Meu cunhado revelou-se
- Temas: Cunhado, Incesto, Gay, Banho, Oral, Anal, Sedução, Musculoso, Creampie, Masturbação.
- Publicado em: 04/10/15
- Leituras: 45353
- Autoria: cacabah
- ver comentários
Certa tarde de sexta-feira, calor insuportável. Estudo pelo turno matutino e, como de costume, todas as sextas pego as meias usadas na semana e as lavo. Minha irmã é bancária e trabalha o dia inteiro, das 08:00 às 21:00; meu cunhado é supervisor de engenharia e trabalha de macacão e botas. Ele tem 1,81 de altura, tem pele morena, 24 anos de idade, cabelos nos ombros, barba por fazer, olhos mel; ele é muito bonito.
Nessa mesma sexta-feira, como de costume, estava lavando as meias no quintal quando ele chegou do trabalho às 12:00. Passou direto para o quintal, onde tirou as botas e pediu para mim ligar a mangueira; fiz o que me pediu e voltei ao que estava fazendo. Ele me disse que iria tomar banho ali mesmo no quintal; falei que não me importava. Ele tirou o macacão e ficou só de cueca boxer preta, com aquelas coxas definidas e aquela barriga tanquinho, músculos superdefinidos pois ele malha há 8 anos; começou a molhar aqueles longos cabelos, parecia cena de novela aquele monumento grego ali do meu lado.
Finalizei as meias, fui estendê-las no varal que ficava perto dele; quando passei, ele me molhou com a mangueira, dizendo: - Venha, você não sabe o que está perdendo, num calor desse um banho é tudo de bom. Eu neguei, falei que tinha outras coisas a fazer e saí andando. Ele me segurou e falou: — Tá com medo da água é? Vou te molhar mesmo. Me deitou no chão e sentou em cima de mim, me molhando com a mangueira; aquelas pernas torneadas ali me apertando, eu estava louco por aquilo já fazia tempo. Ele jogava o cabelo e sorria enquanto me molhava; tirou minha camisa, aí eu já não podia resistir.
Ele começou a chupar meu peito e falou: — Não me olha com esse olhar assustado não, viu? Só vou fazer o que você quiser. E eu balancei a cabeça que sim. Ele falou: — Pega aquela toalha ali, que eu vou terminar aqui e entro; me espera lá dentro.
Entrei e troquei de short, pois o meu estava molhado, e fiquei sem cueca, só de bermuda; sentei no sofá. Ele apareceu na porta da sala nu, pau mole super excitante, depilado, lisinho; ele veio em minha direção e pediu para mim levantar; levantei e me abraçou por trás enquanto desabotoava meu short, me beijava o pescoço com a barba por fazer, e me jogou no sofá e falou: — Toma sua mamadeira. Eu coloquei aquele pau na boca, já duro, que devia ter 21 cm; quando ele forçava eu sentia ânsia, pois era muito grande, quase não cabia na minha boca.
Ele começou a gemer, foder a minha boca; foi quando pegou no meu pau com aquela mão forte, começou a me punhetar e chupou meu pau; fui no céu e voltei, eu custava a acreditar que estava ali com um deus grego daquele. Me pôs de costas e começou a chupar meu cuzinho, dizendo que era muito gostoso; colocou aquela cabeça rosinha linda e grande próximo ao buraquinho e foi colocando calmamente até entrar toda. Ele dizia que era muito gostoso e que era apertadinho; enquanto metia, me chupava o pescoço e rebolava aquela pica dentro de mim. Eu sentia arder e o tesão era maior que aquilo tudo.
Senti quando ele gemeu profundamente e a gala começou a descer do meu cu, como uma cachoeira de leite, e ele respirava fundo de alívio; me beijou na boca e voltou para o banho. E desse dia em diante já repetimos outras vezes, outras aventuras que vou contar. Espero que gostem. Beijos apimentados.
