"Os mais excitantes contos eróticos"


Traindo o marido


autor: Publicitario45
publicado em: 28/08/17
categoria: hetero
leituras: 2223
ver notas
Fonte: maior > menor


Dando uma trégua na série História Quentes, resolvi compartilhar com vocês uma recente aventura. Espero que gostem e comentem.

Traindo o marido comigo.

Quando conheci Eliana ela estudava na mesma faculdade que meu primo, eles faziam Direito e nossos contatos iniciais foram através de uma rede social quando começamos a comentar uma postagem e dali em diante passamos a ser amigos virtuais. Essa amizade, durou exatamente uns 2 anos, nunca nos encontramos pessoalmente, mas falávamos quase que diariamente por mensagem. Marcamos mil encontros que nunca aconteceram.

Os anos se passaram e perdemos o contato, Eliana assim como meu primo se formou e durante esse período ela acabou se casando com um cara da sua idade, 24 anos e eu já tinha
40 quando nos afastamos.

Mês passado, Eliana reapareceu, ainda casada e por incrível que pareça mais linda e mais madura, pois agora ela já está com 31 anos. Eliana é loirinha, 1,60 de altura, carinha de ninfeta apesar dos 31 anos, olhos verdes, seios médios, bunda grande, arredondada e firme, pernas grossas e uma boca carnuda e grande capaz de tirar qualquer um do sério.

Confesso que quando vi sua solicitação no Twitter, achei estranho, aliás, eu nem sabia que ela usava essa rede social e muito menos que iria me adicionar. Aceitei o convite e mandei uma mensagem dizendo apenas “seja muito bem-vinda” e nada mais. No mesmo dia ela respondeu um “quanto tempo heim?” e ai a conversa não parou mais.

Passamos pro Whatsapp e ela pediu que eu não mandasse mensagem a noite para evitar problemas com o marido.

- E como vai o casamento Eliana?

- Indo!

- Indo não é uma resposta muito animadora.

- Pois é.

- Em que posso ajuda-la?

- Não sei, mas lembrei que a gente nunca conseguiu marcar aquele nosso encontro, nunca
tomamos aquele nosso café e eu adorava conversar com você na época que eu estudava com o seu primo.

- É verdade? Você tem filhos?

- Não, meu marido não gosta de criança. O problema é que eu descobri isso só depois de casada.

- Sinto muito.

- Mas vamos falar de coisas boas. Me fale de você. Casou de novo?

- Minha última esperança era você. Mas você casou...rs

Daí em diante a conversa rendeu. Era nítido que aquele casamento não ia bem por vários motivos. Eliana foi se soltando e deixou escapar que achava que o marido estava traindo ela e que o sexo era coisa rara entre eles. Falamos sobre muitas coisas e inevitavelmente entramos no território perigoso chamado sexo.

Deixei Eliana falar. Ela contou como o sexo era bom entre eles no começo. Transaram em todos os locais possíveis, carro, garagem, motel, elevador, escada do prédio, na varanda, piscina etc.

Só que com o passar do tempo a frequência diminuiu, o tesão também e a rotina tomou conta do casamento deles e em seguida veio a traição dele.

Das reclamações Eliana passou para suas fantasias. A sensação que eu tinha é que Eliana estava louca pra fazer algo louco, fora do normal, sentia nela um desejo contido pronto para explodir, até a sua voz estava diferente, parecia querer seduzir ou se deixar seduzir o tempo todo.

Tomei coragem e a convidei para tomar comigo aquele café que nunca aconteceu. Ela aceitou.

Marcamos numa cafeteria na Praia do Canto, no meio da tarde. lá é bacana porque você pode pegar um livro pra ler enquanto toma um café.

No dia marcado cheguei vinte minutos antes dela. Pedi uma agua com gás e sentei-me num canto isolado. Em pouco tempo ela chegou, estava linda como sempre. Tinha emagrecido, os cabelos loiros estavam mais cumpridos, a boca brilhava como nunca.

Ela se aproximou e nos abraçamos pela primeira vez. Puxei uma cadeira e ela se sentou.

Eliana usava um vestido verde escuro, rodado com um generoso decote. Sua pele branca contrastava com a cor do tecido, estava nitidamente tensa e nervosa. Eliana é do tipo certinha e eu não entendi direito porque a gente estava ali, se quando ela era solteira não teve coragem de ir, porque teria ido casada?

Começamos a jogar conversa fora enquanto esperávamos o nosso café, Eliana folheava uma revista meio que evitando me olhar diretamente nos olhos. Falamos de vários assuntos, da vida profissional dela, da minha, do casamento enfim... era assunto que ao acabava.
Quando o garçom trouxe nossos pedidos, aproveitei e peguei calmamente a revista de suas mãos, ela entendeu o recado e sorriu.

- Porque quis me encontrar?

- Não sei explicar, mas senti vontade quando vi seu perfil no Twitter. Nunca deixei de pensar nas nossas conversas.

- E ai...

- E ai... criei coragem e estou aqui, nervosa, tremendo, mas feliz por ter te conhecido pessoalmente.

- Nervosa?

- Sim... me sinto uma adolescente fazendo algo errado

- Errado como?

- Ah sei lá, sou casada, meu marido é careta e eu acabei ficando também. Não sei se devia estar aqui. tenho medo de alguém me ver.

- Quer ir embora?

- Quero sair daqui, mas quero que você vá comigo.

- Pra onde?

- pra onde você quiser me levar.

- Estou sem carro, podemos chamar um taxi?

- Meu carro está lá fora, mas estou nervosa demais para dirigir.

- Posso.

Paguei a conta e saímos sem sequer tocarmos no café. Eliana foi caminhando ao meu lado, estava em silencio, olhando fixamente para frente.

Entramos no carro com os vidros escuros, liguei o motor e o ar.

- Quer mesmo sair daqui?

- Quero, me leve pra onde você quiser.

Saímos da Praia do Canto e seguimos pra Serra, um percurso de mais ou menos 30 minutos de carro, Eliana estava muda, suas mãos estavam geladas ela quase não conversou.

Parei na frente do Status Motel e perguntei se ela queria entrar, ela pediu desculpas e disse que não deveríamos entrar ali. Dei ré no carro e seguimos para o estacionamento da Pedra da Cebola, ficamos no carro por um bom tempo conversando até que deu a minha hora de ir embora.

- Vou chamar um UBER. Preciso ir.

- Me desculpe, eu sai de casa hoje disposta a tudo mas não consegui.

- Tá tudo bem.

- Fique bem e se precisar de mim, me ligue.

O UBER chegou e eu a deixei no carro, segui pro trabalho e neste dia não falei mais com a Eliana.

Mas na manhã seguinte meu Whatsapp tinha várias mensagens e a maioria era dela. Tinha explicação, pedido de desculpas e no final um convite pra jantar na sua casa, já que seu marido estaria viajando por uns dias.

Pedido feito, pedido aceito, marcamos para o mesmo dia. O dia custou a passar mas no final fui mais cedo pra casa, tomei um bom banho, me arrumei de forma simples, calça jeans, camisa branca e um blaser de couro marrom, borrifei o One Million e segui de Uber para casa de Eliana levando uma garrafa de vinho.

Minutos depois eu estava na porta do seu apartamento no nono andar, toquei a campainha e minutos depois a porta se abriu, era ela, linda, loira, trajando um vestido preto bem decotado mostrando seu colo, boca brilhando de gloss, perfume Angel que desarma qualquer homem e um pouco mais alta devido ao salto alto.

Entrei e ganhei um longo e demorado beijo, só tive tempo de colocar a garrafa num aparador e fomos caminhando com os lábios colados até nos encostarmos na parede. Eliana estava sedenta e decidida, sua boca parecia querer me devorar e sua língua explorava cada canto da minha boca.

- Calma!!! Disse ela.

Nos sentamos, ela serviu um vinho e eu sequer conseguia disfarçar a minha excitação, meu pau estava latejando, parecia querer rasgar a calça.

Depois de um bom tempo conversando, Eliana pegou a taça da minha mão e partiu pro ataque.

- Antes de jantarmos eu quero você.

A frase nem tinha terminado de sair da sua boca e lá estávamos nós de novo, nos beijando. A sala estava pouco iluminada, uma luz baixa e poucas velas colocadas em locais estratégicos deixavam o clima propício.

Eliana tirou meu blaser, depois a camisa e desabotoou a minha calça que rapidamente foi ao chão, aperou meu pau por cima da cueca, sorriu com cara de safada e disse baixinho que queria experimentar de tudo naquela noite. Depois me empurrou pro sofá e começou a fazer um show particular pra mim.

Aumentou um pouco o volume do som e começou a dançar fazendo cara de safada, soltou uma alça do vestido, depois outra e ele foi deslizando pela sua pele até chegar ao chão. Se de vestido ela estava linda, imagina aquela pele branca apenas de lingerie preta, cheia de rendas, uma meia três quartos cobrindo suas coxas até os joelhos e salto alto.

Eliana ia bebendo e na medida que o vinho ia deixando ela mais soltinha a transformação da menina pacata em putinha era cada vez mais nítida. Depois de muito dançar me olhando com cara de loba sedenta, Eliana se ajoelhou, puxou minha cueca e libertou meu pau. em seguida começou a massageá-lo, molhava as mãos dentro da taça de vinha e passava nele, meu pau latejava cada vez mais, doía de tesão e ela parecia gostar dessa provocação.

Depois de muita provocação, Eliana caiu de boca na minha pica engolindo ele de a vez só, gemi, senti meu corpo tremer e a menina começou a dar seu show, chupou, mordeu, lambeu tudo, mordeu minhas pernas, me arranhou, massageou o meu pau com as mãos, meteu na boca de novo e quando ela sentia que eu estava quase gozando diminuía o ritmo e sorria com cara de vadia.

Depois ela veio até minha boca e me beijou, coloquei sua calcinha de lado e ela começou a se esfregar na cabeça do meu pau, mas não deixava ele entrar, ela remexia, suspirava, tentou se controlar para não deixar o pau entrar, eu fui ficando cada vez mais louco e num movimento rápido ergui o corpo e a cabeça entrou, ela sentiu e deixou o corpo descer colocando meu pau inteiro pra dentro.

Começamos a nos movimentar em sincronia, seu mel escorria pelas suas pernas e rapidamente Eliana gozou, me levantei com ela agarrada em mim e a deitei no sofá, abri suas pernas e cai de boca na sua boceta ensopada. Eliana gemia, se contorcia na minha boca e com as mãos segurava minha cabeça contra seu corpo, ouros orgasmos vieram até que eu a coloquei de quatro e comecei a foder por trás, sua boceta estava quente, meu pau deslizava com facilidade tamanha lubrificação.

Eliana pedia mais, pediu pra apanha, apanhou, teve as costas arranhadas, sua bunda ficou vermelha e gozamos juntos.

Nesta noite nós transamos, bebemos e acabamos adormecendo. Pela manhã Eliana me acordou com a boca no meu pau, depois de me chupar inteiro ela veio por cima e cavalgou até gozarmos juntos.

Beijos e obrigado pelos e-mails. Leio e respondo todos eles.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.