"Os mais excitantes contos eróticos"


First time


autor: kenglut4
publicado em: 12/01/18
categoria: romance
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Fonte: maior > menor


Noivamos faz 1 mês, depois de 1 ano e meio de namoro, a primeira vez que vi ela fiquei alucinado, foi uma paixão que brotou e ligeiramente virou amor. Eu, Lucca, tenho um apartamento e moro sozinho, Vivi ainda mora com os pais,  mas vive comigo no ap. Apesar de nunca termos feito amor, dormimos na mesma cama. Sou empresário, tenho 24 anos e ela 29, psicóloga na empresa, a qual gerencio. Trabalho, escritório, estavam nos deixando exaustos e então decidimos renovar os votos em uma viagem a Ilhéus, alugamos uma casa isolada em frente a praia, queríamos a companhia da natureza, longe de trabalho, buzinas e fumaças. Estávamos na praia, brincamos de pega-pega (sem malícia), escrevemos juras de amor na areia, mas a água do mar as levaram junto com as conchinhas, eu fiquei chateado por isso e a perspicácia de Vivi, como sempre, lia meus pensamentos e reações. Ela chegou bem pertinho de mim e disse que o mar era eterno como nosso amor e receios deveriam ser deletados como o dela em ter sua primeira vez. Logo entendi o recado, sorri e a levantei, a rodei e a apertei sobre o pulsar do meu peito e ela ria junto a mim. Então, sussurrei eu te amo em seu ouvido ela correspondeu e a levei no colo para a casa, abri o delicioso vinho rosê que mais parecia champagne e bebemos, deitei ela na cama, meu olhar adentrava o seu e vice versa, beijamo-mos os lábios, sobre o encontro dos rostos e nosso nariz acariciava o outro, de olhos fechados, sua pele morena se arrosava e o beijo ficava cada vez mais intenso, nossas línguas dançavam e meu pênis adquiria forma, olhávamos fixamente um ao outro com a alma brilhando.. Tirei seu vestido e ela a minha camisa, beijava seu pescoço, mordia leve sua orelha e ela massageava minhas costas e nuca, minha pele branca estava vermelha, ela desabotoou meu short e abriu meu zíper, ajudando tirei o short, ela tentou abaixar minha cueca mas eu a impedi pegando sua mão e carinhosamente beijei todo seu braço até chegar no pescoço e a pus sentada na cama, em que peito a peito nossas almas se encostavam e tirei seu sutiã, seu rostinho demonstrava um pouco de vergonha mas ao mesmo tempo me oferecia seu corpo esculpido. Sorri ao ver seus peitos durinhos e os beijei e apertei com todo o cuidado e ela fechava o olho em sinal de satisfação fui descendo meu beijo pela sua barriga que arrepiava, ao chegar na calcinha a beijei intercalando entre uma coxa e outra até chegar no seus pés, fui subindo a língua que passava em uma de suas pernas e peguei o gelo no criado ao lado da cama e respingava suas gotas em sua barriga, descendo aos poucos sua calcinha com bordas de renda branca, passava o gelo que derreteu tamanho era o fogo que sentíamos.. Tirei bem devagar sua calcinha reparando detalhes como o movimento que suas pernas faziam e a vulva que se expremia.. Passei o dedo bem de leve fazendo cosquinha no seu caminho do prazer e ela estremeceu. Abri mais suas pernas, e ela demonstrava mais vergonha mas ao mesmo tempo me oferecia todo seu sexo, eu disse que ela era linda, apertamos as mãos, ela soltou a insegurança e abriu mais suas pernas, dando pra ver seu cu que piscava e chamava logo por minha boca. Beijei de baixo pra cima, explorando seus lábios menores, quando cheguei no clitóris ela gemeu. Então eu aumentava a intensidade do beijo e dava leves mordidas enquanto ela gemia mais e mais e seu néctar escorria pelo ânus  então enfiei a língua e ela gritou revirando os olhos, continuei nesse movimento por um bom tempo. Então tirei a cueca e ela arregalou os olhos para meu pau assustada, parecia com medo de doer, então eu disse que seria o mais delicado possível. Beijei sua boca e ela me masturbou e chupou. Fico por cima com meu apetrecho se esfregando em sua virgem flor, enfiei bem devagar, ela sentia prazer, gemia muito, então eu enfiava cada vez mais até ela gritar (ai), eu acelerava o movimento de vai e vem e ela sentiu muita dor então mudamos a posição e ficamos de lado eu por trás claro, apesar do prazer ela sentia muita dor, devo confessar que meu instrumento é grande e grosso. Continua...



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