"Os mais excitantes contos eróticos"


Tomei porra,e dei até meu cú pro Ex


autor: dammasafada
publicado em: 06/12/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Autora - Môh



"Comentei com uma amiga que tínhamos terminado, contei tudo para ela, que disse que se eu não fosse mais putinha ele não voltaria, não deixaria a outra por mim, e que eu revisse meus conceitos. Depois deste papo fui no centro, comprei lingeries bem pequenas, que mal tapava minha bunda, e comecei a fazer bronzeamento artificial deixando uma marquinha pequena, e tomar sol sempre que podia na área do meu apto, e pensava sempre em ser a puta que ele tanto queria, à noite me acordava suando, louca de tesão e confesso que colocava o travesseiro entre minhas pernas, pressionando a xaninha e gozava deliciosamente pensando em transar com ele, acabei lendo sobre sexo anal, como fazer um bom boquete, estava decidida a ser uma puta, se não fosse para ele eu encontraria alguém e seria bem devassa"



Oi, sou Angela, moro em Pelotas, vim de uma pequena cidade próxima, sou loirinha, olhos verdes, pele bem europeia, ou seja branquinha, tenho seios médios, durinhos e com auréolas rosadas, assim como minha xaninha. Quando vim morar aqui eu tinha tido apenas um namorado, que na verdade foi meu primeiro homem, aqui namorei um outro, e me encantei pelo, vamos chamar de Edu, e confesso para vocês que até o que vou relatar aqui sexo era como uma obrigação, pois fui criada como se fosse algo sujo, mas que era necessário fazer para manter um casamento, não tô falando nem em namoro, na época eu tinha meus 26 anos.

Conheci Edu e confesso que me apaixonei, era um cara também de olhos claros como os meus, alto, e um belo pau, demorei para transar com ele e foi como o de sempre, um papai e mamãe e ele ainda era obrigado a transar de camisinha, meu rabinho, ele até roçou uma vez quando me pegou no sofá, mas fiquei brava e não tentou mais, eu chupava raramente e não deixava que me chupasse, ele curtia praia, e eu não gostava de sol, dizia para eu colocar lingeries mais sexy, calcinhas mais ousadas e eu não curtia, gostava de transar com a luz acesa e eu não curtia e foi por essas e outras que ele acabou conhecendo outra guria e terminando, encontrou a safada que tanto desejava.

Comentei com uma amiga que tínhamos terminado, contei tudo para ela, que disse que se eu não fosse mais putinha ele não voltaria, não deixaria a outra por mim, e que eu revisse meus conceitos. Depois deste papo fui no centro, comprei lingeries bem pequenas, que mal tapava minha bunda, e comecei a fazer bronzeamento artificial deixando uma marquinha pequena, e tomar sol sempre que podia na área do meu apto, e pensava sempre em ser a puta que ele tanto queria, à noite me acordava suando, louca de tesão e confesso que colocava o travesseiro entre minhas pernas, pressionando a xaninha e gozava deliciosamente pensando em transar com ele, acabei lendo sobre sexo anal, como fazer um bom boquete, estava decidida a ser uma puta, se não fosse para ele eu encontraria alguém e seria bem devassa.

Eu na verdade trabalhava no mesmo órgão público que ele, eu trabalhava em outro setor, mas acabei ligando para ele com a permissão da minha chefe, que precisava conversar, precisava fazer umas horas extras e a minha chefe havia falado que eles estavam precisando. Marquei de conversarmos em uma quinta-feira, me pediu que fosse no final da manhã, eu trabalhava só pela manhã, eu já estava bem bronzeada, e fazia uns 3 meses que não nos víamos, trabalhamos em prédios diferentes. Pela manhã me acordei excitada, coloquei uma de minhas calcinhas novas, pretinha, enfiadinha, e uma calça jeans que tive que deitar na cama para fechar de tão justa, sutiã da mesma cor e uma camisa preta, era meio dia e pouco quando fui ao encontro dele, quando cheguei no prédio dele, fui até um banheiro e tirei meu sutiã, guardei na bolsa e bati na porta, pediu para que eu entrasse, antes de entrar vi que não havia ninguém no corredor e abri mais dois botões da minha blusa, me recebeu de pé, vi que ficou parado, ou paralisado quando viu minha mudança, com um sorriso sacana me beijou o rosto, e me abraçou, e que abraço, meus seios ficaram duros e senti algo diferente na minha xaninha, me sentei na frente dele, me ofereceu um café, falou que eu estava bonita e largou um e muito gostosa, apenas disse:

- VIU O QUE TU PERDEU!

Ele não tirava os olhos de mim, pediu que eu levantasse e desse uma voltinha, claro que levantei, e pode ver a calça justa e a marca da calcinha pequena comendo meu rabinho, falei que precisava de horas, e me disse que realmente precisava de alguém com minha formação e etc. E tal, perguntou quando eu poderia começar, disse que precisava de mim pela manhã, falei que sem problemas, que cumpriria minha horas extras pela manhã e à tarde faria meu horário normal, tudo já combinado com minha chefe, seus olhos fixos no meu decote, meus seios pareciam querer sair para fora, e então combinamos de eu começar no outro dia, levantei, e ele também, quando fomos nos despedir ele veio em minha direção, e quando fomos nos despedir eu o beijei bem no canto da boca, nossa ele ficou louco, me encostou na parede, e segurou forte meus cabelos, e nos beijamos com vontade, acho que ele se surpreendeu, pois deixei rolar o beijo como ele gosta, sua língua enlouquecida procurando e chupando a minha, me virou de costas e me encoxou, senti aquela pica dura na minha bundinha, enfiou a mão por dentro da minha blusa e tocou meu seio duro, falou no meu ouvido:

- Tá com tesão pelo teu macho é?

Virei-me de frente, o beijei de novo e saí correndo da sala. Cheguei em casa e minha xaninha estava toda melada, me deitei na cama, peguei meu travesseiro e coloquei no meio das minhas pernas e ensandecida de tesão comecei a roçar na minha xana, queria mais, queria algo dentro de mim, e olhei em cima da mesa de cabeceira a escova de cabelo, peguei e em um ato insano enfiei a pontinha do cabo redondo dentro de mim, eu sem sexo há uns meses, desde que havia terminado com Edu, e enfiei tudinho, nossa que delicia, que vontade de pica, e procurei meu grelinho já duro e me toquei, até gozei gostoso, passei o dia molinha, mas já planejando o outro dia, meu primeiro de horas extras, e liguei para uma das gurias que tinha a mesma formação que eu, e pedi para que convidasse o “chefe” para a festinha do outro dia, fazíamos sempre na primeira sexta-feira após receber o salário.

No outro dia , era o meu primeiro de HE, tomei um banho bem gostoso, e fiz uma coisa que o Edu sempre me pedia, e eu não admitia, depilei toda minha xaninha, deixei peladinha... Lisinha, coloquei uma calcinha de lycra fio dental branca, e como trabalhamos todos na saúde, coloquei uma calça branca justa, sutiã tomara que caia, que dava mais volume aos seios e uma blusa de alcinha verde, claro que peguei meu avental.

Cheguei cedo, antes das oito, e bati na porta, ele quando me viu, suspirou fundo e me levou até o setor, falou com as gurias, eu já as conhecia, e fui trabalhar. Perto do meio dia ele ligou e pediu que eu passasse na sala dele para conversar, e eu fui, entrei, sentei e ele me olhando, quase me devorando com os olhos, louco para colocar a mão em mim, rsrs, perguntou sobre o trabalho, e se eu iria na festinha à noite, falei que pensava em ir, me disse que talvez passasse por lá, falei que precisava ir, ele veio se despedir, me abraçar, mas só dei dois beijinhos bem comportados.

Trabalhei à tarde, e quando cheguei em casa à tardinha já estava toda assanhada para a festinha, pensava em que roupa colocar, eu tinha certeza que ele iria, e todo ritual de novo, banho, conferi de novo a xaninha para ver se estava bem lisinha, coloquei uma calcinha fio dental branca com rendinhas na frente, peguei uma minissaia de camurça marrom bem curtinha, um sutiã branco tomara que caia e de rendas também, na verdade era um conjuntinho, e coloquei uma camisa branca e um colete também de camurça, e logo Ana, a colega que pedi que convidasse o chefe, falou que estava vindo me buscar. Chegamos e quase todos lá, menos o Edu, comecei a beber e dançar com minhas colegas, e quando olhei esta ele, havia acabado de chegar, calça de sarja preta e camisa azul marinho, e parecia me procurar, vi quando pegou uma cerveja e parei de dançar e fui até ele, me olhou de cima a baixo, dei dois beijinhos bem comportados. Ele me comia com os olhos, e convidei para dançar, disse que iria beber um pouco, tomei toda a cerveja do copo dele e voltei a dançar, agora eu desejava me mostrar, e assim, de frente para ele e o encarando eu dançava e bebia, sou fraca para bebida, ele conversava com um e com outra, mas não me tirava os olhos, até que não o vi mais ali pela sala, procurei pelos outros cômodos e não o encontrei, até que Ana perguntou se eu estava procurando Edu, falei que sim, e perguntei se ela sabia se ele havia ido embora, me falou que não, que estava lá na rua fumando sozinho, cheia de vontades e desejos peguei uma garrafa de cerveja e fui até o pátio, ele estava em um canto fumando, cheguei, ofereci cerveja e pedi um cigarro, ele me puxou pela cintura e procurou minha boca, eu correspondi ao beijo ardente, e senti a mão na minha coxa, aumentei a intensidade do beijo e o safado me tocou a bunda por baixo da saia, apertou e disse que eu tinha um “baita rabo”, pena que não tinha conseguido provar, eu vendo que a coisa poderia esquentar ali, convidei-o para entrar, entramos e ele só bebia, eu dançava e bebia, até que vi se despedindo das pessoas, perguntei se já iria embora, disse que sim, e pedi uma carona, falou que sem problemas, que era caminho.

Fomos conversando tranquilamente, até que chegamos na frente do apto, perguntei se não queria subir, que eu havia feito algumas mudanças e talvez ele desejasse ver e falei que tinha cerveja também e que poderíamos continuar conversando, disse que era arriscado deixar o carro aquela hora na frente do edifício, abri minha bolsa, tirei o controle da garagem, abri o portão e disse que se o problema era esse, era só guardar. Guardamos o carro e quando fomos subir a escada, ele gentilmente disse que eu subisse na frente, subi bem faceira e tenho a certeza que ele admirava minha bunda, e tentava ver que tipo de calcinha eu estava usando. Chegamos no apto, abri a porta, ele disse que parecia tudo igual, apaguei a luz do teto, e acendi a do abajur, falei para se acalmar e servi uma cerveja, pedi licença e disse que já voltava, ele ficou bebendo e fui ao quarto, fiquei só de calcinha e sutiã, passei um pouco mais de perfume, acendi a luz dos abajures, havia colocado uma lâmpada azul, fui até o pequeno corredor de acesso aos quartos e o chamei, ele veio ligeiro e quando me viu arregalou os olhos e veio faceiro me pegar, me deu um beijo bem gostoso na boca e passava a mão na minha bunda, dizia que eu estava linda, se afastou e pediu para eu dar uma voltinha, fiz o que mandou, e me aproximei dele, ele queria já me pegar, mas eu pedi calma, e desabotoei a camisa beijando o seu peito, abri o cinto, a calça caiu e estava ele novamente ali de cuecas Box pretas, eu disse que seria dele do jeito que sempre sonhou, fiquei de joelhos no chão, cheirei a pica por cima da cueca, e lentamente fui abaixando, surgiu a cabeça linda e rosada, beijei a pontinha, depois tirei a cueca toda e aquele lindo pau duro estava ali pronto para mim, lambi ele todinho, deixei bem molhadinho, peguei o caralho com a mão e iniciei uma punhetinha, depois levantei o saco e lambi o períneo, ele ali encostado na parede gemendo, até que comecei a mamar, enfiei a pica na boca até trancar na garganta, nossa nunca havia feito isso, ele pediu para eu tirar o sutiã, tirei e mandou-me fazer uma espanhola, falei que não sabia, me mandou colocar o caralho no meio dos seios e simular uma punheta, nossa passei o pau babadinho nos bicos grandes e rosadinhos, e coloquei aquela pica acomodada entre meus seios, apertei no meio dos meus seios e simulei uma punheta, e quando o pau saltava para cima eu chupava bem taradinha, estava sentindo prazeres até então desconhecidos por mim, ele pediu para parar, pois assim iria gozar, eu olhei para ele com cara de puta, eu estava no cio, me puxou pelos cabelos, me beijou deliciosamente a boca, caiu de literalmente de boca nos meus seios, chupava um e o outro, mordiscava de leve o bico, depois cuspiu e continuou a mamar gostoso, me virou de costas e senti, ainda de calcinha, aquele caralho todo melado e babadinho entrar no meio da minha bunda e ficar ali roçando e me atiçando, ele me beijava o pescoço, e comigo ainda de costas ele colocou a mão por dentro da calcinha, quando fez isso notou que eu estava lisinha, toda depiladinha, não chegou nem a meter os dedos dentro de mim e não teve dúvidas, me virou de frente para ele, ficou de joelhos e tirou lentamente minha calcinha branca de rendinha, e beijou minha bucetinha, enfiou a língua lá dentro e tremi de tesão, e pedi para parar, ele perguntou se não estava bom, falei que sim, mas que “não havia terminado meu serviço”, pedi que levantasse e fiquei eu de joelhos e cai novamente de boca na pica, eu mamava com gosto, as vezes tirava da boca, levantava o saquinho e lambia o períneo, ele me falou que assim iria gozar, se acabar e pedi que gozasse que eu queria leitinho quente, e nisso sabendo que eu não deixava gozar na boca, disse para eu tirar o pau da boca, mas eu continuei mamando, agora com quase tudo dentro da boca, e senti pela primeira vez porra na minha boca, o primeiro jato muito forte, e depois mais e mais leite na minha boquinha, tirei o pau para fora, com cara de sacana mostrei o leitinho na minha boca e engoli tudinho, ele me levantou puxando pelos meus cabelos, e me abraçou gostoso e ganhei um delicioso beijo na boca, isso que minhas amigas diziam que os homens não curtem beijar depois que engolimos porra, me pegou pela mão, e me levou até a cozinha, na passada ainda pegou uma almofada. Deitou-me na mesa, colocou a almofada para apoiar minha cabeça, me beijou gostoso na boca, beijou e lambeu meus seios e se sentou em uma cadeira, e me puxou para a beiradinha da mesa, abriu minhas pernas e lambeu meus lábios da buceta, enfiou a língua lá dentro, eu tremia de tesão, não sabia que isso era tão bom, depois ele achou meu grelo duro e chupou, mordeu de levinho, que coisa gostosa, ai levantou, disse que já voltava, fiquei imaginando o que seria, e voltou com um travesseiro, o qual colocou embaixo da minha bunda, e de novo lambeu os lábios, enfiou a língua o máximo que pode dentro da minha bucetinha, mordiscou meu grelo e eu já louca para me acabar, ai o safado passou a língua no meu cú, ainda disse que sempre quis fazer isso, lambeu meu cuzinho, me arrepiei toda quando senti a ponta da língua entrando no rabinho, e logo voltou para me chupar, eu disse que ia gozar, ele aumentou as lambidas e chupadas e gozei, gozei gostoso na língua do safado e ele me chupou o máximo, tirou o que pode do meu melzinho, levantou e veio até minha boca e senti pela primeira vez o gosto do meu gozo e da minha bucetinha, ele voltou a minha buceta, colocou minhas pernas abertas no seu peito e perguntou se eu tinha camisinha ainda, falei que queria assim, em pelo, então senti a cabeça do caralho na portinha da buceta, ele meteu só a cabeça da pica, que gostoso sentir o pau assim dentro de mim sem camisinha, pedi que colocasse o resto, e senti o caralho deslizar macio e gostoso, abrindo as paredes da minha buceta até sentir as bolas batendo na minha bunda, e começou a enfiar e tirar, enfiar e a tirar, bombava o pau para dentro cada segundo com mais força, pegou minha mão e colocou em cima da buceta, e mandou-me esfregar meu grelinho, e seguiu socando caralho para dentro, até que disse que ia tirar e gozar fora, eu pedi que gozasse dentro da minha buceta e meteu com mais força, eu comecei a gemer, senti um arrepio gostoso, me tremi toda, senti as paredes da minha buceta se contrair, dei um grito e acabei... Acabei e logo senti porra dentro da buceta, que delícia, e ele continuava metendo, até que pedi que parasse um pouco, tirou o caralho da buceta, sentou na cadeira de onde tinha a visão da minha buceta escorrendo porra. Pedi que me levantasse, e acabei sentando no colo dele, o pau estava amolecendo e dei um enorme e gostoso beijo na boca, e convidei para tomar uma cerveja na sala enquanto eu tomava uma ducha rápida, sentou na sala, abri uma cerveja e fui para o banho, entrei no chuveiro e vi a porra escorrer da minha bucetinha, que delícia sentir leite quentinho, a passagem no chuveiro foi rápida, na verdade mais para tirar a porra e o suor e ficar novamente cheirosinha. Saí do banheiro e coloquei apenas meu roupão, e fui para a sala, estava ele ali só de cuecas e bebendo uma cerveja, e talvez pensando nas minhas mudanças, fui na cozinha e peguei mais uma cerveja, sentei ao lado dele e um seio quase saltou para fora, ofereci a cerveja, mas o que ele queria mesmo era mamar, e quando viu que estava só de roupão e com um seio teimando em pular para fora veio se chegando e começou a lamber e chupar minha teta, chupava e mordiscava meu biquinho duro, até que ficou de pé, me puxou pela mão, e de pé deixei cair meu roupão no chão, continuava maravilhado com minha buceta lisinha e nos beijamos, a mão já procurava minha xana que umedeceu ao primeiro toque dos dedos, ele beijou meu pescoço e desceu para os seios, chupou e lambeu, até que me puxou pela mão e fomos para o quarto, me sentou na cama, arrancou a cueca e disse para eu chupar, e agora eu gostava da brincadeira do boquete, lambi todo o pau e enfiei na boca, e me coloquei a chupar, e massageava o saco, ele só gemia, dizia para mim como gostava, e me arrancou o pau da boca, me mandou ficar de 4 em cima da cama e eu fiquei, me olhei pelo espelho das portas do guarda roupas, estava como uma cadelinha de 4 esperando tomar pau... Pau, ainda abri minha bunda para melhorar a visão dele, e meteu à cabeça da pica na buceta, em seguida o caralho deslizou todo para dentro, e quando a pica tava toda dentro me disse para rebolar, e eu bem mandada que sou rebolei muito na pica, e senti quando tirou e passou a pica melada no meu rego, no meu cuzinho rosadinho, já senti o que ele queria, mas eu havia dito para mim mesma que ia topar o que ele desejasse fazer com a “puta dele”, não forçava, mas cutucava meu cuzinho, pude ver pelo espelho a cara de tarado que fazia melando meu reguinho e cuzinho, até que senti a cabeça apontar no meu cú, forçou, doeu muito, ele disse para eu relaxar, que não fizesse força para evitar o inevitável, me deu um tapa na bunda, fui reclamar, e senti a cabeçuda lá dentro, cheguei a sentir o estouro de algumas preguinhas do meu rabinho virgem, pedi para tirar que estava doendo muito, e recebi outro tapa, e uma “ordem” para rebolar e me masturbar, confesso que o segundo tapa me deixou com tesão e comecei a rebolar devagarzinho, e senti o todo da pica entrar, deslizando pelo meu rabo adentro até sentir as bolas batendo, a dor havia se transformado em prazer, comecei a gemer, e ele começou tirar a piça deixando só a cabeçona e voltava a meter deliciosamente, eu me olhava no espelho, sendo esfolada por um pau delícia, e adorando, gostava de olhar quando ele socava o ferro quente no meu cujá em brasa, foi quando ele tirou tudo de dentro, senti um misto de vazio e alívio, mas ele olhou meu rabo arrombado, cuspiu dentro e socou o martelo de novo, e martelada, eu gemia, gemia alto até que me tocando comecei a gozar, e quando ele sentiu meu gozo bombou com força até que senti o leite quente estourar meu rabo, escorrer por minhas entranhas, ele tirou, senti o pau querendo amolecer já na minha bunda, me deitei de bruços e ele veio carinhosamente, me beijou a boca e disse que ia para o banho, mas que em 5 minutos me queria lá, pois iria me lavar todinha e saiu. Fiquei ali ardida, arregaçada, coloquei os dedos e senti o estrago, mas havia sido delicioso, melhor que eu esperava e logo ouvi me gritar do banho.

Entrei no Box, ele pediu para me ensaboar, e começou pelo pescoço, aquele sabonete ia deslizando pelo meu corpo e eu ficando com vontades de novo, ensaboou meu seios já com os bicos durinhos, passou para a barriga, lavou bem minha bucetinha e me virou de costas, aí começou a ensaboar minha bunda, me encostou na parede e ensaboou meu cuzinho rosadinho, e não parava de ensaboar, até que senti um dedo cutucando meu cú, dei uma olhada para trás, e ele socou o dedo, a cara de tesão dele metendo o dedinho no meu cume fez empurrar a bunda para trás e aí ele se enlouqueceu e meteu mais um dedinho e rebolei com os dedinhos fudendo meu cú, tava gostoso, mas me virei e pedi para ensaboar ele, e dei banho nele todo, até que cheguei na pica, já estava bem dura depois de me ensaboar, e eu lavei todinha, me ajoelhei e chupei com gosto, eu estava adorando fazer boquete e ver a carinha dele se contorcendo de tesão, mas ele disse para eu levantar, me virou de costas e socou a pica na minha buceta melada, socou e socou dizendo no meu ouvido que queria fuder meu rabo, que eu tinha um cumuito gostoso, e ato contínuo empurrei minha bunda pra trás e ele entendeu, e senti facinho a cabeçona e todo o caralho preencher meu cuardido, mas eu queria mais pica no cú, e socou muito estimulado pelos meus gemidos, eu já com os dedos esfregando o grelo, e pedindo pica, mandando socar caralho no cú, mas eu senti que ele ia demorar para acabar, já havia gozado várias vezes, tirei os dedos da buceta, pedi e ele tirou a pica do meu cue ensaboei e lavei todo o caralho, ele me cuspiu na cara, adorei, que tesão, me mandou punhetar até ele gozar na minha boca, fiquei de cócoras, bati uma gulosa bem gostoso e senti os jatos de porra no meu rosto, abocanhei o pau e suguei tudinho, depois engoli, ele me levantou, me cuspiu a cara de novo, e me beijou ardentemente, falou que queria me ver gozar, me encostei na parede fria do Box e esfreguei meu grelinho até gritar dizendo que estava gozando, e gemendo muito. Tive que me lavar todinha de novo, ele assistia a tudo, saímos do banho e peladinhos fomos para a sala, tomamos mais uma cerveja, falou que ia dormir comigo, e sai rebolando para arrumar a cama, e foi quando vi que tinha sangue no lençol, prova do descabaçamento do meu cú.



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