"Os mais excitantes contos eróticos"


7 chaves de uma paixão - parte 3


autor: diariosexual
publicado em: 12/02/18
categoria: incesto
leituras: 751
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Fonte: maior > menor


Essa é a terceira parte da minha série de contos "7 chaves de uma paixão"
TUDO FOI E É REAL ATÉ HOJE
Bom, se você esta lendo esse texto, provavelmente já leu meus outros dois relatos anteriores e presumo que esteja se perguntando oque aconteceu depois... Bom...
Depois daquela noite estranhamente louca que tivemos, se passaram alguns dias, e eu não conseguia parar de pensar naquilo que aconteceu entre a gente... Foi loucura... Foi... Foi tesão...! Eu me perguntava se aconteceria de novo, oque mais aconteceria? Quando aconteceria?
E a resposta não demorou muito para chegar...
Era um domingo, e como a maioria dos domingos, sentamos nós três na sala para ver tv, era bem divertido, um verdadeiro momento em "família".
Papo vai, papo vem, e meu "padrasto" avisa para minha mãe que dormiria na sala, explicou que teria de levantar cedo no dia seguinte.
Aah, meu coração se encheu de alegria, eu estava tão carente... Precisava do seu toque mas sabia que era errado, tentei desfarçar ao máximo as confusões que rondavam na minha cabeça!
Minha mãe, por sua vez contextou um pouco, mas como ele havia insistido que não dava para deitar - se com ela pois a sala ficava mais próximo a porta e não queria acorda - lá as 4 e meia da manhã, ela acabou concordando.
Já eram quase que 10 horas da noite, ela levantou e foi em seu quarto buscar roupas de cama para ele que dormiria em um colchonete no chão da sala, em frente ao sofá.
Bastou ela virar as costas que nossos olhares foram atraídos um para o outro, não precisou falar nada, nem sequer uma piscadinha, já sabiamos oque estava por vir , nos olhamos fixo por alguns longos segundos até ouvirmos os passos dela voltando.
Assim que minha mãe chegou para arrumar a cama para o meu "padrasto", me levantei, disse que iria tomar um banho.
Fui em meu quarto, oque eu colocaria? A noite estava prometendo, e eu não tinha a menor noção doque colocar, meu coração pulava no meu peito, estava nervosa.
Caçei no meu armário, uma roupa que me deixasse gostosa e ao mesmo tempo, se ela levantasse, não seria suspeita! Tentei ser o mais rápida possível e finalmente ACHEI, lá estava ela, uma camisola rosa, de seda, que ia até o pé, sim, até o pé. A parte de cima era de alcinha e ficava quase que meus peitos todos a mostra, estava PERFEITO !
Peguei a menor calcinha, um top preto, a camisola, um short para colocar em baixo (não ficaria com ele por muito tempo rs)e corri para o banheiro, fazendo questão que minha mãe me visse passar com o short na mão.
Tomei meu banho, coloquei a tal roupa, prendi meu cabelo de lado, deixando a franja que era grande solta, e assim, sai do banheiro.
Minha mãe ficou surpresa ao me ver de camisola, ele, já entendendo o porque, fez piada dizendo que se me visse de madrugada, correria , pensaria ser um fantasma, rimos e eu dei a boa desculpa do calor e que a camisola era como "uma blusa grande".
Já estava caminhando para as 11, fui para minha cama me deitar, minha adrenalina estava a mil, quando ele chegaria?
Acho que os dois ficaram um tempo conversando na sala, oque me doía um pouco o coração mas tentava não ligar, não era um sentimento devastador (por enquanto kk).
Parei de ouvir suas vozes, ela fora dormir! E agora? Oque eu faço? Pensei. Decidi ficar ali esperando...
Uns 40 minutos se passaram e eu já havia pegado no sono, acordei vendo meu "padrasto" em pé, o contorno daquele homem com belas pernas grossas e arqueadas me olhando, cheguei tomar um susto. Ele pôs o dedo na boca "shiiiu" e me chamou para a sala.
Fui, sentamos no sofá, um ao lado do outro, olhei em cima da mesa e lá estava os benditos potinhos com óleo de massagem, meu coração ainda trepidava.
- Sentiu saudades? Disse ele dando um sorrisinho de lado e me encarando fundo nos olhos.
Sorri de volta, retribuindo na mesma intensidade o olhar.
Ele me mandou deitar no sofá, deitei, esticou minhas pernas em cima das suas, estava sentado, como das outras vezes.
Eu já nervosa, e se ela levantasse? Estranhamente aquele medo de um flagrânte, me excitava.
Olhei em seu rosto, ele estava sério.
Pegou um dos potinhos com um líquido vermelho, virou em uma das mãos, esfregou com a outra e
já começou com aquelas mãos grossas, colocando - as bem em cima das minhas coxas, apertando gostoso, na mesma hora, soltei um suspiro profundo, e já senti minha buceta esquentar...
Aquelas duas mãos esfregando firme minhas pernas, deslizando com o óleo, eu estava indo ao delírio.
Dessa vez ele estava afim de me sentir, de me tocar.
‎Pensamentos dos mais pervertidos dominavam minha mente, queria aquele homem, queria sentir, saber doque ele era capaz, queria seu toque masculino. Minha buceta implorava, minha respiração acelerando cada vez mais.
‎eu já podia sentir seu pau extourando dentro da bermuda pelo meu pé, sentia seu membro quente, latejando que como minha buceta, implorava meu corpo. O tesão era mutuo.
‎Aquela massagem estava tão intensa que cheguei abrir minhas pernas, separando meus joelhos, deixando o caminho livre para minha buceta. Vem, mete o dedo, a lingua, oque quiser, sou sua, faz oque tem vontade, pensei, e parece que leu meu pensamento.
Eu estava com a buceta ali, de frente para ele, com as pernas arreganhadas como nunca estive! Que loucura...
Ele olhava pro meu corpo sério, franzia as sobrancelhas e intensificava as mãos, como se me possuisse.
Eu já completamento alucinada, respirando, louca.
Até que de tanto minha buceta implorar, ele tocou na abertura do meu short que era bem larguinho, arrastou as mãos até minha virílha e sem cerimônias, afastou minha calcinha, minha buceta pingava, com uma mão ele segurava minha calcinha e com a outra, usando o dedão, procurava meu clitoris, fiquei estática, olhando para sua cara, ofegante.
Quando aquele dedo quente tocou exatamente onde devia tocar, fui na lua, ele rodava o dedão no meu clitoris e olhava pra mim com cara de tarado.
Foi um prazer inacreditavel, o desejei pro resto da minha vida, queria aquele prazer todo dia, toda hora, mas como nem tudo são flores, ouvimos os passos da minha mãe, não tivemos tempo nem de pensar, abaixei meu vestido, sai correndo pro meu quarto e me joguei na cama, era ela mesmo
vi passar pela porta do meu quarto, como as luzes estavam apagadas, fingi estar dormindo.
Já ele, não tinha como fingir que estava dormindo! Teve que fingir que estava bebendo agua, nem sei como ele desfarçou o cheiro e escondeu os potinhos de óleo.
Sei que depois que ela passou de volta para cama, ele foi na porta do meu quarto, entrou, foi no meu ouvido e sussurrou "por hoje chega, ela ficou bolada". Minha respiraçao ainda ofegava, ele levantou meu queixo e me deu um celinho bem rápido e saiu do meu quarto.
Nem preciso dizer da siririca que bati antes de dormir ne?





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