"Os mais excitantes contos eróticos"


A assistente de RH.


autor: Publicitario45
publicado em: 28/08/17
categoria: hetero
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Fomos contratados por uma grande distribuidora do estado e o nosso principal objetivo era melhorar a comunicação entre empresa e seus colaboradores. Meu contato semanal seria com algumas pessoas da diretoria e claro, do Recursos Humanos.

No primeiro dia de reunião fui apresentado à Claudia, diretora de RH, mais ou menos uns 45 anos, casada e muito comunicativa, tem a Fabiana, 20 aninhos, morena, cabelos pretos, lisos até a cintura, corpinho de menina, seios médios, bunda pequena porém arrebitada e Luara, 19 aninhos, muito parecida com Fabiana. Seria com este trio que eu iria trabalhar por um longo tempo e eventualmente me reuniria com a diretoria, onde além dos sócios majoritários, tinha a Paula, filha de uma das diretoras.

No início dos trabalhos a gente vai conhecendo as pessoas, a empresa, seus benefícios pontos fortes, fracos etc. algumas reuniões são mais rápidas e outras nem tanto.

Apesar de novinhas, as assistentes eram boas de serviços, inteligentes, ágeis, prestativas e muito pró ativa. Claudia tinha o serviço facilitado pela sua equipe que como recompensa ganhava um happy hour toda sexta-feira, mas como nosso dia de trabalho era numa segunda, eu nunca participava. Era uma espécie de Clube da Luluzinha.

O tempo foi passando e eu me aproximei mais de Fabiana, conversávamos mais, viramos amigos virtuais no Facebook e Instagram e trocamos mensagens pelo Whatsapp fora do grupo de trabalho.

Todas as segundas quando eu chegava, era ela quem ia me encontrar na recepção da empresa, me abraçava, trocávamos dois beijos no rosto e ela sempre elogiava meu perfume.
Com o tempo os abraços foram ficando mais apertados, sentia seu corpo encostar por inteiro no meu num encaixe perfeito. Meus braços envolviam a sua cintura e os beijinhos iam ficando cada vez mais ousado, chegando mais próximo dos lábios ou as vezes de leve no pescoço.

No Whatsapp a conversa só esquentava, as fotos iam se multiplicando, as reclamações dela com o noivo também e o sexo era assunto constantes nas nossas conversas. Fabiana tinha cara de santinha, mas só a cara. Me confessou que adorava sexo com mais pegada, gostava de apanhar quando estava de quatro, ter os cabelos puxados e tinha vontade de transar com alguma menina, mas nunca teve oportunidade. O noivo era avesso a tudo isso, pra ele, sexo quanto mais normal, melhor.

Foi numa quinta-feira pela manhã que Fabiana me ligou, perguntando se eu poderia ir na empresa na sexta-feira, pois a diretoria queria uma reunião comigo e com outras pessoas da equipe, marcamos para às 16h e logo após a minha afirmativa, Fabiana disse que eu poderia acompanha-las no Happy Hour, era a oportunidade que a gente precisava para ver se aquela conversa toda via redes sociais e Whatsapp iria dar em alguma coisa.

Na sexta-feira eu trabalhei em casa, resolvi tudo por e-mail e telefone e uma hora antes de ir para reunião eu comecei a me arrumar. Separei meu terno, gravata, tomei um banho, aparei a barba e borrifei pelo One Million, já que este perfume não costuma falhar. Cheguei na empresa às 15h50 e Fabiana foi até a recepção para me dar aquele tradicional abraço.

- Nossa, que cheiro bom.

- Gostou?

- Muito. Vamos subir?

- Sim.

Fabiana estava linda, irresistível. Usava um vestido azul claro que contornava bem as curvas do seu corpo, tinha um decote generoso mas nada vulgar. Entramos no elevador rumo ao 4º andar e assim que a porta se fechou começamos a nos olhar, ela sorriu maliciosamente mas antes de qualquer reação de qualquer um de nós dois, o elevador abriu e outras pessoas entraram. Cortaram o nosso clima naquele momento, mas a vontade de algo mais permaneceu por toda reunião.

Fabiana me olhava diferente, mordia a ponta da caneta, estava inquieta na cadeira. Cruzava e descruzava as pernas, bebeu agua, depois café e por alguns instantes eu fiquei com medo de alguém perceber algo. Depois de 2h de reunião começamos a nos preparar para irmos embora, até que Claudia lembrou que era sexta-feira, dia de maldade. Rimos e Fabiana aproveitou a oportunidade para perguntar se eu poderia ir com elas, Claudia aceitou na hora e partimos para um bar bem bacana que ficava perto da empresa. Lá tinha música ao vivo, pouca luz e todas as possibilidades.

No bar, escolhemos uma mesa mais afastada para que o som não nos incomodasse tanto. Claudia e Luara sentaram lado a lado e Fabiana sentou do meu lado.

- Gente, não podemos falar de trabalho, ok?

- Fechado – disse Claudia.

Começamos a falar de tudo, na verdade, as três começaram a me bombardear de perguntas, queriam saber tudo e na medida que o álcool ia subindo as meninas iam ficando mais soltas e as perguntas mais ousadas. Lá pelas 23h estávamos todos “empolgados”, mas Claudia, a única casada do grupo precisou se retirar. Nos despedimos com dois beijinhos e em seguida ela saiu dizendo para as meninas cuidarem bem de mim.

- Deixa que a gente cuida bem dele, chefe!

Quando Fabiana disse isso, ela pôs a mão em cima da minha perna e foi deslizando até chegar no meu pau, deu uma massageada e em seguida apertou forte. Um misto de dor e tesão tomou conta de mim, meu pau estava latejando e já começava a babar deixando um fio de porra umedecendo a minha cueca.

Com a cerveja fazendo efeito, pedi licença as meninas e fui ao banheiro, lavei o rosto e retornei pra mesa e chegando lá uma surpresa, Luara tinha ido embora e Fabiana estava sozinha.

- Luara foi ao banheiro também?

- Não! foi embora. Pegou uma carona com uma amiga dela. Agora somos só nós dois.

- Isso é bom ou ruim?

- Depende de você.

Fabiana se levantou e veio em minha direção, eu sabia que ela ia me beijar e beijou. Seus lábios doces tocaram levemente os meus, seus braços entrelaçaram em torno do meu pescoço, seu corpo colou-se ao meu e com as pernas meio abertas pude sentir sua xaninha encostar na minha perna. O beijo que era leve foi tomando outras proporções, nossas línguas pareciam travar uma luta dentro de nossas bocas, suas mãos me puxavam em direção a ela enquanto minhas mãos deslizavam por cima do tecido fino do seu vestido.

- Vou no banheiro, chama um táxi pra gente ir embora daqui – disse ela com voz ofegante.

Peguei o celular e chamei um taxi, iria demorar cerca de 20 minutos e a atendente pediu pra gente esperar do lado de fora. Fabiana voltou com a maquiagem retocada, estava ainda mais bonita. Paguei a conta e saímos para esperar o taxi do lado de fora.

Na rua o movimento era pequeno, o bar estava cheio mas lá fora não. Algumas arvores faziam sombras e foi debaixo de uma arvores dessas que nós resolvemos esperar o taxi. Lá Fabiana voltou a me beijar com volúpia, sua boca era ágil, sua respiração descontrolada era o sinal de que ela não se aguentava mais de tesão e muito menos eu. Ela abriu o meu zíper, meteu a mão dentro da calça e começou a me punhetar, meu pau latejava, parecia que a cabeça ia explodir de tesão. Sua boca não sossegava um minuto sequer, me deixando cada vez mais louco.

Minhas mãos deslizavam pelo seu corpo, as vezes o vestido subia, mas onde estávamos ninguém conseguia nos ver, sua bunda era durinha e eu comecei a aperta-la, metia o ded dentro da calcinha lhe arrancando pequenos suspiros.

Maliciosamente Fabiana se virou de costas, colou a bunda no meu pau e abriu as pernas, coloquei sua calcinha de lado e comecei a brincar com seu grelo, estava duro, suas pernas estavam molhadas, seu tesão já escorria pelas pernas.

- Tira a calcinha.

- O que?

- Tira a calcinha agora!!

Fabiana obedeceu, tirou a calcinha minúscula e encharcada e a enfiou dentro da minha boca.
Enquanto eu chupava o tecido umedecido meus dedos continuavam a dedilhar seu grelo, seus gemidos foram ficando mais intensos, ela tremia a cada toque e gozou nos meus dedos deixando os completamente melado. Em seguida, coloquei os dois na sua boca e ela chupou como se fosse uma rola. Depois nos beijamos e ficamos assim até o nosso taxi chegar.

Assim que entramos no Taxi, Fabiana ordenou o motorista – por favor, Love Motel – que era o motel mais próximo da gente. No banco de trás o clima só esquentava, meus dedos coltaram a dedilhar a xaninha de Fabiana que encostou a cabeça no banco e fechou os olhos se esforçando para não gemer. Ela abria as pernas, eu metia um, dois e as vezes três dedos naquela boceta depilada, úmida de quente. Seus lábios inferiores eram grandes e o grelo maior ainda. O banco do taxi foi ficando molhado e o cheiro de sexo foi tomando conta do taxi.

- Deu 21,00.

Assim o taxista interrompeu nossa brincadeira. Pedimos uma suíte e o taxi nos deixou na garagem. Assim que ele deu ré Fabiana se ajoelhou na minha frente, abriu meu zíper e caiu de boca no meu pau. Chupou com uma vontade impressionante, sua boca mordia, lambia, fazia pressão na cabeça do meu pau fazendo com que eu me apoiasse no corri mão para não cair de tanto tesão.

Não demorei muito e gozei, enchi sua boca de porra, escorreu pelos cantos mas com a língua ela limpou tudo. Fabiana parecia querer mais, muito mais e com uma das mãos ela apertava meu pau e ficava esperando a ultima gosta de porra sair pra lamber de novo.

Entramos na suíte e eu fui tomar um banho. Minha camisa estava encharcada de suor e enquanto eu estava no banho, Fabiana abriu uma garrafa de vinho, livrou-se do vestido e ficou só de lingerie e salto alto na cama me esperando.

Quando sai do banho com o corpo molhado fui direto nos seus pés. Beijei um de cada vez, subi pela parte de trás das suas pernas, passando pela panturrilha, pelas coxas, pela bundinha arrebitada e redondinha, beijei suas costas e gostas de agua fria caírem sobre a sua pele, Fabiana se arrepiou das cabeças aos pés, me ofereceu um gole de vinho e em seguida começamos a nos beijar. Com as pernas abertas Fabiana me posicionou bem perto da sua boceta, meu pau já estava pronto pra outra mas era a minha vez de tortura-la.

Beijei seus lábios, desci pelo pescoço, senti o perfume da sua pele morena, senti cada arrepio do seu corpo, toquei levemente os bicos dos seus seios, depois mordisquei de leve lhe arrancando mais suspiros. Fabiana se contorcia, gemia baixinho, arranhava minhas costas com a ponta das suas unhas, desci ainda mais e brinquei com a sua virilha, passei a ponta da língua nela, depois beijei seu sexo por cima do tecido rendando da calcinha branca. Ela já implorava pela minha boca na sua xana e eu queria só torturar cada vez mais. Desci mais um pouco e beijei suas coxas, voltei pro seu sexo e retirei lentamente a sua calcinha que ela tinha me dado na calçada pra chupar. Ela arfou, sentiu meu hálito na porta da sua xana, abriu as pernas me dando carta branca pra cair de boca e gritou quando recebeu a primeira chupada no grelo.

Meti a boca sem dó, uma chupada forte misturadas com algumas mordidas, ela remexia, rebolava e esfregava a boceta na minha boca, meus dedos foram lhe penetrando e Fabiana começou a gozar, um orgasmo forte atrás do outro, a cama foi ficando melada de tesão e do suor que sai do seu corpo, ela gemia, pedia pra ser minha putinha, dizia que o noivo era fresco e tudo que ela queria era ser tratada como uma vadia na cama.

Deitei ao seu lado e com um movimento puxei seu corpo pra cima do meu, nem lembramos da camisinha, Fabiana sentou e sentiu o meu pau ir abrindo sua boceta apertada. Ela quicava em cima da minha rola, agachou e ficou subindo e descendo na minha pica que brilhava de tão molhada. Rapidamente outro orgasmo, ela gemeu mais alto, gritou, bateu no meu peito e sentou de novo deixando meu pai inteiro dentro dela.

Depois que Fabiana recuperou meu folego, virei seu corpo e a coloquei de quatro. Eu ainda estava de pau duro, não tinha gozado depois do banho.
Ela entendeu, abriu as pernas, deitou o corpo deixando a bunda bem empinada e me ofereceu o cuzinho. Fui entrando devagar e ela sentiu, recuei e depois voltei e entrar, ela foi relaxando e o pau entrou inteiro, depois com um movimento só enterrei a tora na sua bunda e ela gemeu mais alto.

- Me fode cachorro.... fode sua putinha.

Dai em diante foi só baixaria. Puxei seus cabelos com uma mão e enquanto metia dava tapas com a outra. Meus dedos foram marcando sua pele e na medida que ela gozava eu batia ainda mais forte, Fabiana gozou quantas vezes quis e eu acabei enchendo seu cuzinho de porra com as minhas unhas cravadas na sua cintura.

Depois da nossa trepada pedimos algo para comer e enquanto a comida não veio eu comi
Fabiana de novo, desta vez enchendo sua boceta de porra. Fabiana parecia ter folego para noites e noites trepando e nossa farra acabou as 4h da manhã.

Pedimos um taxi, eu a deixei em casa e fui pra minha. logo pela manha recebi uma mensagem, era uma foto da boceta de Fabiana, inchada e com porra ainda escorrendo. Junto com a foto a legenda: quero tudo de novo.


Boa semana a todos. Obrigado pelos e-mails e em breve mais Histórias Quentes para voces.



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