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A musa do vôlei - Capítulo 6


autor: kollbol
publicado em: 13/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


O time de vôlei do ABC Paulista seguia invicto no Campeonato Estadual. Após a vitória sobre o Clube da Capital, as jogadoras se reuniram para mais uma sessão de treinos. Só que uma bomba estava por vir por parte de Marlene, a experiente oposto do time.

Isso porque ela deixou gravado a longa sessão de sexo entre as atletas, que estavam recepcionando as estrangeiras Yelena e Christine. Marlene só aguardava o final do treino para ter uma conversa com o treinador João da Costa. E foi isso que aconteceu.

Após a atividade, ela procurou o técnico para um papo em particular. Bastante irritada, ela pegou o celular e denunciou o comportamento sexual das jogadoras, mostrando o vídeo sobre o que acontecia no vestiário do clube. No entanto, ela acabou surpreendida:

- Nossa, que gostoso isso... - disse João, bem baixinho, ao ver o vídeo.

- Professor! - avisou Marlene.

- Ops, desculpa. Mas vejo que isso não tem nada a ver. Não está prejudicando o time e vejo muito bem o motivo das garotas estarem bem entrosadas em quadra.

- Mas, professor... Isso não pode em um ambiente de trabalho!

- Ambiente de trabalho é quadra de vôlei. No vestiário é pós-trabalho. E, a propósito, me dê seu celular.

João da Costa pegou o celular de Marlene e apagou o vídeo gravado pela jogadora. O treinador ainda deu uma bela bronca na comandada:

- Espero que você não tenha mandado esse vídeo para alguém. É muito feio invadir a privacidade alheia!

Para a sorte das garotas, Marlene só mostrou o vídeo para o treinador.

João da Costa primava muito pelo profissionalismo. Aos 50 anos, ele possuía uma longa jornada no clube. Começou como jogador e treinou várias divisões do ABC Paulista, seja nas categorias de base, masculina e feminina.

No feminino, João sempre buscava respeitar os espaços das atletas. Só procurava o grupo nos bastidores quando todas estivessem devidamente vestidas. Desviava o olhar se trombasse acidentalmente com alguma atleta sem roupa. Sempre demonstrava respeito e carinho com as atletas.

Entretanto, ao ver aquelas imagens, sua parte masculina foi atingida em cheio. Afinal, presenciar mulheres lindas se pegando é o sonho de qualquer homem. Portanto, a partir daquele instante, sua relação com as jogadoras nunca mais seria a mesma.

TENSÃO

Marlene saiu bastante irritada da conversa em particular com o treinador. Ela procurou Marcos, repórter do jornal local, e tratou de avisar:

- Pode pôr no seu jornal: vou me aposentar após o fim do Campeonato Paulista. Não sou titular da equipe e tenho problemas de relacionamento com algumas jogadoras. Como não consigo me adaptar, estou me despedindo do time e do voleibol - disparou.

A mais experiente do grupo se despedia de uma longa jornada no vôlei. Marlene possuía 25 anos de carreira, começando justamente no ABC Paulista. Mesmo tendo passado por outros times, nunca desligou seus laços com seu primeiro clube. Na carreira, acumulou uma medalha de ouro e uma de bronze pela Seleção Brasileira. Foi campeã da Liga Nacional por quatro vezes, mas nenhuma pelo seu time natal. Tinha voltado ao ABC Paulista havia duas temporadas, mas sem muito sucesso.

Depois da bombástica declaração, Marlene se dirigiu a Larissa e deu um tapa na cara da companheira de time. A oposto apontou o dedo no rosto da central e disse:

- Sua piranha!

Larissa não gostou nada disso e revidou. As outras companheiras tiveram que apartar a confusão para a briga não ser maior. Na volta para a casa, elas ficaram em lugares bem distantes no ônibus do time.

O clima fechou no elenco do ABC Paulista. Larissa chorava copiosamente e era consolada por Tati, que estava na poltrona ao lado. A volta para a casa foi em silêncio total. Nem parecia que o time havia conseguido três grandes vitórias na temporada.

MENTE CONFUSA

Quem andava confuso era João da Costa. O treinador só pensava naquela sessão de sexo e ainda não sabia como encarar as outras jogadoras. Para o técnico, o elenco do time já tinha conhecimento de que ele estava ciente das aventuras sexuais no vestiário.

Daí, a jogadora Cibele sentou ao seu lado. João olhava apenas para a janela do ônibus, com bastante vergonha de encarar uma de suas jogadoras.

Ruiva, de olhos azuis, alta e magrinha, Cibele devia ter uns 20 anos. Ela morava bem próximo do treinador em um condomínio na região e sempre descia junto com ele quando o ônibus da equipe se aproximava do local. A atleta resolveu puxar assunto com o professor:

- Você já sabe, né? - perguntou Cibele

- Sabe do quê? - respondeu João

- Do que acontecia no vestiário. Você vai brigar com a gente?

- Não vai haver briga nenhuma. O que acontece no vestiário não é problema meu. A Marlene pensa demais na integridade do nosso ambiente e se excedeu. Só isso.

O que o treinador não suspeitava era que Cibele tinha uma queda por ele. Sabendo que o técnico estava ciente das peripécias sexuais do time, ela acreditava que houve uma quebra entre o pessoal e o profissional. O que ficaria mais fácil para uma aproximação.

Cibele achava João da Costa másculo. Mesmo na mais tenra idade e com cabelos grisalhos, o treinador sempre buscava manter a forma no clube. Inclusive, usava os equipamentos de ginástica junto com as jogadoras na hora da atividade física. A principal barreira era o fato de que o técnico mantinha um casamento estável.

O ônibus parou, e o treinador e a jogadora desceram. Os dois se despediram e partiram para seus respectivos apartamentos. Algumas horas depois, Cibele interfonou para o técnico, que desceu imediatamente.

- Por que você está me procurando essa hora, menina? - indagou o treinador.

Cibele não respondeu, sinalizando apenas com o corpo. Ela deslizou a mão no peitoral do treinador e tentou beijá-lo. João buscou cortar o assunto:

- Mas o que você está fazendo, menina? Minha esposa pode estar olhando, sabia?

- Cansei de resistir. Eu só penso em você. Não quero te ver apenas como treinador, quero te ver como homem. E você já me vê como mulher.

A atleta tornou a beijar o treinador, sendo bem-sucedida nessa segunda tentativa. João da Costa se esquivava, mas sabia que não resistiria: iria transar com uma de suas comandadas.

Cibele viu que uma das salas da administração do condomínio estava vazia e se dirigiu para lá junto com o treinador. A partir daí, a troca de beijos passou a ser mais intensa. João beijava a ruivinha com vontade, mas com um sentimento de culpa que não saía de sua cabeça. Como ele a encararia no dia seguinte? Será que a esposa vai estranhar essa ausência? Ele não sabia onde enfiar a cara. Ou melhor, sabia muito bem.

Nua, Cibele exibia toda a sua beleza para o treinador. João tocou e beijou os pequenos seios rosáceos da atleta, que fechava os olhos e curtia a sensação. Ele desceu por todo o corpo da ruivinha, chegando até a sua zona íntima. O treinador lambia o clítoris da jovem, em meio àquela pelugem avermelhada.

João queria mostrar sua força para a jogadora. Ele a pegou, a virou de ponta cabeça e começou a saborear a vagina da garota. De cabeça para baixo, Cibele o chupava e achava sensacional o vigor físico de seu treinador.

Em ponto de bala, João da Costa colocou Cibele deitada em uma das mesas e a penetrou. Enfim, a ruivinha estava sendo dominada pelo homem que desejava. Ela não sabia se esse relacionamento duraria, por isso, era fundamental curtir cada instante daquela transa.

Cibele gemia bastante com o ritmo da penetração. Ela era beijada e tocada pelo treinador, que parecia ter esquecido o sentimento de culpa.

- Agora é a minha vez - avisou Cibele, que fez o treinador deitar no carpete daquela sala.

Então, a jovem o dominou por cima. Cavalgando, ela mexia e remexia como se fosse uma profissional. Parceria que ela tinha guardado todo o seu vigor sexual para aquele homem. E o vigor era tamanho que ela gozou com muita facilidade.

Sentindo que seu parceiro iria explodir de tanto tesão, ela saiu de cima e começou a chupá-lo. Cibele se deliciava com o membro de seu treinador e provou cada gota de seu gozo.

Após a transa, o sentimento de confusão voltou a atormentar o treinador:

- Eu não sei como vou encarar você e as outras jogadoras amanhã - disse João, preocupado.

- É só tratar a gente como atleta, tente comandar tudo normalmente. Você consegue, eu sei - pediu a jovem.

- Mas a gente transou. Eu não consigo acreditar nisso.

- Você só seguiu seu instinto masculino, bobinho!

- Você sabe que eu sou casado. Traição é algo imperdoável.

- Tudo bem. É um amor impossível. Talvez eu consiga outro alguém que me complete. Mas é uma pena, pois você me completou muito bem.

João e Cibele se vestiram, e cada um foi para o seu canto. Como desculpa, ele disse para a sua esposa que estava tratando de um assunto urgente sobre o time. Foi um dia movimentado na vida do treinador.

Continua...




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