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DANADINHA E O PROFESSOR: FINAL


autor: Danadinha16
publicado em: 22/08/17
categoria: jovens
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Depois de cavalgar enlouquecida naquela pica enorme, cai sobre seu corpo e dormi. Acordei deitada no chão com ele sentado aos meus pés me admirando.

- Bom dia! Por que está me olhando assim?
- Você me enfeitiçou... eu jamais faria isso... olha pra você e olha pra mim... quatro vezes mais velho que você, casado e teu professor. - Disse passando suas mãos em seu rosto, com jeito de vergonha.

Me aproximei dele e o fiz me olhar nos olhos.

- Você não é velho... para com isso... cadê o cara que me comeu e gozou gostosinho comigo? Eu quis, você também... só por que sou novinha isso não quer dizer nada... Eu não sou inocente e você não me forçou a nada - Peguei suas mãos e as coloquei sobre meus seios.

Ele me olhou e sorriu, apertou meus seios mas não o fez por muito tempo. Tirou suas mãos e se preparou pra levantar. O impedi. Sentei em seu colo e o abracei. Nossos corpos nus se arrepiaram ao entrar em contato. Pele na pele e ele me encarou.

- Carol, tu é muito sensual e eu não sei o que estou sentindo... Vou te confessar que sempre tive uma atração por você, mas a impedia de crescer porque não queria cometer uma besteira... Daí tu chega com esse jeitinho safado e doce, garota... eu não pude suportar...

Suas mãos em minhas coxas, vagarosamente foram subindo e foram parar na minha bunda. Seus dedos apertaram meus quadris e eu gelei. Respondi com um sorriso doce e um olhar safado. Indicando que ainda não era hora de parar. Que nós ainda tínhamos muito pra fazer. Ele passou a massagear e apertar minha bunda e eu a brincar com seu pescoço. Hora mordiscava, hora beijava , hora arranhava. Cheguei em seu ouvido e sussurrei com uma voz doce e sensual:

- Eu adoro dar minha bundinha. Acho que você está merecendo isso...

Ele arrepiou e respondeu com uma espalmada na minha bunda. O fiz se jogar para trás. Levantei, rebolei um pouco pra ele, numa espécie de dança. Ele se pôs a bater uma punheta e logo foi ficando duro. Quando vi que está quase como uma tora... Arregacei minhas nádegas e fui descendo lentamente, deslizando naquela rola grossa e vermelhinha. Quando sua cabeça tocou no meu cuzinho, comecei a gargalhar. Mas não parei, segui... ele colocou suas mãos na minha cintura e socou. Quando minha bunda tocou em seu corpo...

- Ahhh... delicia... assim que eu gosto... aii... come meu cu bem gostosinho...
- Você é uma puta... minha puta... só minha... não quero ver você de brincadeira com esses moleques da escola... vou te comer como nunca sua vaca... te amo...

Rebolei, rebolei. Ele começou a bombar rapidinho dessa vez e logo já estava toda encharcada de porra. Ele tirou a rola do meu cu e não deixei ele na mão. Já fui colocando aquela rola gostosa na minha boca. Ele deitado e eu mamando gostoso. Ele gozou novamente e eu engoli mais uma vez. Era branca e um pouco pastosa.

Ficamos nos acariciando e depois nos ajeitamos pra ir pra escola. Ele me deixou algumas quadras antes da escola e só nos encontramos novamente na sala de aula.

No fim ele aumentou minha nota e durante um ano mantivemos uma rotina de encontros. Sempre naquele apartamento. Teve uma vez que ele trancou o elevador e comeu meu cu ali mesmo. Eu nunca mais vou esquecer. Ele foi papai de uma menina e algo o fez pensar melhor. Me dispensou e disse que iria sair da Escola, portanto nunca mais iriamos nos ver.

No começo eu sofri, mas eu já estava me encaminhando pra uma nova pessoa. E então foi fácil esquecer o meu querido professor.



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