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Meu Diário 7: Fantasia é fantasia


autor: gallega
publicado em: 10/09/17
categoria: aventura
leituras: 658
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Fonte: maior > menor


Bem, como tinha relatado no penúltimo conto o Luiz amigo do Raul queria sair comigo mas sem a presença do Raul e me mandou um email
e como relatei; apesar dele nem ter me perguntado se eu queria, fiquei no aguardo, pois também já tinha mais saudades dele que
do Raul, também relatei que o Luiz era loiro puxando para um alemão, que apesar de nao ser meu tom de pele preferida ele tinha algo
que me chamava a atenção, claro além daquele pau diferente que lembrando aos leitores nao era comprido, mais era grosso e com um linguajar
mais popular uma cabeça que chamava atençao, pois era redonda e grande, nao que eu seja conhecedora mais nunca tinha visto rsrsrsrs.
Mais era maravilhoso e sua pegada, seu jeito bruto na cama me dava vontade de estar com ele e já que ele insistia rsrsrs fiquei
esperando. Entao me mandou outro email falando de como seria o encontro, chegou o dia era uma quinta feira de tarde me pegou no
estacionamento onde trabalho e claro as escondidas e fomos para um motel, com assuntos nao muito relacionado ao que iriamos fazer
chegamos no destino. Perguntei sobre a surpresa que ele tinha pra mim e sobre o presente que já tinha me enviado e me falou que iria
me dizer no momento certo, no quarto perguntei se tinha gostado de ter realizado nossas fantasias e ele sem saber de tudo me
falou; -nossas ou a sua? -Pois soube que era sua a fantasia de ter dois caras ao mesmo tempo, eu neste momento comecei a saber que o
Raul contava as nossas coisas pra ele e pelo visto somente as minhas. Mas o Luiz me perguntou se o Raul tinha alguma fantasia naquele
dia e eu contei, que saiamos, eu e o Raul e sempre me passava pela mulher dele, oque ele queria era ver outro homem me pegando me
passando pela mulher dele. O Luiz deu uma gargalhada e falou -entao a vontade do Raul é ser corno- eu mandei ele parar com aquilo
e ele me disse pra ficar calma, que o Raul era como um irmão pra ele e sempre iria querer o seu bem, então me falou que a gente poderia
repetir e sem ele saber, para ele se sentir o mais corno de todos, eu sorri e perguntei como. O Luiz então me falou vamos chegar lá no
dia eu te abraço assim. Então o Luiz me abraçou por traz beijando meu pescoço e uma das mãos por cima da roupa apertava meus seios,
foi me empurrando até encostar minha barriga em uma mesinha, onde apoiei minhas mãos, continuou oque estava fazendo e a outra mão
botou por traz por baixo da minha saia, passava sua mao na minha buceta e no meu cuzinho e apertava minha bunda. Não demorou pra ele
tirar minha calcinha e enfiar seus dedos na minha buceta um pouco úmida, foi se ajoelhando e outro dedo ele foi
colocando no meu cuzinho e começou a entrar e sair de dentro de mim. Eu fiquei nessa posição então se levantou tirou
sua calça e começou a passar aquele pau já bem duro na minha buceta, eu nesse momento, louca pra receber aquele cacete grosso
na minha buceta, ele nao demorou pra mandar eu abrir um pouco mais as pernas e foi colocando e botou dentro de mim, ele como
era bem mais alto que eu e mesmo com os sapatos altos, ficava na ponta dos pés, pois parecia querer me levantar, empinei o maximo
que deu minha bunda, cotovelos na mesinha e fiquei segurando as socadas fortes na minha buceta. Com sua boca perto do meu ouvido começou a me
falar umas coisas, e me chamar de galega, algumas com tons de ofensa mas vou tentar descrever ele me falando. Gosta de receber pau
assim galega, gosta? eu respondia que sim mas ele queria que eu falace alto, comecei a levantar o tom da vós, responder que
siiimmmm. Sei que você gosta galega, e sabe porque você gosta galega? Eu respondia perguntando porque, mas ele só me
perguntava e nao dizia porque eu gostava. Ele tirou de dentro de mim e se sentou na beirada da cama e disse, -vem ver a surpresa-
e olhei e vi oque era, ele tinha se depilado, todo lisinho e como tudo começou comigo de costas, acho que de proposito, para
eu nao ver, terminou dizendo -sei que gosta assim e pode fazer oque você gosta de fazer- fui até ele, suas maos para traz apoiadas
na cama, sentado, com as pernas abertas e esticadas; fiquei de joelhos levei minhas maos nas suas coxas passando minhas unhas
levemente na sua virilha e comecei por baixo pelas bolas, passava a lingua e as chupava, conseguia colocar somente uma das bolas
na minha boca, fui subindo com a lingua e chegar até aquela cabeça grande e redonda e bem rosada e coloquei
dentro da minha boca e comecei a chupar por inteiro. Ele coloca uma das suas maos na minha cabeça e ficava levantando e empurrando
para baixo acelerando as minhas chupadas, logo me pucha pelo cabelo, tira minha boca do seu pau e volta a me perguntar - gosta de chupar pau galega?
eu respondo que sim, mas ele quer que eu responda mais alto, e bota minha boca no seu pau de novo, volta a tirar e me perguntar,
eu repito algumas vezes mais alto, até me perguntar se eu sabia do porque de eu gostava de chupar, eu disse que gostava
porque me dava tesão. Ele se levanta da cama e manda eu ficar de quatro, na beirada da cama e volta a foder minha buceta, me
segurava pela cintura e me fodia ainda mais forte, estava louca de tesão e sentir que não ia demorar para ter um orgasmo, falava
pra ele não parar que iria gozar, empurrava minha buceta contra o pau dele para sentir ele inteiro dentro de mim, era muito
bom, me virei e ainda de quatro fui com minha boca até o pau dele tinha que sentir meu gosto naquele pau. Ele segurava
minha cabeça e fazia mais do que sua obrigação, socava ele na minha boca, foi impossivel evitar minha saliva nao escorrer
pelo seu pau, que sensação maravilhosa. Ele se deitou na cama e me mandou ir por cima e disse para eu colocar no meu cuzinho. Sem perder
muito tempo pois estava inflamando de tesão, lubrifiquei mais um pouco aquele pau e meu cuzinho com minha saliva, segurei ele
com uma das mãos, agachada fui direcionando e como acontecia sem camisinha, seria mais facil colocar aquele pau grosso dentro
de mim, rebolei, rebolei e fui descendo meu corpo, sobre aquele membro maravilhoso.
Parei, respirei, pois nao sei se todas sentem isso, depois volta tudo ao normal mas a primeira penetrada até o final eu sinto
algo trancando na garganta a respiração parece parar a sensação é que o meu coração para e volta a bater,
uma sensação maravilhosa. Com minhas mãos no seu peito comecei a descer e subir, nao demorou muito para eu pedir pra
ele me foder na posição que eu gosto, de quatro, me sinto dominada; fiquei na posição e ele foi colocando e agora com
mais facilidade. Me fodendo mais rapido me perguntou, se eu gostava e porque gostava de dar meu cuzinho e disse que amava
dar e me dava muito tesão, e ele me falou que era mais do que isso. Que eu gostava de tudo aquilo, porque gostava de ser outra
pessoa quando estava na intimidade, e eu perguntei que tipo de pessoa seria esta. Então ele começou a me responder todas as
suas perguntas, pois ele me perguntava porque eu gostava, então começou a me falar oque eu era pra ele, enquanto me segurava com
umas das maos minha cintura e a outra nos meus cabelos, começou a dizer que eu gostava porque era safada, vagabunda e puta
e que gostava de ser tratada como uma, fiquei quieta, ele segurou mas forte meus cabelos e perguntou se ele estava mentindo,
depois dele falar mais alto, então disse que nao era mentira dele, me pediu pra eu dizer a ele oque eu era. Repeti oque ele me
falou, mas ele queria que eu gritasse tudo aquilo, de um certo modo aquilo parecia me dar mais tesão, nao
queria ser estérica, mas entrei no clima e mandei ele se foder, disse que gostava de ser tudo aquilo, ele deu uma gargalhada
e falou: -então fala oque você é.Respondi, sou vaca, vagabunda, safada, puta e mais algumas coisas que nao lembro e mandei ele me
foder, que a vagabunda queria ser fodida, entao ele se levantou me fez ficar em pé encostada na parede de costa pra ele e
voltou a me foder em pé, ficou botando seu pau no meu cu e na minha buceta até mandar eu ficar de joelhos na frente dele,
pois queria gozar na minha boca, segurando meus cabelos e tirava seu pau da minha boca e perguntava onde eu queria a porra
dele, eu com um certo escandalo dizia que queria na minha boca, -goza na minha boca, goza e ele perguntou porque eu queria e
fiquei em silencio, entao ele segurando meus cabelos e puxando minha cabeça para traz, me deu um tapa no meu rosto, com uma certa
agressividade e me falou que eu gostava porque eu era oque? e Gritei porque sou vagabunda, porque sou puta e voltou a botar na
minha boca e gozou e mandou eu engolir, claro que isso nao seria novidade as vezes até gostava de engolir. Depois de gozar ele se deitou
na cama eu ainda de joelhos fui até ele e dando um sorrisinho ele comentou -essa é minha fantasia e eu perguntei se era gozar
na boca de uma mulher e ele disse: -não é de ter uma vagabunda a minha disposição e dei mais uma chupada naquele pau ainda duro.
Depois fomos embora e me deixou em um ponto de onibus perto da minha casa; duas semanas depois o Raul me manda um email
para ver se eu queria sair de novo com ele e o amigo, certamente o Luiz estava fazendo a cabeça dele, pois queria fazer
na frente dele oque tinha feito naquela tarde comigo no motel. Eu topei e marcamos um dia que poderia-mos dormi lá, tudo certo pro
encontro fomos a um motel em outra cidade e nada aconteceu de imediato como o Luiz queria, pois o Raul tomou a iniciativa e
começou a me beijar e nao demorou pra ele fazer oque mais sabia, que era chupar uma mulher sua lingua entrava em mim onde ele
desejava, foi impossível nao se entregar e o Luiz teve que se empenhar pois o meu suposto ``marido´´ e amigo dele estava inspirado. Fomos
pra cama e tudo que tinha que rolar rolou, pelo menos pra mim, minha curiossidade ou fantasia se repetia em ter dois homens
me dominando. Chupei muito, me foderam como eu gostava, repeti a tão sonhada e desejada dupla penetração que é um tanto
gostoso mais pelo menos pra mim, delicioso é, estar em uma posição que eles desejarem (eu prefiro de quatro) um me fodendo
e o outro me fazer chupar e eles se revesar, isso pra mim e´uma das melhores coisas em estar com dois homens. Bem, depois de
gozarem e nao foi só eles, uma coisa que noto que não pode faltar pra eles é uma boa garrafa de tequila uns limões, sal e água
tonica, acho um pouco forte, mas umas duas ou trez doses entra facil, após fui tomar banho e eles ficaram desfrutando
aquela garrafa, olhava para o Luiz disfarçadamente e notei que ele nao estava satisfeito mas nao tinha acontecido como ele queria.
Voltei fiquei um pouco mais com eles e me deitei na cama e sem perceber adormeci, lá por certas horas da madrugada me acordei
com alguma coisa tocando meu rosto, olhei o Luiz sentado na cama, do meu lado, passando seu pau no meu rosto e falou -oi galega
esta pronta pra gritar para todos ouvir oque você e´? Eu sorri e perguntei oque ele queria, ele segurando aquele pau já muito duro
disse -chupa esse pau sua puta- olhei para o outro lado o Raul dormia, saímos da cama para nao acordá-lo e nos beijamos, até ele
colocar suas mãos no meu ombro e as mais taradas sabe que e´hora de fazer um boquete gostoso, e eu me agaichei e fiz como sempre,
ficando ali até ele me pedir outra coisa, em seguida mandou ficar de quatro olhando pra cama e botou na minha buceta, começou a socar
eu gemia e começou a me perguntar oque eu era, e mandou eu responder aos berros, que me fez começar a rir e tentar responder, até eu
receber um tapa no meu rosto, pra cair na real sei la. Eu gritava oque eu era, mas o Raul não acordava, o Luiz lubrificou e passava
seu pau na minha bunda e colocou no meu rabo e mandou eu gritar, -fode essa puta essa vagabunda- eu já puta sim, mas da cara mas com
um tesão e me entreguei e gritava -fode então, fode essa vadia fodeeee fodeee e o Raul se acordou e parecia nao entender mas sua
(mulher ) estava o surpreendendo com outro macho, o Luiz nao perdeu a chance de dizer oque o Raul queria escutar,-olha sua galega
como fode, ela é uma putona né raul, fala pra ele oque você é, eu olhei pro Raul e falei sou puta, vagabunda, vadia o Luiz perguntou
se ele gostava de ver sua galega nessa posição sendo fodida por outro, eu olhando para o Raul e netei que ele realmente gostava pois
só olhava e se tocava, notei uma certa tesão em ser corno, eu acho, mas estava tudo muito bom e seria melhor se o Raul saise
daquela cama e botasse aquele pau na minha boca, mas nao, ficou lá então mandei ele socar uma punheta pra nós dois. O Luiz fazia seu
papel socava aquele pau na mim me chamando das palavras que tinha me dito sozinho no motel, e eu também fazia o mesmo, olhava para o Raul e depois pedia para o Luiz me foder, como ele gostava de ouvir com escândalo e com palavras do que eu seria, para em seguida
se levantar e me mandar abrir a boca que iria gozar, nao terminei de chupar o Luiz e o Raul se levanta e vai ao banheiro, nao entendia esse
cara, ou entendia, pois poderia descarregar seu tesão em mim, lembram ele já tinha feito uma vez com nos três juntos, a mesma coisa, mais
depois entendi que o tesão dele além de chupar muito bem uma buceta, era se passar por um corno, mas também por outro lado era gostoso
ter alguem olhando nessa hora. Por fim nao dava mais para descansar, já amanhecia, nos arrumamos pra ir embora, dois dias depois o luiz
me manda um email que dizia o seguinte: Bom dia galega quero sair com você na quinta feira no mesmo local e horario, também o seguinte
nao vou te enviar nenhum presente, esse é o papel do seu suposto marido Raul, eu vou te dar outro tipo de presente, até la. Eu até que
pensei em dizer que nao iria, mas depois fui, mas disse que tinha uma condição nao iria ficar gritando, que era isso ou aquilo, repeti as
saidinhas com ele por um mes e meio e foi muito bom, teve umas duas semanas que saia na terça com o Raul, quarta meu namorado e quinta
o Luiz, fora o final de semana que meu namorado era presente, nossa era muito bom, mas chegou o final de ano e tudo parou pois eles tinhão
as familias e deram um tempo, só fiquei com o gostoso do meu namorado. Até o próximo ano que começou depois do carnaval de 2014...



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