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Cunhada Safada


autor: MorenoJovemBA
publicado em: 14/09/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Era um fim de semana como qualquer outro, reunião em família no sitio do meu pai, minha namorada foi comigo, meu irmão e sua esposa gostosa e minha irmãs. Meu irmão casou-se com uma gata, hoje, ela com seus 32 anos é uma semi-coroa fantástica e muito fogosa, certa vez me confessou que já não sabia mais o que fazer com meu irmão pra ele pegar ela de jeito e dar aquele trato.
O fim de semana ia rolando e ela, minha cunhada me olhava de uma forma diferente, de um jeito safado, parecia que queria dizer algo. Ela estava de bermudinha marcando a minúscula calcinha que estava por baixo, uma blusa branca com um baita decote, cabelos negro lisos e bem perfumados e um rosto lindo, misturando safadeza com beleza. Logo após o almoço no sitio meus familiares começam a se dispersar cada um procura um lugar para tirar aquele velho cochilo pós almoço, eu particularmente não curto muito dormir de dia e nesta hora resolvi dar um rolê pelo sitio, pois minha namorada como todos, se dirigiu ao quarto e foi se deitar também, a esta altura achava eu que era o único acordado no lugar.
Peguei uma faquinha pra chupar umas laranjas e sair em caminhada pelo sitio, minha cunhada que estava acordada e havia me secado a manhã toda, me viu saindo e me seguiu. Eu tenho 23 anos, negro e com um corpo bem cuidado, meu irmão, mais velho, é do primeiro casamento do meu pai, sendo assim ele é bem mais claro que eu, talvez esse o motivo dela me secado a manhã toda.
A safada querendo me pegar de surpresa, percebeu que já estávamos mais afastado da casa, resolveu dar o bote, tirou a blusa, ficando apenas de bermudinha e sutiã. Uma perdição, pois ela tem seios não TÃO grandes , mas não é pequeno também. Quando eu me ajeitava pra colher uma laranja que estava no alto, a safada tirou o sutiã e me abraçou roçando os biquinhos do peito em minhas costas, e a foi passando a mão a frente agarrando meu pau por cima da calça, antes que eu pensasse que era minha namorada, a safada veio chegando aos meus ouvidos e dizendo:
- Hoje eu acordei com uma dúvida. Será que meu cunhado transa igual ao irmão dele?
Me virei e deparei com aqueles peitões descobertos em minha frente e já fui perguntando:
- Ele te pega de jeito? Te tira o ar? – falando isto e ja subindo a mão pelas costas dela até a nuca, agarrando seu cabelo – Te faz gozar loucamente?
Ela sem ar e com os olhos fechados de tesão, me respondeu só balançando a cabeça que não. Eu sempre fui tarado na minha cunhada mas nunca pensei que poderia rolar algo, mas naquele momento eu só queria era terminar de tirar a roupa dela e satisfazer a safada com muito sexo.
Me certifiquei que não havia ninguém e que estávamos fora do campo de visão da casa, arrastei ela para um depósito de cordas e outros apetrechos, e já fui tirando a camisa, ela passava a mão no eu peito, ameaçava arranhar minhas costas, lambia meu peitoral enquanto isso eu abria minha bermuda e já ia ficando só de cueca, quando ameacei de tirar a cueca ela segurou ela dizendo:
- Nem pensar, eu que vou tira-la.
Safada!... Me deu um beijo gostoso e foi descendo devagar, abocanhou minha rola por cima da cueca mesmo e começou a tira-la, ficou cara a cara com meu pau, que já latejava de tanto tesão, não teve outra, ela colocou ele todo na boca, ( que boquete!), ela chupava tudo, a rola, meus ovos, ficava louca fazendo aquilo, depois de alguns instantes aproveitando aquele boquete, levantei ela, apoiei ela de costas para mim de forma selvagem em uns sacos de adubo que tinha la dentro, passei a mão pela frente pegando em seus peitos e beijando e falando putarias no ouvido dela, fui descendo a mão para abrir sua bermuda e tira-la, tirei a bermuda e vi que sua calcinha era minúscula e estava encharcada, fiquei louco, sem pensar rasguei a calcinha dela, e meti a língua naquela buceta, raspadinha e toda molhada, ela me chamou de louco, mas adorou a atitude, gemia baixinho:
- Isso, mete essa língua na bucetinha da sua cunhadinha seu safado, chupa tudo, aaaai, chupa deliiiiciaaa!
Fui chupando até ela gozar na minha boca, quando gozou, ela tremia de tesão, isso me deixou ainda mais louco, não pensei duas vezes, agora é a hora de meter até gozar. Meti nela de frente mesmo, cara a cara, segurava a perna direita com minha mão esquerda e a outra mão na segurava a nuca enquanto lhe beijava a boca, pescoço peitos. Ela estava tão carente e excitada que já ia gozar novamente, porém percebendo parei, para lhe deixar ainda mais louca, virei ela de costas para mim, tendo aquela visão maravilhosa, uma bunda branquinha e grande, a buceta estava tão encharcada que escorria pela perna dela, não foi muito tempo e ela já estava gozando novamente, era a segunda vez dela e eu ainda não havia gozado, mesmo com ela gozando continuei metendo. Para mudar de posição me sentei em um saco de adubo que tinha no local e pedir pra que ela sentasse:
- Você quer que eu sente nessa piroca é safado? Não tem dó da sua cunhada não? Mas eu vou sentar... quero você gozando, mas vai ser no buraquinho de trás.
Quando ouvir isso endoidei, além de ta comendo a mulher do meu irmão, ia fazer serviço completo, até o cuzinho. Ela sentou devagar, enfiando meu pau no seu cuzinho, começou a subir e descer, e estava muito gostoso, eu não me segurei, e comecei a passar meu dedão no seu grelinho gostoso.
- Ai safado, você está arrombando sua cunhadinha seu escroto, goza pra mim, vai, goza dentro desse cuzin... AAAAI.
Falando isso ela gozava de novo, fiquei muito excitado.
- Vou gozar sua safada, vou encher você de leite.
- Já era hora em delicia, goza pra mim vai, enche esse cú de porraaa.
No sobe e desce gostoso dela gozei naquele cuzinho, deixando ela toda melada, nos beijamos loucamente e demos uma tempinho la dentro, Nos limpamos e vestimos as roupas, antes de sair me certifiquei de que não havia ninguém por perto ou olhando para o deposito. Quando ía saindo, ela segurou meu braço chegou perto do meu ouvido e disse:
- Não... você transa muito melhor que seu irmão, sua namorada passa bem, vou querer de novo hem!
Soltei um sorrisinho de canto de boca, aliás que não gosta de receber um elogio desse, mas sei que o momento é que fez tudo ficar muito bom. Saímos de lá e voltamos para casa como se nada tivesse acontecido, tomei um banho e subir para o quarto onde estava minha namorada, chegando lá ela me intimou para uma tarde de sexo, que fica para um próximo conto.
Espero que tenha gostado.
andre.francisco.oliveira@gmail.com




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