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104- Filha teimosa entra na vara


autor: Bernardo
publicado em: 11/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


A mãe de Fatinha não aguentava mais as teimosias da filha e vivia reclamando sobre o seu comportamento com o pai da garota.

– Essa menina só quer saber de rua! Mal você sai de casa e ela se manda para ficar de putaria com os garotos na rua.

– Bota ela de castigo, mulher!

– Eu boto. Mas ela espera eu dar uma bobeira e foge.

– Chama ela aqui que eu vou falar com ela.

A mocinha veio. Fazia cara de tonta, desentendida e santinha do pau oco. Olhava para o pai de um jeito tão ingênuo e ao mesmo tempo tão safado, que o velho ficava de pau duro. Chamava a mulher e ia fuder a mãe, pensando na filha. O pior era ele imaginar sua filhinha dando para a molecada. Ficava muito puto.

Nesse dia, após dar uma bronca na filha e ir foder sua esposa, não ficou muito contente e disse que a Fatinha estava proibida de ir para a rua, caso contrário, ele ia dar-lhe uma surra de desmaiar. Assim que o pai saiu, Fatinha foi se encontrar com o Pedrinho. Ela vivia se esfregando nele, mas não tinha coragem de ir além, justamente porque temia a ira de seu pai.

Ela sabia que seu pai ficava de pau duro toda as vezes que ela se sentava no colo dele. Sabia que ele até tocava punheta quando ela sentava de perna aberta na frente dele.

– Eu não passo de uma putinha que adora sacanear o pai.

Ela ficava tão excitada com a tesão do pai que tinha que deixar o Pedrinho enfiar o pau dele dentro de sua calcinha. Mas ele só podia brincar com o grelinho dela. Bem que ela tinha vontade de enfiar o pau dele dentro de sua boceta molhadinha, mas… o que seu pai diria se soubesse que ela não era mais virgem?

Quando seu pai chegou de madrugada do serviço, ouviu a vaca de sua mãe fazendo a caveira dela.

– Assim que você saiu a Fatinha se mandou para rua. Se eu fosse você arriava ela de pancada.

O pai, fulo de raiva foi até o quarto da filha, mas ao abrir a porta, viu a menina dormindo de bruços e completamente pelada. Estava de rabo para o alto como se estivesse pedindo ao pai que enterrasse a piroca naquela bundinha virgem. Ficou olhando a bunda da filha e alisando o cacete. Se perguntava se alguém da vizinhança já tinha comido o cuzinho de sua filhinha e teve que correr e fuder o cu da esposa. Estava com tanta raiva da filha, queria bater nela, mas acabou descendo a porrada na mulher enquanto comia o rabo da safada.

Fatinha já percebera que sua mãe era uma puta sem vergonha. Fazia a sua caveira para o pai dela, só para ser fodida por ele. Percebia que a filha andava pela casa, com uma calcinha larga nas pernas e, todas as vezes que sentava perto de seu pai, escancarava as pernas e sua bucetinha ficava toda de fora. O velho ficava maluco. Aquela bocetinha novinha em folha ali, bem na sua frente, e ele não podia comê-la, pois era a xoxota de sua filhinha querida. Mas ele admirava aquela bocetinha. E ela abria mais e mais as pernas até ele ver o buraquinho dela.

Que vontade que ele tinha de fuder aquela bocetinha até que ela pedisse perdão por ser uma filha tão safada, putinha e vagabunda. E a piranha se oferecia ao pai de bandeja e ele acabava pegando a safada da esposa e fudendo a mãe até que ela pedisse arrego. O que mais emputecia o pai de Fatinha era o fato dele saber que era corno. Ele sabia que sua mulher dava para os dois vizinhos do lado e tinha medo que a vaca levasse sua garotinha para fazer o mesmo.

Já dera algumas surras na vadia, pois já pegara ela fudendo com o vizinho na cerca da casa, enquanto ele tocava uma punheta em casa em homenagem a sua filhinha. Ficara puto! Estava de pau duro e queria foder a sua mulher e ela estava dando para o vizinho, lá no quintal. Sabia que a vadia nunca estava satisfeita e nem ligava mais de ser corno, mas ficar na mão, isso ele não aceitava.

Na noite seguinte, antes de ir trabalhar, amarrou a menina com a corrente do cachorro.

– Vai ficar amarrada aí, pirainha. Se você sair daí para ir para rua, vou te matar de tanto bater.

Não deu outra. Fatinha se soltou e foi para a rua.

Quando ele chegou e sua mulher lhe disse que ela tinha saído, não conversou. Foi até o quarto e sem soltar a corrente, começou a dar-lhe muitas correadas.

– Vagabunda! Não falei que ia bater em você, vadia? Menina safada, sem vergonha. Quer dar essa buceta igual a piranha da sua mãe?

– Não pai, não dei para ninguém. Juro. Sou virgem.

– É coisa nenhuma. E batia com vontade na adolescente que quase não aguentava mais apanhar.

Ele, quanto mais batia, com mais tesão ficava. Seu pai estava explodindo. Saiu do quarto da filha para ir foder a mulher, mas ela tinha aproveitado a confusão para ir ver o vizinho. Puto, ele foi até os fundos da casa e trouxe a vadia da esposa nua em pelo, que aproveitara
para ir transar com o vizinho sem vergonha. Ao arrastar a mulher para
dentro de casa, o vizinho veio junto pedindo para que ele largasse a mulher ali e não batesse nela. Ao entrarem, ouviram a menina chorando.

O pai foi ao quarto e, sem saber de quem tinha mais raiva, gritou: - é piroca o que você quer? Quer piroca igual a vadia de sua mãe? – e botou o pau duro para fora, pôs a filha de quatro e comeu o cu dela, na frente da mãe e do vizinho.

– Eu sabia que você queria foder sua própria filha, seu desgraçado e essa vadia estava doidinha para que o pai a fodesse.

O vizinho, ainda abobado, via o pai comendo o cu da garota e começou a ficar com tesão também, mas não achou certo o que estava sentindo. E o velho parecia não querer para mais. Fodia a filha sem dó nem piedade. Descobriu que foder a garota era bom demais. E, quanto mais fodia, com mais tesão ficava. O pau já estava ficando esfolado de tanto entrar e sair daquele buraquinho quente e apertado. Era um cuzinho virgem. Ela não mentira. Ela chorava de dor e prazer e ele comia com mais força e com mais raiva.

O vizinho não aguentou. Pôs o pau para fora e começou a se masturbar. E a mãe xingava o marido e a filha.

– Enfia essa piroca na boca dessa vagabunda, entes que eu corte a língua dela – ordenou o marido ao vizinho. E o vizinho obedeceu.

O pai estava cansado de foder, mas ainda estava cheio de tesão.

– Vire, vagabunda. Vou ver se você é virgem mesmo, vadia! Vira essa
buceta pra mim - e a menina virou. Estava com vontade de ser fodida pelo pai, mas não
aguentava mais levar piroca no cu. E sua xoxotinha queria sentir a rola do pai lá dentro, preenchendo todos os buracos vazios. E ao se virar disse:

– Come logo. Sei que não é de hoje que você quer me foder.

E o velho enfiou-lhe a piroca com toda a vontade. Ele gritou de prazer. Como era bom ser fodida. Agora poderia dar para o Pedrinho e para todos os homens da rua. Ia dar muito mais que a vaca da sua mãe. Ia roubar dela todos os amantes. E deu gostoso para o pai e mexia como se tivesse dançando um funk delicioso. E ambos gozaram. O pai caiu para o lado, cansado, extasiado.

Ela, ao ver sua mãe chupando o pau do vizinho, ficou furiosa.

– Ei, não quer me fuder um pouquinho? Acho que o papai deixa. E olhou para o pai com carinha de ingênua. O pai cansado, deixou e o vizinho largou a mãe na mão e foi comer a adolescente fogosa. E fudeu muito gostoso pois há dias que ele também já vinha tocando uma punhetinha pela garota.

Mal gozara e o pai já estava lá em cima da menina outra vez, fudendo aquela bocetinha quentinha. E ficaram se revezando, tanto o pai como o vizinho, a noite toda. Nem ligaram para os palavrões da mãe da menina..

Queriam fuder a ninfetinha que gostava muito de pica. Mas já sabiam que nunca dariam conta daquele fogo todo.

– Vou para de trabalhar. Falou ele para o vizinho.

– É mesmo? Por que?

– Vou abrir um puteiro aqui em casa. Boto as duas para ganhar dinheiro. Todo mundo se dá bem e quem sabe, abaixa o fogo dessas duas?

– Tá certo. Mas por enquanto, vamos continuar a fuder de graça!

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