"Os mais excitantes contos eróticos"


Casal de Colatina (Ele queria


autor: publicitario45
publicado em: 16/09/15
categoria: hetero
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Conheci um casal no Tinder e duas coisas me chamaram atenção. A primeira foi a cidade deles, Colatina, cidade que eu vou a trabalho toda quinzena. A segunda foi o nome que eles usaram para se identificar, Casal Sedento. O apelido acendeu a luz amarela e eu comecei a trocar ideia com eles. Casal gente boa, ele fazendeiro e ela empresária, dona de uma fábrica de jeans naquela cidade. Aliás, o que não falta lá é fábrica de roupas.

Por questão de segurança e respeito ao casal, vou trocar os nomes, mas não vou poupar vocês dos detalhes. Combinado.

Valéria e Luiz formam um casal maduro, já conquistaram tudo na vida, trabalham muito e adoram viajar pelo mundo atrás de cultura, bons vinhos e claro, sexo. Valeria tem 46 anos, é morena, cabelo impecável, olhos castanhos claros, cabelos escuros com mechas avermelhadas, um belo corpo apesar de não ser muito fã de academias. Tem 1,75 de altura e quando chega nos locais chama atenção pela forma como se veste, sensual sem ser vulgar.

Luiz tem 50 anos. É um metrossexual. Se cuida o tempo todo, retoca os fios brancos, malha, adora roupas da moda, sempre perfumado e vive bem a vida num estilo garotão.

Ambos são a simpatia em pessoa. A nossa história começa no Tinder, uma rede social que te mostra as pessoas através do GPS do seu celular. Começamos a conversar uma vez ao dia com simples bom dia e boa noite, depois a frequência aumentou, passamos pro Skype e lá Luiz me disse que eles tinham um relacionamento aberto, que ambos podiam sair com quem quisesse mas que naquele momento eles queria realizar uma fantasia, excitante mas perigosa. O desejo da dupla era fazer com que Valéria se passasse por garotinha de programa, mas não uma puta de luxo e sim uma de beira de estrada, bem vagabunda e baratinha.

Quando Luiz me disse isso com a Webcam ligada, meu pau tremeu. Valéria estava do lado dele vestida com uma top e uma sainha estilo colegial e os dois atendendo a um pedido meu, transaram na minha frente. Eu do lado de cá do computador, me acabei numa punheta fantástica.

Continuamos nossas conversas diárias e marcamos um jantar em Vitória. Ficou combinado que nada rolaria naquela noite, pois o jantar era apenas para eles ganharem confiança e eu também. Jantamos num restaurante que eu gosto muito e a química foi perfeita. O tempo todo Valéria fazia perguntas de duplo sentido e a cada resposta uma piscadinha com aquela cara mais porca do mundo. Nos despedimos e combinamos de manter o contato durante a semana, pois a farra seria na próxima sexta-feira.

Na quarta a noite, Luiz me mandou um e-mail dizendo que na sexta-feira eles estariam em Linhares, cidade próxima à Colatina. Eu deveria ir pra lá e seguir o mapa que ele havia me mandado. Inicialmente o mapa me confundiu, pois levava a um posto de gasolina um pouco distante, sem muita coisa por perto, mas para evitar perguntas desnecessária, fiquei quieto.

Na sexta me mandei para Linhares após o almoço, cheguei cedo, me hospedei num hotel e fui me preparar para a grande festa. Tomei um longo banho, depilei meu pau (Valéria já tinha dado a dica), passei um óleo especial pelo corpo inclusive na minha rola, separei minha roupa e aguardei o sinal.

Quando deu 23h, meu celular vibrou. Era a senha que eu já poderia ir. Eu tinha que ir até o posto de gasolina, estacionar o carro e entrar no bar que tem lá. Este bar, é um dos locais que os caminhoneiros usam para encher a cara de cachaça quando vão dormir no hotel, de sexta categoria que fica em cima do bar anexo ao posto.

Estacionei o carro, o local era escuro mas dava para ouvir vozes vindo de dentro do bar. Entrei, pedi uma dose de vodka e sentei no canto mais afastado do bar.

Lá dentro tinha um cara atrás do balcão, dois caminhoneiros acompanhados por duas mulheres com cara de puta, perfume de péssima qualidade e falando sempre alto. no aparelho de som, rolava música sertaneja para meu desespero.
Passados trinta minutos eu já comecei a achar que tinha embarcado numa furada até que a uma mulher entrou na porta do boteco. Era Valeria, de calça de couro ultra colada no corpo, salto altíssimo, um top preto, olhos escurecidos com uma maquiagem forte e pesada e um batom vermelho no melhor estilo puta a vida toda.

Os caminhoneiros claro ficaram extasiados. Na maior cara de pau um deles se levantou e foi até ela e lhe deu um tapa na bunda dura e grande perguntando se ela estava perdida.

Ela disse que não, más que queria uma dose de conhaque. O garçom serviu, disse que era cortesia da casa. Valéria pediu um cigarro (Odeio cigarros), acendeu e caminhou em minha direção como se fosse uma vagabunda. Perguntou se podia sentar junto a mim e bebeu de uma vez só aquela dose de conhaque quente.

Pediu mais uma dose e em voz alta disse que esta seria por minha conta. O garçom apenas obedeceu e trouxe a dose. Valeria me surpreendeu com outro gole fatal e perguntou se eu não queria tira-la para dançar. Um dos caminhoneiros gritou que dançaria com ela a noite toda.

No meu daquele clima excitante e perigoso começamos a dançar aquela música horrível que estava tocando. ao encostar o corpo dela junto ao meu, percebi que Valéria também usava um perfume forte, de péssima qualidade. Estava sem sutiã e sem calcinha. Meu pau enrijeceu na hora e ela sussurrou no meu ouvido:

Ela: eu quero ser sua puta a noite inteira.

Eu: você está a puta mais linda da cidade.

Ela: tô pensando em chamar os caminhoneiros pra nossa festa, o que você acha?

Eu: não. Quero exclusividade.

Falei e beijei. Sem pedir e sem pensar, apenas me atraquei naquela boca suculenta e gulosa. Ficamos dançando por mais duas músicas e ela disse que queria ir para um quarto, mas tinha que ser naquele hotel vagabundo. Pedi a chave pro garçom e ele disse que era R$ 120,00 adiantado.

Saímos e na entrada do prédio Luiz apareceu. Ele disse que ela era a puta e ele o cafetão. Entendi a mensagem e subimos. Entramos num quarto pequeno, sem ar condicionado, sem cortina, apenas com uma cama de casal, dois travesseiros, um ventilador de teto e um frigobar vazio.

Se a fantasia deles era Valeria se fazendo de puta, resolvi entrar a brincadeira e fazer a coisa do meu jeito. De cara dei um sonoro tapa na bunda da Valeria que gritou. Olhei pro Luiz e falei para ele ficar quieto e ver como é que se trata uma puta.
Puxei-a pelos cabelos e a beijei de novo. Aquele perfume ruim já estava tomando conta do ambiente e Valéria entrou na brincadeira. Mandei que ela se ajoelhasse e caísse de boca no meu pau.

Eu: puta obedece. Puta não ganha beijinhos de preliminares.

Ela obedeceu e caiu de boca na pica e para meu delírio a mulher sabia e gostava de chupar uma rola. Babou o meu pau todo, depois limpou na mesma levada, chupava, mordia, apertava com a boca e com as mãos minha pica enquanto eu ia me livrando das roupas.

Na cadeira desconfortável, Luzi apenas alisava o cacete e assistia a tudo. Resolvi baixar ainda mais o nível e bater com meu pau na cara da esposa do nosso amigo, o som da pica batendo na cara dela era altamente excitante e ele aumentou o ritmo da sua punheta. Eu enfiava a pica na boca dela, tirava e esfregava na cara dela, puxei pelos cabelos e mandei ela cheirar debaixo do meu saco e ela apenas obedecendo.

Levantei aquela cavala e rasquei o top deixando os seis à mostra. Luiz assustou mas diante da cara de vagabunda da mulher relaxou. Ela resolveu retribuir e me rasgou uma caminha e me deu um leve tapa na cara. Virei a de costas e ela se apoiou na janela aberta, abri o zíper da sua calça, tirei deixando ela apenas de salto. Na rua, os caminhoneiros assistiam a tudo. Lá debaixo eles viam a cara da vadia e seus seios enquanto eu ajoelhado chupava seu cuzinho alternando com a boceta raspada. Os caminhoneiros deliravam com seus gemidos e suas palavras de baixo calão.

Me levantei e dei mais uns tapas naquela bunda deliciosa e ele pedia mais. Seu auto intitulava a puta da rodovia e queria mais pica. Luiz se assustou com a possibilidade dos caminhoneiros subirem e pediu que saíssemos da janela.

Sentei-me da cama e pedi que Valeria viesse engatinhando até chegar no meu saco. Mais uma vez ela cheirou, lambeu e sugou minha pica para logo em seguida sentar e iniciar uma deliciosa cavalgada.

A puta casada sabe cavalgar. Subia, descia, rebolava e segurava seus seios. Vira e mexe ela descia o corpo e me beijava e dizia coisas loucas:

Ela: e ai corno, tá gostando? Quer ver sua esposa dando a noite toda quer?

Eu: cala boca e rebola putinha...

Valeria se levantou e segurou nos joelhos do marido e mandou um “Vem, me come por trás”.

Me aproximei, dei uma chupada no cuzinho, meti um dedo, depois dois e três. Coloquei a cabeça e forcei a entrada. Para cada gemido um tapa na bunda que já dava sinais de vermelhidão. Valeria surpreendia o marido pedindo para apanha mais e mais.

Luiz tentou toca-la em vão e ela mandou que eu ficasse quieto, apenas assistisse o macho dela metendo no cuzinho. O pau deslizava e Valeria gemia cada vez mais alto a cada orgasmo. Acelerei o ritmo e gozei dentro do rabo dela. Enchi o cuzinho de porra quente mas ainda queríamos mais.

Luiz sugeriu que saíssemos daquele hotel pois alguns caminhoneiros estavam mais alterados e queria subir. Então optamos em ir para o hotel que eu estava hospedado. Luiz foi no carro dele e eu e Valeria no meu. No trajeto, botei meu pau pra fora e ela foi me pagando um delicioso boquete que me levou ao segundo gozo.

Chegando no hotel, eles se hospedaram no quarto ao lado e passamos a noite farreando.

Mas isso eu conto depois.

Beijos especial para DoceMel. Obrigado pelos seus elogios via Inbox.




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