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Meu colega me mamou atrás do Ginásio


autor: marombasafado
publicado em: 29/08/17
categoria: gays
leituras: 2461
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Fonte: maior > menor


Parte 1 - Ganhei fama de Pauzudo no Colégio

Parte 2

Eu sempre costumava chegar ao colégio mais cedo. Certo dia eu cheguei e fui guardar minha mochila na sala, que estava vazia, e ir ao banheiro.
Faltavam aproximadamente 5 minutos para começar a primeira aula quando retornei para a sala, abri a minha mochila para pegar meu caderno e encontrei uma folha solta lá dentro. Era um bilhete que dizia “me encontra atrás do ginásio no recreio sem falta”. Achei estranho, mas fiquei muito curioso para saber quem e o que era. Mas pensei que podia ser algum tipo de armação.

Fiquei as três aulas sem conseguir me concentrar pensando o que podia ser. No recreio eu nem fui merendar para eu matar a minha curiosidade, e também para aproveitar que todos estavam merendando e não teria ninguém lá por perto. Fui para lá. Tinha um corredor estreita entre dois lados do ginásio e o muro da escola. Na entrada de um dos lados tinha uma árvore que quase cobria a passagem, atrapalhando a visão. Do outro lado a passagem era mais livre e tinha uma porta que dava para dentro do ginásio e para o banheiro, foi por onde eu entrei.

Fiquei encostado na parede quase no encontro dos dois lados, com medo, nervoso, e pensando em sair dalí. Fiquei menos de 2 minutos, mas parecia uma eternidade. Quando de repente eu vejo o marquinhos se aproximando pelo mesmo lado que eu havia entrado. Quando o vi eu tomei um susto, meu coração gelou e pensei em dar no pé mesmo sem saber do que se tratava.

Marquinhos, apesar do apelido no diminutivo, era do mesmo tamanho dos demais garotos, no entanto, se destacava pelo corpo mais desenvolvido, era até bonitinho, e pegava algumas meninas do colégio. O apelido era devido a ele ser muito brincalhão, o palhaço da turma. Ele sempre usava bermudas moletom que destacavam sua bundinha, que não era grande, mas dava para ver que era redondinha, dura e bem desenhada.

Ele estava vindo em minha direção com as mãos nos bolsos, ombros meio encolhidos, olhar esquivo, e verificando se não tinha ninguém atrás dele. Desisti. Me descorei do muro rapidamente e fui na outra direção pretendendo sair do outro lado.

Com isso, ouvi ele vindo correndo em minha direção e dizendo “espera” em voz baixa, fingi não ouvir e continuei. Quase chegando na quina do muro senti ele me segurando firme pelo braço e repetindo “espera aí”.
“Que é?”, perguntei a ele.
“Eu que coloquei o bilhete na sua mochila pow”, disse olhando para trás e colocando as mãos nos bolsos de novo.
“Pra quê?”.
“Me mostra aí”, pediu fazendo um sinal com a cabeça e olhando para baixo, em direção ao meu pau.
“Mostrar o que?”, perguntei fingindo não saber o que estava querendo dizer.
“Você sabe, pow”, ele respondeu meio tímido, cruzando os braços e se escorando na parede num dos ombros.
“Num sei de nada não”, relutei de novo. Ele estava bem retraído, como jamais eu poderia imaginar. Ele ficou um tempo em silêncio, ora brincando com uma pedrinha no chão com os pés, ora descascando a tinta na parede, meio que esperando uma atitude minha e pensando no quê falar. Sempre desviando o seu olhar de mim.

“Vou nessa”, e me virei.
“Não, pow, pera aí”, ele suplicou “Mostra aew rapidão, na moral”, disse enquanto dava uma apertada na malinha dele e olhava para o meu pau. Agora não tinha como eu me fazer de João sem braço e respondi, “Você já viu lá no banheiro com os outros meninos”.
“Vai vacilar, cara? Qual é”.
“Pode chegar alguém e pegar a gente aqui”.
“Vai não. Geral tá merendando”, ele ficou insistindo, “Cê tá perdendo tempo. Só pra gente comparar, cara”.
Acabei cedendo. “Chega aí então”, disse chamando ele para irmos para o lado onde a saída era coberta por árvores e podíamos ficar escondidos, vendo caso alguém entrasse do outro lado. “Mas tem que ser rápido, pode chegar alguém”
“Beleza”, ele consentiu balançando a cabeça.

Comecei a abrir meu zíper e desabotoar a minha calça. Abaixei-as até a metade da coxa. Ele fixava o olhar na minha mala, atento a cada movimento e claramente ansioso. O volume no moletom denunciava a sua exitação.
“Tá aí”, disse assim que tirei o pau para fora, “Tá mole”.
“Caralho”, ele exclamou espantado.
Ele tirou o dele em seguida, já duro como pedra, tanto que apontava para cima. Devia ter uns 13 cm. Comparando, o meu pau mole tinha o mesmo tamanho que o dele e ainda era mais grosso.

“Tá mole e ainda é maior que o meu, cé doido”, ele disse sem jeito. Eu também estava meio constrangido em estar com o pau para fora com outro menino e não saber bem o que fazer. Eu ficava segurando o pau e mostrando para ele.
“Pronto. Cê já viu. Vamo nessa agora”
“Não. Pera aí. Assim não vale. Deixa ele duro pow”. Ele não estava interessado em comparar nossas picas. Só afim de apreciar.
“Eu não to com vontade agora”.
“Eu te ajudo”, disse segurando o meu pau, “caraça, é muito grande”. Senti o meu pau sendo envolvido pela mão dele e preenchendo-a completamente. Suas mãos frias, quase geladas e um tanto suadas. Talvez pelo nervosismo, percebi que ele estava com tanto medo quanto eu. Eu segurava minha camisa com as mãos enquanto ele brincava com minha rola, apertando e fazendo movimentos de vai-e-vem. Era como se eu estivesse ali para serví-lo.

O meu pau cresceu na mão dele como uma bala até a sua mão não fechar mais em minha vara. Ele tinha que segurar com as duas mãos para cobrir os 19 cm. Ele estava admirado. Era claro o seu prazer em sentir aquele pedaço de carne enorme,quente e duro preenchendo as suas mãozinhas. Ele chegou a emitir um gemido de leve enquanto segurava o meu pau e o via pulsando. Fiquei surpreso de ver meu pau babando e lambuzando suas mãos e ele nem se importar com isso, pelo contrário, ele se lambuzava mais, brincava com o pré gozo e passava por todo o corpo da minha vara.
Aquilo era tão gostoso que mau pau não parava de babar. E ele fazia questão de deixá-lo completamente molhado.

“Vê se não tá vindo ninguém”, ele me pediu. Virei minha cabeça para trás enquanto ele brincava com meu caralho. Enquanto eu olhava pelo corredor, senti algo molhado, quente e macio engolindo a cabeça do meu pau. Me assustei-me e virei rápido. Me deparei com ele abaixado na minha frente, de joelhos no chão, com a cabeça larga da minha pica preenchendo a sua boquinha. Não me contive e dei um gemido baixo involuntário. Os dentes dele me causavam um pouco de desconforto, mas nada demais.

Ele não conseguia engolir muito mais do que a cabeça do meu pau. Parecia ser a sua primeira vez. Ele deslizava a suas mãos por todo o comprimento do meu pau, chupava a cabeça e dava beijinhos nela enquanto olhava para mim diretamente nos meus olhos observando a minha reação. Ele sorriu para mim e eu sorri de volta para ele, nos tornamos cúmplices naquele momento.
Eu estava com receio de tocar nele. Mas me arrisquei e comecei a acariciar a sua cabeça enquanto ele me chupava, passando meus dedos entre os seus cabelos.

Ele segurava meu pau com as duas mãos como se fosse um troféu e o esfregava na “sua cara” e fechando os olhos como se estivesse recebendo uma benção divina. Segurava minhas bolas com uma das mãos e o pau com a outra e beijava e lambia minha virilha. Aquilo me enlouqueceu e anunciei, “Acho que vou gozar”.
“Já? Ainda não, espera”.
“Para de chupar então”, eu disse. Ele parou, mas continuava me punhetando e acariciando meu saco. “Solta”, eu disse tirando as mãos dele senão eu ia gozar de qualquer jeito.
Ele ficou agachado na minha frente por um tempo. Olhamos se não vinha ninguém e nos olhamos de novo. Rimos. Acariciei seus cabelos novamente e ele tentou pegar meu pau, tirei sua mão de novo. Sua boca era perfeitamente desenhada.Me arrependi de não tê-lo beijado naquele dia.

Esperamos. Tesão baixou e ele voltou a mamar. Logo meu pau ficou a ponto de bala novamente. Como ele estava doido para ficar mamando, tivemos que parar mais duas vezes para saciá-lo completamente. Ele era um bezerro mamador nato, tinha nascido para isso, tirar leite de macho.
Até que eu não pude aguentar mais. Estava louco para esporrar e disse que ia gozar, achei que ele não tivesse ouvido e repeti mais duas vezes em seguida, ele fez sinal de positivo com a cabeça, sinalizando que havia ouvido e continuou abaixado na minha frente. Não contive e dei vários jatos na sua boquinha, preenchendo-a de porra até escorrer para fora. Ele cuspiu meu leite no chão e continuava me chupando com o pau e a boca lambuzados.

Meu pau começou a amolecer e ele não parava de mamar, parecia um bezerrinho faminto. Ele deixou o meu pau limpinho, novo em folha. Ele se levantou, cuspiu mais uma vez e me perguntou com ar de pedido, ”Vem amanhã de novo?”, enquanto limpava o resto de porra da cara. Acenei com a cabeça que sim e ele se direcionou até a saída correndo. O sinal bateu. Esperei ele sair enquanto eu guardava meu pau na cueca. Fechei o zíper, levantei a calça e fui me direcionando em direção à saída logo em seguida.

Como o sinal já havia batido, saí correndo sem nem ao menos verificar se a área estava livre. Saí correndo do beco e quase tropeço quando me deparo com o professor de educação física me olhando de longe. Ignorei e segui meu caminho meio correndo para a sala de aula.



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