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Discurso de santa, mas...


autor: publicitario45
publicado em: 14/09/15
categoria: hetero
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Um dos meus clientes é uma instituição de ensino superior que tem na sua grade o curso de Teologia, onde além dos coordenadores a maioria dos alunos são evangélicos. A diretoria da faculdade nos chamou para fazer com que o número de matrículas aumentasse em relação ao ano anterior. Então, agendamos três reuniões com os coordenadores para que eles nos passassem todas as informações para criarmos a tal campanha.

No primeiro dia, além da minha equipe criativa, estavam presentes na reunião o coordenador geral, um homem de mais ou menos 50 anos, pastor e sua assistente, uma morena alta, casada, evangélica, de mais ou menos 35 anos chamada Rafaela.

Rafaela além de jovem, bonita e bem sucedida, chamou minha atenção pelo discurso radical que parte dos evangélicos adotam. Questionava a internet como canal de comunicação, algumas fotos usadas pela agencia nas campanhas e sempre trazia passagens da bíblia para argumentar algo ao seu favor. Honestamente, este tipo de pessoa não me chama muita atenção não.

Após mais de duas horas de reunião, minha equipe foi embora e eu fiquei na faculdade para tratar de outros assuntos. O tempo passou rápido, anoiteceu e caiu uma chuva forte, daquelas que alagam as ruas rapidamente. Na hora de ir embora vi que Rafaela estava na porta do prédio esperando a chuva diminuir e apesar da posição radical dela na reunião resolvi oferecer uma carona, pois já passava das 22h e a chuva nem de longe dava sinais que iria parar:

Eu: Rafaela, quer carona?

Ela: não, obrigado. Não fica bem para uma mulher casada entrar no carro de um homem estranho.

Eu: estranho não, o meu cartão está na sua mão direita e quem me apresentou à você foi a sua chefe. Mas, acho que você tem razão, o ideal para uma mulher casada, como você, é ficar aqui em pé, esperando a chuva passar para pegar o ônibus e ir pra casa.

Ela: você está querendo me assustar?

Eu: meu bem, se você lê jornal diariamente sabe que eu não preciso disso, basta você ver a quantidade de pessoas que são assaltadas nos ônibus da Grande Vitória.

Após isso, sai caminhando rapidamente em direção ao estacionamento quando ouvi uma pessoa me gritando.

Ela: espera!! Vou aceitar a sua carona.

Eu: ok, onde você mora?

Ela: em Jardim da Penha, mas você não pode parar na porta do meu prédio. O que o meu marido vai pensar?

Eu: não sei, o que você acha que o seu marido vai pensar?

Ela não respondeu, abaixou os olhos e entrou no carro. Saímos rapidamente e a chuva só aumentava fazendo que eu dirigisse mais devagar por questão de segurança.

Quando entramos na Norte Sul, o transito estava completamente parado. Esta parte da avenida é cercada por terrenos vazios que pertencem ao aeroporto. Ficamos ali parados, esperando a chuva diminuir e o transito fluir até que o celular dela toca, era o marido.

Rafaela pediu que eu abaixasse o som do rádio para poder falar om o cara que naquele momento não falava, apenas gritava. Após muitos gritos da parte dele e algumas tentativas de explicações, Rafaela disse que estava dentro do ônibus e que o transito estava congestionado. Após desligar o telefone, comentei que para quem cita a bíblia em plena reunião de briefing, mentir pro marido não era legal.

Pronto! Foi eu falar isso e a mulher começou a chorar, reclamando do marido, da vida submissa etc. tentei acalma-la e abracei Rafaela que deitou seu rosto no meu ombro por alguns minutos, minutos suficientes para que eu fizesse um carinho na sua cabeça e ela se acalmasse. Seus cabelos longos e negros eram perfumados, sua pele também tinha um cheiro bom mas o clima amável passou rápido. Acho que a ficha dela caiu e ela se desvencilhou de mim como um raio, dizendo que era uma mulher casada e aquele tipo de situação era pecado.

O transito foi melhorando e seguimos em frente. Meia hora depois, deixei Rafaela na porta da sua casa, nos despedimos com um aperto de mão e eu segui para a minha casa. No caminho fiquei lembrando do cheiro dos cabelos dela. Rafaela era uma mulher bonita, alta, mais ou menos 1,80 de altura, falsa magra com uma bunda bem desenhada e seios médios. Não sei se tem filhos mas se teve se recuperou bem pois apesar de evangélica radical, Rafaela era bem gostosa.

Os meses foram passando e a campanha da Teologia estava indo bem, dando bons resultados e eu e Rafaela nos falávamos todos os dias. Ela estava animada com o retorno, estava recebendo elogios da diretoria da faculdade e sempre me agradecia.

Passamos dos telefonemas pro Whtasapp e em seguida nos adicionamos no Facebook. Ela já havia baixado a guarda e toda semana aceitava numa boa as minhas caronas. Na nossa ultima reunião, a coisa esquentou definitivamente.

Após a nossa reunião, Rafaela veio com aquele sorriso lindo me pedindo carona, mas disse que desta vez não iria para casa. O marido estava viajando e ela queria caminhar na praia. Achei estranho, pois caminhar na praia é a coisa mais normal do mundo, menos para o marido dela. Chegamos em Camburi, estacionei o carro e ela me chamou para caminhar com ela enquanto ela tirava o salto alto e ia em direção à areia.

Tirei os sapatos, dobrei a barra da calça e fomos caminhando, conversando sobre vários assuntos até que Rafaela me surpreendeu:

Ela: não sei o que está acontecendo comigo... más... eu não consigo... eu não consigo parar de pensar em você, no seu cheiro, naquele dia eu deitei no seu peito por causa do meu marido. Você está mexendo muito comigo.

Eu: muito quanto?

Ela: muito... ao ponto de não ter forças para resistir nenhuma investida sua.
Sem esboçar nenhuma reação muito menos dizer alguma coisa, puxei Rafaela pela cintura e
a beijei com volúpia. Aquele corpo perfeito coberto por um vestido longo mas justo se encaixou com perfeição entre os meus braços. Rafaela não tentou resistir, apenas se deixou ser beijada por mim.

Eu: quer sair daqui?

Ela: sim, mas pra onde?

Eu: confia em mim? Quer viver isso?

Ela: sim, sim...

Saímos da praia rapidamente, entramos no carro e fomos para um motel no final de Camburi. Um motel sem muito luxo mas para quem estava ardendo de tesão, luxo é o que menos importava naquele momento. Entramos na suíte já nos atracando. Rafaela me beijava, passava as mãos nos meus cabelos, dizia palavras obscenas no meu ouvido. Ela havia libertado a puta que vivia aprisionada dentro dela. Caímos na cama redonda e eu comecei a desabotoar os botões do seu vestido. Em segundos ela estava apenas de calcinha na minha frente. Voltamos a nos beijar com sofreguidão, minhas mãos deslizavam pelo seu corpo e ela apenas dava leves gemidos e se contorcia. Desci a boa pelo seu pescoço, cheguei aos mamilos médios, redondos com os bicos rijos de tesão. Rafaela gemia um pouco mais alto e dizia que há anos ela não sentia tanto prazer.

Desci pela sua barriga, preenchi seu umbigo com a minha língua e com uma das mãos foi tirando lentamente a sua calcinha que saiu fácil, deixando à mostra o liquido que estava escorrendo de dentro da sua boceta. Não resisti e enfiei um dedo, depois outro e Rafaela não se conteve e gritou para ser chupada.

Cai de boca naquela boceta com poucos pelos. Chupei, mordi o grelinho, as dobrinhas e senti quando suas mãos me seguraram forte pela cabeça. Era o primeiro gozo. Continuei ali chupando e sugando todo o seu mel até que veio o segundo e rapidamente o terceiro gozo.

Rafa estava enlouquecida e queria sentir minha vara dentro dela. Me puxou pelos cabelos e começamos a nos beijar deixando eu ela sentisse o gosto do seu gozo que ainda estava escorrendo pela minha boca. Meu pau encostou na porta da boceta e mais um gemido. Ela sabia que ia ser penetrada naquele momento mas me virou e rapidamente caiu de boca no meu pau. Chupou meu sexo, mordeu a cabeça depois toda a extensão, mordeu meinhas pernas, lambeu meu saco, chupou minhas bolas e veio novamente me beijar. Agora ela estava pronta para ser fodida. Senti quando seu corpo se posicionou e arriou em seguida sob o meu, deixando meu pau entrar por inteiro dentro daquela boceta melada.

Rafaela, cavalgou, rebolou, quicou, ganhou tapas na bunda, ficou de quatro e pediu para ser enrabada – me chama de pua – gritava a minha crente ao som das estocadas do meu pau indo de encontro do seu corpo.

Aumentei o ritmo gozando jatos fortes de porra quente dentro daquele cuzinho apertado.

Rafa deixou seu corpo cair sob a cama e eu deitei ao seu lado.

Ficamos no motel por mais algum tempo, trepamos mais uma vez e Rafa resolveu se abrir.

Ela me contou que até casar não era evangélica e que aquela vida regrada estava acabando com o seu casamento que não tinha sexo há um ano.

Hoje eu e Rafa somo mais que amigos. Somos amantes e sempre que o marido pastor dela viaja para algum evento religioso a gente acaba indo pro mesmo motel barato.

O discurso é de santa, mas ela é puta e gosta de motel barato.




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