"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Parte 1 - Conseguindo emprego


autor: mari89
publicado em: 04/09/17
categoria: hetero
leituras: 1875
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Fonte: maior > menor


Olá, esse é meu primeiro conto então vou me apresentar. Meu nome é Mari, na época desse fato tinha por volta de 22 anos. Sou morena clara, cabelos negros longos, lábios grossos, peitinhos pequenos com mamilos grandes, bunda pequena, 1,72 e sempre tive corpo magrinho. Não sou paniquete. Sou ninfeta.

Na época desse relato estava desempregada já há 3 meses. Precisava desesperadamente de um emprego. Foi assim que li em um anúncio de jornal um cargo de secretária de uma escola. Meu baixo nível de inglês havia sido determinante para que não conseguisse 2 empregos nos mesmos estilos, mas resolvi tentar assim mesmo.

Pus minha melhor calça, sapato de salto, mas não muito alto, uma blusa discreta e formal e amarrei um coque igualmente discreto. Ao chegar ao local da entrevista, esperei cerca de 20 minutos para que o dono da escola pudesse me atender, tempo esse em que fui recebida pela sua filha, que deveria ter minha idade e que gerenciava o local com ele.

Ao entrar, me deparei com um senhor baixo, um pouco fora do peso, com uma barba mal feita mas bastante simpático. O Sr. Fr. me recebeu com um aperto de mão. Começou com as perguntas de praxe, eu com as respostas de praxe, tentando parecer formal. Modéstia a parte tinha um bom currículo apesar do inglês fraco. Logo percebi que o velho estava me olhando por cima dos óculos. Eu falava e ele ia dos meus lábios até os meus peitos. E voltava. Logo me dei conta que ele era um daqueles velhos tarados.

A entrevista foi curta e ele me informou que me ligaria. Havia entrevistado outras meninas e que me daria a resposta em alguns dias. Fui embora e voltei a minha procura por empregos. Dois dias depois, bem cedo, recebi uma ligação. Era o Sr. Fr. me ligando do seu telefone particular para uma nova entrevista, na manhã seguinte, um sábado.

Dessa vez caprichei um pouco mais. Pus um salto um pouco mais alto, pra valorizar a minha já boa altura. Escolhi uma blusa cavada, que deixava meus ombros de fora, passei um pouco mais de maquiagem. Escolhi um sutiã com um bojo maior. Minha intenção era simplesmente deixar o velho mais louco, nada a mais. Já havia feito isso outras vezes.

Ao chegar a escola percebi que sua filha não estava lá. Havia poucas aulas (era um escola de cursos profissionalizantes), estava bem mais vazio que durante a semana. Esperei na recepção e após uns 10 minutos ele abriu a porta de seu escritório e se surpreendeu comigo. Entrei. Dessa vez vi ele me escaneando de cima a baixo quando entrei. Me sentei. Disse que havia gostado muito de meu currículo. Fingi que acreditei. Depois disse que estava entre eu e outra menina com currículo muito bom também e ele queria saber o tanto que eu queria o emprego e se eu não iria ficar pouco tempo, como a maioria das outras. Claro que eu menti o tanto que pude, afinal, o salário era bem fraquinho, mas era melhor que nada.

Ao terminar de falar minhas mentiras e jogar meu cabelo pro lado pra fazer uma pose sexy e deixar o velho louco, ele se levantou e foi até o armário que havia no fundo da sala. Pegou um copo, pôs alguma coisa dentro e quando voltou, se sentou na mesa, ao meu lado.

_Você tem que entender, que eu preciso de alguém que fique aqui. Não consigo mais de 3 em 3 meses ter que contratar outra pessoa. Vou fazer assim, vou dar uma melhorada nesse salário, 30% e quero você trabalhando aqui. Mas tem que me prometer que fica por pelo menos um ano.
Eu não acreditei inicialmente que ele fosse dar um aumento assim de graça.
_Você me parece muito bem qualificada, já tem uma boa experiência , vai ajudar bastante aqui, tenho certeza. Além do mais é muito bonita, vai embelezar nossa escola como nunca. O que acha? Quer o emprego?
Ao falar isso ele já se inclinava um pouco pro meu lado. O velho era bem estranho, feioso, baixinho, gordinho e parecia ser meio grosso. Naquele momento percebi que se aceitasse o emprego teria que conviver com as cantadas e investidas daquele ogro. Mas no momento era o que tinha. Respondi que me sentia lisonjeada pelos elogios e pela oportunidade. Agradeci.
_Beba comigo, você bebe?. (Não sabe o quanto bebo, velho escroto)
Ele me ofereceu um drinque, era whiskey. Aceitei, brindamos. Ele começou a falar dos planos dele, perguntou sobre os meus. Da minha vida. O velho já estava começando a me cortejar ali. Eu não sabia como me livrar da situação. A escola já deveria estar vazia aquela hora e eu sozinha ali naquela sala com aquele homem gordo e feio.

Não demorou muito ele começou a dizer que tinha entrevistado dezenas de meninas (eu ri por dentro) e que várias tinham sido tão boas quanto eu mas que nenhuma tinha ido tao bem na entrevista quanto eu. Começou a deixar bem claro que ele queria me comer. Eu só não sabia que já seria agora.

Em breve eu, depois de mais um drinque, já estava me sentindo mais a vontade pra dar mole praquele velho feioso. Iria ser de longe o homem mais feio e escroto que eu tinha ficado, mas ele estava muito insistente e eu não sabia como sair daquela situação rápido. Logo ele já estava me cortejando demais. Abertamente falando sobre minha beleza. Eu imaginei que as vezes me livraria com uns beijos, uns amassos. Talvez um boquete.

Quando percebi ele estava já bem próximo a mim, encostando em meu braço. Não me lembro bem, mas sei que logo ele estava acariciando meus cabelos, puxando de leve, e num segundo estava beijando aquela boca. Apesar da bebida tive que me concentrar pra não sentir um pouco de nojo de mim mesma.

Num segundo estava de pé e ele também. Eu, mesmo sem salto, era mais alta que ele. O que me deixou ainda mais constrangida. E haja concentração pra beijar aquela língua. Em breve suas mãos passaram das minhas costas para minha bunda, apertando de leve, acariciando. Eu tentava mas não me sentia excitada de jeito nenhum.
_Você é uma ninfeta. Quero ver você pelada pra mim.- Foi o pedido dele e eu atendi.

Ele se sentou na lateral da mesa de novo e eu, vagarosamente, tentando fazer uma cara de que estava gostando, tirei minha blusa bem devagar. Então fui até perto dele e o abracei, no que ele prontamente levou as mãos nas minhas costas e retirou meu sutiã. Começou então a chupar meus peitos, passando de um para o outro, lambendo e mordendo de fininho. Só então comecei a me sentir um pouco excitada.

Ele me virou. Senti uma de suas mãos passar dos meus peitos e descer até minha bucetinha por cima da calça. Então ele me virou e vi que ele já tinha aberto o botão da calça e o seu pau estava duro ali por baixo. Levei uma das minhas mãos até ele e me sentei na cadeira. Ele então terminou de tirar a calça e eu puxei sua cueca. Para minha surpresa seu pau era bonito, grande e grosso. Bem grosso. Me excitei um pouco mais. Bati uma leve punhetinha pra ele e comecei a trabalhar com minha boca. Ele acariciava de leve minha cabeça e eu ia aos poucos conseguindo chupar mais daquele pau. Era realmente grosso. Logo eu já consegui colocar até a metade na minha boca, mas sem forçar muito aquele era o limite. Pra enfiar mais eu teria que trabalhar bastante minha garganta. Ele parecia estar gostando bastante e eu achei que ele iria gozar na minha boca.

Lego engano. Ele retirou sua rola da minha boca e disse baixinho. Quero te comer. Ele me abraçou por trás, eu sentindo aquele pau enorme me roçando. Ele desabotoou minha calça e a tirou. Nessa hora eu já estava bem excitada, louca pra poder receber aquela rola grossa na minha bucetinha. Ele meio grosseiramente baixou minha calcinha, dedilhou minha buceta um pouco enquanto me beijava o pescoço e pediu pra eu me sentar na mesa.

Então, antes que pudesse perceber ou pedir algo, ele começou a enfiar seu pau em mim, sem camisinha mesmo. Eu tentei dizer não mas não consegui. Em breve ele conseguiu fazê-lo entrar e estava indo bem devagar, abrindo minha bucetinha que já não via uma rola há uns 2 meses. Em breve ela já estava relaxada e como estava gostoso aquela rola em mim, suas mãos no meu pescoço, a boca nos meus peitinhos.

Eu tentava não olhar pra ele, apenas pro seu pau na minha buceta pra não perder a concentração. Como ele metia gostoso, e me acariciava de um jeito bom. Estava excitadíssima, gemia baixinho morrendo de medo de alguém do lado de fora ouvir. Mas ele não parecia se importar, metia agora mais forte, estocava fundo em mim, me apertava, mordia meus peitinhos durinhos. Logo eu percebi que ele iria gozar em breve e me apressei pra tentar aproveitar a chance.

Ele sussurrou no meu ouvido bem baixinho, “vou gozar dentro de você”. Eu tentei sussurrar um não, mas não consegui. Eu não resisti, queria sentir toda a força daquele pau gozar dentro de mim. E foi o que aconteceu. Ele, ofegando no meu ouvido, gozou e eu senti um gozo farto, um jato forte dentro de mim. Como eu me excitei nessa hora. Quase gozei também. Fingi então.

Ele tirou seu pau todo melado de mim e da porra dele. Gentilmente me deu um paninho que eu aparei aquele gozo farto e fui até um pequeno banheiro que havia na sala pra me limpar. Quando estava lá me limpando ele veio e, ainda nu, me agarrou por trás e disse que eu seria uma grande funcionária dele.

Naquele dia saí de lá sabendo que tinha arrumando um emprego e que pra mantê-lo eu teria que ser fodida por aquele velho gordo feio e pauzudo. Não sabia o que queria. Se aceitaria ser comida por aquele homem feio pra manter um emprego que ganharia pouco ou se poderia tentar ignorá-lo e tentar não servir de um lanchinho pra ele quando ele quisesse.

O que me punha em dúvida é que, apesar de sentir enorme raiva de mim por ter dado pra um velho escroto como aquele pra conseguir um emprego, aquela rola grossa era muito gostosa pra ser ignorada. Os próximos meses seriam movimentados, mas isso é assunto pra outro conto.




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