"Os mais excitantes contos eróticos"


Sofri um estupro coletivo... e gostei


autor: meiga
publicado em: 09/09/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Me chamo Emanuele e tenho 27 anos. Sou morena, cabelo cacheado, magrinha, 1,60m de altura e muito fogosa. Desde os 6 anos sou abusada pelo meu padrasto e até hoje dou pra ele quando minha mãe não tá em casa. Aos 15 anos eu já era toda arrombada pois ele já havia tirado todas as minhas virgindades possíveis. Além de comer minha bucetinha quase todo dia, já havia me enrabado e eu sempre chupava seu pau. Isso me ajudou a ser a tarada de hoje: sou viciada em sexo. Minha mãe trabalhava o dia todo, ele entrava à tarde e saía à noite e eu sempre estudei à tarde. Assim passava a manhã toda com ele e a gente só não transava quando minha mãe estava em casa.

A primeira vez que sofri abstinência foi aos 17 anos, quando ele viajou e ficou alguns dias fora. No início me masturbava umas três vezes ao dia, mas com o passar do tempo, masturbação não adiantava mais: eu precisava dar.

Resolvi dar uma olhada no Facebook pra ver se tinha algo interessante; até que tinham umas mensagens mas ninguém me interessava. De repente um cara puxa conversa. Ele não era muito bonito nem tão atraente, mas minha xaninha estava piscando e àquela altura, beleza não era fundamental. Começamos a conversar e logo ele me chamou pra tomar um açaí. Aceitei. Era um domingo à noite. Fui com um vestido de alcinha não muito curto mas sem sutiã e sem calcinha. Fui pronta pra dar. O papo não foi muito legal mas percebi que ele não tirava os olhos dos meus seios. Quando acabamos o açaí ele me chamou pra sua casa. No início me fiz de difícil mas era aquilo mesmo que eu queria. Fomos. Era uma casa grande e logo percebi que ele não morava só mas não perguntei sobre isso. Imaginei que ele fosse peão e morava com algum colega pois estava tendo uma grande obra em construção na cidade, mas como ele me chamou achei que não tinha mais ninguém na casa naquele momento. Era uma casa afastada, ambiente perfeito pra eu gemer gostoso.

Me sentei no sofá deixando minhas coxas todas à mostra. O cara já tava me comendo com os olhos mas atitude também não era o forte dele. Então percebi que eu que tinha que tomar a frente. Seu pênis já estava duro e comentei com ele. Ele respondeu que eu o estava deixando daquele jeito. Desabotoei sua calça e comecei a masturbá-lo. Ele falou que precisávamos ir pra seu quarto mas eu nem quis saber o porquê: levantei meu vestido e quando ele me viu sem calcinha, pulou em cima de mim pra me penetrar. Estava muito afoito e notei que logo ele gozaria. Eu demoro a gozar e ali percebi que ele ia se satisfazer e eu continuar na mão, literalmente. Empurrei seu corpo e sentei em cima do seu pênis pra eu ficar no controle e rebolar gostoso. Eu gemia feito uma louca. Ele também não tinha muita pegada e fazia cara de espanto enquanto eu rebolava; parece que nunca havia comido uma mulher tão fogosa. Ele não estava me satisfazendo e eu já estava até arrependida.

Ouvi um barulho de porta se abrindo. Era um colega dele abrindo a porta do quarto. Estava dormindo, acordou com meus gemidos e saiu na porta só de bermuda com seu pênis duro. Pisquei meu olho e mordi meus lábios pra ele e ele logo entendeu: veio até a mim, abaixou, lubrificou o meu rabinho e começou meter no meu cuzinho. Agora estava gostoso, mas ainda faltava um orifício ser tapado: minha boca; eu tinha a fantasia de transar com três caras ao mesmo tempo mas achava aquilo improvável porque pensava que ali só moravam eles dois. Que ingenuidade a minha! Eram 9 peões que residiam naquela casa e sete deles ainda chegariam. O primeiro deles não demorou a chegar e logo percebeu o que eu queria e não perdeu a oportunidade: encostou atrás do sofá e colocou seu pênis duro na minha boca; eu nem sabia onde ele tinha colocado aquele pau, mas só queria saber de mamá-lo e que ele gozasse na minha boca gulosa. Agora estava perfeito; eu estava realizando um sonho, mas ainda ficaria melhor: os outros haviam saído e logo chegariam.

Chegaram os seis de uma vez e quando entraram fizeram uma fileira na porta admirados com o que estavam vendo. Os que estavam dentro de mim gozaram quase simultaneamente: o primeiro na minha barriga, o segundo na minha bunda e o terceiro me fez engolir toda a sua porra. Eu ainda não estava satisfeita, principalmente quando vi aqueles peões chegando e todos me olhando querendo me devorar; imaginei todos comigo ao mesmo e todos gozando em mim. Eu estava tarada e quando os três primeiros saíram de mim, fiquei brincando com aquele esperma que estava derramado em meu corpo e disse que queria mais, olhando para os que chegaram com olhar de quem estava louca de tesão. Eles não souberam como reagir à minha tara e pedi que eles gozassem em mim, em todo o meu corpo enquanto eu me masturbava. Deitei no tapete da sala, eles se aproximaram e começaram a se masturbar olhando para o meu corpo moreno. Entre eles havia um alemão que tinha um pau lindo, cabeça rosinha, cheio de veias e devia ter uns 22 cm; queria dentro de mim, mas minha prioridade naquele momento era tomar um banho de esperma. Eu me contorcia de tesão me masturbando, mas queria uma língua ali. E ela apareceu: o cara que havia enchido minha boca de porra quis retribuir chupando gostoso minha xoxota. Vendo eu excitada daquele jeito, aqueles peões logo gozariam. Um por um foram me encharcando: gozaram na minha cara, nos meus peitos, barriga, cabelo, nas minhas coxas e na minha boca. Jamais imaginei receber tanto esperma em mim! Foi tão gostoso... depois que todos gozaram, fiquei espalhando todo aquele leite quente e grosso pelo meu corpo e lambi meus dedos depois. Nunca mais vivi uma situação gostosa!

Aqueles caras devem ter pensado que eu era uma puta, mas eu só sou tarada mesmo. Tão tarada que depois disso tudo eu ainda queria mais: eu ainda nem havia gozado. Eu já sabia o que me faria chegar ao orgasmo: aquele alemão gostoso com cara de safado com aquele pênis lindo. Pra minha sorte, os outros entraram pra seus quartos (provavelmente pra comentar sobre o que havia acontecido) e ele ficou na sala. Além de lindo e de ter um pau enorme, ele era educado, gentil e atencioso e começou a conversar comigo. Expliquei a ele como tinha ido parar naquela casa e ele, todo gentil e carinhoso, entendeu que eu não era aquela puta que os outros pensavam. Queria chamá-lo pra minha casa mas confesso que bateu medo de me apaixonar. Não entendo como aquele pedaço de mau caminho era um simples peão de empresa. Por outro lado, não queria perder contato com ele. Eu o desejava.

--Seu pau é lindo!

--Quero colocar ele em vc!

--Onde, gostoso? (Quando perguntei isso já estava quase o atacando, principalmente quando vi que ele também estava excitado).

Ele me pegou pela nuca com força e apertou minhas coxas com a outra mão:

--Em todos os lugares!

--Quero você em mim!

Ele olhou pra seu quarto e não fez uma fisionomia muito agradável. Logo entendi que ele dormia com colegas e queria um momento só nosso. Eu também queria isso: só eu e aquele loirinho gostoso, lindo, com pagada forte. Então o convidei pra ir pra minha casa, já que minha mãe estava em viagem com meu padrasto e eu estava sozinha em casa. Ele não pensou duas vezes.

Passamos a noite juntos e transamos muito. Eu nunca havia gozado tanto. Pensava que nunca encontraria alguém que me fodesse gostoso como meu padrasto, mas aquele loirinho era demais. Fizemos vaginal, anal e oral. Foi uma delícia. Ele era mais do que imaginava ainda. Depois daquele dia, nem senti mais tanta falta do meu padrasto e continuamos nos encontrando por um tempo. Pena que ele foi embora acompanhando sua empresa. Com ele era mais que sexo: foi o cara mais agradável que fiquei. Acho que se ele tivesse permanecido, hoje estaríamos casados. Às vezes nos falamos pelas redes sociais, fazemos sexo virtual, mas real faz um bom tempo. Quem diria que eu me apegaria tanto a um cara que participou de um abuso coletivo contra mim? Bom, hoje em dia quem continua matando minha vontade é meu padrasto, mas as razões das minhas fantasias e masturbações é meu loirinho. Falando nisso, estou toda molhadinha e vou me masturbar agora. bjos





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