"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha putinha


autor: Cads21
publicado em: 06/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Naquele dia estava no trabalho, de repente subiu uma puta vontade de transar, meu pau endureceu por debaixo da calça e pressionava querendo sair. Disfarcei, fui ao banheiro, a ereção chegava incomodar. Entrei no box baixei a calça, a cueca e meu pau saltou duro em estado de alerta. Abaixei o prepúcio, estava com a cabeça toda melada. Apertei para extrair mais um pouco, juntei aquele Mel em um dos dedos, passei na ponta da língua para me deliciar. O tesão aumentou instantaneamente. Iniciei uma masturbação de leve. A porta do banheiro abriu, eu assustei. Levantei a cueca e a calça, dei descarga e sai do box. Estava com muito tesão. Voltei para minha mesa. Passei o resto da tarde pressionando meu pau sob a calça e pensando em como seria esta noite. A tesão aumentava a cada instante. Para não correr nenhum risco, Liguei para você e comentei o que tinha passado comigo à tarde toda. Não queria chegar em casa e você está com dor de cabeça ou uma indisposição. Escutei de cara: que delícia amor, minha perereca acabou de ficar quentinha.
Acabo de tocar nela, já começou a ficar molhadinha. Não aguentei. Você estava piorando as coisas no bom sentido, estava aumentando meu desejo e a vontade de fudê-la quando chegasse em casa. Você queria mais detalhes de como tinha sido a minha tarde, pois naquele exato momento começou a bater uma siririca em sua buceta. Mas queria saber se tudo aconteceu porque estava pensando nela. Disse que sim, que tinha vindo a mente no meio da tarde a última transa que tivemos. Principalmente o momento em que chupara-me loucamente. Meu pau chegou a ficar dolorido e arranhado pelo aparelho em seus dentes. Não importava o sofrimento, o prazer era maior, mesmo sabendo que ia passar um ou dois dias com pau doido. Aquele momento valia a pena, o tesão era muito grande. A hora em que gozei, você não deixou entornar nada, engoliu tudo e ainda ficou brincando com meu pau na sua boca enquanto ele amolecia. Não queria me largar porque via o quanto de prazer estava sentindo naquele momento. Meu corpo estremeceu antes da ejaculação, na hora que minha porra encheu a sua boca, meus músculos estavam em espasmos, minha respiração ofegante e o meu coração acelerado. Você fica muito safada quando faz isso e me tira de órbita porque fico entregue a sua mão, a sua boca.
Em sussurros, você me pediu com a voz ofegante e trêmula que não parasse, que falasse mais algumas bobagens no seu ouvido. Perguntei porquê, você disse que eu sabia. Sabia sim mas queria ouvir da sua boca o que estava fazendo naquele momento. Fala amor, você sabe que estou me masturbando, foi a sua resposta. Meu pau estava muito duro, a vontade era de estar me masturbando também. Contive o desejo, a vontade. Continuei a ti provocar, se queria alguma coisa mais tarde, tinha que preparar agora. Imagino que a essa altura você estava despida e já estava deitada na cama. Foi o que disse exatamente sussurrando para me provocar. Estava pelada, deitada na cama e se tocando. Então disse o quanto queria estar entre as suas pernas. A princípio, chupando a sua buceta, seu clitóris e metendo meus dedos dentro de você. Quando gozasse, lamberia tudo. Depois encaixaria meu pau, te penetrando. Foi o suficiente para te ouvir gozar do outro lado da ligação. Você desligou. Dali em diante, era o seu momento particular e ia se preparar para mim. Não afobei. Queria chegar logo em casa. Desliguei o computador na minha mesa, guardei os meus pertences, fechei a gaveta e me despedi dos colegas.
O trânsito não me ajudava muito, havia muitos carros e seus motoristas pareciam afobados, ansiosa para chegar em algum lugar. Mantive distância do carro da frente, de preferência para qualquer um que queria entrar, mudando de faixa. Liguei a rádio escolhi uma música gostosa de se ouvir e deixei num volume ambiente. Era grande a pressão externa mas dentro do carro minha mente vagava em pensamentos de como seria aquela noite.
Sinceramente, no sexo não há nada novo, tudo depende de como estão as nossas cabeças no momento. Propus a não levar nenhum problema para casa e evitar entrar em atrito com ela nesta noite. Sei que por outro lado ela também iria fazer o mesmo. Vou aproveitar o tira-gosto na geladeira, vou passar no supermercado e levar umas cervejas para a gente tomar. Vou deixar ela bem relaxada, retirar toda tensão do seu corpo fazendo uma boa massagem, tocando todo seu corpo, explorando-o. Estou só pensando, chegando lá, tenho que estar atento ao que ela quer também.
No meio do caminho de volta para casa, senti falta do celular. Tive que voltar tudo de novo. Confesso que a minha ansiedade só aumentava e o meu desejo por sexo também. Tentava desviar o foco mas não tinha jeito, meu pau me lembrava o quanto estava afim, estava duro e latejante, o sangue não queria esvazia-lo.
De posse do celular tomei finalmente o caminho de volta para casa. Entrei com o carro na garagem e antes de subir para o apartamento resolvi ir até a esquina e comprar duas garrafas de cerveja na padaria. Em casa tudo estava escuro não tinha chegado tão tarde porém no corredor percebi que a luz do banheiro estava acesa pela fresta da porta. Voltei para cozinha e Preparei um tira gosto para comer com enquanto tomávamos cerveja. Assim que você terminou banho, eu entrei para tomar o meu.
Você passou para o quarto enrolada numa toalha, passou tão rápido que deu a impressão de que não queria me mostrar o que teria mais tarde. Sem afobação, tomei meu banho, vesti uma cueca boxe preta. Assentamos na sala para assistir sua novela e degustar o que havia preparado e tomarmos cerveja. A vontade era de cair pra cima e resolver num sexo gostoso o que havíamos premeditado poucas horas antes.
Há quem não se altere com duas cervejas, ficamos bem relaxados depois que as ingerimos. Assim que acabou a novela, fomos para a cama. Você se acomodou sobre o meu ombro esquerdo. Assim que se sentiu mais confortável puxei a sua cabeça para lhe dar um beijo enquanto minha mão direita percorreia todo seu corpo apertando seus seios sobre a camisola, quadril e coxa. Nosso beijo ficava cada vez mais ardente, nossas pernas se cruzavam, apertava sua bunda e a puxava mais para o meu encontro. Nossa respiração parecia acompanhar o mesmo ritmo, estávamos ofegantes e de corações acelerados. Meti a mão em sua virilha até encontrar os grandes lábios que logo se abriram para entrada de meus dedos, suas pernas ajudaram ao se afastar uma da outra. Ela estava muito molhada, seu tesão era muito grande por mim. Brincava com seu clitóris e batia uma siririca também. Quando percebi que você iria gozar, parei. Meu pau não se aguentava dentro da cueca naquela altura estava sendo bulinado por suas mãos. Assim que você tirou a minha cueca lancei o meu corpo sobre o seu. Beijavamos e relavamos um no outro. Não resisti direcionei o meu pau para entrada da sua buceta empurrei a minha pica para dentro. Você urrou e cravou suas unhas em minha costa. Ficamos naquela posição nos curtindo sentindo um ao outro, meu pau latejava e sua buceta piscava em volta dele. Nossas bocas estavam grudadas e as línguas se entrelaçavam dentro delas. Parecia mais uma briga de sumô entre nossas línguas mas não estávamos interessados em um vencedor, quanto mais nos beijavamos mais quente ficávamos e não resistia em socar cada vez mais meu pau dentro. Você está me fudendo mesmo, dizia você. Desse jeito você vai me atravessar meu tarado gostoso. Você não está tendo dó de mim. Tá doendo mas está gostoso. Vou ter que procurar uma delegacia e da parte de você na Lei Maria da Penha por está judiando, fodendo-me sem dó. O difícil vai ser falar que não estava gostoso, que tinha o meu consentimento.
Quando estava prestes a gozar, escorreguei o meu corpo beijando e chupando seus seios, desci para virilha até encontrar sua buceta molhada. Queria experimentar algo novo, levantei e peguei o creme dental, coloquei um pouco na boca e Comecei a chupar sua buceta proporcionando assim uma sensação de gelado. Estava louco para te chupar, lamber, meter minha língua como quem quer penetrar. Estava muito gostoso, segurava e apertava seus seios, subia, uma das mãos, até sua boca e lhe dava meus dedos para que você chupasse.
Investi, novamente, em beijar sua boca enquanto voltava a socar meu pau dentro de você. Coloquei os seus calcanhares em meus ombros para poder ir mais fundo e fui. Seu rosto virava de um lado para o outro como se estivesse recebendo tapas. Segurei seus seios firmemente e te puxava para que pudesse entrar mais dentro de você. Tive que parar quando a vontade de gozar voltou. Deitei.
Não satisfeita você sentou em cima de mim, esfregava a sua buceta na minha virilha e meu pau ia bem fundo. As palmas de suas mãos estavam na nuca, minhas mãos apertavam seus seios e seu quadril ia para frente e para trás. Segurei a sua bunda e em movimentos rápidos, querendo lhe aplicar um vai e vem com você em cima de mim, Você gozou. Pedi, então, que você me chupasse e com seu corpo trêmulo você colocou meu pau em sua boca e chupava maravilhosamente. Coloquei você de quatro resolvi socar com muita força ele e lhe dar tapas na bunda. Como minha puta, minha vadia, você estava adorando. Perguntei se você queria porra. Te deitei na cama, coloquei meus joelhos debaixo de suas axilas, uma posição maravilhosa para uma “espanhola”, não tinha tempo, estava me masturbando queria gozar na sua boca e gozei. Achei que ia desmaiar, o prazer de esvaiu de mim em cada estocada, minha respiração ficou sem controle, minhas pernas bambearam, meus músculos tremiam, difícil foi sair de cima de você. Eta, porra, exclamei. Consegui chegar ao banheiro para tomar uma ducha. Em seguida, você também foi. Por fim, fomos dormir.




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