"Os mais excitantes contos eróticos"


Aluna de SDM V


autor: adriano.master
publicado em: 04/10/15
categoria: hetero
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Passei a semana me recuperando das dores que sentia. Ia para a faculdade, mas evitava encontrar Emile ou mesmo a Carla. Na terça da semana seguinte tinha um encontro marcado com Emile para mostrar os trabalhos realizados em minha tese, não tinha como evitar. Apesar de todo o meu temor, tudo correu normalmente, ela fez as correções e me deu algumas orientações. Nada fora do normal. Nem parecia que a poucas semanas estávamos transando nesta mesma sala. Quanto mais se aproxima a data de encontrar a D. Ana, mais eu ficava nervosa, mas estava decidida a não mais voltar a encontra-la e nada me faria mudar de ideia. No dia anterior ao encontro o telefone tocou e corri para atender, era uma amiga para tratar de um aniversário de um amigo. Estranhei o sentimento de decepção, pensei que fosse D. Ana. A noite não consegui dormir, indecisa, a todo momento mudava de opinião. Pela manhã tinha tomado uma decisão, iria, mas só para não dizer a D. Ana que não queria mais aquele tipo de relacionamento. Seria uma despedida, nada mais. Fui ao seu encontro na faculdade, ela me esperava na sala da diretoria. Chegando lá, me apresentei a secretaria e ela pediu que eu esperasse. Depois de alguns momentos entrei. Ela estava lá, como sempre linda. Em um vestido rosa, longo, colado ao corpo. Emile também estava lá. D. Ana pediu que me sentasse. Fiquei me preparando para quando ela falasse comigo. Ia dizer que estava me despedindo, estava com tudo ensaiado na cabeça. Ela tratava com Emile sobre assuntos da faculdade, em alguns momentos olhava para e mim e sorria. Aquilo me fazia sentir bem, seu olhar, seu carinho, seu desejo por mim. Ela terminou com Emile e pediu que nós deixasse a sós. Estava pronta para terminar com aquilo. Ela saiu por de trás da mesa se aproximou de mim e me beijou. Meu coração imediatamente acelerou, minha pele se arrepiou, meu corpo todo a desejou. Aquilo foi inesperado e maravilhoso ao mesmo tempo. Ela sorriu e disse: nada como um beijo roubado e sorriu pra mim. Minhas defesas foram ao chão, esqueci tudo que havia decorado, só queria beijar aquela mulher que estava ao meu lado. Percebi, que por mais que tentasse me distanciar dela, não conseguiria.
Ela me olhou e sorriu. Aquele sorriso me fazia ir as nuvens, eu simplesmente sorri. Estava feliz por esta ali. Eu a olhava e o fato dela esta ali tão próxima já me fazia sentir algo maravilhoso. Ela disse: eu ainda tenho que terminar algumas coisas aqui na faculdade, você gostaria de se encontrar comigo mais tarde. Sim!!! Respondi sem pensar. Ela respondeu, certo, aqui esta o endereço da minha casa na cidade. Espero você as 20:00 horas. Ela se aproximou, me beijou novamente e nos despedimos. Voltei para casa com a cabeça a mil, nada ocorreu como planejado. Meu corpo queimava de desejo, precisa encontrar D. Ana o mais rápido possível. Tentei ocupar a mente lendo, trabalhando na monografia, mas de nada adiantava, só tinha um pensamento dominando minha mente, D. Ana. A noite chegou, tomei banho, passei creme hidratante em todo corpo, usei um perfume delicioso, vesti um conjunto de calcinhas e sutiã de renda preto e um vestido florido. Tudo isso para D. Ana. Cheguei faltando um quinze minutos para as 20:00 horas na casa de D. Ana. Estacionei o carro e ela me recepcionou na entrada. Ela vestia uma camisa de algodão, jeans e tênis. Ela me olhou e sorriu, dizendo: você esta linda. Vamos ter uma noite maravilhosa juntas. Aquelas palavras me animaram. Quando entrei na casa, me decepcionei, percebi que não estávamos sozinhas. Emile também estava lá. Ela estava quase completamente nua, estava usando apenas uma coleira no pescoço. Ajoelhada em um tapete no centro da sala.
Emile se dirigiu a mim: Regina, tire o vestido, quero você apenas de calcinha e sutiã. Tirei o vestido, ela ficou olhando meu corpo. Se aproximou e enlaçou minha cintura com as mãos. Você esta maravilhosa, ela disse. Depois me beijou longamente. Meu coração novamente acelerou... Depois de alguns momentos nos separamos. Ela apontou algo sobre uma mesa e disse para eu pegar. Me aproximei e notei que era uma coleira de couro fino e preto, com uma pequena argola dourada. Ela falou: traga pra mim. Fiz como ordenado. Ela me colocou de costa para ela. E colocou a coleira em meu pescoço, dizendo: esta coleira eu mandei fazer especialmente pra você. Ela é sua. Não a perca, ela representa nosso relacionamento. Sua total obediência a mim. Respondi: sim minha senhora.
Ela pegou uma pequena corrente de ouro e prendeu na argola da minha coleira. Nos dirigimos para um pequeno sofá em frente a Emile. D. Ana mandou que eu tirasse seus tênis e meias. Depois me sentei ao seu lado. Ela falou com Emile. Bem Emile, hoje começamos novamente o seu treinamento. Não pense que vai ser fácil recuperar os seus privilégios na nossa família. Vai ser um treinamento logo e doloroso, isso eu posso garantir. Você quer começar ou preferi desistir? Emile respondeu: quero começar minha senhora. Prometo que não vou mais decepciona-la. D. Ana respondeu: muito bem Emile, vamos comprovar a força da sua determinação. Sobre a mesa por trás de você, há um pequeno chicote de couro. Eu quero que você pegue-o, e dê cinquenta chicotadas... em sua buceta. Emile se levantou, foi a mesa pegou o chicote, se virou para nós e falou para D. Ana: basta a senhora ordenar minha senhora. Muito bem Emile, você vai contar cada chicotada. Pode começar. Emile começou... uma, duas, três... D. Ana ordenou: pare, você pode usar de mais força. Você esta fazendo corpo mole. Recomece e agora faça direito. Emile recomeçou, plaft... uma, plaft...duas, plaft... três, plaft... humm..quatro, plaft... harmmm.. cinco. Ela continuou até vinte e cinco e parou. D. Ana olhou com reprovação, mas permaneceu calada. Sob o olhar reprovador de D. Ana, Emile recomeçou... plaft... vinte seis, plaft...vinte sete, plaft...vinte oito. A cada chicotada ela demorava mais para próxima. Visivelmente ela estava sentido muita dor. Plaft... vinte nove, plaft... trinta. Ela continuou até os trinta e oito e parou. Ela falou: por favor minha senhora não aguento mais, por favor me perdoe. D. Ana a mandou se aproximar. Ela fez como ordenado. Abra bem as pernas que eu quero examinar esta sua buceta velha. D. Ana observou durante alguns poucos minutos a buceta de Emile. Depois falou: eu acredito que você não se esforçou o suficiente, vou terminar a lição por você. É isso o que uma boa professora faz. Traga aquela mesa e a coloque no centro da sala. Emile obedeceu. Deite-se de costas sobre a mesa. Emile se dirigiu para mesa e se deitou. D. Ana se virou para mim. Regina segure as pernas da Emile bem alto e bem separadas. Me dirigi para mesa e segurei as pernas de Emile. Bem vamos começar, D. Falou. Ela se aproximou da mesa com o pequeno chicote sobre a mão e deu a primeira chicotada na buceta de Emile. Ela urrou de dor. D. Ana disse: acho que vou te que repetir a chicotada, essa cadelinha burra, não contou, nem agradeceu o meu esforço em ensinar. Vamos começar de novo. Ela de uma nova chicotada. Emile novamente urrou de dor, mas depois de alguns segundo disse: trinta e nove, obrigado minha senhora. D. Ana sorriu satisfeita. Zapt, quarenta, obrigado minha senhora. Zapt, quarenta e um, obrigado minha senhora. Zapt, quarenta e dois, obrigado minha senhora. Zapt, Aaaahhhhh, quarenta e três, obrigado minha senhora. Zapt, Uuuuhhh quarenta e quatro, obrigado minha senhora... Zapt, Aaaaahhhh, Cinquenta, obrigado minha senhora. A esta altura a buceta de Emile estava vermelha e inchada. D. Ana olhou pra mim e disse: você trabalho bem minha querida, mas ainda temos a noite toda com essa vadiazinha. Ela me mandou soltar as pernas de Emile. Depois que soltei suas pernas, Emile caiu da mesa e ficou no chão. D. Ana se aproximou de mim e me beijo. Bem minha querida, parece que teremos que dar um tempo para essa "cachorra velha" se recuperar. Ela segurou a corrente que estava atada a minha coleira e me levou para um ambiente externo a casa. Ela se sentou em um sofá e ordenou que eu buscasse uma garrafa de vinho e a servisse. Fiz como ordenado. Passamos mais ou menos quarenta minutos neste ambiente. D. Ana tomou duas taças de vinho e permaneceu em silêncio durante todo tempo. Estava me sentido desconfortável, pois estava frio e eu vestia somente calcinha e sutiã. Quando entramos Emile ainda permanecia no chão. D. Ana ficou irritada e reclamou com ela. Ela falou: É assim que você se porta na presença da sua senhora? Deitada no chão, toda esparramada. Ela pegou um chicote e começou a acoitar Emile. Zapt, zapt, zapt, zapt. Se ajoelhe e coloque as mãos para trás. Ela obedeceu imediatamente. D. Ana a segurou pelos cabelos e deu um tapa em seu rosto. Minha cachorrinha, tão segura de si na faculdade. Com todos aqueles funcionários e alunos com medo dela. Imagine se eles a visem agora. Nua e levando tapa na cara! Pede pra apanhar na cara sua puta. Emile respondeu: bate na minha cara minha senhora! Paft... Obrigado minha senhora, por favor, bata de novo! Paft... Obrigado minha senhora, por favor, de novo. Paft... Obrigado senhora, por favor, de novo! Paft... Obrigado minha senhora, por favor, mais! Paft... Obrigado senhora, por favor, mais. D. Ana disse: acho que esta bom minha cachorrinha. Vamos agora subir para o meu quarto, comprei um novo chicote e estou louca pra prova o gosto da sua pele com ele. D. Ana pegou minha corrente e nos dirigimos ao quarto. Emile ficou de pé. D. Ana se dirigiu a ela com desdém: desde quando cachorras andam em pé? De quatro cachorrinha, de quatro. Quando entramos no quarto D. Ana foi em direção a cama. Lá estava o novo chicote de couro dela, negro e longo. Ela o segurou e o vez estalar como que para testa-lo. Então ela falou: Cachorra, fique de frente para parede, coloque sua mãos na parede, abras as pernas e empine a bundinha. Eu vou lhe acoitar até me sentir satisfeita. Você pode chorar, gritar, cair. Quando isso acontecer, você deve apenas se levantar para que eu possa recomeçar. Você entendeu cachorra? Emile respondeu: Sim, minha senhora. D. Ana começou o açoite, primeiro direcionou as chicotadas para bunda. Ela começou lentamente, sem presa, com intervalos entre as chicotadas. Zapt... zapt... zapt... zapt, Emile gritava, urrava... Haaaa... Uhhhh.... zapt... Haaa.... Zapt....Haaaaaa....Zapt... Uhhhh... Ela começou a chorar alto. Zapt...zapt...choros misturados com gritos de dor. D. Ana parou e falou: Veja Regina como a bunda da cachorra esta ficando linda, rosada como uma flor. Ela se aproximou de Emile e começou a acariciar a bunda da Emile. Venha cá Regina. Venha sentir a maciez da pele desta putinha. Me aproximei e comecei a acariciar a bunda da Emile. Era estranho sentir a pele macia ao mesmo tempo as ondulações das marcas dos locais onde o chicote havia deixando marcas, a pele quente e rosada. Aquilo me deixou excitada. D. Ana parecia satisfeita. Ela se afastou e me mandou retornar para o meu lugar de observação. D. Ana recomeçou, zapt... desta vez sua atenção foi para as costas de Emile. Zapt...Haaa... Zapt... hummmm..Zapt... choro... Zapt....Uhhhhh...Zapt....Zapt...Zapt... Emile arquejava e soluçava... gemia... tremia... e finalmente foi ao chã chorando. D. Emile esperou. Um... dois... três... minutos. Emile não levantava. Depois de mais ou menos oito minutos Emile levantou e retornou a posição de açoite. D. Ana sorriu e disse: Boa garota. Zapt...recomeçaram as chicotadas. Zapt... ummmm...Zapt... choro...Zapt... Haaaaaa...Zapt... Haaaaa... D. Ana parou e disse: Emile, agora se vire, coloque as mãos para atrás e abra bem as pernas (não sei Emile notou, mas D. Ana a chamou pelo nome pela primeira vez, ela estava sendo recompensada). Emile se virou e ficou em posição de açoite. D. Ana começou a chicotear seus seios. Zapt... Haaaa... Emile gritou alto. Zapt...Haaaa... Zapt...Haaaa... Zapt...Haaaaaaaaa...Zapt... Haaaaaaaaa...Emile chorava e gritava de dor. Zapt....Haaaaaa. Emile tentou proteger os seios com os braços. D. Ana se aproximou dela e disse: Emile, conseguimos tanto esta noite e agora você vai e fraqueja. Como se sua dor fosse mais importante que meu desejo. Então eu lhe pergunto: O que importa mais pra você? O medo da dor ou seu desejo de me obedecer. Lágrimas escoriam sobre seu rosto quando ela respondeu: O meu tudo é a senhora. Seu desejo é mais importante. A senhora pode recomeçar. Eu não vou fraquejar. D. Ana se afastou e recomeçou. Zapt... Zapt...Zapt...Zapt... Emile... gritava de dor a cada chicotada. Seu corpo tremia e ela urrava... Zapt...Hummmmmm....Zapt... Haaaaaa.... Zapt... Uuummmm....Zapt...Haaaaaa... Emile protegeu os seios com os braços e foi ao chão tremendo. D. Ana se aproximou de Emile e disse: muito bem minha querida. Hoje você me deixou orgulhosa. Foi um grande recomeço. Emile levantou a cabeça e conseguiu sorrir. D. Ana a beijou na boca. Aquilo me deixou morrendo de ciúmes.
D. Ana se dirigiu a mim: Regina vá para o quarto ao lado, ela está pronto pra você. Comprei um biquine para você, eu quero que você use amanhã. Esta noite vou passar a sós com a Emile.
Ainda tenho que tirar muito prazer desta carne rosada. Olhei para Emile no chão, ela retornou o olhar cheia de orgulho. Aquilo me enfureceu, mas obedeci e as deixei a sós.




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