"Os mais excitantes contos eróticos"


Feminista convicta goza e pede


autor: publicitario45
publicado em: 13/10/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Após o fim de semana onde fui comemorar o aniversário de um grande amigo, Melissa passou a semana me mandando mensagens e me ligando e como eu queria continuar o plano de provoca-la ao extremo simplesmente não atendia e nem respondia suas mensagens, assim, mais uma semana se passou até que resolvi atende-la:

Eu: alô, tudo bem Melissa?

Ela: tudo e você? Parece estar chateado comigo.

Eu: de maneira alguma, você não me fez nada de ruim, ou fez?

Ela: não, mas queria te pedir desculpas pelas brincadeiras e comentários na semana passada.na verdade eu queria te ver e conversar com você, podemos tomar um café?

Eu: claro, mas de antemão queria dizer que você não precisa me pedir desculpas de nada. Anota o endereço da minha casa, te espero lá amanhã as 16h para tomarmos um café.

Ela: na sua casa?!?

Eu: sim, na minha casa. É pegar ou largar.

Ela: passa o endereço.

Passei o endereço da minha casa e no dia seguinte trabalhei até as 14h, depois fui pro apartamento e arrumei udo para receber minha visita, inclusive, fiz o café prometido.

Melissa era pontual e chegou às 15h55, tocou o interfone e subiu rapidamente. Quando eu abri a porta pude ver com mais calma a sua beleza. Pele branca, cabelos ruivos curtos estilo Channel, vestido azul que contrastava com os cabelos e a sua pele clara. Uma sandália que tinha um salto médio e amarras no meio das pernas.

Um perfume maravilhoso tomou conta da sala do apartamento. Trocamos dois beijos no rosto e ela entrou meio ressabiada, parecia uma mistura de timidez e vergonha. Começamos a conversar sobre o ocorrido e eu deixei bem claro que estava tudo certo e que eu entendia a posição dela em relação aos homens.

Foi ai que do nada Melissa saiu da cadeira dela e sentou-se do meu lado e me disse que aquela tarde no sitio tinha sido inesquecível e por isso ela insistiu nas mensagens. Passou uma das mãos no meu rosto e sem nenhuma palavra a mais começamos a nos beijar, mas desta vez um beijo com muito carinho. Melissa tem uma boca atrevida, um beijo molhado e quente, é como se saísse um vapor de dentro da sua boca. Suas mãos acariciavam meu rosto e a nossa respiração começava a ficar ofegante. Na medida que Melissa de mexia seu vestido ia subindo deixando a mostra um par de pernas grossas, depiladas e perfumadas. Minhas mãos começaram a deslizar pelo seu corpo mas sempre por cima do tecido fino, acariciando seus seios enquanto minha boca explorava seu pescoço mais fixamente na nuca.

Eu podia sentir sua pele arrepiar, seus gemidos e seus sussurros aumentavam gradativamente até que soltei as duas alças do seu vestido. Coloquei Melissa de pé e deixei o vestido ir ao chão. Seu corpo agora estava coberto apenas por uma calcinha preta que imediatamente a coloquei de lado e cai de boca naquela boceta carnuda com os lábios rosados. Melissa colocou uma das pernas no sofá e se apoiou com uma das mãos na parede enquanto eu, ajoelhado, chupava e mordia seu grelo de todas as formas.

Não demorou muito para que seu mel escorresse e lambuzasse a minha cara. Suas mãos seguravam a minha cabeça enquanto o resto do seu corpo mexia em movimentos lentos e circulares. Alguns minutos a mais e Melissa gemia um pouco mais alto e puxava minha cabeça em direção à sua xana, os espasmos denunciavam o seu primeiro orgasmo na minha boca que sugava todo seu mel. Após o gozo, Melissa sentou-se no sofá e ficou alguns minutos em silencio me olhando fixamente nos olhos.

Ela: porque você faz isso comigo?

Eu: isso o que?

Ela: me chupa assim, me deixa mole, e eu gozo como uma vadia.

Eu: mas você não disse que homem só quer saber de meter e gozar? Que o prazer feminino não importa?

Ela: me desculpa, mas sempre foi assim comigo.

Melissa deu um sorriso lindo e veio engatinhando na direção do sofá que eu estava sentado ainda de roupa. Ela tirou minha camisa e começou a beijar minha boca que ainda estava melada com o seu gozo, lambeu meus lábios e foi descendo em direção ao meu peito. Me mordeu, passou a ponta da unha com delicadeza na minha barriga me fazendo contorcer no sofá. Abriu meu zíper e libertou meu pau que a esta altura doía de tanto tesão. Sua boca molhada e quente o abocanhou de uma vez só sugando a cabeça com vigor. Sua mão me envolvia e acompanhava o ritmo da sua boca, assim ela me chupava e me punhetava ao mesmo tempo me causando uma sensação deliciosa. Sua boca ia da cabeça ao meu saco com agilidade e delicadeza. Não demorei muito e gozei enchendo sua boca de leite e Melissa me surpreendeu engolindo quase tudo. Deixei meu corpo cair enquanto meu coração voltava aos batimentos normais.

Ficamos em silencio por alguns minutos e eu me lembrei da ideia inicial, mostrar a Melissa que os homens não são bem como ela pensava e foi ai que eu disse que ela teria que ir embora, pois eu teria que sair para um compromisso de trabalho.

Incrédula, Melissa esboçou uma reação mais agressiva mas recuou e disse que eu estava jogando com ela. Disse que não e aproveitei para convida-la para passar o feriado do dia 12 de outubro comigo, assim, poderíamos nos entender melhor, e sem pressa.

Ela fez uma cara de menina manhosa e saiu após me dar mais um longo e molhado beijo. na sexta-feira, véspera do feriado, passei na empresa rapidamente e depois fui buscar Melissa. Ela queria saber para onde iriamos mas eu disse que era surpresa e quando pegamos a BR 101, disse que iriamos para Arraial D´Ajuda, BA. O seu sorriso no rosto era a certeza de que eu havia feito a escolha certa.

Após algumas horas de viagem estávamos na portaria da Pousada, simples mas aconchegante aguardando a liberação para entrarmos no nosso quarto. Enquanto esperávamos Melissa cochichava no meu ouvido – quero dar pra você – me deixando de pau duro em plena recepção. Minutos depois, entramos no quarto e já começamos a nos atracar. Melissa me arrastou para dentro do banheiro e começamos a nos beijar debaixo do chuveiro ainda de roupa. A agua escorria pelo seu vestido fazendo ele grudar no seu corpo mostrando toda as suas curvas. Tirei minha camisa e Melissa já estava ajoelhada me chupando o pau com voracidade. Ela engolia inteiro enquanto ficava me olhando com cara de vadia, lambia em volta da cabeça, descia até o meu saco e subia de novo. Puxei seu corpo pelos cabelos trazendo sua boca em direção da minha.

Enquanto nos beijávamos íamos nos livrando das roupas até ficarmos completamente nus. Melissa se virou e apoiou com as mãos na parede deixando sua bunda arredondada livre para eu fazer o que quisesse – mete logo nessa boceta que esta pingando de tesão - implorou ela falando de forma manhosa. Me abaixei atrás dela e cai de boca metendo logo de cara a língua no seu cuzinho. Melissa gemeu e pediu pica. Me levantei e coloquei a cabeça do meu pau na entrada da grutinha e fiquei provocando sem deixar o pau entrar. Quando ela se movia em minha direção eu chegava para trás para não deixar o pau entrar – implora - mandei com tom de voz mais alto. Ela pedia para que eu metesse pois ela não estava aguentando.

Numa única estocada meu pau entrou abrindo a sua fenda apertada, quente e úmida. Melissa urrou e pediu para apanhar. Os tapas na sua bunda de pele clara ecoavam dentro da suíte juntamente com o som das minhas pernas batendo na sua bunda. Melissa continuava com as mãos na parede enquanto eu metia segurando seu corpo pelas ancas e não demorou muito para que ela gozasse na minha pica gemendo mais alto e me xingando
de cachorro, vadio, cafajeste entre outros.

Fomos para cama e eu pedi que ela se abrisse pra mim, pois eu queria chupar aquela boceta rosada mais uma vez. Ela se abriu e eu cai de boca, chupei, penetrei sua grutinha com a língua, meti dois dedos na xaninha depois no rabinho. Melissa se contorcia mas ainda queria mais pica e me puxou pelos cabelos levanto a minha boca em direção a sua. O calor da sua xana na cabeça do meu pau me levou ao delírio e mais uma vez o pau deslizou para dentro da sua fenda quente como vapor.

Melissa rebolava por baixo de mim como se quisesse me engolir cada centímetro. Melissa estava insana, girou seu corpo sob o me e se pôs a cavalgar num ritmo frenético, de olhos fechados, me arranhando o peito em busca de um novo orgasmo que não tardou a chegar. Sua boceta parecia estar derretendo, seu mel escorria e a nossa cama já estava completamente molhada, misturando seu mel, a agua do chuveiro e o suor dos nossos corpos.

Veio o terceiro orgasmo e eu coloquei Melissa de quatro na beira da cama. Lambi a portinha do seu cu e me posicionei para penetra-la. Ela ameaçou recuar e eu a puxei pelo cabelo curto e molhado colocando-a no seu devido lugar. Forcei a cabeça e ela abaixou o rosto enfiando-o no travesseiro para sufocar seus gemidos. Um pouco mais de força e o pau já tinha entrado a metade. Seu corpo parecia esta relaxando e ela começou a se movimentar lentamente para ir acostumando com meu pau lá dentro e mais uma forçada para terminar de invadir aquele rabinho rosado e apertado. Comecei a estocar com mais força e Melissa perdeu a noção das coisas me chamando de tudo quanto é nome, se dizia ser a minha putinha, queria sentar na minha pica e rebolava freneticamente na minha pica. Acelerei meus movimentos, segurei suas ancas e dei-lhe alguns tapas deixando a sua bunda completamente vermelha até sentir meu corpo esquentar e tremer enquanto jatos de porra invadiam aquele cuzinho gostoso que teimava em me morder me deixando louco de tesão.

Caímos um do lado do outro e o cansaço da viagem somada a nossa primeira transa nos fez pegar no sono. Melissa é assim, chata, irritante, feminista convicta, adora apanhar e ser tratada como puta cama, linda, sensível, charmosa e inteligente. Tudo isso numa pessoa só.

A noite saímos e nos divertimos mais, transamos o feriado inteiro e eu vou relatar tudo pra vocês, com detalhes e requintes de crueldade.

Beijos a todos.




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