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A musa do vôlei - Capítulo 1


autor: kollbol
publicado em: 07/10/17
categoria: lésbicas
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Era início da nova temporada do vôlei brasileiro. O time do ABC Paulista buscou renovar seu elenco a fim de uma conquista inédita no cenário esportivo nacional. Como primeiro teste, o Campeonato Estadual se tornou a grande vitrine para o clube mostrar seus novos reforços.

E uma dessas jogadoras contratadas era Larissa, central do time. Com seus 1,95m, ela veio direto da Itália, onde jogou na última temporada. A atleta chegou ao time com moral, após conquistar a liga italiana e a liga europeia, além de um excelente desempenho na Seleção Brasileira.

Larissa era o maior reforço do time na temporada. A equipe do ABC Paulista havia assinado um contrato com uma multinacional, proporcionando a vinda de grandes jogadoras.

Na vida pessoal, Larissa estava separada de seu namorado. Três anos jogando no exterior a deixaram bem longe de relacionamentos sérios. Aos 27 anos, ela era considerada uma das mulheres mais lindas do voleibol brasileiro. Branca, tinha longos cabelos negros e um corpo escultural. Suas coxas eram grossas e seus seios chamavam à atenção pela fartura. Não era à toa que Larissa tinha o apelido de "a musa do vôlei".

Em seu primeiro treino, ela chegou com status de estrela. Mas ela esperou terminar todo o assédio da imprensa para treinar com um pouco mais de calma e melhorar seu condicionamento físico. Do seu lado estava uma jovem garota, de uns 18 anos, que estava em fase final de recuperação de um problema físico adquirido na temporada anterior. A levantadora Tati era revelação das categorias de base do time e já contava com uma enorme bagagem na seleção de jovens do Brasil. Pela vida tão atribulada no vôlei, ela não conseguia engatar relacionamentos amorosos. E nem pensava nisso.

Larissa e Tati treinavam em separado. Malhavam e aprimoravam o condicionamento físico para uma temporada que estava por vir. Depois do exercício, elas começaram a bater um papo descompromissado.

A musa começou a falar de seus relacionamentos, mas Tati se sentia desconfortável sobre o assunto. Larissa, então, resolveu perguntar a ela sobre como andava sua vida amorosa. Só que a companheira de time começou a gaguejar, nada saía de sua boca.

- Fala sério, parece até que você é virgem! - provocou a central.

- Tá, tenho que admitir. Nunca pensei em namoros. Penso só em minha vida como jogadora - reconheceu a companheira de time.

Larissa tinha uma visão bem diferente em relação às mulheres. Ela era bissexual, mas a jogadora não queria caso sério com pessoas do mesmo sexo. Seu sonho mesmo era um casamento à moda antiga, algo que ainda não havia alcançado. Ela considerava os relacionamentos femininos como uma "brincadeira", apenas para descontrair e ter um prazer momentâneo. E acabou vendo em Tati a oportunidade de inaugurar sua presença em seu novo time:

- Vamos tomar um banho, a quadra já está quase vazia - avisou a musa.

As duas foram para o chuveiro. Larissa pode contemplar o corpo de sua companheira. Tati era magrinha, seios pequenos e cabelos curtos. Bonita, mas não gerava tanta atenção se comparada com as curvas voluptuosas da meio-de-rede. No banho, Larissa perguntou, de brincadeira:

- Já beijou uma mulher?

- Como assim? Não penso nessas coisas, não - respondeu a jovem, envergonhada.

Larissa, então, tascou um beijo na companheira. Tati ficou sem reação, mas parecia que tinha gostado daquilo. Ela demorou um pouco e retribuiu o carinho. Foi aí que o clima esquentou naquele banho.

Então, Larissa agarrou a companheira pela cintura e começou a beijar com mais tesão. Tati, aos poucos, ficava mais à vontade e tocava as curvas de sua colega de quadra. Curvas sinuosas, atraentes e que muitos homens desejavam. Mas que eram só dela naquele momento.

A jovem jogadora passou a se deliciar com os seios fartos de sua companheira. As mamas de Larissa ficavam entumecidas com esse estímulo caloroso. Daí, a musa resolveu retribuir:

- Vou te ensinar um negócio, e você vai fazer igual depois.

Larissa se ajoelhou e começou a lamber o clítoris de sua colega. Tati sussurrava e respirava de maneira ofegante, até começar a gemer. Depois, foi a vez da jovem retribuir. A musa orientava sua colega como se fosse uma treinadora, exigindo bastante de uma moça que tinha admitido a falta de experiência com o sexo.

- Mete a língua! Isso, vai mais fundo! Bota a cara mesmo, sem medo! - pedia a jogadora.

Tati, em seguida, se levantou, e as duas começaram a se tocar mutuamente. Larissa pensou em ir mais fundo no toque, mas voltou atrás.

- Vou te deixar lacradinha! Essa parte é privilégio masculino - brincou a musa.

Então, Larissa guiou as mãos de sua colega até a sua vagina, deixando-a tocar de maneira mais profunda. Os gemidos eram mais calorosos dentro daquele vestiário. Cada beijo, cada lambida era um passo a mais para chegar ao êxtase. Agarradas uma a outra, elas não resistiram e atingiram o total clímax.

- Eu não sei o que dizer depois disso tudo - disse Tati enquanto se vestia.

- Tudo bem, mas sinta-se "inaugurada" - respondeu Larissa.

- Bem-vinda ao time! - felicitou a companheira com um selinho.

A temporada promete.



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