"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Adorável cunhadinha


autor: lobodotado
publicado em: 24/08/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Namorava uma morena chamada Nádia, nossa relação durou até o Carnaval do ano passado. O fato que narro aconteceu no ano retrasado. Devo salientar que Nádia é bonita e gostosa, bunda farta, coxas grossas, peitos empinados, cabelos cacheados e com 1,70 de altura. Nadia é irmã da protagonista dessa excitante história, Carlinha, minha cunhadinha, que quando comecei a namorar sua irmã ela era apenas uma criança sapeca de 10 anos. Na data de nossa aventura, ela já tinha 15 anos, uma linda morena, parecida com sua irmã, só que mais magra e um pouco mais baixa, seus peitinhos parecem duas mangas rosa, sua barriguinha uma maravilha, sua bundinha empinada e coxas definidas com pelugens douradas.
Carlinha namorava Guto, o rapaz que roubou seu cabacinho, sei disso, pois em menos de três meses de namoro, eu os vi transando no quarto dela, quando fui a casa de minha namorada apanhar o capacete da minha moto e vi que a moto de Guto estava em frente da casa, achei estranho pois sabia que só Carlinha estaria em casa, pois os pais dela tinham ido pra um casamento em uma cidade próxima e Nádia estava na faculdade e Guto não tinha ainda essa intimidade com a família pra ficar só com Carlinha em Casa. Entrei malandramente devagar, e rodeei a casa até a janela do quarto dela que era o único cômodo que estava aceso, eu escondido olhei pra dentro do quarto e vi Carlinha de quatro na cama peladina e Guto também pelado por trás dela, com as mãos segurando na cintura dela ele socava com força na xoxota dela e ela gemia e pedia pra ele meter mais: “METE VAI, METE TUDO...SOCA ESSE PINTÃO... ME COME E CHAMA DE CACHORRA, SEU PUTOOO...”. e Guto no clima daquela foda ele chamava ela de cachorra e dava uns tapas de leve em sua bunda empinada até ele dizer que ia gozar e ela se deitou de frente e ele jorrou porra em seus peitinhos lindo. Fiquei louco, meu pau parecia que ia arrebentar a minha bermuda de tão duro que estava.
Em seguida sabendo que a foda deles tinha acabado, voltei ao portão esperei uns cinco minutos e chamei de fora por Carlinha. Ela veio até a janela da cozinha que dar pra ver o portão e pediu pra eu entrar. Quando eu me deparei com ela, ela agiu como se nada estivessem acontecidos minutos antes, Guto deitado no chão da sala fingindo estar dormindo, peguei meu capacete, abracei minha cunhada e dei um beijinho na testa dela como sempre fiz, mas dessa vez me deu tesão quando meus braços envolveram suas costas e minha mão segurou seus ombros, passei a olhar minha cunhada diferente, mas não deixava com que Nádia e ninguém percebessem. Mas não demorou muito pra Carlinha perceber, pois ela me flagrou olhando ela um dia com um shortinho que deixava sua buceta igual a um capô de fusca. Daí pra frente eu senti que ela passou a me provocar; sentava no meu colo, saia do banheiro de toalha e ia à sala falar comigo e sua irmã e fazia comentários supérfluos e um dia que eu sabia que ela estava só em casa e iria à praia com Guto, rodeei a casa até a janela dela e ela estava só com a parte de cima do biquíni, com a xoxota peludinha de fora, de frente pro espelho, eu senti que pelo reflexo ela me viu, mas ela não fez nada, pelo contrario sentou-se na cadeira de frente pro espelho de forma que eu pudesse ver pelo reflexo, abriu bem as pernas e começou a raspar os cabelinhos de sua xaninha linda... eu percebia que ela olhava pro espelho em direção ao reflexo da já nela, mas eu não saía dali, pois sabia que ela fazia questão que eu visse e ficasse maluco. E ela estava certamente correta, eu fique looouco com aquela xoxota depois de raspadinha, ficou mais linda ainda com aquele grelinho rosinha pro lado de fora.

Durante a noite do mesmo dia eu fui para a casa de Nádia, pois ela me ligou pra ver um filme lá, como era de costume depois que Carlinha começou a namorar deitávamos eu e Nádia no sofá-cama e Carlinha e Guto num colchão do lado na sala. Quando eu cheguei Guto já estava no colchão, Nádia em seu quarto e Carlinha tomando banho pois tinha acabado de chegar da praia. Eu me deitei no sofá-cama e logo depois Nádia se deitou do meu lado e gritou pra Carlinha se apressar pra começarmos a ver o filme, quando de repente Carlinha entra na sala com um shortinho aparecendo a poupa da bunda, uma tomara-que-caia, cheirosa e toda bronzeada com as marquinhas do biquíni expostas, ela na hora de deitar ainda vira a bunda pro meu lado e quando se deita ainda olha pra minha cara e sorrir, Guto e Nadia sem desconfiar de nada, afinal ela era minha “cunhadinha querida”. Apagaram a luz, rolou o filme. Eu estava tão cansado aquele dia que me apaguei num instante e acordei um bom tempo depois com Nadia me perguntando se eu ia ficar por ali mesmo que ela estava indo pro quarto, muito sonolento eu disse que iria ficar ali sim, achei estranho, pois era tarde e Nadia foi pro quarto e deixou a tv ligada, foi quando minutos depois percebi que levantou alguém do colchão e foi até a tv, era Carlinha, logo quando ela se levantou eu olhei pra ver se Guto estava lá, não estava, ele já tinha ido embora como eu imaginava. Quando a tv se desligou e Carlinha voltou para o colchão em vez de ir para o seu quarto logo meu coração acelerou e por instinto e desejo meu pau ficou duro. Eu ficava imaginando um monte de sacanagens e já estava louco de tesão e doido pra pular em cima dela já passando a mão nela toda e sem atitude fiquei parado e suando frio até sentir a mão Carlinha em meu pau, fiquei alucinado, parecia que era a primeira vez que uma mulher pegava em meu pau, daí ela se sentou e disse bem baixinho no meu ouvido: “acorda seu bobo, eu sei que você está doido pra me comer...”. Na hora eu pulei por cima dela no colchão já comecei beijando e passando a mão em seus peitos, sua bunda, mordendo seu pescoço e ela parou e me disse: “quero que você me foda como fode a minha irmã, do jeito que eu escutava e desejava você fazendo aquilo tudo em mim...gozei muito tocando meu grelinho e me fodendo com os dedos”. Então, eu a coloquei ajoelhada no colchão de costas pra mim, comecei a beijar seu pescoço e ia até a orelha e mordia, com uma mão em seu peito e a outra já apalpando sua xaninha por cima da calcinha. Tirei sua blusa e rapidamente eu a deitei e comecei a chupar seus peitinhos e ainda com a mão em sua buceta que por sinal já estava bem molhadinha, passava minha língua em todo o seu peito e dava mordidinhas de leve nos biquinhos, fui descendo beijando sua barriga até tirar seu shorts e calcinha colocá-la deitada de costas e entrei mordendo seu pescocinho e descendo pelas costas até chegar a sua bunda, e bijando as duas bandas desci pras cochas e voltei com a boca pro meio da bunda, já aberta e empinada, comecei a lamber com a pontinha da língua seu cuzinho e com o dedo atolado na sua xoxota... ela gemia alto de tesão e colocou a cara na almofada pra abafar seus sussurros... Virei ela de frente para mim e já caí de boca pertinho de sua xaninha, ainda deixando minha cunhadinha louca, passando a língua em sua virilha, passei pra sua xoxota e comecei a lamber subindo e descendo com minha língua e com os meus lábios por cima dos dentes dava mordidinhas de leve no seu grelinho maravilhoso e gostoso... Ela não se conteve e me pediu: “por favor, mete logo seu pau na minha xoxota eu quero gozar muito nele”. Então rapidamente eu me deitei, coloquei meu pau pra fora e pedi que ela viesse sentar nele. Ela se sentou bem devagar e logo começou a subir e descer bem rápido com as mãos no meu peitoral ela apertava e louca pra gozar ela parou e pediu pra eu meter nela de quatro, eu disse melhor: “fique de joelhos e encoste a cabeça no colchão”. Ela fez o que eu pedi, sua bunda totalmente empinada e aberta com sua xoxota escorrendo, fiquei louco e pensei que não iria agüentar, achava que iria gozar primeiro que ela. Mas agüentei, coloquei meu pau e comecei a meter bem devagar, depois aumentei a velocidade e ela começou a se endurecer toda querendo gozar e eu louco pra dar uns tapas e chamá-la de cachorra, putinha safada, mas não podia, agarrei nos peito dela e meti com mais força ainda até ela se amolecer e sentir que ela gozou, daí eu tirei meu pau, ela se virou de frente ainda em estado de êxtase, segurei seu queixo ela abriu a boca e gozei jatos de porra...
Logo me vesti e ela também, ela me beijou e me pediu para fazer isso mais vezes só que a trepada subsequente foi num motel...minha putinha estava paramentada, de meias pretas, cinta e, já no caminho, tirou a calcinha e me fez cheirá-la, entorpecendo-me com aquela fragrância de xoxota no cio, cheguei ao motel com o pau estourando a cueca e na cama, recebi o melhor boquete da minha vinda, agradabilíssima surpresa isso vir de uma adolescente inexperiente...fui à loucura...ondas de prazer invadiam meu corpo, arrepiando cada pelo, enquanto a biscatinha me mamava faminta de rola, abocanhando o membro vagrosa e intensamente, mexendo a língua com maestria nas costas do pinto, depois tirando e lambendo a frante, desde a base até a glande, abrindo e fechando o prepúcio, punhetando de modo firme e contínuo com suas mãos de fada, às vezes ela beijava a cabeça, balbuciando: - Delíciaaa de pau...batia de piroca em sua carinha de anjo, puxava suavemente seus cabelos, ordenando: - Mama, putinha safada, mata tua fome de rola...você chupa feito uma puta experiente, vadiazinha tesuda...aaaahhhhh...inclinei seu corpo na cama, deixando-a de quatro, a safada se masturbava enquanto me chupava e ainda pediu para apanhar. – Me bate...por favor! – Humm...minha putinha gosta de tapinhas no bumbum?! – Adoroo...bate, vai! Bati moderadamente em ambas as nádegas. – Aaaaii...mais forte! Bati com força, não demasiada mas considerável, ela quis levar uma sequência de palmadas enquanto eu a fodia avidamente pela boca e se acabava na siririca....acabei gozando na cara da ordinariazinha, enquanto ela tremia corada e suada com orgasmos de tirar o fôlego...que menina impressionante....após um breve banho, foi minha vez de retribuir a boa ação...lambi, beijei e chupei seus peitinhos deliciosos, desci até a virilha, torturando-a de prazer, com muito suspense até chegar à xoxota inchada, ensopada e greludinha, apesar do corpo pequeno, a putinha tem um verdadeiro “pintinho” feminino e, como se espera, extremamente sensível, beijei a pontinha e passei a lambê-lo freneticamente, enquanto dedava a bucetinha sedenta, logo lambia toda a extensão da xaninha de lábios e clitóris saliente, seu “pintinho” endureceu em meus lábios e logo a ninfeta gozava fartamente em minha boca....- Aaaahhhhhh, que gostosoooo....chupa assiiim...seu louco.....puta que pariu...eu vooou....aaaaaaahhhhhhhhhhhh....caralhooooo....A safada emendava um orgasmo no outro e logo recebia uma siririca de pica, implorando para ser fodida como uma puta de verdade. E foi....- Aaaaaahhhh...continua me comendo assim, não para, me dá esse pau tesudo, não para de meter....delícia de macho....fode a tua puta....aaaahhhhhh...Eu a fodi em pé na cama, erguendo suas pernas, deixando-a de frango assado, batia em sua bundinha, virava a safada do avesso, depois de outro gozo intenso, ela quis me cavalgar. – Deixa eu te foder um pouquinho? Quero te dar uma surra de xoxota...pra gente poder concorrer na foda (rs). E a safada não perdeu em nada, sentou deliciosamente em meu pau, e conforme começou a gozar, engolia o membro parecendo que ia desmontá-lo, logo eu a masturbava e gozamos sincronizados, alucinadamente, cheguei a sentir gotas de xixi espirrando da bucetinha adolescente mais faminta que fodi, ficamos de rola e xoxota ardidos...que trepada antológica. No banho, ainda a chupei a xaninha e o cuzinho rosado da ninfeta, dando boas dedadas no buraquinho quente, a safadinha pagou o último boquete da noite e fechamos com chave de ouro o início de uma relação de intensas trepadas de iniciação da minha cunhadinha ao sexo pleno e ilimitado. No encontro subsequente, estreei seu cuzinho, ensinando a gozar sendo enrabada, ela amou e viciou nisso...mas é assunto para outro conto.




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