"Os mais excitantes contos eróticos"


A grande mudança


autor: publicitario45
publicado em: 07/10/15
categoria: hetero
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Conheci Eliza em 2008 numa sala de Bate Papo e nossa conversa fluiu rapidamente. Com o passar do tempo ficamos amigos e um dia ela veio me visitar no trabalho, trazendo uma caixa de bombom de presente (Sim, sou chocólatra). Passamos horas conversando e perdemos a noção do tempo, quando percebemos já passava das 22h e eu fui leva-la em casa. Na porta da casa dela, um abraço apertado, dois beijos no rosto e eu fui embora.

Na manhã seguinte Eliza me ligou logo cedo para me dar bom dia – acorda dorminhoco, dormi pensando em você – pulei da cama e fui me arrumando e conversando com ela ao mesmo tempo. A afinidade cresceu e a química também, mas tínhamos algumas diferenças que pra ela eram mais importantes do que pra mim. A primeira de todas é que Eliza, mesmo com 27 anos, era virgem e sonhava em se entregar para o seu marido. O problema é que entre eu e ela crescia um sentimento de tesão e carinho rápido demais. O segundo é que ela era evangélica, cuidava do grupo de jovens da igreja dela e eu sou espirita kardecista. Só isso seria um problema na vida dela e por isso ficamos neste chove não molha por mais de dois anos. A gente se beijava e se pegava quase todos os dias até que numa noite, deitado na rede da casa dela, ela me disse que havia conhecido um cara na igreja dela e que todo mundo estava torcendo pelos dois, pois além dele ser da mesma igreja, era solteiro e sem filhos. Esta foi a última noite que eu vi Eliza, pois logo em seguida ela começou a namorar, ficou noiva, casou e se mudou para Curitiba.

Eliza se casou em 2010, vi as fotos do casamento no Facebook. Ela estava linda de branco, seus olhos brilhavam. Eliza é morena, tem no máximo 1,70 de altura, falsa magra, cabelos e olhos castanhos, uma boca bonita, um sorriso forte e um humor que desarma qualquer um. Nosso beijo era perfeito e nossos sarros eram inesquecíveis. Lembro-me dos seus seios médios duros como pedra e ela sussurrando no meu ouvido que a sua calcinha estava ensopada.

De 2010 pra cá venho acompanhando as suas fotos no Facebook. Eles progrediram, compraram carros importados, apartamentos, viajam pelo menos duas vezes por ano para fora do Brasil. Mas curiosamente, ela que sonhava em ter filhos ainda não havia engravidado e já se passaram cinco anos desde que eles se casaram.

Semana passada recebi uma ligação de um número que eu não conhecia e com DDD do Paraná. Atendi achando que era mais uma mala do telemarketing querendo me vender algum plano de tv a cabo, mas era Eliza:

Ela: olá, o senhor ainda se lembra da minha voz?

Eu: jamais esqueci. Saudades de você desde o dia que você pediu que eu me afastasse de você. Como está a vida de casada?

Fez-se um silêncio do outro lado do telefone, mas logo em seguida ela retomou o assunto:

Ela: está bem sim, na medida do possível.

Eu: bem na medida do possível ao meu entender quer dizer que não era bem isso que eu esperava, certo?

Ela: é... mais ou menos isso. Mas me fale de você, dos seus filhos.

Eu: eu estou bem, ainda separado. Acho que não é só você que não queria um relacionamento com um espirita. Meus filhos estão lindos e crescidos.

Ela: não continuamos por causa da religião, você sabe disso.

Eu: não, não sei. Mas também não quero mais falar sobre isso com você. Agora você esta em Curitiba, casada, feliz, prosperando e eu continuo aqui em Vila Velha.

Ela: eu estou em Vila Velha e quero te ver hoje.

Por um minuto o silêncio voltou a reinar na ligação até que eu retomasse o raciocínio. Perguntei se ela estava passando férias e até quando ela ficaria. Ela disse que responderia isso pessoalmente e marcamos de nos encontrar aqui na agencia, naquela noite, como da primeira vez.

Passei o resto do dia ansioso e às 20h não tinha mais ninguém na agencia. A campainha tocou e eu fui abrir. Era Eliza, mais linda, mais mulher, mais segura, bem vestida, cheirosa, com um corte de cabelo diferente da última vez que nos vimos. Sem nenhuma palavra Eliza se aproximou e me beijou aquele mesmo beijo que havia me encantado há cinco anos atrás. Seu corpo tremia e o meu também. Sua bolsa foi ao chão e o casaco também caiu. Caminhamos até a minha sala e nos jogamos no sofá sem dizer nada.

Aquilo era estranho mas eu estava ficando cada vez mais excitado e o pior, sem saber se seguia em diante ou não, afinal de contas Eliza era uma mulher evangélica e muito bem casada. Mas a sua boca continuou a sugar a minha com sofreguidão, suas mãos foram abrindo a minha camisa e eu tentei lhe perguntar se ela queria mesmo seguir com aquilo. Fui interrompido com o seu dedo me silenciando e o sorriso dela era o sinal de que eu precisava. Agora eram as minhas mãos que percorriam seu corpo que por ainda não ter filhos estava impecável. Seus seios ainda eram médios e duros como pedra e a cada toque um estremecer do seu corpo me atiçava ainda mais.

Me livrei da sua blusa e puder ver pela primeira vez parte dos seus seios cobertos por uma lingerie preta e com rendas. Minha boca percorria seu pescoço e lentamente chegou ao bico do seu seio e sem pressa alguma mordi, lambi, passei a língua em torno dos bicos.

Eliza puxava meus cabelos e apenas sussurrava nos meus ouvidos pedindo mais. Aquele momento pedia tudo e muito carinho e voltei a beija-la na boca um beijo longo, molhado, quente e cheio de cumplicidade.

Suas mãos percorriam minhas costas e meu corpo também se arrepiava. O zíper da minha calça foi aberto e rapidamente eu estava nu na sua frente. Sua boca quente veio descendo pelo meu corpo até ir ao encontro do meu pau. Primeiro um beijo na cabeça, depois uma lambida de cima até embaixo me levando ao delírio. Suas mãos envolviam minha rola num movimento sensacional e o calor da sua boca aumentava a cada sugada. Eliza era outra pessoa, sabia dar e queria receber muito prazer. Chupou meu pau por um longo tempo mas não me deixou gozar na sua boca. Assim que ela parou, subiu seu rosto até perto do meu e me beijou novamente trazendo à minha boca o meu próprio gosto.

Agora era minha vez de retribuir o prazer explorando cada centímetro do seu corpo com a minha boca. Suguei novamente os seios, desci lentamente passando pelas coxas até os pés. Ela apenas gemia e serpenteava no sofá. Subi alcançado rapidamente seu sexo e abri levemente as suas pernas chegando até sua boceta perfumada e coberta por poucos pelos aparados. Antes de chupar, respirei fundo para sentir o cheiro do seu sexo, passei a ponta da língua no gelo e ela gemeu um pouco mais alto. Suas pernas abriram automaticamente e convidando a cair de boca de uma vez só. Chupei, tente penetra-la usando a língua, chupei seu mel que escorria em grande quantidade. Penetrei um dedo e depois outro sentindo todo o seu calor interno. Ergui meu corpo até alcançar os seus lábios e mais um beijo entre nós. A proximidade da cabeça do meu pau frente a sua gruta me fez penetra-la de uma vez só, sentindo depois de muitos anos os espasmos do seu corpo.

Começamos a nos movimentar rapidamente mas em sincronia, era como se transássemos há anos tamanha intimidade. Eliza pedia mais força e eu aumentava o ritmo das estocadas até que senti seu primeiro gozo. O melado da sua xana e o som do meu pau deslizando no seu sexo ensopado denunciaram o orgasmo intenso. Pedi que ela virasse o corpo e ficasse de quatro apoiando no encosto do sofá e assim ela se pôs. Passei a cabeça do meu pau na portinha da gruta e meti mais uma vez, puxando seus cabelos e cravando as unhas na sua cintura. Eliza envergava a coluna e se abria para que meu pau entrasse por inteiro. Mais estocadas e ela pediu para cavalgar. Se colocou em cima do meu pau e rebolou como uma insana atrás de mais prazer. Seu grelo esfregava na minha virilha e mais um orgasmo veio nos presentear. Seus movimentos eram rápidos e gozamos juntos.

Ficamos ali parados e eu ainda sem entender o motivo dela, que é uma mulher casada e evangélica ter se entregado a mim daquela forma tão intensa.

Naquela noite transamos mais uma vez antes dela se despedir de mim e até hoje eu não sei o motivo da grande mudança.




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