Marido viajou, levou vara do amigo II

  • Temas: trepada, oral, anal, penetração, excitação, orgasmo, safadeza
  • Publicado em: 15/05/18
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  • Autoria: rosario
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Private Muse

Realmente, uma noite inteira levou os dois safados a aproveitarem bem e, como ela prometeu, estava louca para dar a bundinha para aquele macho gostoso, só que estava temerosa pelo tamanho e grossura daquela vara. Era realmente grande, grossa e muito dura.


Após Roger desengatar daquela boceta linda e gostosa, via escorrer pelas coxas de Alexandra um riacho de porra, fruto da monumental trepada. Roger estava extasiado, mirando aquela bunda linda, aquelas coxas grossas e musculosas e levantando os olhos, vendo aquele corpo monumental que o enfeitiçava loucamente.


Alexandra chamou Roger para tomarem banho e seguiu na frente. Foi um banho rápido, pois ela estava ansiosa para levá-lo para a cama. É que, apesar daquela gozada gigantesca, sua libido ainda estava nas alturas. O que a enlouquecia de tesão era que aquele macho de 19 anos, apenas, apesar de sua pouca idade, já sabia fuder uma mulher como poucos. Era um conhecedor profundo da arte da sacanagem e, com aquele pau grande e grosso, despertava nas mulheres todas as espécies de taras.


Ao chegarem na cama grande de casal, ela sentiu uma pontada de remorso, pois ali era a alcova destinada a ela e ao seu marido; no entanto, a tentação era maior do que sua honestidade.


Já deitados na cama, ela quis saber dele como era que ele, após segurá-la por trás na janela e provocá-la de tantas maneiras, chegando a desnudá-la do seu shortinho e de sua calcinha, conseguiu ficar nu também, pois, em nenhum momento, percebeu ele retirando sua bermuda. Naquela loucura toda, ela apenas sentiu sua vara tesa, já totalmente livre, começar a massagear sua bunda e alojar-se completamente no reguinho de suas nádegas. Roger explicou que, quando ela se postou na janela, de costas para ele, ele sabia que ela estava louca para dar pra ele e, imediatamente, como estava com a bermuda e sem usar cueca, já abriu o botão de sua bermuda e colou-se nela, sabendo que a iria fuder naquele local e naquela posição. Quando ela começou a rebolar massageando seu pau, ele, apenas com uma das mãos, baixou a bermuda, que caiu aos seus pés.


Alexandra, beijando e abraçando Roger, na intenção de dar o rabinho para aquele macho tesudo, virou-se na cama, ficando com a bunda para cima e ligeiramente voltada para ele. Roger entendeu o recado e, abraçando-a e beijando seu pescoço por trás, montou nela com o pau já teso, sobre sua bunda linda. Ela estava temerosa pelo tamanho e grossura daquela vara, que era muito maior e bem mais grossa do que a do seu marido. Com a voz mais safada do mundo, Alexandra pediu a Roger que fosse com calma e muito carinho, pois temia pelo tamanho do seu pau. Ele a tranquilizou, dizendo que teria todo o carinho do mundo com ela, pois tinham toda a noite para fuder de todas as maneiras.


Como anteriormente, ela sentiu Roger com os joelhos na cama, com cada um ao lado de sua bunda, e a vara tesa no meio dela, colocada com precisão no reguinho, já deslizando e massageando o seu cuzinho. Ela estava louca de tesão e, sentindo Roger beijar seu pescoço, resolveu virar-se novamente na cama e empurrar seu macho para trás dela. Procurou aquele pau que a enlouquecia a cada instante e, abarcando-o com uma das mãos, o levou à boca. Estava ávida para chupar aquele falo com todo o carinho do mundo. Beijava-o em toda a sua extensão e, de vez em quando, passava a língua sobre aquela cabeça vermelha, lisa e brilhante. Descia com a língua desde a cabeça até a base e passava-o em seu rosto, como se o mimasse com carinho. Estava louca por aquele pau e começou a passar aquela cabeça inchada por todo o seu rosto. Pincelava com ele os olhos, o nariz, a face, enquanto usava sua língua para lambê-lo. Depois, retornava a beijar. Não demorou muito e deixou aquela cabeça mergulhar em sua boca. Trabalhou com sua língua aquela cabeça gostosa, fazendo-a girar ao redor, arrancando de Roger gemidos e suspiros de tesão.


Alexandra desejava ser possuída por aquela vara de todas as maneiras possíveis. Queria chupá-la por horas, desejava tê-la inteira em sua bundinha – mesmo sabendo que iria doer – e ambicionava tê-la massageando seus seios; ansiava e sonhava com aquela vara mergulhando em sua boceta novamente, já toda melada. Resolveu aproveitar aqueles momentos mágicos por inteiro. Sua mão, abarcando aquele pedaço de carne e músculos, a levava aos pí­ncaros do prazer. Roger já gemia de prazer, principalmente quando sua boca foi invadida totalmente por aquela vara que já minava o líquido do prazer. Quando a cabeça daquele pau bateu no fundo de sua garganta, ainda faltava muito para ser totalmente engolida. Ela começou os movimentos de vai e vem, deixando-o penetrar em sua boca até onde dava e depois voltar, deslizando por seus lábios, até aparecer a cabeça em quase sua totalidade. Sentia que, a cada momento, Roger soltava mais o líquido do amor. Retirando da boca aquela vara tesa e toda babada, passou-a nos seus seios, pincelando principalmente os biquinhos túrgidos.


Quando, depois de uns cinco minutos, ela sentiu que Roger já estava dando sinais de que estava prestes a gozar, ela, ainda segurando aquela pica toda babada, virou-se na cama, ficando de bruços e puxando Roger pelo pau para cima dela. Roger delirava, beijando seu pescoço e massageando seus seios enquanto montava nela. Alexandra, já louca para aguentar aquela vara no seu rabinho, abriu bem as coxas e, ainda segurando aquela vara pulsante, a guiou para o meio de sua bunda. Para enlouquecer aquele macho gostoso que estava prestes a lhe enrabar, ela, apoiando-se nos próprios joelhos, ergueu a bunda e, ainda segurando aquele pau, começou a forçar aquela cabeçorra no fundo de seu reguinho, fazendo-a deslizar várias vezes da bocetinha até a entrada de seu cusinho. Roger delirava e cooperava, ajudando naqueles movimentos; no entanto, ela, ainda segurando aquele pau, o impedia de penetrá-la.


O drama que se passava na cabeça de Roger era descobrir onde ela queria ser penetrada por aquela vara tesa como um pedaço de pau. Quando ele tentava meter na sua bocetinha, no momento em que a cabeça passava pela entrada, ela levantava a bunda linda e evitava a penetração. Quando sentia que a cabeça estava passando sobre a entrada de seu cusinho e percebia os movimentos de Roger querendo meter naquele buraquinho apertado, ela, movimentando a bunda, evitava o mergulho da vara em seu rabinho. Roger, mais uma vez, dava sinais de que estava prestes a gozar e ela, por sua vez, estava louca para levar aquela vara na bunda, não importando se ia doer.


Gemendo de tesão, ela deixou a cabeça daquele pau parar na entrada de seu cusinho e, ainda segurando aquela vara tesa, voltou o rosto para trás e pediu a Roger:


"Vai, safado, come meu cusinho, come. Mas mete devagar, que teu pau é muito grande e grosso. Vai com calma que eu quero aguentar essa vara toda no meu rabinho."


Dizendo isto, ela soltou aquele pau enorme e esperou Roger meter, mesmo sabendo que fatalmente iria doer. Para espanto dela, Roger, deitado sobre seu corpo, beijando seu pescoço, com a cabeça do pau na entrada de seu cusinho, controlava sua tara e fazia movimentos de querer penetrar naquela bunda, forçando e abrandando a cabeça contra seu anelsinho. Alexandra não sabia como Roger controlava sua tara e não mergulhava de vez em seu túnel apertado. Louca de desejos, ela abriu mais as coxas, levantando também ainda mais sua bunda linda e, sabendo que estava expondo ao máximo seu cusinho para Roger meter nele, feito um tarado, gemia e ainda pedia:


"Vai, amor, mete no meu rabinho, vai. Eu não aguento mais. Estou louca por essa rola. Vai com calma, mas fode meu cusinho, por favor."


Roger assestou a cabeça na entradinha e sentiu aquele cusinho pulsando. Aquela mulher fenomenal, com aquela bunda linda e aquele cusinho maravilhoso, estava lhe implorando para ser fodida naquele rabo lindo. Ele ainda tentou provocá-la, dizendo:


"Sua putinha gostosa, será que você vai aguentar eu meter essa vara todinha no seu rabinho? Eu também tou louco pra lhe fuder. Tou louco pra arrombar seu cusinho, mas fica calma que eu vou meter devagar e com muito carinho."


Dizendo isto, ele começou a forçar a entrada em movimentos de vai e vem e, em poucos segundos, Alexandra sentiu quando aquela cabeça toda babada saltou para dentro de seu rabinho apertado. Ela sentiu uma pequena dor e gritou baixinho. Ele parou para que aquele rabinho apertado pudesse se acostumar com o invasor gigante. Com a cabeça pulsando naquele cuzinho apertado, ele, beijando o pescoço de Alexandra, sentiu quando ela, usando seu braço direito, puxou sua cabeça para encontrar a sua e procurou sua boca para um beijo animalesco. Ela parecia estar louca de desejos. Beijava a boca de Roger, rebolando sua língua na dele e, em dado momento daquele beijo estonteante, não suportando mais tamanho desejo, jogou sua bunda para trás, tentando ser penetrada totalmente. O pau de Roger penetrou quase até a metade. Alexandra apenas gemia enquanto continuava beijando a boca dele. Roger sentiu que ela rebolava cada vez mais sua bunda, num sinal claro de que queria mais rola no rabo.


Roger meteu os dois braços por baixo dos dela e segurou os ombros daquela mulher, que gemia com sua rola enterrada até a metade em sua bunda. Ele estava prestes a puxá-la de encontro à sua vara, quando a sentiu largar sua boca e balbuciar:


"Vai, safado, mete toda. Come meu rabinho. Me arromba toda. Me fode como um macho de verdade. Mete sem pena. Me estupra, vai. Quero ser tua. Come meu cusinho, vai."


Terminando de falar, ela procurou novamente a boca de Roger, continuando naquele beijo enlouquecido. Ela continuava rebolando aquela bunda fantástica na vara dele, como querendo ainda mais rola naquela bunda gulosa.


Era demais para ele, que já se encontrava a ponto de gozar naquele rabo lindo. Usando suas mãos, que já estavam segurando os ombros dela, puxou-a com força de encontro à sua vara tesa. Puxou com a força de um tarado e sentiu a vara mergulhar toda naquele rabo gostoso. Viu que sua vara entrou totalmente, com sua pélvis topando naquela bunda encantadora. Sentiu Alexandra gemer alto, mesmo com a boca colada na dele. Não sabia se o gemido era provocado por dor ou tesão. Descolou a boca dela e ia falar, quando a ouviu gemer:


"Vai, safado, me fode mais. Mete essa vara no meu cuzinho. Me arromba toda que eu vou gozar. Empurra toda."


Alexandra estava enlouquecida de tesão. Dizia isto e rebolava sua bunda contra o pau teso de Roger, forçando cada vez mais sua bunda contra a vara daquele macho gostoso. Quando Roger a ouviu gritar, percebeu que ela começava a gozar feito uma cadela vadia. Meteu com mais força e começou a gozar também. Era um gozo enlouquecedor, desvairado e recheado de tesão e safadesa. Alexandra, sentindo os jatos de porra quente voando no interior de sua bunda, gemia, gritava e rebolava cada vez mais de encontro ao pau do seu macho. Roger, no auge daquela gozada estupenda, a puxava cada vez mais fortemente de encontro à sua vara, que continuava jogando esperma naquele rabo fantástico.


Foram três minutos de uma gozada inigualável. Loucuras como aquela eram difíceis de acontecer. Alexandra, voltando à realidade, sentiu que aquele pecado, que acabara de cometer, foi na cama dela e de seu marido. No entanto, o prazer arrebatador, pelo menos momentaneamente, pagava o preço daquele pecado. E ainda tinham pela frente quase uma noite inteira, que certamente seria totalmente pecaminosa.


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