"Os mais excitantes contos eróticos"


Eu e Suellen nas Montanhas


autor: publicitario45
publicado em: 23/09/15
categoria: hetero
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Querido (as),

Gostaria de mais uma vez agradecer os comentários e mensagens que venho recebido no e-mail e no Whatsapp. Pessoas maravilhosas estão se identificando com os meus contos e me fazendo milhares de perguntas. Apenas para ressaltar, são história que vivi durante a minha vida nos últimos dez anos e não necessariamente na semana passada. A Suellen é um caso a parte, já que ela entrou em contato por causa dos textos. Beijos a todos vocês e espero que gostem deste conto.

Algumas semanas atrás relatei aqui uma experiência deliciosa que eu tive com Suellen, uma mulher linda, delicada, cheirosa, inteligente de 30 anos que vive um momento delicado no casamento, devido ao machismo excessivo do marido. Pois bem, dias atrás ela me ligou e me surpreendeu quando atendi a sua ligação:

Ela: quer passar um fim de semana comigo nas montanhas?

Eu: adoraria, mas que desculpa você vai dar para o seu marido para ficar fora três dias?

Ela: meu marido está indo pescar no Rio Amazonas com um grupo de homens tão machista quanto ele. Já disse que não vou e que também não vou ficar trancada em casa enquanto ele bebe e sai com prostitutas.

Eu: nossa, que surpresa ouvir falando assim, está se libertando das amarras.

Ela: graças a força que você vem me dando. Amarras agora só as que eu vou levar na minha mala. E ai, topa?

Eu: sim. Subimos na sexta?

Ela: sim. Você pode me buscar aqui na minha casa? Desço, entro no carro e saímos. Os vidros do seu carro são escuros o porteiro nem vai te ver.

Eu: combinado. Até sexta. Beijos. Adorei falar com você.
Na sexta-feira, sai do trabalho às 14h e segui em direção à Praia do Canto, bairro onde Suellen mora. Mandei uma mensagem e ela já foi para calçada com duas malas gigantes, parecia que iria ficar um mês de férias. Abri o porta-malas do carro pelo controle e ela acomodou tudo la trás. Logo em seguida ela entrou no carro.
Suellen estava linda. Se na primeira vez ela me surpreendeu pela beleza, agora ela estava deliciosamente feliz, pois aos poucos estava retomando as rédeas da sua vida e deixando de ser aquela mulher rica mas submissa. Tinha começado a trabalhar na empresa do pai dela, mesmo a contra gosto do marido careta e além da natação havia se matriculado numa academia de dança de salão. Assim, sua timidez estava desaparecendo aos poucos.

Suellen trajava um vestido curto, confortável, tecido leve devido ao calor que estava fazendo, nos pés, uma sandália rasteirinha e no tornozelo uma correntinha de ouro com uma pedra. Bem diferente da mulher que foi ao meu encontro se achando a pior pessoa do mundo que nunca tinha tido um orgasmo na vida. Aproveitamos a viagem de mais ou menos duas horas para colocarmos a conversa em dia:

Eu: estou gostando de te ver. Você está mais bonita.

Ela: culpa sua... (sorrindo).

Eu: minha? O que eu fiz?

Ela: me mostrou que a minha infelicidade não era culpa minha. Depois daquela tarde que passamos juntos, mudei a minha vida radicalmente. Voltei a trabalhar, estudar, me matriculei numa aula de dança, mudei a forma de me vestir e não fico mais em casa esperando meu marido chegar para jantar. Eu janto e se ele quiser que esquente a comida dele quando chegar.

Eu: quanta evolução, é isso ai menina. O fato de ser casada feliz ou não, não quer dizer que você não possa ter vida própria.

Ela: e tem mais uma coisa. Desde aquele dia eu me masturbo todos os dias na banheira lembrando da sua boca e gozo muito nos meus dedos.

Nesta hora, peguei sua mão e enfiei dois dedinhos dela na minha boca e sorri. Seguimos a viagem para Venda Nova do Imigrante. Os pais dela têm um sítio e passaríamos três dias sem ninguém para nos importunar. Até o caseiro havia sido dispensado para não ser testemunhas.

Nas malas de Suellen tinha um arsenal para nossa diversão. Vinho, prosseco, agua mineral com gás, massas, queijos, taças, velas, incensos, óleos, vendas e correntes. O fim de semana seria perfeito, regado a boa bebida e muito sexo.

Chegamos no sítio já na final do dia. Entramos e fomos desfazer as malas. Enquanto Suellen guardava as nossas roupas fui armazenar as bebidas e acender a lareira na sala da casa. Casa aliás muito confortável e com uma decoração rústica. Abri uma garrafa de vinho, servi duas taças e fiquei esperando Suellen descer as escadas, lentamente me olhando com cara de gata sedenta. Ela se aproximou, se abaixou e após o primeiro gole de vinho me beijou apaixonadamente – você mudou a minha vida e eu nunca vou esquecer o que você está fazendo por mim – disse-me olhando fixamente nos olhos. Começamos a nos beijar e minhas mãos já começaram a explorar seu corpo até ser interrompido por ela:

Ela: calma safado. Vou fazer uma massa pra gente. Calma que a nossa noite será inesquecível. Bota uma música em depois me encontra na cozinha.

O ar de romantismo estava no ar e confesso que isso me assusta um pouco. A última coisa que eu pretendo neste momento é me apaixonar por uma mulher casada, mesmo esta mulher sendo a Suellen, que ao meu ver, tem todo para fazer qualquer homem feliz.

Coloquei um CD do Supertramp Live in Paris e fui ajuda-la na cozinha. Entre um condimento e outro, beijos e amassos davam os sinais que os dois estavam com o tesão à flor da pele. Mais tarde, tomamos um banho juntos e os sarros continuaram, sem penetração, dando mais excitação a nós dois.

Desci primeiro e postei a mesa e aguardei Suellen descer. Ela pediu que eu a aguardasse na sala, pois ela queria se vestir pra mim. Mais uma vez o clima de romance tomou conta do ar. Mas valeu a pena esperar cada segundo. Suellen desceu as escadas iluminadas com pouca luz. Vestia um vestido longo, branco, com alguma transparência e fendas nas laterais que deixavam suas pernas à mostra. Chegou perto de mim e perguntou se eu gostava do seu perfume – é Dior – disse ela me olhando e pegando uma taça de prosseco rose bem gelado. Durante o jantar conversamos muito e comemos pouco. Algumas taças de vinho e muitos olhares sedutores de ambas as partes. Falei das minhas experiências e o motivo que resolvi escrever sobre elas, lembramos a nossa tarde de sexo e aconteceu o inevitável. Suellen veio, sentou-se no meu colo e começou a me beijar apaixonadamente.

O deslizar das minhas mãos em cima do tecido me permitiam sentir que não havia nada ali embaixo. Nem calcinha muito menos sutiã. Suellem estava linda com seus cabelos loiros cacheados soltos, seus olhos azuis brilhado e sua boca me devorando. Subimos para o quarto e ela me disse que naquela noite, eu poderia fazer o que quisesse com ela. Sem pudor, sem regras nem tabus.

Voltamos a nos beijar e com um único movimento soltei as alças do seu vestido e ela foi ao chão, expondo seu belo corpo nu à minha frente. Peguei um pano preto e vendei seus olhos. Suellen não resistia, apenas sentia ou pressentia o que iria acontecer.

Deitamos na cama e eu comecei a beijar a sua boca e tocar seu corpo com a ponta dos dedos. Cada toque um arrepio de pele. Na cama antiga, amarrei suas mãos e depois suas pernas, deixando ela completamente vulnerável aos meus toques.

Um vidro de óleo aberto e o liquido derramando na sua pele lhe arrancaram um gemido. Sua respiração já não era mais a mesma. Velas iluminavam naturalmente o quarto e os incensos perfumavam o ambiente.

Comecei a massagear seu corpo pelos pés delicados e bem cuidados. Na pele macia, minhas mãos deslizavam fácil pelas pernas, subindo pelas coxas chegando até a virilha. Tocar no seu sexo ainda demoraria, pois cada centímetro do seu corpo seria massageado. Na parte interna das coxas novos toques e mais gemidos. O corpo de Suellen se remexia mas as amarras não lhe permitiam encostar em mim. Por causa da venda, cada toque e cada movimento meu era uma surpresa. Minha loirinha casada já pedia para ser possuída, pois o tesão já havia dominado seu corpo. Troquei as mãos pela boca e chupei cada pedaço do seu corpo até chegar no seu sexo molhado. Na cama já era visível ver a mancha molhada de mel.

Levantei e retirei a minha roupa em silencio. A demora fez Suellen remexer na cama buscando meu corpo. Busquei uma vela e comecei a tortura. Gotas de velas derretidas pingavam e caiam sobre o corpo coberto de óleo de Suellen. Cada gota um grito de dor e prazer. Suellen se soltava e pela primeira vez me xingou – safado, filha da puta, o que é isso que você está jogando em mim? Me come, por favor me come – ordenei que ela pedisse mais, que implorasse pela minha pica e assim ela o fez.

Mais um banho de língua naquela boceta doce e Suellen gozou forte e intensamente ao ponto de conseguir se livrar das amarras. Soltou a sua venda e num movimento rápido girou seu corpo sob o meu e sentou de uma vez só. Meu pau entrou inteiro, sua boceta se contraiu e ela começou a se mexer num ritmo intenso. Sua respiração era descompassada e ela não formulava frases concretas, apenas pedia mais, xingava, soluçava e gemia. Outro orgasmo e desta vez seu corpo arrimou sob o meu.

Agora seria a minha vez de ditar o ritmo. Virei seu corpo deixando sua bunda exposta pra cima, coloquei seu corpo na beira da cama e ela se ajoelhou no chão. Penetrei mais uma vez aquela boceta molhada e comecei a estoca-la com força num ritmo alucinante fazendo com que o som dos nossos corpos em atrito ecoasse pela casa.

Suellen continuou tendo orgasmos e a cena da sua pele branca me provocava a dar-lhes alguns tapas naquela bunda linda. Suellen já não dizia mais nada, apenas cedia ao meu tesão incontrolável. Meu corpo também sentiu o ritmo e acelerei para que finalmente eu gozasse naquela boceta melada. Veio o primeiro jato de porra em seguida outros.

Exaustos cai ao lado dela e ficamos deitados, olhando para o teto aguardando que a nossa respiração voltasse ao normal.

Alguns minutos depois, me levantei e fui até a cozinha pegar agua. O cansaço era nítido pra mim quanto pra ela. O clima, o vinho, as amarras, vendas e velas quentes pingando no corpo da Suellen desencadeou uma reação louca e deliciosa em mim. Mais tarde conversamos sobre isso, ela deixou claro que as velas não a machucaram apesar do susto.

Nosso fim de semana foi mágico, sedutor, apaixonante e com muita sexo.





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