"Os mais excitantes contos eróticos"

 

DANADINHA DEU GOSTOSO PRO PROFESSOR


autor: Danadinha16
publicado em: 22/08/17
categoria: jovens
leituras: 2769
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Continuação de Danadinha e o Professor...

Ficamos ali por muito tempo, o dia virou noite e eu precisava ir pra casa. Ele me ofereceu uma carona e eu aceitei na hora.

Entramos no carro, sentei ao seu lado. Minhas pernas bem abertas. A saia do uniforme era bem grande pro meu gosto, mas eu dei uma subida no tecido pra que ele tivesse bastante tentação. Ficamos muito tempo em silêncio, até que vi um outdoor de um motel e despreocupadamente li em voz alta o texto do anuncio. E olhei pra ele.

Ele riu, sem retribuir o olhar. Aquilo me deixou com raiva, a possibilidade de não transar com ele me fez agir sem pensar. Em uma tentativa de conseguir no grito o que queria... coloquei minha mão direita sobre sua coxa e comecei a subir.

- Carol... já falamos sobre isso... tira a sua...

Cheguei no volume entre suas coxas e apertei de leve e depois fiquei alisando.

- ... isso não é certo... você é nova...

- Você fala o tempo todo que eu sou nova, isso quer dizer que se eu fosse velha... Eu sei o que quero e quero agora! Hj!

Me movimentei pra abrir seu zíper e ele não reagiu. Percebi que estava ganhando.

- Você sabe que é bonita e gostosa, faz isso de proposito... Ai Karla! Pq você foi brigar comigo e me negar sexo...

- Quem é essa? - Parei minhas ações e questionei

- É que minha mulher está brigando e me nega desde a semana passada...
- Eu posso te ajudar - Abri seu zíper e baixei sua cueca.

Ainda mole, mas muito grande. Sua pica saltou pedindo uma xana. Me estiquei sobre seu colo e comecei a lamber sua pica...

- ... acho que você precisa de ajuda... ainda vai negar?
- Carol, isso não vai acontecer novament... hmmm...
- Tá gostoso né... eu sou boa nisso...

Ele decidiu me levar pra o seu antigo apartamento, e durante o trajeto ele gozou uma vez e eu engoli tudo... pra não sujar o carro.

Chegamos no apê. Entramos como se eu fosse sua sobrinha. No elevador... a porta se fechou e ele me pegou no colo... cruzei minhas pernas entre seu corpo e minhas mãos envolta de seu pescoço. Ele me segurou pela bunda, suas mãos afundando em minha carne. Nos encaramos por alguns minutos, eu abri um sorriso e tomei a iniciativa do beijo. QUE BEIJO!

Seus lábios eram ásperos, mas hábeis. Sua língua selvagem invadiu minha boca e eu apenas a mordiscava...

- Você é uma safada teimosa... eu nunca fiz isso com aluna da sua idade... só as meninas do terceiro e do eja...
- Então somos dois que não fizeram coisas aqui - soltei e voltou a beijá-lo.

Ele parou e me disse:

- VOCÊ É VIRGEM?

O elevador deu sinal de que estávamos chegando. Tive que descer de seu colo e ajeitar minhas roupas. As portas se abriram e saímos. O apê ficava no final do corredor, longe dos outros. Ele me sussurrou dizendo que eu poderia gemer a vontade...

- Eu vou gritar e gemer, por que nunca dei minha xana.

Ainda com a chave na porta ele me olhou e sorriu. Entramos.
O apê estava vazio. Apenas um tapete e uma mesinha. Tudo branco e com cheiro de guardado. Ali deveria ser o seu abatedouro. Ele me lembrou que estava tarde e que era melhor avisar minha mãe, que talvez eu nem dormisse em casa. Eu fiquei feliz com ele ter pensado em ficarmos até o outro dia.

- Já mandei mensagem... ela pensa que estou na Jessica.
- Hahaha, casa da amiga... essa ainda cola? - ele disse vindo em minha direção.

Ricardo passou a mão em minha cintura e me puxou contra seu corpo. Tascou um beijo ardente, suas mãos desceram até minhas coxas e então se puseram a subir minha saia. As minhas abrindo o zíper e tirando sua rola pra fora. Ela já estava dura e meladinha... As mãos dele agora estavam tentando tirar minha calcinha e as minhas alisavam seu pau... ele desistiu de tirar e então arrancou. O movimento violento contra o tecido me fez tremer e ele riu em meio ao beijo.

- Se assustou?! Quer desistir?!
- Não... vem cá... já teve minha boquinha agora come minha xaninha... vem... me fode gostoso... - me desvencilhei de seu beijo e de suas mãos e me deitei sobre o tapete.
Ele ficou por um tempo me vendo ali, deitada semi nua, alisando meu próprio corpo... sorrindo pra ele e aos poucos roçando meus pés em suas pernas... ele logo se ajoelhou. Puxou meu corpo contra o dele. Cruzei minhas pernas entre sua cintura. Ele ajeitou sua pica e me avisou...

- Você é virgem... sabe que vai doer... quer que eu vá devagarinho?
- Eu quero que você vá com tudo... gosto da dor... hahaha.
- Safada! Você pediu...

Ele ficou um tempinho roçando a cabecinha no meu grelo, eu comecei a me retorcer. Ricardo esperou eu fechar os olhos e estar desprevenida pra então enfiar com força. AAAAAAAAAAAAAA. Lembro até hoje, só não consigo sentir novamente essa sensação efêmera de dor seguida de um prazer intenso. Sua pica era grande e um pouco grossa, ele enfiou essa primeira e depois ficou socando com força. Meu corpo se retorcendo e eu gritando como uma égua!

- Tu queria com dor?! Toma safada! Tu queria transar comigo? Gostosinha... safada.... vou te comer a noite inteira minha safadinha...

- AAHA HAHAHAHAH MEU D... Que ahmmmm... aiiii... me fode... era isso que queria! Come essa tua ninfetinha...

Ele não saiu daquela posição até gozar e isso demorou um tempinho, pois ele ia com força e parava. Deitava sobre mim e ficava me beijando, sem tirar a rola de dentro de mim. Eu gozei do começo ao fim. Já não tinha forças pra gemer... só urrava de prazer e ele socava. De repente ele começou a tremer e sem sair de cima de mim, começou a ter espasmos...

- Ah... ahm... eu vou gozar... safada... vou gozar dentro de ti... vai sente... vai safadinha

Então senti uma coisa quente tomar conta de mim e ele gritou! Gemeu e caiu ao meu lado. Eu recuperei as forçar e sentei sobre ele... o beijei e depois cavalguei gostoso naquela pica...



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