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Professor Gostoso pegou no meu Pauzão


autor: marombasafado
publicado em: 31/08/17
categoria: gays
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Fonte: maior > menor


Como relatei anteriormente, os meninos do colégio, ao me verem mijando no mictório coletivo e descobrirem que eu era muito bem dotado, possuidor de um membro com proporções acima da média dos demais, começaram a me zoar e colocarem apelidos como: tripé, três pernas, fi de jegue, etc., que me constrangeram muito no início. Mas logo aprendi a ignorar, e até a me orgulhar. Aos poucos eles foram parando com as zoações.

Devido aos boatos que se espalharam na escola sobre meu pau grande comecei a perceber que o meu professor de educação física, Tiago, me olhava com mais atenção. Por várias vezes notei seus olhos percorrendo lentamente pelo meu corpo, indo em direção à minha mala entre as pernas.

Me recordo de ele ter entrado no banheiro quando eu estava usando por várias vezes, como se suas idas até lá fossem pensadas, assim como eram as idas dos outros meninos, que só queriam ver o tamanha da minha rola, acredito que quase metade da escola tenha dado uma conferida em mim.

Ele era um homem enorme, másculo, com um corpo bem trabalhado e um peitoral avantajado que faziam ele parecer um colosso. Seus pelos lisos e pretos saltavam pela gola da camisa, suas pernas e coxas grossas também eram peludas, era visível pelos shorts curtos que ele ora e meia usava. Mas a sua bunda, sem dúvida, era colossal, todas as meninas ovulavam por ele. O professor Tiago me fitava como se quisesse me devorar, ou ser devorado por mim, ou melhor, por minha pica.

No dia em que ele parou do meu lado no mictório coletivo e elogiou minha pica, foi quando eu tive certeza de que não eram invenções de minha cabeça. Ele queria algo de mim. Noutro dia em que ele fez a mesma coisa, mas indo mais além. Mas na terceira vez foi inesquecível, não apenas elogiando-me, mas segurando o meu dote e apertando-o, como se quisesse tirar leite de mim, como se tivesse me ordenhando.

Quando senti as mãos firmes e grossas dele envolver o meu caralho, o meu corpo todo estremeceu de baixo a cima, como se eu tivesse tomado um pequeno choque que percorria pela minha espinha. Meu coração acelerou. Aquele homem tinha um conseguiu segurar o pau de outro cara de um jeito que fazia ele parecer ainda mais viril do que já era.

Quando eu senti aquele toque quente na minha vara, era como se ele tivesse despertado um gigante adormecido, meu corpo começou a bombear sangue em direção à pica imediatamente, meu pau deu sinal de vida e começou a crescer descontroladamente a ponte de eu pulsar o meu pau na mão dele sem querer. “Parece que o bixo acordou, eim. E parece que tá bravo. Deu até medo”, e riu. Ele tinha esse jeito brincalhão e ao mesmo tempo safado. Tomei para mim muito desse espírito dele.

“Eita porra, não para de crescer mais não é?”, ele disse quando o meu pau tinha se erigido por completo e latejava freneticamente em suas mãos. O tesão era tanto que eu havia perdido o controle sobre o meu pau. Ouvir ele falando um palavão perto de mim, comigo, fez eu me sentir íntimo dele, como se houvesse uma cumplicidade, como se fôssemos amigos. Eu havia acabado de terminar de urinar e ele continuava a apertar meu membro com firmeza, me ordenhando. “Coisa bonita de ver, eim filho, parabéns”.

Eu, muito timidamente, tremendo, levei uma das minhas mãos até o seu bíceps e senti o seu corpo rijo, tonificado, toquei suas costas e fui descendo com minhas mãos, delicadas se comparadas às dele, até a sua lombar. Desci mais e minhas mãos contornavam as curvas de seu corpo, da sua bunda. Seus glúteos eram enormes, redondos e duros. Eram perfeitos. Eu os apertei por cima de seu short fino.

“O que você tem de pau eu tenho de bunda né”. De fato, parecia uma combinação perfeita. “Eu faço treino pesado, insano de bunda, não é pra qualquer um. Mas eu aguento sem arregar”. Aquilo me soou como uma proposta. “Enfia a mão aí para você sentir melhor”, eu fui sem jeito colocando uma das minhas mãos por debaixo de seu short e senti o calor de seu corpo, seus pelos.Fui mais fundo, relutando, procurando por seu cu. Eu podia sentir a suas pregas em volta de seu buraco, me recordando hoje, me parecia ser um cu que já havia sido muito usado por outros homens.

Eu jamais imaginaria que aquela macho seria uma putinha faminta por pica, e mais ainda, que não se contentava com pouco. Eu acariciava o seu cu arrombado quando senti uma contração involuntária na pélvis fazendo com que eu enfiasse o meu polegar no cuzão dele. Esporrei nas paredes do mictório deixando a minha marca por ali para eu outros pudessem ver.

“Ainda bem que foi seu dedo e não seu pau, senão eu estava no hospital agora”. Ri. O meu dedo ainda estava dentro dele. Ele segurou a minha mão e retirou meu dedo de dentro do seu cu, mas senti ele forçar o meu dedo mais para dentro dele e mordê-lo com o cuzão antes de tirar para fora. Me limpei e sai em silêncio, sem acreditar no que havia acontecido.



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