"Os mais excitantes contos eróticos"


Ai, Luisinha, como és tão mazinha!-11


autor: Rosário
publicado em: 07/09/17
categoria: bdsm
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(Continuação)
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Nessa noite, Luisinha telefonou-me (eu continuava a morar no meu apartamento), preocupada com o trabalho que íamos fazer no dia seguinte.
Segundo o que estava previsto, eu sentar-me-ia na frente de Clarisse e ditar-lhe-ia o texto das minhas páginas, que deviam ser de História de Arte, mas que entrariam pelo tema do BDSM adentro.
Isso, só por si, não teria grande importância, mas o problema residia no facto de eu ir usar, essencialmente, textos e imagens fornecidos por ela, mas fazendo de conta que o ignorava!
Como seria a sua reacção quando eu lhe ditasse, como coisa inédita, as suas próprias palavras?
E que cara faria quando eu lhe mostrasse as imagens que ela mesma escolhera?
Como Luisinha me garantia que continuava a ocultar-lhe o facto de termos descoberto tudo, íamos jogar um jogo arriscado mas que podia ser muito excitante.
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— Já escolheste as imagens? — perguntou-me ela.
Respondi-lhe que sim, que tinha seleccionado algumas, mas que ainda eram demasiadas, pois na página não caberiam mais do que duas ou três.
— E porquê?! — replicou ela. — Podem caber muitas mais. Basta diminuir-lhes o tamanho, ou reduzir o teu texto. Eu quero que este mês a Revista arrase! Se for necessário, dou-te mais uma página ou duas, mas quero que faças um artigo memorável...
— Sempre evitando a pornografia, claro... — interrompi eu.
— Com certeza! O tema dos maridos-escravos está muito bem documentado em Arte com imagens antigas de grandes artistas, que ninguém acusará de pornografia...
— Sim — completei -, e Clarisse teve esse cuidado na escolha que fez. Mas, mesmo assim, continuamos com excesso de imagens... Temos mais de vinte!
— Isso vai ajudar ao nosso divertimento — respondeu ela, rindo.
— Como assim?
— Terás tempo de ver isso tudo. Mas agora, meu lindo, já é muito tarde, e por hoje não fazes mais nada. Dorme sossegadinho, sonha comigo, e amanhã aparece na Revista bem cedo. E nada de espreitares às portas quando passares no corredor em frente ao meu quarto! Talvez um dia me vejas despida, mas será quando eu decidir. Entendeste, vermezinho querido?
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E, dando uma das suas habituais gargalhadas, desligou o telefone!
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(Continua)




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