"Os mais excitantes contos eróticos"

 

103 - Masturbaçao pelo telefone


autor: Bernardo
publicado em: 05/10/17
categoria: hetero
leituras: 1315
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Fonte: maior > menor


Rebeca tem 18 anos, é mignonzinha, como sempre a chamam. Tem bastante peito, o resto é bem certinho, e proporcional. Morena, carinha de anjinho e toda delicada, e... virgem. Ela ainda não teve a oportunidade por saber que não quer que isso aconteça com qualquer pessoa. Aliás, ela é a garota exemplo de todos na família e do grupo de jovens da igreja da qual participa.

Apesar disso, as escondidas, era meio safadinha, mas não tinha desabrochado ainda, por inocência e medo. Foi criada em família mega tradicional e conservadora. Então desde novinha aprendeu a se masturbar e a se satisfazer sem "perder" a tal virgindade. E foi assim por bastante tempo até se envolver com um rapaz, mais velho, chamado Lucas.

Lucas era professor e um perfeito garanhão. Já comeu muitas aluninhas nessa vida que nem se pode contar. E não é exagero. Ele é bem desejado por onde passa, tem dinheiro, e isso atrai muitas "meninas". E ele como bom safado, não deixa escapar uma. Ele estava ficando com uma das suas “aluninhas” fazia um ano quando terminou e se envolveu com Rebeca. Eles se conheceram através de um contato que ele deixou em um dos contos eróticos que ela leu. Ele morava em Recife e ela em São Paulo. A amizade entre eles, cresceu quando ela entrou em contato e comentou um dos contos que ele havia publicado. Ela lhe disse que ficou muito molhadinha e acabou se masturbando se imaginando estar no lugar da garota protagonista do conto e assim a amizades entre eles foi crescendo sempre mais. Todas as vezes que ele escrevia um novo conto era para ela que ele enviava por primeiro. A relação entre eles era pela internet e ela acabou se apaixonando pelo tal professor. Eles se davam bem e se encontravam na internet para fazer bem um ao outro e isso sempre bastou. Só rir um com o outro era suficiente. Sempre sonharam em se encontrar, claro, em ficar horas juntos e transar a noite toda de preferência em uma praia deserta tendo a lua como testemunha.

A medida que a confiança aumentava e a intimidade também, as coisas ficaram mais quentes e passaram a "transar" por mensagens, por áudios e a trocar imagens de seus corpos nus. Era só estarem sozinhos que começavam a pegar fogo. E foi ele que a ensinou muito sobre seu corpo para ela mesmo sem a tocar. E foi ele também que a fez quebrar o tabu de se masturbar decentemente, sem culpa e sem medo.

Sempre que estavam trocando mensagens acabavam se masturbando juntos depois dele falar coisas bem safadinhas para ela. Ele perguntava sobre o que ela sabia, o que desejava fazer, e ela narrava como queria ser chupada e chupar o pau dele, com as experiências que tinha adquirido vendo vídeos e lendo os contos eróticos. Ele ficava louco com aquilo e perdia a cabeça totalmente e dizia:

- Eu preciso sentir sua boquinha pequena, deve ser a coisa mais gostosa do mundo -aquilo lhe dava uma segurança enorme e ela ia se soltando.

- Vou pegar seu pauzão, enfiar na minha boquinha, mas não vai caber tudo amor, ele é muito grande. E vou chupar bem gostoso, enfiando o máximo que conseguir, descer lentamente e fazer um vai e vem bem gostoso.

- Na minha velocidade? - ele perguntava safado.

- Na velocidade que você quiser.

- Posso puxar seu cabelo?

- Eu morro de tesão com puxão de cabelo.

- Então vou puxar, não sou carinhoso não hein?

- Posso chupar suas bolas?

- Você está me deixando louquinho com essas coisas e vou ser obrigado a ir para aí só para sentir essa sua boquinha. - ele se masturbava lentamente e ela conseguia ouvir sua respiração.

- Você está se tocando amor?

- Sim, querida.

- Então se toca para mim. Para mim, vai... Quero ouvir você gozar.

- E você esta se tocando?

-Sim meu amor.

- Então conta para mim, como você faz quando se masturba – ela perguntava.

- Eu passo o dedinho bem devagar, no clitóris – ela dizia- subindo e descendo, bem devagarzinho. De olhos fechados.

- Perninha aberta?

- Bem abertinha, escancaradas.

- Então tira seu shorts para mim.

- Você que manda meu amor. Vou ficar peladinha para você.

Ela tirou o short e passou a fazer o que ela estava narrando, descer o dedinho bem devagar. Mas ele a parou, dizendo que ia comandar. Respirava com dificuldade e ficou todo mandão, deixando-a molhadinha.

- Tirou o shorts?

- Tirei amor.

- E a calcinha? Vai dá-la para mim, não vai?

- Sim amor, sou toda sua. Pode usar à vontade.

- Tirou ou vou ter que ir aí fazer o serviço?

- Tirei seu mandão.

- Bom mesmo. Agora fecha os olhinhos, e respira bem fundo. Sou louco para chupar seus peitões. Bem gostoso com a linguinha. Passa o dedinho nos biquinhos que eu quero chupar bem gostoso passa. Eles já estão durinhos né minha putinha?

Ela ficou em silêncio e começou a tocar os seios, da maneira que ele pedia e ficava cada vez melhor, passando os dedinhos neles que estavam durinhos.

- Hummmm está um delicia amor, queria sua boca neles.

- Era o que eu mais queria amor. E estou quase gozando só de imaginar você aí. - ele respirou fundo.

- Amor, continua, desce a mão, passa seu dedinho da sua xaninha de baixo a cima bem devagarzinho
- ela ficou levando o dedinho e descendo e subindo por toda a rachinha enquanto ele tocava punheta.

- Agora faz movimentos circular, bem onde você está acostumada. Imagina que é a minha língua rapidinha -ela começou a gemer baixinho e ele a mandou abrir com uma mão e continuar com a outra enquanto colocava no viva voz.

- Geme para mim minha putinha, geme cabritinha – e ela gemia.

- Aiiiiiiiiiii, uuuuuiiiiiiiiii....deliiiiiiiicccciiiiiaaaa

-Quando menos esperava ele suspirou mais pesado e disse que ia diminuindo o ritmo para não gozar logo.

- Continua amor. - riu. - Agora, você vai enfiar o dedinho lá dentro. Enfia bem rápido, tudinho.
Ela se assustou, por que nunca tinha feito aquilo.

- Lu, sou virgem esqueceu?

- Você quem sabe, mas você vai gostar. E não é tão fácil assim, além do mais, a virgindade está na sua cabeça.

Ela confiava nele, e queria muito aquilo, então respirou fundo e enfiou com tudo, deslizando para dentro dela, doeu um pouco mesmo sendo um dedinho e então ele a comandou a iniciar um vai em vem. Rápido.

- Hummmmm quero mais. - pediu gemendo.

- Está gostoso amor? Fala para mim? - ele perguntou com um pouco de dificuldade.

- Sim, amor. Quero mais.

- Então tira. – ela fez o que ele mandou.

Agora vira de ladinho. Sou louco para te comer assim, deve ser a coisa mais gostosa. Está calma?

- Sim – ela falou respirando com dificuldade.

- Agora bota dois dedinhos.

- Estou com medo amor.

- Vai devagarinho. Dois do seu dá um do meu amor.

Ela não resistia mais nada, nem se ele a mandasse abrir a porta e chamar o primeiro para meter bem forte nela. Estava louca de tesão é só aumentou quando ouviu ele soltar um gemido mais alto e continuou.

- Gozei bem gostoso gatinha, vou ter que tomar um banho, todo melado.

- Queria que tivesse gozado na minha boquinha.

- Então sente tensão nisso também? - ele falou. - Você é o meu sonho. E aí? Estou esperando você gemer bem gostoso putinha.

- Vou enfiar amor. Adoro quando me chama de putinha.

- Devagarinho minha putinha. Faz e me fala. Com calma.

Ela juntou os dois dedos e lubrificou-os com o líquido da bucetinha e enfiou. Esperou um pouco, por que doeu e começou a mexer devagar. Gemia baixinho enquanto seus dedos entravam e saiam.

- Enfiou né safada? Ah, como eu queria ver essa cena.

- Sim, enfiei os dois amor. Para você.

- Agora mete forte, até o fundo. Firme e forte, do jeito que eu vou te comer logo, logo.
E ela metia forte os dedos, bem no fundo enquanto falava entredentes.

- Firme e forte? Mas eu sou tão pequenininha amor. – Ela fez charme. - Não vai caber não. Você é grande.

- Eu coloco com jeitinho. Com jeitinho cabe. Mas só na primeira vez hein? Depois é do meu jeito.

- Do seu jeito?

- Firme, forte, profundo, selvagemente. Vou te rasgar todinha.

- Estou quase amor.

- Quer gozar?

- Quero.

- Então arranca.

- Não amor...

- Faz o que eu tô mandando. – ela fez. - Arranca e junta os dois. Agora passa no clitóris e um lado para o outro. Rápido, o mais rápido que puder – ela fez o que ele mandou e começou a gemer alto, rápido, e o orgasmo veio intenso.

- Você é minha putinha, só minha.

- Sim, amor e sou só sua putinha, de mais ninguém. E você é o meu macho. Você me come gostoso?
- A noite toda.

- Me deixa respirar um pouco. - pediu cansada. - Mal consigo me mexer.

- Você trabalhou bem hoje putinha, vai descansar que eu vou me limpar aqui. Eu te amo.
- Eu te amo mais.

Não deu dois minutos ela estava desmaiada. Ele voltou e tentou chamá-la depois do banho, mas ela não acordou.

Foi a melhor masturbação que ela já teve e nunca esqueceu de nada que ele a ensinou em todo o tempo que ficaram juntos. Ele foi o seu melhor professor, e tudo que ela sabe hoje é graças a ele. Não chegaram ainda a se ver, a transar, mas isso não mudou o fato de ter sido especial e ter saudades até hoje. Ele foi a pessoa mais incrível que ela já conheceu. Ela queria muito ter perdido a virgindade com ele, e como isso não foi, ainda possível, espera que seja com alguém com quem se sinta dessa mesma forma. Até lá se contenta com as coisas que ele a ensina cada vez que se encontram na internet e agora com o uso das vídeos chamadas do WhatsApp.

E você, quer gozar assim também? Quer que eu seja seu professor? Se desejar entre em contato pelo Skype: bernard.zimmer3; e-mail: bernard3320@live.com; WhatsApp:




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