"Os mais excitantes contos eróticos"


Casal Colatina (Agora no hotel


autor: publicitario45
publicado em: 18/09/15
categoria: hetero
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Pessoas,
A minha caixa de mensagens do site está lotada de pessoas querendo saber um pouco mais de mim. Meninas excitadas e rapazes se identificando com os meus contos. Sou apenas um publicitário de 45 anos, muito bem vividos diga-se de passagem, moreno, 1,74 de altura. Sou um ser normal que adora sexo e aproveito as oportunidades. Meus contos são retratos de coisas que vivi durante anos. Obrigado pelo carinho de todos vocês e quem quiser mais contato é só chamar no inbox que eu mando o Whatsapp. Vamos a mais uma aventura?


Casal Colatina (Agora no hotel)
Após a nossa loucura no posto de gasolina, onde Valéria se vestiu de puta e me deu de todas as formas na frente do marido, fomos para o hotel atrás de um bom banho. A ideia era continuar a brincadeira pelo resto da noite. Valéria e Luiz são casados e liberais e realizaram a fantasia deles comigo, que era fazer com que a esposa se passasse por puta de beira de estrada. Foi tudo perfeito, apesar o risco que corremos, mas a gente queria mais.

Chegando no hotel subimos para o meu quarto e fomo pedir bebida e comida. Valéria estava faminta, mas desta vez ela queria repor as energias. Daí que fomos surpreendidos com a informação de que a cozinha já havia fechado. Luiz, gentilmente se ofereceu para buscar mais comida, mas tinha uma condição. Eu e Valéria não poderíamos transar sem a presença dele, apenas uns sarros e boquetes estava liberado. O cara não queria perder um detalhe.

Então, ele se vestiu, pegou sua carteira e saiu atrás de comida enquanto eu e Valéria fomos pro chuveiro tirar o cheiro daquele hotel de quinta categoria. Nem bem entramos no box e Valéria já me atacou. Mulher decidida tem dessas coisas, parte pra cima. Nossos corpos molhados se esfregavam e a gente não parava de se beijar. Assim que meu pau encostou na entradinha da sua boceta ela gemeu e cravou as unhas nas minhas costas mas se afastou em seguida – não podemos, prometemos apenas sarros e lambidas – já se abaixando e caindo de boca na minha pica.

Valéria é mestre em boquete, sabe fazer a coisa e não demorei para encher a boca de porra. Segurei sua cabeça e enfie o máximo dentro da sua boca e gozei deliciosamente. Valéria se levantou passando a língua pelo canto da boca e veio me beijar novamente, desta vez com o gosto do meu gozo na boca.

- vou te dar banho.

Ela sorriu e eu derramei shampoo liquido nas minhas mãos e comecei a esfregar pelo seu corpo. Ensaboei seu pescoço, sua nuca, desci pelos seios, passei nas suas costas, lavei a sua bundinha que ainda estava um pouco melada de porra, massageei seu clitóris e Valéria se apoiou na parede para segurar o corpo enquanto eu a masturbava.

Valéria se remexia na minha mão misturando seu mel com a espuma. Pediu para penetra-la com dois dedos e foi prontamente atendida. A agua quente embaçou o vidro do box e mal percebemos a presença do Luiz que nos assistia encostado na pia. Assim que Valeria anunciou que ia gozar acelerei os movimentos com os dedos e apenas senti sua boceta mordendo meus dedos.

Valéria saiu do box primeiro que eu. Resolvi prolongar meu banho naquela agua quente. O casal foi para a sala e eu dei um tempo lá. Luiz havia comprado pizza e o cheiro tomava conta do apartamento. Me enxuguei, coloquei o roupão do hotel e me juntei a eles na sala. A fome já estava nos devorando.

Comemos pizza, tomamos uma garrafa de vinho e resolvemos conversar, pois até aquele momento a gente só tinha trepado. O casal e contou como se conheceram, sobre as fantasias deles e o clima começou a esquentar. Os dois começaram a se beijar calorosamente e eu resolvi colocar em dia meu lado vouyer. Encostei no sofá e me coloquei a assistir aquela pegação toda.

Valéria que também estava enrolada na toalha a esta altura já tinha seu corpo desnudo. Luiz estava teso e não demorou para cair de boca nos seios da esposa que apenas deitava o pescoço e alisava seus cabelos com uma das mãos, enquanto a outra buscava seu pau. Os gemidos ecoavam no apartamento e eu, apenas alisando meu pau que estava dando mais uma vez sinal de vida.

Valéria se ajoelhou na frente do marido e tirou a sua roupa. Primeiro a camisa, os sapatos e meia, em seguida a calça e a cueca. O pau de Luiz era grosso, exageradamente grosso mas com um tamanho normal. Valéria abocanhou aquela cabeça avermelhada e começou a chupa-lo com sofreguidão. O cara gemia, empurrava a sua cabeça na tentativa e entrar inteiro na boca da esposa sem sucesso. Era muita rola para pouca boca. De quatro no chão Valeria se abriu e eu pude ver aquela boceta pingando e o cuzinho piscando como se estivesse me convidando.

Peguei minha taça e derramei um pouco de vinho que escorreu entre suas pregas. Foi o sinal para Liz cair de boca na xana da esposa. Lambeu o grelinho, enfiou os dedos, mordeu os grandes lábios, chupou e bebeu o gozo da esposa que estava deitada no sofá com as pernas bem abertas.

Luiz se posicionou, encaixou aquela cabeça do tamanho de um morango na porta da boceta e e a invadiu se uma só vez. Entrou e começou a estocar com violência. O corpo de Valéria se estremecia a cada estocada mais forte. Luiz parecia querer marcar o território como um animal selvagem. Metia, batia na bunda da esposa, chamava de puta, vadia e cachorra. Valéria gozou na tora do marido mais uma vez e pediu para mamar a minha rola. O marido fez sinal com as mãos pedindo que eu ficasse do lado dela. Valeria caiu matando, chupava e perguntava se o marido estava gostando, ele apenas sussurrava que sim e continuava sua invasão naquela xana deliciosa. Luiz acelerou o ritmo, envergou a coluna e gozou forte dentro da esposa enquanto soltava um urro de prazer. Enquanto isso Valéria apenas me chupava deliciosamente – vem, mete aqui você também – chamou-me a comer aquela boceta ensopada de porra.

Coloquei ela de quatro no sofá apoiando apenas no encosto. Pincelei meu pau e assim que ele entrou parte da porra de Luiz escorregou e caiu no chão. Era uma quantidade absurda de porra, parecia um cavalo. Meu pau entrou fácil pois a boceta estava ensopada e tinha acabado de ser destruída por uma pica muito mais grossa que a minha. Começamos a nos movimentar em sintonia. Valeria estava exausta mas era gulosa e queria mais – mete no meu cuzinho, mete – pediu com uma voz de menina manhosa. Dei uma lambida naquele rabinho lindo e forcei a entrada. Valeria refugou e se posicionou com a bunda mais empinada. A cabeça entrou, continuei a entrar naquele cuzinho apertado e fui aumentando o ritmo. Valéria pedia mais força e fomos juntos até meu gozo chegar inundando seu cuzinho.
Depois desta trepada, como todo mundo exausto e satisfeito, conversamos mais um pouco e dormimos os três na mesma cama do hotel. Pela manhã, Valéria era o recheio de um sanduiche perfeito. Fui acordado com um delicioso beijo na boca e um sorriso lindo me dando bom dia.

Tomamos um banho, descemos, tomamos café e cada um seguiu seu caminho. Eu Luiz e Valéria continuamos a nos falar e já vivemos outras fantasias que eu faço questão de contar em outra oportunidade.

Beijos e um excelente fim de semana a todos. Se transarem, me contem.



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