"Os mais excitantes contos eróticos"

 

100 -Iniciação a submissão


autor: Bernardo
publicado em: 02/09/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Tudo aconteceu quando, após ter terminado um trabalho da faculdade, Luana acompanhada da amiga Larissa se pôs a assistir a um filme pornográfico. Era a primeira vez que as amigas faziam isso, talvez por curiosidade ou até mesmo, por interesse de uma pela outra, já que eram amigas inseparáveis em trabalhos escolares, viagens e muitas vezes já dormiram juntas, em hotéis para economizar, mas sem malícia ou apelo sexual, mas na vida tudo muda.

Logo na primeira cena os atores, começam com um beijo de língua muito ardente e depois puseram a se despirem e em close seus belíssimos corpos eram mostrados tomando todos os espaços da tela. Enquanto as caricias tomavam um rumo bastante atrevido, pequenos tapas eram dados por Yago em Gina fazendo-a se humilhar diante dele, um homem que demonstrava ser seu dono e senhor todo poderoso e que a provocava dizendo:

- Você gosta de apanhar né sua safada, vagabunda. Você gosta de apanhar né? Hoje irei saciar todas as suas vontades, você vai ver. E a pôs de costas e, ao mesmo tempo, palmadas eram dadas em sua bunda branquinha. Então pegou um lenço, vendou os olhos de Gina e a levou para um quarto, onde tudo estava preparado para uma noite de sadomasoquismo. Suas mãos foram amarradas no alto de um poste no meio do quarto e em pé. Vedada e sem saber o próximo passo, Gina ia imaginando tudo que Yago, seu dono, faria com ela. Se achegando bem próximo dela ele foi roçando sua rola na bunda dela e pequenas mordidas eram dadas nas costas, enquanto suas mãos iam acariciando seus peitinhos, beliscando seus mamilos, já totalmente enrijecidos fazendo-a se contorcer como uma equilibrista.

A cena mexeu com as amigas deixando Luana inquieta e excitada ainda mais porque estava na casa da amiga e a atriz do filme era muito parecida com ela. Larissa tinha olhos claros, cabelos enrolados e avermelhados, seios pequenos como limões, e coxas bem torneadas, era linda e era a primeira vez que assistiam um filme deste teor sozinhas. Será que a amiga tinha segundas intenções? Larissa por sua vez, estava sentada fora do campo de visão da amiga, e olhava mais para ela que para o filme e nisso percebeu que a desejava, mas como iria lhe dizer, se insinuar, ou qualquer outra coisa? Ela era a sua melhor amiga... mas vamos voltar ao filme.

Os suaves gemidos de Gina que eram ecoados por todo o quarto foi o sinal para que Yago pegasse um chicote nas mãos, após se afastar de Gina e sem ela esperar, deu-lhe uma chicotada de leve, fazendo-a soltar um grito, não de dor, mais de prazer. Vendo que ela gostava, Yago continuou a bater sem reservas, e de vez enquanto parava dando uma aliviada nas chicotadas e caricias eram feitas naquele corpo totalmente a sua disposição. Sua boca percorria toda a parte de trás de Gina e seus dedos iam tocando com firmeza a bucetinha dela. Sussurrando em seu ouvido, Yago perguntava se ela estava gostando.

-Tá gostando cadelinha? Tá? Vou tirar seu couro esta noite, você vai ver, espera só – e ela dizia:

- Eu quero mais - e Yago deu-lhe um tapa na cara.

- Toma vagabunda - e o tapa estalava em seu rosto.

Totalmente submissa nas mãos do seu macho, Yago começou a enfiar sua rola, castigando aquela bunda com bastante vontade. Ele metia com força e com uma das mãos segurava os cabelos dela e com a outra controlava a situação, enfiando com estocadas profundas e a fazia urrar e gemer. Tirando a rola daquele cuzinho Yago imediatamente meteu-o na buceta, e assim ia conversando, ora no cuzinho, ora na bucetinha. Ao alcance de suas mãos estavam tudo que ele iria usar.

Luana, super excitada, começou a se levantar, queria ir ao banheiro, pegar refrigerante, fazer qualquer coisa para não agarrar a amiga ali na sua frente e arrancar-lhe a roupa e fazer o mesmo com ela. Foi quando Larissa perguntou o que estava acontecendo e disse que estava percebendo que ela estava querendo fugir da sala... Luana ficou vermelha, com certeza... e a amiga riu, e a chamou para se sentar pertinho dela. Um pouco mais calma, porém ainda excitada, continuou vendo o filme agora sentada no chão, uma ao lado da outra, encostadas no sofá.

Totalmente excitadas, vendo as cenas que se sucediam, Luana pôs a mão sobre a coxa da Larissa, bem próximo da sua virilha e ficou alisando-a sem pressa e a amiga fez o mesmo enquanto cenas tórridas passavam na Tv, onde Yago pegando uma palmatória, batia na bunda da Gina com vontade, enquanto se inclinava sobre ela para morder suas costas e seu pescoço. O vai e vem de seu quadril, fazia Gina gritar. Desvendada, Gina foi levada para a cama enquanto as amigas já não aguentando mais tinham as suas mãos tocando as suas bucetinhas por sobre a calça sem desgrudar os olhos da Tv enquanto viam o Yago metendo sem dor e piedade o seu cacete no rabinho da Gina que estava de quatro e rebolava entre gritos e gemidos de prazer.

Longas metidas eram dadas. Ele queria castigar com vontade aquela buceta e enfiava até quase entrar as bolas. Gina gritava casa vez mais e isso fazia com que ele sentisse mais tesão. Colocando-a na posição de frango assado, enterrou sua vara todinha, e batia-lhe na cara, dizendo:

- Diz que você está gostando, diz sua puta. Toma rola, toma sua cadela. - ele mordia seus peitos até arrancar da boca dela gemidos e suplicas de quero mais.

Enquanto isso, Larissa tomou iniciativa e se jogou inesperadamente sobre a amiga e beijou-lhe ardentemente a boca. Luana não teve mais o que pensar. Tudo que desejava era ela e estava completamente louca pela amiga e ali estava ela, beijando-a ardentemente. Então começou a alisar seus cabelos e cada vez beijava-a mais forte... passando as mãos pelo seu corpo e lhe tirou a blusa... Nunca tinha reparado, mas ela era muito linda, muito gostosa, seu corpo de adolescente era perfeito...por isso, beijou-lhe seus braços, seus ombros, seu pescoço, seus seios pequenos e delicados... Uma delícia... mas assim de repente, do nada, a amiga levantou-se e correu para o banheiro...

Luana ficou na sala sem saber o que fazer enquanto via na Tv Yago enterrando a rola no cuzinho da Gina e depois pegando um pênis de borracha o meteu na bucetinha dela. Ela rebolava e seu cuzinho ia mordendo o pau dele. Depois de longas mordidas, Yago não aguentou mais e gritou:

-Euuuuu estou gozando sua vaca gostosa, Uuuiiiiiiii, deliciiiiiiaaa -e as enterradas continuaram fortes. E uns 20 minutos depois finalmente ela gozou abundantemente no pau do seu macho.

Na sala da casa da amiga, do outro lado da tela, Luana também se desmanchava de prazer tocando uma siririca e como a amiga estava demorando, foi atrás dela para averiguar o que havia acontecido, foi então que Larissa lhe explicou que estava preocupada da mãe dela chegar... Então Luana tomou uma iniciativa que surpreendeu a amiga. Desligou a Tv, atravessou a chave nas portas e foi para o banheiro. Ao chegar, encontrou Larissa completamente nua tocando siririca lindamente como uma putinha toda oferecida.

Luana despiu-se e ficou nua diante dela, que estava sentada no chão, abaixou-se e pôs sua mão na buceta da amiga, que estremeceu-se toda e tocou siririca para ela. Ela ficou louca, gemendo bem baixinho... cheia de tesão... Então beijou a barriguinha dela, e foi lambendo-a todinha, abrindo com as mãos os grandes lábios da sua bucetinha que estava toda encharcada. Larissa segurava a cabeça da amiga querendo mais... gemendo bem gostoso... Até ela implorar para Luana parar, pois não estava mais aguentando... As pernas dela ficaram bambas, então ela mandou que Luana se deitasse e retribuiu o prazer recebido com a mesma intensidade beijando-a toda, alisando-a cheia de tesão, já com o dedo direto no seu grelo e cuspiu na buceta... Luana ficou louca... Ela era muito putinha... carinha de levada, de safada... fizeram um 69 até que a companhia tocou... era a sua mãe da Larissa tentando abrir a porta sem conseguir...

Elas se vestiram rapidamente e disseram que estavam fazendo as unhas no quarto com a porta fechada e o rádio ligado, e que não ouviram a companhia tocar.

Depois disso, Larissa ficou com medo da amizade acabar, por arrependimento dela ou por qualquer outro motivo, mas no dia seguinte, na escola ela a olhava com ar de provocação e começaram a transar todos os dias e perceberam que, depois daquele dia, elas se tornaram amigas para sempre, porém, as cenas do filme da Gina sendo humilhada por um macho não lhe saiam da cabeça. Ela também queria experimentar.

Através da Internet, começou a pesquisar e ver mais e mais coisas e a sua imaginação foi longe. Entrou em salas de bate papo, viu imagens e filmes eróticos, leu muitos contos de sadomasoquismo, ficou muito excitada e batia várias siriricas por dia... Enfim, teve um dia que decidiu, de uma vez por todas, parar de se masturbar na frente do computador e tornar realidade a sua vontade de ser humilhada de todas as formas possíveis e imagináveis por um homem mais velho que seria seu dono e senhor.

Conversou com várias pessoas, mandou e também recebeu fotos de homens de todos os cantos do Brasil e numa dessas conversas, conheceu um cara de São Paulo, cujo nick name era “Senior el bigodão”, e ela gostou do “Senior” pois tem fetiche por homens mais velhos e sendo ele nessa condição melhor ainda. Ele era professor, solteiro, 45 anos, bom de conversa e um pênis de 18x4 cm que a deixou molhadinha só em pensar poder senti-lo. A partir daquele dia tornou-se a imagem ideal que a acompanhava nas siriricas deitada na cama imaginando ser humilhada pelo dono daquele pênis e aquilo a deixava louca.

Apesar dos assédios dos rapazes na faculdade, dos homens na rua, da amizade colorida com Larissa, e por pressão das colegas, por ser a única virgem da turma, estava louquinha para se tornar mulher e escrava de um homem maduro. O difícil era encontrá-lo, pois as distancias eram enormes. Então foi aí que “Senior el bigodão” exigiu seu telefone, queria muito falar com ela, ouvir a sua voz, falar besteiras, leva-la a gozar. Em um primeiro momento ela disse nem pensar, se ligar ela estaria frita. Mas depois, olhando novamente a foto daquele pênis de 18 cm, mudou de ideia e a vontade de ser dele se tornou maior. Aí, para seu deleite a chance apareceu. Era o mês de janeiro e ele de férias se propôs conhece-la pessoalmente. Ela só tinha que querer, pois ficaria hospedado em uma pousada na praia do Francês, considerada uma das praias mais bonitas de Alagoas.

Luana ficou toda molhada com a possibilidade de realizar o seu desejo e a partir daquele momento, passou a conversar com ele pelo telefone, todas as noites e contar os dias da sua chegada em sua cidade. Todas as noites ia dormir, cansada, mas saciadas, pelas siriricas que batia ouvindo muitas sacanagens em seu ouvido pelo WhatsApp e por chamada de vídeo.

Enfim, o grande dia chegou. Para a sua mãe, disse que ia para uma cidade a trinta quilômetros, na casa de uma amiga, passar o fim de semana. Ela estava mesmo doida, não sabia se realmente o cara com quem ia se encontrar era o mesmo cara, carinhoso, e educado com quem teclava todas as noites e gozava ouvindo sua voz.

Pôs uma calça colada pantalona, sandália salto alto, blusinha, tanguinha fio dental vermelha, como ele havia mandado usar e foi até ao aeroporto espera-lo. Chegando no horário, muitas pessoas saíram da sala de desembarque, e nada dele sair. Já estava frustrada e querendo ir embora quando sentiu duas mãos macias nos seus olhos. Seu coração disparou, tinha certeza que era o seu carrasco. Suas pernas tremeram. Ele aproximando-se disse com voz suave em seu ouvido:

- Olá Luana. Tudo o que conversamos era verdade? – ela meio tonta disse:

- Olá, tudo!

Essa foi a senha para que ele continuasse com uma das mãos nos seus olhos vedando-os e com a outra na sua boca, quase inteira, e ali mesmo, no saguão do aeroporto, ela chupou um dos seus dedos e com a outra mão ele a puxou para trás. Como seus cabelos estavam presos (rabo de cavalo) ele os puxou e ela se virou. Foi quando ela o viu ao vivo e a cores. Era alto, 1,75 cm, meio gordo, usava cavanhaque e um pouco grisalho. As pessoas que perceberam a cena olhavam com estranheza, talvez acreditando serem pai e filha. A seguir ele a pegou pelas mãos e foram andando rumo a uma locadora de carros e logo em seguida saíram rumo a pousada anteriormente reservada pela internet.

Ela estava com fome. Disse isso a ele e em resposta escutou ele dizer que o almoço dela seria surpresa na pousada. No caminho ele disse que antes iria ter de marca-la. Ela ficou assustada naquele momento. Não podia aparecer marcada no domingo à noite ao retornar para casa. Pararam em lugar na periferia da cidade e entrara numa casa. Essa casa dava de fundos para um comércio e pelo que viu parecia um salão de cabeleireira, até perceber que se tratava de uma loja de Tattoo. Ela queria dizer não, mas não teve jeito. Ele disse para o homem. Essa é a moça que te falei, pelo fone, cumpra a encomenda.

O cara pediu para ela se sentar numa cadeira e em seguida começou a esterilizar a região do seu umbigo. Ela estranhou. Bom, não era tatuagem ele furou seu umbigo na parte superior e atravessou um "piercing" de inox, onde na cavidade ficava uma bolinha com as iniciais SEB. Era a marca. Daquele momento em diante ela se sentiu ainda mais dele. Devidamente marcada, saíram de lá, tomou um analgésico "receitado" pelo tatuador e foram rumo ao desconhecido. Entraram em uma estrada rural e andaram por cerca de uma hora até chegarem a um lugar que parecia bem ermo.

Era uma chácara sem vizinhança, sem muros, sem animais. Parecia abandonada, mas não estava abandonada, pois estava bem arrumada, grama cortada, piscina limpa. Entraram pela frente. Era uma casa de alvenaria, razoavelmente bonita, sem luxo, mas com o básico. Luana estranhou apenas a presença de outro carro na garagem. Não quis perguntar nada. Uma vez dentro da casa ele disse:

- Vá tomar banho, volte só com a tanguinha, e se não for do jeito que mandei você vai sofrer.

O banho foi rápido. Praticamente ela só tirou o suor do corpo de tão ansiosa que estava. Pôs de volta a tal tanguinha, que tem até hoje, e saiu. As cortinas estavam fechadas. Parecia noite dentro da casa, mas pelos seus cálculos deviam ser no máximo umas 19:00 horas, isso no horário de verão é dia. Como não havia movimento foi para a sala seguinte, onde havia uma televisão sobre uma mesinha, um grande tapete no chão, e dois sofás, sendo um grande e uma namoradeira. Pois bem. Para sua surpresa e total excitação estavam seu dono, sentado de frente para ela na namoradeira e dois outros caras, um deles negro magro e na escuridão parecia meio forte e na faixa dos trinta, e outro branco. Não pode ver os rostos pois estavam com máscaras de motoqueiros nos rostos, aquelas que se usa no frio. O carrasco, pois, uma também e disse:

- Fique de joelhos – ela obedeceu prontamente.

Os três foram tirando a roupa na sua frente. Só não tiraram as máscaras. Quando viu os três nus, quis se arrepender, mas o cheiro dos corpos e principalmente dos pênis, ela já podia senti-los nela. Eles então se levantaram e foram em sua direção, e ela ficou com os três pênis em frente ao seu rosto. Ela segurou um em cada mão e masturbou-os vagarosamente e pôs a boca no outro, que era o homem branco. Chupou alguns minutos. Tinha até se esquecido que havia outros quando seu dono disse:

- Chupa ele agora - virando sua cabeça para o pênis do negro. Vibrou e chupou mais alguns minutos.

Estava com os olhos fechados chupando vagarosamente e o negro uivava, quando sentiu um delicioso tapa no bumbum e outro, e vários até que a sua tanguinha foi baixada. Ela continuou concentrada em chupar, pois estava se deliciando. Depois de algum silêncio, sentiu mexerem em sua buceta e no ânus. Alguém passava uma espécie de espuma e começaram a depilá-la. Nisso o negro a segurou pelos cabelos e dava fortes estocadas na garanta. Foi quando ela sentiu algo quente em sua boca e sorveu tudo com prazer. Pelo que percebeu ele fingiu não ter gozado e ela fingiu não ter bebido todo aquele esperma. Ela achava que o carrasco tinha mandado eles segurarem. Tirou enfim, o pênis da boca, fingindo que era para respirar. O negro sentiu sua cumplicidade, riu e enfiou o dedão da mão esquerda na sua boca. Enquanto isso, os outros dois terminavam sua depilação improvisada.

Levantaram-se e foram com os pênis novamente em sua boca. Ela chupou tanto que quase esqueceu da vida. Chupava menos o negro que a esta altura estava se recuperando e só ela sabia. Passado algum tempo, seu dono a mandou levantar-se, já puxando-a pelo braço e a pôs de quatro em um dos sofás e disse ao homem branco:

- O cu dessa vadia é meu, manda vara na buça - e virou-se para ela e disse:

- Agora vamos te fuder - ela concordou com um movimento de cabeça já quase abocanhando o seu pênis. O negro alisando sua bunda, via o branco penetrando a vagina dela por trás e seu dono estocando o pênis na boca. A não ser pelo piercing e pelo anel de noivado ela estava exatamente como veio ao mundo peladinha e os três também.

Nesse momento o branco convidou o negro a ocupar o seu lugar e ele, já refeito, começou a penetração de uma forma um tanto violenta, querendo talvez, disfarçar a gozada precoce que teve anteriormente. Nisso ela percebeu que o tesão do carrasco aumentava diante da sua lascívia e ele começou a xingá-la e bater de leve no seu rosto e enfiar o dedo junto com o pênis na sua boca. O negro, empolgando-se começou a surrar seu bumbum e o outro, não querendo ficar de fora batia nas suas costas e bunda. Revessando-se em penetrá-la os dois, negro e branco a bateram por vários minutos e seus gritos eram contidos pela "rolha" que estava em sua boca. Pararam um pouco. Ela sentou-se, eles também aí o carrasco disse:

- É chegada a hora, Marcão (deixou escapar um nome) era o branco. Vá buscar as coisas.

Luana sentiu um pouco de medo, mas até aquele momento era só felicidade e tesão. Ele saiu e voltou com um saco plástico. Ela não viu o que tiravam de lá, mas o que se deu depois, deu a exata ideia do conteúdo do saco. A puseram de quatro, desta vez no chão e enfiaram uma bola, parecia uma maça pequena em sua boca, mas amarraram atrás da cabeça. Amarraram suas mãos e seus pés, com algo que lhe deu alguma coceira e aí seu dono a penetrou no ânus, que ele, como todos os homens, chamava de cu. Ela sentiu muita dor, mas achou delicioso.

Depois de alguns minutos ele franqueou seu ânus a todos. A coisa não parava mais. Ela não tinha mais resistência. Os tecidos estavam enlanguescidos. Até hoje as vezes ela sente a sensação, foi inesquecível. Enquanto penetravam batiam sem parar e cuspiram nela. No fim, acenderam a luz e abriram as cortinas, tudo ficou claro. Mal enxergava. Tiram a sua mordaça, e a puseram toda amarrada, encostada no sofá e ficaram se masturbando na frente dela. Sem muito jeito ela não sabia o que fazer. Passado algum tempo ela começou a se insinuar da maneira que podia, usando os pés e então a língua, foi quando seu dono se ausentou e retornou com um copo na mão. Deu o copo para o negro que imediatamente gozou dentro. Pelo tanto que ela viu, ficou imaginando o tanto que tinha bebido horas antes. Depois passou ao Marcão, que contribuiu com mais um tanto. Finalmente seu dono gozou no copo mas não resistiu e a fez chupar um restinho que tinha ficado sobre a glande. Após, solto suas mãos, lhe deu o copo e disse:

- Espera! - foi novamente à cozinha, abriu uma garrafa de cerveja deu um copo para cada um dos outros, encheu-os e disse:

- Vamos brindar a essa nova escrava. Tirou um anel que usava, jogou-o dentro do copo com o esperma e, ela não sabe porque, ficou muito molhada com isso, depois de tanta curra e surra, brindaram com ela e beberam a cerveja e ela o esperma, com cuidado para não engolir a aliança.

Transou a noite toda com todos. Gozou muito, amanheceu com o negro na cama, seu dono no sofá e o Marcão noutro quarto. Foi a melhor noite e a melhor viagem da sua vida. No sábado o negro foi embora ficaram ela o Marcão e o “El bigodão” transando, foi quando eles a submeteram a uma dupla penetração, que também nunca esqueceu pois dava para sentir um tocando no outro dentro dela.

Depois desse dia Luana teve outras experiências sadomasoquistas e em cada uma delas pensava em como envolver a amiga Larissa.

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