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Mostrei o pau pra Novinha do Busão


autor: marombasafado
publicado em: 31/08/17
categoria: gays
leituras: 2809
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Fonte: maior > menor


No mês passado, já meio tarde da noite, eu estava no ponto de ônibus a caminho da casa de um amigo. Tinha muita gente no ponto, mas o ônibus chegou vazio. Entrei e fui para o fundão, na janela. Uma funkeirazinha entrou e se direcionou lá para o fundo também. Olhou para mim quando se aproximava e sentou-se. Eu estava distraído ouvindo música e mal havia reparado nela, não era muito bonito, mas magrinha e gostosinha de corpo. Apenas um banco vazio separava nós dois.

O ônibus foi enchendo, e, quando um jovem foi para o fundo ocupar o último banco vazio, ela trocou de banco, sentando-se do meu lado e deixando o rapaz sentar no lugar dela. Até aí, tudo bem.

Enquanto o ônibus seguia o trajeto comecei a tem a sensação de que a menina ficava olhando na minha direção mais do que o comum. Com o balanço ônibus ela aproveitava para encostar o seu corpo no meu. Ela cruzava os braços de modo que encostava uma de suas mãos no meu braço e me alisava discretamente. Ela havia conseguido capturar a minha atenção com isso.

Meu pau já começou a dar sinal de vida nessa hora. Fiquei meio sem jeito por que eu estava usando um short de malha e não tinha nada com o que cobrir meu volume além das mãos e a minha blusa era uma regata curta, colada no corpo. Tentei me controlar ao máxima, pois tinha gente em todos os outros bancos.

A garota usava um micro short, tinha umas coxas grossinhas. Dava pra comer. Tipo lance de beira de esquina, só para matar aquela fome no aperto. Ela começou a roçar a sua perna na minha, e eu preocupado que alguém notasse minha ereção. Meu pau estava duro como pedra. Pulsando dentro doo meu short, como se fosse um animal preso numa gaiola. Tente disfarçar pondo o meu braço por cima.

Logo depois, tive a sensação de a guria estar olhando para mim pelo reflexo do seu celular, pela maneira como ela o posicionava. Decidi que eu tinha que me aproveitar daquela situação, ganhar pelo menos uma mamada dessa putinha.

No meio do trajeto, algumas pessoas saíram, ficando apenas eu, ela e o rapaz que estava do lado dela. O rapaz foi para o canto, na janela, e a guria permaneceu do meu lado. Liguei o fodasse e tirei o braço de cima do meu pau.

Captei a atenção dela na hora. Agi como se nada estivesse acontecendo. Olhei ao redor, nossos olhares se encontraram, fiquei sério. Quando olhei para o cara no outro canto, vi que ele olhava diretamente para meu pau, tinha percebido o volume, olhou para mim e desviou o olhar.
Enquanto a garota secava meu caralho, que estava apontando na sua direçao, comecei a pulsá-lo para ela. Ela cruzou os braços, colocando uma de suas mãos bem próximo da cabeça do meu pau, ela foi esticando a mãozinha devagar, como quem não quer nada até que encostou na minha cabeça larga e ficou alisando. O cara do canto só observava tudo discretamente.

Ela mandou um áudio para alguém falando em que ponto ia descer. Entendi como uma indireta para mim. Chegando no ponto, ela se levantou, e eu fui em seguida. Olhei para o rapaz no fundo e ele manjava o meu volume. Tava sacando o que ia acontecer.Fiz um sinal com a cabeça para ele descer também e a gente traçar ela juntos. Ele fez um sinal com as mãos de que queria mamar. Achei que a guria não ia topar e dispensei. Descemos, ele ficou.

Descemos num local pouco movimentado e com bastante área verde, terrenos baldios. Ela foi na frente e eu seguindo atrás, quase do lado dela. Ela rebolava, ajeitava o shortinho. Fez uma amarração do lado da camisa, deixando a barriguinha e a cintura fica à mostra. Quando ela olha para mim, eu dava pegadas na mala.

Parecia que ela não ia para de andar mais, não devia conhecer nenhum local, ou estava com medo. Passamos por uma rua completamente escura. Ela passou direto. Eu esperei ela olhar para trás, dei uma pegada no pau e curvei na rua escura, fazendo um sinal discreto com a cabeça, chamando-a.

Parei debaixo de umas árvores, no meio da quadra e tirei o cacetão para fora, a baba escorria da cabeça do meu caralho. Eu já havia melado toda a minha cueca. Logo ela retornou e veio na minha direção de braços cruzados, cabeça meio baixa e mexendo no celular. A piranhazinha parecia estar tímida agora. Afastei-me para uma parte mais iluminada para ele ver meu membro enquanto passava por mim.

Ela passou um pouco distante, mas conferiu o instrumente várias vezes. Passou direto e olhou para trás duas vezes. Ela chegou na esquina do outro lado e ficou fazendo uma horinha e voltou. Ela tava louquinha de vontade de mamar, isso era certo. E não iria perder a oportunidade. Fui para debaixo das árvores escuras, no breu total.

Dessa vez ela voltou e iria passar bem do meu lado. “Com licença moça”, eu a abordei com o meu pau ainda para fora como se nada estivesse acontecendo quando ela se aproximou de mim, “você poderia me informar as horas?”. Ela olhou no celular e me respondeu, a claridade do celular permitia que ela visse o meu pau. Fiz outras perguntas aleatórias para ela só para provocar mais. Mantinha meu corpo bem próximo do dela, de modo que eu encostava meu caralho nela, e conversava me movimentando e batendo meu pau no braço dela.

Ela fingia não acontecer nada. Eu também. Conversa vai, conversa vem. “Posso te falar algo?”, perguntei, ela consentiu. Me aproximei dela, colando os nossos corpos um no outro, meu pau alisava e melava a sua barriguinha, e sussurrei no pé da orelha dela, “por que você não ajoelha logo eim?” . “Nossa”, disse, se fazendo de ofendida.

Puxei ela pelos cabelos e levei a sua cabeça até o meu pau. Posicionei a cabeça da minha pica na boquinha dela e comecei a foder a cara dela. Ela me segurou pela cintura me empurrando, tentando me impedir de penetrar fundo na sua boca. Ela engasgava e babava. Nunca vi uma guria babar tanto, a sua saliva escorria da sua boca até o chão.

Eu usava o celular dela para observá-la mamando meu caralho. Segurava firme pelos seus cabelos, tirava o pau para fora e esfregava na carinha de puta novinha dela, ela abria a boca e lambia a cabeça do meu pau enquanto eu cuspia no rosto dela. Elas fazia biquinhos e dava beijinhos deliciados no meu pau. Sinal de que estava gostando de ser usada.

Comecei a socar tão fundo e forte na boca dela que ela dava tapas na minha perna, chegando a me socar. Tirei para fora de uma vez, ela arfava, e dei tapinhas no rostinho dela. “Vai chupa mais sua piranha”, ordenei. Eu estava prestes e lotar aquela boca de porra. “Avisa quando for gozar”, ela me pediu. Continuei fodendo sua boca deliciosa e esporrei vários jatos fortes dentro dela sem avisar. Ela tentou tirar meu pau para fora, mas eu a segurei pelos cabelos.

A minha porra escorria por sua boca. Tirei meu pau para fora. Ela tentou cuspir, mas logo meti na boca dela de novo. “Obrigado”, disse ao me agachar, dando um beijo na sua boca toda melada com a minha porra. ”Agora se manda”. Bati com minha rola pesada na cara dela e dei-lhe um tapa. Guardei minha pica e deixei ela ajoelhada no chão.



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