonstrou imensa curiosidade e expectativa. Com calma, expliquei-lhe que sabendo que ele viria dormir comigo naquela noite eu chamara Marcos para me visitar e pensando que como ele e Marcos fizeram um sanduiche de Heloisa, assim, da mesma maneira ele e Dr. Marcos podiam me pegar naquela noite.

Leandro, meio sério, perguntou se não seria melhor haver convidado o casal e quando eu ia responder, a campainha tocou. Pulei da cama vestindo um roupão para atender a porta e disse-lhe que certamente seria Dr. Marcos, pois estava no seu horário. Ele riu maldosamente e tive a certeza que ele começara a gostar da ideia.

Quando abri a porta, meu médico lindo demonstrava felicidade. Beijou-me e lhe fiz sinal de silêncio com o dedo na boca, levando-o para o nosso quarto. Quando ele viu Leandro na nossa cama, demonstrou espanto, mas Leandro disse-lhe que só havia tomado conhecimento daquela ideia minha, há poucos instantes. Ele riu também e disse: “Leandro, essa sua linda esposa, além de ser uma mulher fantástica, possuir um corpo maravilhoso e a bunda mais bonita do Brasil, só se equipara na cama a Heloisa, minha mulher.” Todos rimos alto e assim foi quebrado o gelo daquele encontro.

Leandro perguntou se ele queria uma bebida, Aceitou e eu apanhei dois copos com gelo e um litro de uísque. Quando retornei que pus a bebida sobre o criado mudo, meu marido me agarrou e me puxou para cima da cama. Já o senti de pau duro, apesar de o tarado haver terminado de me fuder. O safado levantou meu roupão para Marcos admirar minha bunda totalmente nua. Não pude dizer nada, pois Leandro abocanhou minha boca e me beijou com sofreguidão. Minha libido estava nas alturas só em pensar naqueles dois machos que iam me fuder.

Com Leandro alisando minha bunda e me beijando a boca, nem percebi que Marcos havia tirado toda a sua roupa e já havia subido na cama, certamente com a intenção de meter ali mesmo, no meu rabinho. Leandro percebendo Marcos já de pau duro, me largou e mandou que ele deitasse na cama e tão logo marcos deitou com sua vara totalmente tesa apontando para o alto, meu marido me arrancou o roupão e me conduziu para eu sentar naquele pau gigante. Eu já estava enlouquecendo de tesão, pois logo percebi que Leandro evitava de Marcos me enrabar por possuir um pau muito maior do que o dele e ele era certamente quem queria meter logo no meu cusinho.

Eu nem parecia que havia gozado há menos de meia hora no pau de Leandro, pois estava já totalmente ensopada com minha boceta pingando e louca para ser fodida por aqueles dois machos tarados. Quando sentei naquela vara dura de Marcos, o ouvi gemer de prazer e procurar minha boca. Beijava-me feito um endemoniado, chupando minha língua e apertando minhas costas, ao mesmo tempo em que começou a meter na minha boceta, num vai e vem compassado, mas profundo.

Leandro, sem eu perceber havia apanhado um lubrificante que usa quando vai me enrabar e já havia passado no seu pau e agora começava a meter com o dedo, no meu rabinho, o que provava que ele ia me sodomizar, enquanto seu amigo fodia minha boceta. Eu já estava prestes a começar a gozar quando o senti subindo atrás de mim e começando a roçar seu pau duro no meu cusinho. Eu já gemia, tremia, sentava com força na vara de Marcos e aguardava com ansiedade aquela minha primeira enrabada pela qual eu espera há muitos anos.

Quando a cabeça do seu pau encostou na minha entradinha apertada, eu já não suportando mais aquela ansiedade, pedi: “Vai, meu amor, mete logo no meu rabinho. Arromba tua esposinha puta. Mete no meu cusinho pra Marcos ver.” Mal terminei de falar, senti aquele pau duro mergulhar no meu rabo. Nada de dor e apenas muito tesão. Já começando a gozar, pedi mais: “Mete toda, meu amor, me arromba.” Comecei a gozar gemendo e Marcos arrebentava minha boceta introduzindo aquele pau gigante dele até o fundo do meu útero.

Quanto mais eu gozava, mais sentia aqueles dois machos me penetrando. Gozei feito uma cadela no cio mas não falei nada pois desejava que aqueles dois tarados me fudessem à exaustão. Eles pareciam duas feras me fudendo feito loucos. Eu estava sendo ensanduichada por dois machos dos mais lindos que já havia visto. Enquanto o da frente me beijava a boca e chupava meus seios, o de trás metendo no meu rabinho, mordia meu pescoço e me chupava as orelhas.

Meu tesão já começara a aumentar novamente quando lembrei que Heloisa havia estado também entre aqueles dois machos há poucos anos e certamente sentiu o que eu estava sentindo naquele momento. Se ela sentiu o que eu estava sentindo, então ela já sabia o caminho do paraíso. Pensando em Heloisa comecei a gozar novamente e ouvi Leandro dizendo: “Vai, Marcos, fode essa putinha gostosa. Mete nessa boceta linda dela que ela estava doida pra te dar.” Marcos parece que tomou novo fôlego, pois procurou minha boca e me beijou como um tarado, ao mesmo tempo em que aumentou suas metidas na minha boceta.

Leandro sentindo meus gemidos que ele já bem conhecia, continuou: “Mete rola nela, Marcos, que ela vai gozar. Eu vou gozar nesse rabo lindo dela.” Não deu mais para sustentar e eu desabei novamente num orgasmo astronômico, gemendo, berrando e parecendo que ia desmaiar de tanto prazer. Vendo os dois machos metendo com mais força na minha boceta e no meu rabinho, eu senti ao mesmo tempo, os jatos de porra me atingindo o útero e o interior do meu cusinho. Eu estava prestes a desmaiar de tanto gozar. Estava mole e totalmente entregue àqueles dois tarados. Eu sabia que uma DP era o ápice do prazer sexual de uma mulher, mas não imaginava que chegasse a tanto.

Ao terminarmos os três, de gozar, retornamos à calma e os dois safados me mantiveram como recheio, ainda por uns 2 ou 3 minutos. Quando meu marido desengatou do meu cusinho, eu, como acordando de um sonho bom, saí da pica do meu médico e caí desfalecida ao lado dele. Jorrava porra por todos os meus buracos. Os dois me cobriam de carinhos. Minha iniciação ao mundo da dupla penetração havia acontecido da maneira mais fantástica que uma mulher poderia desejar.

E a noite estava apenas começando.





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