"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Comendo a psicóloga


autor: Ca_faminta
publicado em: 06/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Já eram 17 horas da tarde,a agenda estava lotada, faltavam pelo menos mais umas 5 seções, com pacientes um tanto peculiares. Minha cabeça estava demasiadamente cheia. Passei por muitos testes e estudos até chegar onde cheguei. Mais estudos e experiências foram necessários para aprender que o ser humano não consegue lidar com seus problemas, e procura um psicólogo para ter uma desculpa e fugir do que os confronta.
No intervalo da próxima seção, eu fitava a estante de livros à minha direita. Enquanto Life on Mars ecoava aos cantos da sala. Deixei alguns desenhos em cima da mesa, junto com fichas pessoais dos próximos pacientes.
A tela de descanso do computador era uma foto. De tantas, aquela me trazia mais lembranças. Era Arthur e eu, deitados na grama do parque, num dia nublado. Ele me envolvia com seus braços enquanto eu sorria e tirava a foto. Sorri rememorando aquele dia. E pedindo aos céus que o visse logo, ele teve de viajar, estava fora faziam alguns dias. alguns quadros abstratos pintados com cores frias de Outono, eram o contraste das paredes acinzentadas. Enquanto a parede atrás da mesa, tinha quadrados assimétricos aleatórios de cores escuras. A luz era fraca, o ambiente calmo. O divã preto ficava no canto esquerdo da sala. Alguns objetos pessoais repousavam na estante menor ao lado do divã.
Perdida nos pensamentos, chegou mais um paciente. Ouvi o desfecho dos seus problemas, reclamações. A loucura das nossas mentes é o bem mais lúcido que temos, mas infelizmente a sociedade a reprime e nos molda.
Quando percebi já eram quase 20 horas, e eu havia cumprido a meta naquele dia.
Meu consultório ficava perto do centro, em um apartamento com mais consultórios. Não quis ir para casa, tinha alguns relatórios que queria finalizar o quanto antes. Então resolvi dormir ali mesmo. Peguei meu casaco, dei uma espiada no celular procurando mensagens de Arthur, mas não havia nada, até me preocupei, mas era cedo ainda pra ele dar notícias.
peguei o elevador, e fui em direção a uma lanchonete ali perto. Comi um sanduíche com Fanta, não estava com fome. Paguei e sai.
Já era noite, o céu estava encoberto por estrelas, me veio a memória muitas noites em que estávamos na praia ou no gramado da casa, deitados ao luar. Dei uma volta na praça, e a saudade me acompanhava a cada passo. Eu sentia seu abraço cada vez que a brisa noturna tocava-me a pele. Por volta das 22 horas da noite meu telefone tocou, eu estava ainda na rua. Quando atendi,meu coração palpitou mais forte e lágrimas encheram meus olhos. Era Arthur, me dizendo que voltava logo, e estava com saudades. Fiquei feliz, mas logo ao desligar, um vazio tomou conta de mim. Pensando nele, voltei ao consultório e subi pelo elevador.
Talvez fosse a saudade que sentia, mas enquanto caminhava pelo corredor, minhas narinas identificaram o seu perfume. Continuei até o fim do corredor, onde ficava minha sala.
Me assustei ao ver a porta destrancada.
Talvez tivesse esquecido de tranca-lá. Mas na hora que a abri, paralise ali mesmo. Vi que estava de costas e segurando flores, era Arthur. Na minha frente, a poucos metros de mim. Bati a porta e sai correndo. Me joguei em seus braços. O beijei o abracei o mais forte que pude, sem acreditar que estava ali comigo.
Não tivemos palavras, nos olhamos por minutos, sorrindo em silêncio. O que quebrava o silêncio era a música ao fundo, Angel,tema do filme Cidade dos anjos, que assistimos várias vezes e tinha se tornado o nosso filme.

Voltamos a nos beijar lentamente,minhas maos seguravam seu pescoço, enquanto minha cintura era envolvida com força por suas maos. Aos pouquinhos fomos indo em direção ao divã, passo por passo,enquanto aproveitavamos as carícias já saudosas. Suas maos passavam entre meus cabelos,e sua boca beijava meu pescoço. Suavemente me deitou sobre o móvel, e tirou meu casaco,depois outras peças que eu usava. O acompanhei e fui tirando suas vestes
A regata preta caiu no chao ,onde as demais roupas iriam cair também.
A luz fraca acentuava minhas curvas nuas, e nelas a língua quente passeava devagar, chegando até meus seios fartos. Chupava um mamilo enquanto com os dedos massageava o outro. Meus olhos deliravam ao ver aquele corpo moreno e gostoso, então um êxtase tomou-me conta. E minha boca entre aberta deixava escapar sutis gemidos de prazer, que percebi, deixavam ele louco, completamente pirado.
Senti arrepios quando sua boca foi descendo e direção as minhas coxas, e parou entre elas. Soltei um gemido, senti seus olhos fixos nos meus e um sorriso brotou de seus lábios. Com isso só me entreguei mais à ele. Que com a língua devagar, foi lambendo e chupando. Mais gemidos, e minha respiração acelerou um pouco, enquanto meu corpo se retraia, quando ele colocou a língua lá dentro.
"isso Arthur" eu dizia com a voz do meu falha e um tanto rouca, pois aquela sensação não dava evasão para palavras e nem pensamentos. era tanto êxtase, que gozei aquela hora. Foi tão gostoso, que me deixou ainda mais louca por mais. Muito mais.
Sentei no colo de Arthur. Segurei firme seu pau todo duro e cheio de veias, que aliás eu delirava com aquilo, e encaixei na minha vagina. Na hora senti uma dor, mas aquilo me dava mais prazer. E fui rebolando com o pau ainda lá dentro. Seus olhos reviravam, e sussurros saiam da sua boca pedindo mais. E suas mãos apertavam meus seios.
No ápice do prazer, ele me joga de volta ao divã e segura minhas mãos acima da minha cabeça. Loucamente beija minha boca, depois meu pescoço, e novamente meus mamilos rosados e excitados. Os gemidos não eram mais tão sutis, e a respiração ofegante, a pele suada, a mistura de aromas das nossas peles. Antes de penetrar, senti que a pontinha do pau, passava por meus lábios rosados como se provocasse, sabendo o que eu queria.
Foi então quando senti uma dor dilacerante dentro de mim. Aquilo era tão delicioso.
que eu gritava e gemia. Aquela dor não amenizava, só aumentava entre meus rins. Eu implorava que fosse cada vez mais fundo e com força.
Nossos olhares se encontravam e nossos lábios se tornavam cúmplices. Nossa pele suava, e minhas unhas deixavam rastros em suas costas. Mordia seus lábios quase até sangrarem.
Senti um calor molhado escorrendo, ambos tínhamos gozado, por mais de uma vez. Segurei sua face, e dei um beijo de desejo e carinho ao mesmo tempo.
Voltamos à ternura do momento, e nos abraçamos, exaustos. Seu corpo colado ao meu, e meu coração batendo rápido no compasso do seu.
Até dormirmos, ali mesmo, naquela sala pequena e quase sem claridade. Dormi ali, nos seus braços. No meu lugar.




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