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99 -Estudando em casa


autor: Bernardo
publicado em: 24/08/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Sara é morena, tem 1,71 de altura, está com 17 aninhos, tem cabelos longos cacheados, um bumbum grandinho que arranca suspiros pela rua. Tem pernas torneadas graças à muito exercício físico e handball, esporte que gosta e prática. Ela se considera linda e gostosa, (e realmente o é) e acha que a sua autoestima contribui com os elogios que recebe nas ruas. O seu melhor amigo da escola se chama Vitor e tem 18 anos, é branquinho com um par de olhos pretos que a hipnotiza, coxas grossas por causa do futebol que pratica. Ela o acha simplesmente lindo e inteligente.

Ela mora com meus pais e um irmão, ambos passam o dia trabalhando e começam a chegar a partir das 19 horas. Como estava em época de provas de final de ano e ela nunca foi boa em matemática, já Vitor era quase um Einstein e ainda dizem que beleza e inteligência não andam juntas…maior mentira! Ele, como sempre um doce, se ofereceu para estudar a matéria com ela. Na hora ela aceitou, sem más intenções, pois estava realmente precisando de uma ajuda extra com a matéria e não podia de modo algum perder aquele ano escolar.

No dia marcado ela combinou com o Vitor que depois da aula, ele almoçaria na casa dela e depois começariam a estudar. Como eles moram em Fortaleza, vocês sabem o quanto é quente e especialmente naquele dia o calor estava insuportável de modo que ao chegar em casa estavam pingando de suor e um banho era inevitável. Sara falou que precisava tomar um banho antes de começar a estudar e entregou ao Vitor uma toalha falando que se ele quisesse também poderia tomar um banho, no banheiro de baixo enquanto ela tomaria no banheiro do seu quarto e assim se procedeu, cada um indo para um banheiro.

Depois do banho, ela apareceu na sala com um shortinho de tecido curtinho que ela usa em casa e uma blusa soltinha sem sutiã, pois estava muito quente. Ela percebeu que o Vitor a comeu com os olhos, admirando-a de cima abaixo e se sentiu quase nua com o olhar dela, mas não ligou, já estava acostumada com esses olhares na escola e além do mais, o Vi era seu melhor amigo, não podia sentir vergonha dele.

Depois do almoço começaram a estudar, e ela estava super concentrada na matéria, mas percebeu que o Vi estava meio inquieto. Foi quando ele disse:

– Tá quente hoje né?

– Tá sim Vi.

– Posso tirar minha camisa?

Ela afirmou que sim e apesar de sempre o ver sem camisa nos jogos de futebol, mas ali, pertinho dela, era a primeira vez e isso fez subiu-lhe um calor por todo o seu corpo e ela não conseguiu mais se concentrar na matemática e disse que ia beber água e perguntou se ele queria também. Na cozinha, quando ela abriu a geladeira, ficou parada olhando para dentro dela e pensando no Vi. Seu corpo estava sentindo um grande comichão lembrando do Vi sem camisa só de short do futebol e quase derramou agua gelada em si mesma.

Quando voltou na sala com o copo de água para o Vi, ele se levantou da cadeira, pegou o copo da mão dela e deu um beijinho no seu rosto, daqueles que pegam no cantinho da boca como um escorregão. Suas pernas tremeram. Ele olhou para ela e disse:

– Você está linda hoje Sara. Aliás, mais linda do que em outros dias.

Ela jura, que não sabe o que lhe deu, mas não resistiu àqueles olhos negros lhe fitando, e deu-lhe um beijo, se jogando em seus braços e sentiu os braços deles enlaçando-a pela cintura, puxando-a para mais perto dele. Ela se entregou completamente naquele beijo. O mundo parou ao seu redor e só sentia o Vi lhe apertando e descendo sua mão para o seu bumbum apertando-o por cima do short. Ela ficou louca com isso. Daí ele desceu com a boca para a sua orelha e sussurrou assim:

– Sara, meu amor, deixa eu ser o seu primeiro?

Ele sabia que ela era virgem, pois conversavam sobre tudo e entre eles não havia segredo. Ela não conseguiu nem responder e sentiu a mão dele passeando, por cima do short, na sua xaninha e apertando-a. Aquilo a fez dar um gemidinho baixinho que ele interpretou como um sim e foi tirando a sua camiseta, deixando seus seios nus à mercê de sua boca gulosa. Aquilo a deixou arrepiada só de lembrar daquela língua passeando nos biquinhos dos seus seios que se enrijeceram com aquele carinho. Estava tudo tão gostoso que ela não queria que ele parasse, queria ele e o queria naquele instante. Instintivamente ela passou a mão por cima do calção dele e sentiu que seu pau já estava duro de tesão e ficou acariciando e apertando-o, e ele gemia e dizia:

- Ai que delícia. Aperta Sarinha, aperta meu amor, aperta que ele gosta, aiiiii,deliciaaaaa.

Nisso Vitor foi descendo seu shortinho de tecido fino, deixando-a só de calcinha. Ele se levantou e se afastou, olhou-a de cima abaixo e pediu que virasse de costas. Ela fez o que ele pediu e ele se aproximou dela apertando seu bumbum, mordendo seu pescoço dizendo:

– Você é gostosa demais Sarinha, quero te comer, deixar você louca de tesão – e assim foi descendo a calcinha até deixa-la peladinha.

Depois a levou até a sua cama e pediu que se deitasse e abrisse as pernas. Ela assim o fez e ficou esperando-o vir. Quando pensou que ele iria lhe penetrar, viu-o se abaixando entre suas pernas e se pôs a beijar sua xaninha. Ela pirou com aquilo. Ele beijava, mordendo os grandes lábios, olhando para ela e a abriu com as mãos, deu uma passada de língua nela toda arrancando-lhe um gemido. Ela olhou para ele e lhe deu um sorriso com o canto da boca aprovando o que acontecia.

Vitor voltou a passar a língua, se concentrando no seu grelinho, passando a bem devagar nele, com intensidade, fazendo-a ter pequenas contorções de prazer. Aquela era a sensação mais gostosa que ela já sentirá em toda a sua vida. Ele passava a língua nela toda e de repente começou a penetrar a buceta com a língua. Nessa hora ela gozou gostoso em sua boca pela primeira vez naquela tarde. Ele não parou e continuou metendo a língua em na buceta, sorvendo seu melzinho e ela não aguentava mais, pois queria sentir o pau dele na sua boca, queria que ele visse como a amiguinha dele sabia pagar de gulosa bem gostoso. Foi quando ela disse:

– Vi, me deixa provar seu pau na minha boca -ele a olhou sorrindo e foi tirando o short e chamando-a disse:

– Vem cá vem Sarinha, vem mamar no seu amigo vem. Ele esta louquinho querendo carinho.

Ela foi sem piscar e caiu de boca naquele pau que devia ter uns 18cm e era bem grosso. Não se fazendo de rogada chupou com maestria o pau do Vitor, passeando a língua bem na cabecinha, olhando nos olhos dele observando a sua cara de tesaõ. Foi descendo com a língua por todo aquele mastro e parou nas bolas, passando a língua, chupando as vezes, enquanto batia uma punheta para ele. Ele gemia e dizia:

– Caralho! Que boca gostosa! Chupa mais vai putinha! Chupa!

Sara voltou para o mastro e começou a engolir ele todinho, bem fundo, quase se engasgou, mas não parou, chupou muito aquele pau que parecia que crescia mais e mais dentro da sua boca. O Vitor só gemia e a chamava de putinha gulosa, que se soubesse que o seu boquete era tão gostoso já tinha pedido antes.

Ela estava adorando aquilo tudo, mas o melhor ainda estaria por vir. Foi quando ele pediu para ela parar, senão acabaria gozando em sua boca e ele não queria gozar ainda, queria deixa-la louquinha. Pediu que ficasse de quatro na cama e ele se posicionou atrás dela e pediu que abrisse bem as pernas e abrisse a bucetinha com as mãos. Ela fez o que ele pediu, e ele atrás dela, olhando para a xaninha, começou a passar os dedos dizendo:

– Que bucetão mais linda, Sarinha (modéstia parte, assim como foi abençoada com um bumbum GG, sua xaninha não fica a desejar, ela é grandinha, e está sempre depiladinha e é bem vermelhinha por dentro). Ele beijou seu bumbum, deu uma mordidinha e foi subindo pelas costas, mordendo-a, mordiscando a nuca, indo para a orelha, mordendo e passando e língua e disse:

– Tá preparada para ser minha?

Aquela língua quente em sua orelha, seus dedos passeando na sua buceta, a outra mão apertando seus seios, a fez suspirar e dizer que sim. Ele tirou seus dedos e começou a esfregar a pontinha do seu pau na entradinha da buceta dela e, aquilo a fez enlouquecendo ainda mais. Ela queria aquele pau dentro dela queria dar para o Vitor bem gostoso. Nisso sentiu ele forçando a cabecinha para entrar. Na hora sentiu uma dorzinha fina que a fez dar um gemidinho de “uuiiiiii...

O Vitor adorou o gemidinho e forçou mais. Quando a cabecinha passou Sara jura que viu estrelas. Você mulher, que está lendo esse conto e já experimentou isso, sabe da dorzinha fininha que incomoda o corpo todo, e que a Sara sentiu nessa hora. Ele parou só com a cabecinha dentro da buceta e disse:

– Tá doendo amor?

– Tá sim Ví - falou meio chorosa.

No que ele respondeu:

– Passa já minha delicia. Vou meter mais um pouquinho…ou você quer que eu pare?

Apesar da dor que ela estava sentindo, decidiu que não, que iria até o final. O Ví beijou suas costas e foi metendo bem devagar, centímetro por centímetro e ela se sentia como se estivesse sendo partida ao meio, mas o Ví começou a acariciar seu grelinho e morder as costas. A dor foi dando lugar ao prazer e, quando ela se deu por sim, já rebolava para receber toda a pica do Vitor na xaninha.

Ele não se mexia e pedia que ela rebolasse mais, do jeito que ela quisesse. Foi rebolando e adorando ter aquele pau dentro dela, e se sentia uma verdadeira puta em estar ali dando para o seu melhor amigo. O Ví gemia e dizia:

– Ai minha putinha, que buceta gostosa! Rebola na pica do seu comedor, rebola caralho.
Essas palavras a deixava com mais tesão e ela rebolava mais e mais, ai o Vi a segurou pela cintura e começou a bombar bem fundo na buceta, doía, mas o tesão falava mais alto. Ele parecia descontrolado, metendo rápido e xingando-a de vadia, de vaca safada, de cabritinha, que há tempos ele queria fode-la gostoso, mas ela não dava abertura.

Sara já não aguentava mais quando disse que ia gozar e o Ví acelerou e disse que ia gozar também, que queria gozar junto com ela. Ela começou a estremecer todo o seu corpo, o gozo estava chegando, e se agarrou no travesseiro, o Ví a agarrou mais forte e disse que estava gozando. Sara, por sua vez, sentiu os jatos quentes dentro dela e começou a gozar também, gritando alto, tremendo e se contorcendo toda. O Vi agarrado em sua cintura gritava também e seu pau jorrava seu néctar dentro dela. Foi uma loucura....

Ela caiu sem forças na cama e o Vi por cima dela, com o pau ainda dentro da buceta e de modo que ela podia sentir seus batimentos acelerados, sua respiração ofegante em sua orelha. Ele saiu de cima dela, deitou-se do seu lado e a chamou para junto dele e a apertou contra seu corpo bem gostoso. Ela ficou ali, abraçada com ele, mas de repente começou a chorar, e ele sem entender nada perguntou:

– Que foi Sarinha? Você não gostou?

– Não é isso Vi, - ela respondeu - pelo contrário, gostei muito, Só tô emocionada por ter acontecido isso entre você e eu.

– Sua doidinha, eu amo – ele disse apertando-a mais ainda contra seu peito nu. Enxugou suas lágrimas e lhe deu um longo beijo bem molhado.

Foi uma tarde perfeita. Nesse dia, estudaram matemática, tomaram um banho bem gostoso e desse dia em diante, começaram a namorar. Hoje, os dois cursam faculdade e estão noivos com casamento marcado. E advinha quem será o padrinho de casamento? Eu, Bernardo.


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