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A cadeirante


autor: kollbol
publicado em: 05/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Todos os dias, eu sempre me deparava com uma moça jovem que ficava sentada na varanda. Ela uma moça linda, cabelos negros, lábios carnudos e que me encantava dia após dia. Eu sempre buscava olhar rapidamente para seu rosto para que ela não tivesse qualquer conclusão precipitada ao meu respeito.

O que me impedia de me aproximar daquela moça era um detalhe: ela era uma cadeirante. Afinal, não sabia se seria uma falta de respeito tentar algo a mais com a moça. Isso até ela perceber minha presença e sorrir para mim quando eu passava pela rua.

Não resisti, tomei coragem e fui tentar conversar com ela. Nos apresentamos e começamos a conversar. Como a voz dela era linda! Uma doçura de pessoa!

Ela me contou que se mudou há pouco tempo para o meu bairro e que ficou em uma cadeira de rodas há alguns anos, quando acidentou-se. Mas eu não queria saber de fatos tristes, pois eu queria ir a fundo em sua intimidade. Até que eu perguntei: "Você é solteira?". Ela, surpresa, me respondeu: "Desde que eu me acidentei, ficou difícil eu me aproximar de um homem. E os homens também não se aproximam de mim. Você é o primeiro."

Não demorei muito e resolvi ser um pouquinho mais ousado com ela. Encostei meus lábios no dela, e ela correspondeu. Nos beijamos ali mesmo, mas ela tratou de alertar: "Meus pais estão por perto e eles me superprotegem. Tenha cuidado!"

Foi aí que eu decidi ter uma atitude ousada: tirei-a de sua casa e a levei para meu quarto. Minha casa ficava a poucos metros dali, não tinha ninguém naquele dia e decidimos aproveitar.

Ao chegarmos, nos beijamos calorosamente. Levei-a no colo e a deitei na cama. Comecei a despi-la para depois admirar seu corpo. Ela era linda! Tinha um corpo magro e seios pequenos. Toda delicada, a moça mais bela que eu já vi.

Sua sensibilidade era limitada, mas seu desejo por prazer não tinha limites. Sua boca me beijava com vontade e desejava provar todas as partes do meu corpo.

Os seios eram a parte de seu copro em que ela mais sentia prazer. Beijava-a com toda vontade, e ela gemia correspondendo aos meus estímulos.

Seus braços me abraçavam quando eu a dominava. Seu corpo era todo meu naquele instante e aproveitamos cada segundo.

Após gozarmos, a levei de volta e prometi vê-la mais vezes. Entretanto, ela não aparecia mais naquela varanda. Seus pais, talvez, queriam preservá-la. Entendo o lado deles, mas eles não têm a noção sobre o quanto ela ficou feliz ao meu lado. E um dia eu irei vê-la de novo!



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