"Os mais excitantes contos eróticos"

 

DANADINHA E O PADRASTO


autor: Danadinha16
publicado em: 12/10/17
categoria: hetero
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Depois da primeira vez em que dei para meu tio, se passaram alguns meses. Sai com alguns garotos da minha idade, não dei pra nenhum deles. No máximo dava uma mamada e me fazia de pura. Como falei anteriormente minha buceta gosta de um pau velho e tarado.

Minha mãe demorou a conseguir se relacionar com alguém novamente. Ela gostava muito de meu pai e também estava sempre trabalhando e/ou preocupada comigo. Eu estava com 17 anos, quando ela apresentou para a nossa família o Jorge. Eu confesso que fiquei molhadinha na hora em que vi aquele homem entrando na sala. Já estava mais do que experiente no sexo e conseguindo identificar o certificado de bom de foda. E Jorge carregava vários desses. Ele tinha 35 anos, era branco, deveria ter 1,69 de altura. Todos os pelos de seu rosto eram ruivos e seu olhar, que num primeiro momento transpassava simpatia e doçura noutro brilhavam asco e tesão. Tesão que senti quando minha mãe nos apresentou. Tesão que pesquei em seu olhar durante o jantar, quando pedi que ele me passasse o sal. E que durante alguns meses guardei para mim, por medo de magoar minha querida mãe. Porém, não sei se eu não consegui aguentar ou se a situação se colocou para nós.

Lembro como se fosse ontem...
Eu estava de férias, ansiosa para ir visitar meu querido tio. Era uma tarde de sexta-feira, nesse dia fico sozinha em casa e portanto estava molenga de tanta siririca que bati. Na tela de meu computador um grande pau negro estava arrombando a bunda de uma jovem menina branca, que se preparava para gritar chorando de prazer. Não ouvi a porta abrir e continuei socando meus dedos dentro de minha xana. De repente sinto uma presença a me observar silenciosamente. Me viro e pra minha surpresa é Jorge, um pouco pasmo. Seus olhos mudaram rapidamente de surpresa para tesão quando entraram em contato com os meus.

- Jorge... não é isso que você está pensando....
- Imagina, faz parte... - disse ao largar a mochila no chão e se aproximar de mim.
Eu fechei minha pernas e me coloquei em pé. Ele lentamente foi se inclinando e delicadamente pousou sua mão sobre meu peito. Gelei... em seguida derreti.
- O que é isso Jorge... não acho certo... - Tentei me afastar, mas ele me puxou contra seu corpo.
- Isso é uma live... eu estou pensando nisso faz tempo... - disse me encarando. Suas mãos vasculhando meu corpo, seu rosto se aproximando cada vez mais do meu e enfim sua respiração ofegante queimou a pele de meu rosto.
- Eu não queria isso... - falei ao o puxar contra meu corpo abraçando-o fortemente. - Mas... não consigo segurar... meu desejo de ser arrombada... - Essa palavra foi um gatilho para Jorge arrancar minha roupa, me pegar no colo e carregar até minha cama. Jogou meu corpo sobre ela, balancei enquanto tirava minha calcinha. Ele se afastou e rapidamente tirou suas roupas.

- Você não queria isso? Você não manda nessa porra... eu vou te comer, porque eu quero! - Jorge puxou minha pernas contra seu corpo e encaixou com força. Seu pau estava em rocha que entrou como prego de ponta pra cima. Não senti dor, nem nada... Ele começou a socar com muita força. Minha pele começou a arder com o atrito de nossas peles. Senti que iria sangrar de tão ardente. Ouvir aqueles gemidos e urros... De repente ele me pegou no colo, tirou seu pau de dentro de mim e me fez ficar de pé em frente dele. Agora delicadamente deslizou sua pica para dentro de minha xana. Gelei mais uma vez, quando a cabecinha ocupou meu vão.
- Coloque as mãos na cintura! - Falou. Obedeci e ele colocou um dos braços no vão que se formou entre meus braços e meu quadril. Com a outra mão ele tapou minha boca e então socou com muiiiiita força. Tentei gritar, mas ele apertou seus dedos sobre meus lábios. - Toma sua vaquinha! Vai toma! Não queria ser arrombada?



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