"Os mais excitantes contos eróticos"


Ganhei fama de pauzudo no colégio


autor: marombasafado
publicado em: 26/08/17
categoria: gays
leituras: 1914
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Fonte: maior > menor


Sempre fui um garoto muito tímido e retraído. Mas com o tempo, os acontecimentos e experiências que tive na vida me tornei muito exibido e descarado. No colégio, aos 14 anos de minha adolescência, eu ficava na minha, bem quieto. Eu até andava com alguns meninos, mas interagia bastante pouco com eles. Diferente de mim, eles eram muito extrovertidos. Um deles, o marquinhos, era muito lindo, loiro e com um corpo atlético, sempre ia de bermuda moletom que marcava a mala e a bundinha redonda dele. Enquanto os meninos conversavam eu não conseguia tirar os olhos dele.

O banheiro do meu colégio tinha um mictório coletivo que eu tinha curiosidade de usar, mas evitava por vergonha, sempre usava o reservado. Um dia resolvi ir no reservado, tirei o pau para fora, mas o medo de alguém chegar e me ver não me deixou mijar, ouvi alguém entrando e guardei o pau e saí.
Noutro dia, na aula de educação física, eu estava apertado e resolvi ir no banheiro e usar o mictório coletivo.

Aproveitei que não tinha ninguém e comecei a mijar. Para o meu azar, ouvi os meninos conversando próximos, tentei parar de mijar, mas não consegui, eu estava muito apertado, apenas torci para que eles não entrassem.
Um deles entrou e veio mijar no mictório também, do meu lado. Tentei virar um pouco para o lado e esconder o meu pau.

“Tá porra, tá de pau duro cara” disse logo em seguida, olhando para o meu pau. Eu fiquei quieto e sem jeito.

“Ô viado, chega aí rapidão”, disse para os meninos que estavam lá fora.
Meu coração gelou, só queria terminar de mijar logo, mas era impossível, parecia que não acabava mais. Os meninos entraram no banheiro, eram 3.

“Saca o tamanho da pica do guri. Tá de rola dura viado?”
Os meninos ficaram olhando, rindo alto e zuando. E eu preocupado de mais gente ouvir lá de fora. Os muleques chegavam perto para olhar meu pau e me empurravam de leve, rindo.
“Tua mãe deve ter trepado com um jegue, sé doido”.

Eles me chamavam de tripé, fi de jegue, jumento. Finalmente terminei de mijar e fui guardar o pau.
“Mostra ae” disse um deles me puxando pelo braço e me virando de lado para ver melhor. Entrei um pouco na brincadeira e balancei o pau para eles. E saímos do banheiro.
Os meninos acabaram contando para todo mundo sobre o acontecido e ganhei o apelido de jumentinho. Sempre que eu passava por eles, eles faziam “inhóm”, imitando um jumento, o que me deixava muito constrangido.

Com o tempo comecei a ignorar eles e fingia que nem era comigo, com o tempo pararam de me importunar. E também percebi que eles tinham inveja e adoravam contemplar meu pau. Então eu comecei a ir mijar somente quando algum outro garoto usando o mictório só para eu exibir o meu pauzão. Percebi que outros garotos tão tímidos quanto eu, que também usavam o reservado, passaram a usar o mictório quando eu estava lá só para me verem. E outros guris terminavam de mijar mas continuavam lá fazendo hora do meu lado o máximo que podiam. Percebia olhares de canto de todos eles. Por várias vezes, alguns deles iam no banheiro somente quando eu ia, só para me admirarem.

Num desses dias eu estava mijando sozinho e o professor de educação física entrou e se posicionou bem do meu lado, ele era enorme de alto, forte, e tinha uma bunda enorme. As meninas piravam, ficavam cochichando sobre ele.
Ele abriu o zíper e tirou o pau para fora e começou a mijar. Era maior do que o dos meninos da minha idade, mas ainda era menor do que o meu. Me inflou um pouco o ego ter o pau maior do que o do meu professor.

“Rapaz, entendi o motivo do seu apelido”, ele disse para mim.
Eu ri sem jeito.
“É maior do que o meu. Se nessa idade tá desse tamanho, imagina quando crescer mais. Vai fazer um estrago.” Disse enquanto me dava tapinhas nas costas. Eu ri de novo, baixinho.

Em outro dia, em horário de aula eu estava indo para o banheiro vazio e cruzei com o professor de educação física de novo. Entrei e fui mijar. Logo em seguida ele entrou no banheiro. Estranhei por que ele estava indo para outro lugar. Ele se posicionou bem perto de mim.
“Eae, tá fazendo muito estrago já?” e riu, dando tapinhas nas minha costas. Meu pau deu uma inflada e tava meia bomba. Queria deixar ele mais orgulhoso.

“Parece que tá maior que no outro dia eim, deixa eu ver”, e deu uma bela segurada na minha pica enchendo a mão e apertou.
“E ainda é grosso ó, quase não fecha na minha mão, tá de parabéns eim.”
Eu praticamente não falava nada. O pau dele já tava latejando de tão duro.
“Saca o meu, duro e ainda perde pra você”.

Alguns moleques se aproximaram eu ele logo saiu.
Eu não imaginava que o professor de educação física, aquele puta homem enorme e viril machão era fissurado num pica. Menos ainda que eu ia comer aquele rabo gigante que as meninas ficavam loucas.



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