"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A musa do vôlei - Capítulo 2


autor: kollbol
publicado em: 08/10/17
categoria: virgindade
leituras: 627
ver notas
Fonte: maior > menor


Era dia de mais um treino no clube de vôlei do ABC Paulista. Após aquela transa embaixo do chuveiro do dia anterior, Tati tentava evitar trocar olhares com Larissa. Ela estava envergonhada, após ter seu corpo tocado daquela maneira. Já sua companheira de time fazia caras e bocas com aquele ar lascivo e provocante.

Após a atividade, Larissa foi conversar com Tati. A jovem tentou desviar o olhar, mas não teve como fugir de sua própria colega de profissão.

- Qual é? Está com vergonha de mim? - perguntou Larissa.

- Ah, que nada! - respondeu Tati - Ainda não sei como te encarar novamente depois daquilo.

- Não tem nada a ver. Não estou querendo casar com você. Apenas tivemos algo físico, que foi muito gostoso! - respondeu Larissa, com aquele ar de que algo melhor iria acontecer.

Larissa ainda revelou que estava planejando algo para mais tarde e que Tati deveria aguardar por uma ligação que ela saberia mais detalhes.

Naquela hora, o time masculino já estava pronto para treinar. De saída da quadra, Larissa abordou um dos atletas da equipe.

- Ei, você aí! Quero falar contigo! - pediu a jogadora.

- É comigo? - respondeu.

- Sim, mas em particular.

Larissa abordou Eduardo, ponteiro reserva da equipe. Era da mesma faixa de idade de Tati, com uns 23 anos. Alto, loiro e bonitão, era considerado o "galã" daquele time.

- Preciso de uma ajudinha, mas fora do ramo esportivo. És solteiro, né? - indagou a jogadora.

- Sim, sou - respondeu Eduardo, surpreso.

- Calma, não estou te cantando. Tenho outros planos para você. É que tenho uma colega que não tem muito jeito com os homens e estou querendo saber se você pode jantar com a gente mais tarde.

- Estou totalmente livre. Sempre quis bater um papo com o pessoal do time feminino. A gente se cruza tão pouco por aqui.

- Ah, tenho que avisar uma coisa: ela é virgem.

- Como é que é? Mas ela é maior de idade, não é?

- Sim, claro. Não precisa se preocupar com isso. Mas tá combinado mais tarde?

- Pode contar comigo!

Larissa reservou uma mesa em um dos restaurantes da cidade. A musa atuava como cupido e voyeur, na tentativa de aproximar os dois e deixar o papo mais quente.

- Ela é linda, não é? - perguntou Larissa a Eduardo sobre Tati.

- Maravilhosa - respondeu.

- Você não imagina como ela é por baixo desse vestidinho - avisou Larissa.

- Para, Lari! - cortou Tati.

Entre uma comida e uma bebidinha, os três começaram a se soltar. Tati ficava interessava em Eduardo, mas ainda não sabia como esse encontro iria terminar. Até que Larissa pediu a conta e avisou:

- Vamos ao meu apartamento? Acho que essa noite maravilhosa vai terminar muito melhor.

Os três pegaram um táxi e se dirigiram ao local mais reservado. No quarto, Larissa sentou-se em uma poltrona e disse: "Quero ver tudinho". Até que, finalmente, Eduardo conseguiu beijar Tati.

A garota estava começando a ser despida, mas ela não sabia o que fazer naquele momento. Quando estava apenas de calcinha e abraçada a Eduardo, ela mexeu a boca para Larissa.

- E agora, o que faço? - disse Tati, em mímica.

- Vá em frente! - respondeu Larissa da mesma forma.

Eduardo, então, guiou a mão de Tati para seu pênis, e ela começava a tocá-lo. Larissa acompanhava atentamente, até que levantou o seu vestido para poder se excitar.

Depois, Tati deitou se na cama e deixou que seu companheiro tirasse sua calcinha. Ela sentia a língua de seu parceiro entre suas pernas e curtia cada momento. Excitada, ela já estava pronta para ser atravessada.

Tati começou a ser penetrada. Os gritos, inicialmente, eram de dor, mas depois transformaram-se em gritos de prazer. Ela gemia bastante ao ter seu corpo sendo dominado daquela maneira. Tudo isso era acompanhado atentamente por Larissa, que se excitava a cada situação daquela transa.

A jovem, então, ficou deitada de lado e teve seu corpo totalmente explorado naquele momento de prazer. Seus pequenos seios eram manipulados, aumentando ainda mais a excitação. O ritmo intenso daquela transa fez Tati atingir o clímax total, até que Eduardo pediu para ser chupado.

Tati passou a sugá-lo. Embora inexperiente, o ritmo da jovem atleta agradava seu parceiro na cama. Isso fez a garota ser surpreendida pelo intenso orgasmo de seu companheiro. O gosto do gozo era estranho para ela, mas depois ela percebeu o quão normal era aquilo. Da poltrona, Larissa gozava bastante com a situação.

O casal dormiu abraçado, enquanto Larissa acariciava Tati e admirava a sua nudez. Mas o tempo era curto, pois o dia seguinte prometia ser com trabalho intenso de treinos.

Continua...



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.