"Os mais excitantes contos eróticos"

 

102- Fudendo com o enteado


autor: Bernardo
publicado em: 02/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Kate é loira e seu principal atributo é um rabo delicioso. É casada há 10 anos com um homem 20 anos mais velho, o Stefan, um empresário bem sucedido. Ele tem um filho do primeiro casamento chamado Antonio (que ela chama carinhosamente de meu bebê e ele a chama de mamãezinha) que tem 16 anos e mora com a mãe em outra cidade, mas nas férias passa algum tempo com o pai. É um menino ótimo, bonito, que gosta de esportes, de conversar, em suma ótima companhia.


No começo do relacionamento o sexo entre Stefan e Kate era fantástico. Trepavam todo dia, faziam de tudo e gozavam aos montes. Noites, madrugadas, manhãs e tardes épicas. Nos últimos 5 anos o sexo foi esfriando. Foi ficando menos frequente, menos intenso, menos gostoso. Cada dia menos. Da sua parte, o tesão, a vontade, a necessidade não diminuiu. Mas da parte dele, a coisa foi esfriando até chegar na situação atual de total desconforto. Ela tentou conversar, propor que ele fizesse exames, tomasse viagra. Tentou de tudo, sem sucesso. Agora as trepadas são semanais, rápidas e ela raramente goza gostoso. Às vezes, bate um desespero e ela se descabela toda e berra com ele que quer mais, que quer pica, que quer gozar!


Apesar de tudo ela ama seu marido. Ele é um homem bom, gentil, cavalheiro e um grande amigo, mas…não a esta satisfazendo mais na cama. Ela já pensou até em arrumar um amante, mas tem respeito pelo seu marido e sabe que se ele descobrisse, iria morrer de infarto. Por isso, vem tentando resolver o problema lendo contos eróticos, usando brinquedos, os dedos… Mas a frustração é imensa! Até que acabou se enrolando com o seu enteado…


Numa das vezes que a trepada não deu certo, ela não reparou que a porta não estava totalmente fechada. No auge do desespero por não ter gozado, ela berrou que queria gozar, que queria um caralho duro, e apertava o pau do Stefan e dizia endurece poooooorrraaaa! Chupava e nada. De repente, ela ouviu um rangido de porta, olhou e viu uma sombra se afastar: Antonio estava ouvindo atrás da porta! Entretanto, ao invés de se preocupar, aquilo estranhamente a excitou. Exagerou mais ainda na sua atitude para que o Antonio ouvisse tudo. E com detalhes.


Ela estava excitadíssima com a possibilidade de que o Antonio a espreitasse que a desejasse e sentiu a xoxota molhada. No banho tocou uma siririca deliciosa. No auge do seu tesão (e da sua inconsequência…) resolveu provocar o rapaz para ver até onde a coisa ia. Saiu do banho e no quarto colocou um shortinho de lycra rosa, com uma calcinha fio-dental por baixo. Colocou uma camisa de pano amarrada na cintura, frouxa e sem sutiã e ao sair, encontrou Antonio na sala e chamou-o para conversar na cozinha enquanto preparava a janta. Quando ele bateu os olhos nela, eles brilharam de desejo. Ele a olhava de cima para baixo, babando. Na cozinha, Kate podia sentir os olhos dele cravados na sua bunda. Numa das vezes que ela se virou, deu de cara com ele apertando do pau duríssimo.


Neste dia, a provocação terminou ali, mas pouco a pouco foi provocando mais. Seus shorts cada vez mais arrochados, minissaias curtas e transparentes. Calcinhas micros e sutiã aposentado. Quando o maridão não estava em casa, iam para piscina e seus biquínis eram cada vez mais micros. Até que viraram fios dentais e os peitos saltando para fora da cortininha. Antonio estava sempre alucinado, de pau-duro e seu quarto cheirava a porra. Mas, por mais que ele a desejasse, não iria dar o primeiro passo. E o que tinha começado como apenas uma brincadeira para ela, tinha se tornado uma obsessão. Ela sonhava com ele, se masturbava pensando nele, quando ele não estava em casa, cheirava suas cuecas sujas e esfregava na xoxota. Era uma loucura, mas ela desejava o Antonio intensamente.


A oportunidade surgiu quando seu marido viajou a negócios por uma semana e assim que ele viajou, ela chamou seu enteado para a piscina. Colocou um fio dental que desaparecia no seu reguinho. Levou uma sunga do marido para ele e falou que era para ele usar ao invés de bermudão. Quando ele chegou na piscina, o caralho estufava a sunga e ela, sentiu a buceta encharcar. Na piscina começaram uma brincadeira de jogar águas um no noutro. Isto em breve, virou uma brincadeira adolescente de um agarrar o outro. Antonio, muito mais forte do que ela, a dominou rapidamente por trás e ao abraçá-la, sentiu a pica dura encaixar na bunda dela que forçou o rabo para trás e ele forçou mais e ali entre brincadeiras e pega-pega ela perguntou sobre namoradas, relacionamentos, mulheres e experiências.


Muito constrangido pelas perguntas, ele se esquivava pois tinha apenas 16 anos. Mas a pica não abaixava. Ela foi direto na lata e perguntou se ele era virgem. Ele abaixou a cabeça e apenas balançou confirmando que sim. E meio que gaguejando foi dizendo que era muito tímido, que tinha sido criado pela mãe e que não sabia o que fazer ou como se relacionar com meninas. Ela já louca de tesão (a pica dele não abaixava, apesar da vergonha) perguntou se pelo menos tinha pegado, beijado muitas meninas. Ele disse que poucas e parecia que ia se encolhendo, então ela foi chegando perto e perguntou, quantas, ele disse três. Cada vez mais perto, falou, como isto é possível? E colocou uma mão por trás dele, puxou o rosto para perto dela e tacou-lhe um tremendo beijo.


Quando terminou perguntou, gostou? Ele já mais animado, disse, muito! E ela falou que ele precisava aprender muito mais, mas teriam a semana toda para praticar. E continuaram a se beijar sem parar. O resto do dia, aonde ela ia, Antonio ia atrás e queria beijá-la. Ela também queria muito, mas queria mais do que beijos, queria mais… Mas não podia, não queria ir muito rápido, queria saborear devagar. Tomou um banho, colocou um baby doll rendado preto bem curtinho, tocou uma siririca deliciosa e dormiu um sono fantástico.


Na manhã seguinte, acordou antes do Antonio e foi para a cozinha preparar o café. Não demorou e ele chegou, e a abraçou por trás, beijou seu pescoço, a enlaçou pela cintura e encaixou a piroca já dura como ferro no seu rabinho e se esfregou gostoso, subindo as mãos e pegando nos peitos dela, fazendo-a se arrepiar toda. Ela deixou só um pouquinho e depois tirou as mãos dele, dizendo que não podia. Ele fez beicinho, mas não insistiu (ainda…). A virou de frente e beijou-a, apertando a bunda dela. E de novo segurou seus peitos. Desta vez ela deixou, enlouquecida. Ele abriu o baby doll e mamou neles, maravilhoooooso! O caralho super duro roçava no seu grelo, levando-a à loucura. Pegou na mão dela e colocou-o no caralho. Ela apertou e o sentiu, quente, duro, delicioso. Mas logo soltou e se afastou dizendo:


– Meu bebê, não podemos fazer isso, não é certo. Seu pai é um ótimo homem, não merece isso.


– Eu sei disso, mas você está me enlouquecendo de tesão! E eu ouvi você aos berros dizendo que você queria uma pica, queria gozar, queria um caralho duro! Mamaezinha, é isto que eu quero te dar, um caralho duro, fazer você gozar! - E apertou o caralho estufado no short.


Ela sabia que ele estava certo. Ainda por cima ela o tinha seduzido, mas faltava um último clic para se entregar ao Antonio. Tirou a calcinha – branca, rendada – e entregou-a para o seu bebê. Ele a olhava totalmente surpreso, e ao mesmo tempo não conseguia desviar o olhar da bucetinha dela e a escutou falar:


– Meu bebê, vou trabalhar, mas deixo este presentinho para você se divertir. Faça bom proveito, mas vou querer de volta…


E não falou mais nada, deixou-o na cozinha e saiu, mas o seu dia foi totalmente improdutivo, não conseguia pensar em mais nada a não ser no Antonio. A sua buceta estava encharcada chegando a pingar molhando as coxas e não teve jeito, teve que tomar um banho de banheira, passou creme no corpo, escolheu um perfume matador. Vestiu um baby doll de oncinha, com a calcinha enfiada no rabo fazendo par. Claro, e um salto alto fundamental. Desta noite não passava, ele ia devorar o seu bebê!


Pouco depois o Antonio chegou, e a viu gostosa para caralho (modéstia…) e lhe deu um beijo de tirar o fôlego. E falou:


– Que gata tesuda, você é a mãezinha mais gostosa do mundo!


– E você, aproveitou o meu presente bebê, cadê ele? Vai buscar.


Antonio ficou um pouquinho vermelho, mas foi lá dentro e voltou com a calcinha na mão. Ela estava ensopada de porra. Pingando. Ele a entregou com uma cara de safado e ao pegá-la, ela cheirou e olhando para ele, esfregou a calcinha cheia de porra na buceta e falou:


– Tira o caralho para fora, me dá ele aqui que eu quero beber este leitinho fresco!


O que ela viu, foi muito melhor do que esperava, aquele caralho no seu parquinho ia ser de muita diversão! O caralho dele era grande, grosso, cabeçudo, cheio de veias pulsando. Ela colocou-o na boca e mamou, lambeu, punhetou, engoliu as bolas, lambeu debaixo do saco, engoliu novamente. Seu bebê gemia, e com as duas mãos na cabeça dela ia seguindo a mamada. Mas ela estava no comando, quando o bebê acelerava o movimento para gozar logo, ela diminuía o ritmo, se ele se acalmava, ela acelerava. Seu bebê iria gozar muito com ela, mas a mamaezinha mandava. Quando achou que já tinha judiado muito dele, ela deixou o gozo vir. E veio, muita porra, escorrendo pela boca, pingando nos peitos. Ela se esfregou na rola, o rosto inteiramente gozado, o peito e o baby doll ensopados.


– Maezinha, você me matou de gozar! Quero comer sua buceta!


Ela puxou-o e tascou um chupão, ele correspondeu beijando a boca dela cheia de porra e ela o fez mamar o resto que estava nos peitos. Mandou-o esperar e foi no quarto, pegou um consolo grosso, um pote de creme facial e voltou. Ela queria não ter mais limites, ser puta completa, correr atrás do tempo perdido. Entregou o consolo para o bebê e falou:


– Calma bebê, você vai comer minha buceta, mas antes quero que você rasgue meu cu com essa rola deliciosa.


Os olhos dele brilharam, só nos sonhos (e nas punhetas…) ele podia imaginar isto acontecendo. Ela se sentou no sofá, abriu as pernas e falou para ele enfiar o consolo na buceta. Ele pincelou na entrada e foi enfiando devagar, tirando e botando, até entrar tudo. Ele lambuzou o pau de creme, e na entrada do cu dela, enfiou dois dedos, laceou um pouco e mandou-a se virar e abriu o rabo. Botou a cabeça na porta e foi empurrando, o cogumelo era grande e o cu estava sem uso há muito tempo. Ela pedi para ele ir devagar, ele ia e voltava, doía muito, mas ela queria ele todo no seu cu. Passou a cabeça, uma deliiiicia, ele foi empurrando a pica, rasgando-a, e ela berrava dizendo que estava doendo, mas pedia:


– Soca seu puto! Soca forte! Me rasga o cu! Abusa da sua maezinha puta! Bate na minha bunda até ela ficar roxa, me segura pelos cabelos feito uma égua!


Ela estava enlouquecida, no paraíso, com o consolo na buceta e o machinho fudendo seu cu. Em poucos minutos o primeiro gozo veio forte pra cacete, e ela tremia e quase desmaiou. Seu bebê se assustou um pouco.


– Parou por quê? Mete, soca, rasga! Me fode como macho, fode meu cu que o corno do seu paizinho não dá mais conta! Eu quero gozar mais, quero que você me mate de gozar!


Depois de mais não sei quantos gozos, suada, usada, gasta, mas no paraíso, seu bebê despejou seu leitinho todo no seu cu, aos berros, batendo na bunda, xingando-a de vadia, piranha, puta…


A pica foi saindo, a porra escorrendo, e ela pegou o que pode, bebeu, se lambuzou.


– Meu bebê, eu preciso de um banho, você me lava todinha?


Seu machinho a pegou no colo, e a levou para o banheiro, tirou seu baby doll, e a lavou todinha, massageou seus cabelos, beijou-a. Ela não sabia se estava acordada ou sonhava… Ele dedilhou bem lentamente o grelinho dela enquanto a beijava, colocava a língua na orelha enlouquecendo-a, chupava os peitinhos, e ela sentiu que ia gozar de novo. Ele a segurou e o gozo veio diferente, devagar, lento. Em meio aos beijos, seu bebê ia amparando-a… Antonio a enxugou, a pegou no colo e a levou para a cama, abriu suas pernas e a chupou gostoso. Ela confessa que não tinha quase mais forças de tanto gozar, mas não podia negar a bucetinha ao seu bebê… Ele chupou mais um pouco e pediu:


– Maezinha, quero fuder sua buceta!


– Vem meu bebê, mas vem devagar que a mamaezinha está arrasada, você acabou com ela…


Seu bebê pincelou a pica na portinha do buceta e meteu, entrando fácil, deslizando, preenchendo-a, fazendo-o vibrar! Colocou-a no colo, segurou sua bunda, meteu e tirou gentilmente, beijou sua boca, mordeu seus mamilos. A buceta estava preenchida com uma pica poderosa, mas mesmo sem forças, ela sentiu que o gozo vinha e falou no ouvido do seu bebê:


– Mete gostoso, vamos gozar juntos, me beija!


E o gozo veio, a pica inchando dentro da buceta, e ela gemia, chorava, pedia para ele não parar. Seu bebê arfava, anunciou seu gozo e o dela veio junto, longo, delicioso, intenso, o melhor que ela já teve na vida! Seu bebê era tudo o que ela sonhou!

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