TRANSEI COM MINHA TIA CASADA DENTRO DO CARRO (verídico)

  • Temas: Amor, traição
  • Publicado em: 26/05/18
  • Leituras: 34791
  • Autoria: Compadre
  • ver comentários



Caros leitores.

Esse relato é verídico.

Vou contar como aconteceu minha primeira experiência sexual.

É um fato inusitado porque aconteceu com uma pessoa que jamais imaginei que teria a menor chance.

Isso aconteceu quando eu tinha por volta de 16 a 17 anos.

Moro com meus pais na zona rural e temos um sitio que fica aproximadamente 8 km distante da cidade, fui nascido e criado na roça e sempre tive tesão por mulheres mais velhas, frequentei escolas rurais, ficava de olho nas coxas da professora, eu olhava por baixo da mesa quando ela se sentava, raramente conseguia ver a calcinha, eu ficava com a imagem na cabeça e a noite antes de dormir me desmanchava na punheta.

Geralmente aos domingos minha tia irmã da minha mãe, vinha com meu tio e meu primo que na época tinha 19 anos, eles passavam o dia com a gente e iam embora no final do dia.

Minha tia é dois anos mais velha que minha mãe e na época tinha por volta de 40 anos, loira, estatura média, boazuda, tem um lindo par de coxas, ela era a musa inspiradora das minhas punhetas, eu nunca tinha visto uma mulher pelada ao vivo, somente em revistas e nunca tinha transado.

Quando eles vinham eu ficava de olho na minha tia para ver algum lance picante para depois me masturbar pensando nela.

De vez em quando durante a semana ela vinha passar o dia no sitio, meu tio a trazia pela manhã e voltava para trabalhar. No final da tarde meu pai e minha mãe iam leva-la para casa, nessa época a gente tinha um fusca.

E foi em um desses dias que ela estava no sitio sentada no sofá conversando com minha mãe toda a vontade, eu disfarçadamente não tirava os olhos, teve uma hora que ela abriu as pernas, vi tudo até a calcinha minúscula enfiada na racha , meu pinto endureceu na hora.

No quintal da nossa casa tinha varias árvores frutí­feras e bem no fundo do quintal tinha uma moita de bananeiras, eu fui para trás das bananeiras, tirei a pica para fora que estava enorme e comecei me masturbar gostoso pensando nela.

Eu estava tão empolgado que não percebi alguém chegando, era ela que levou o maior susto e quando me viu deu um grito, fiquei desconcertado guardei a pica e pedi desculpas.

Logo em seguida minha mãe veio e perguntou o que tinha acontecido, ela inventou que foi pegar um limão no pé e tinha um pássaro que saiu voando e ela assustou.

Fiquei morrendo de vergonha e não tinha coragem nem de olhar para ela.

A tarde ela foi embora meu pai e minha mãe a levaram até a cidade, fiquei sozinho em casa.

Fiquei pelado na frente do espelho e bati uma deliciosa punheta na saúde dela.

O tempo foi passando e tudo continuou na mesma, de vez em quando eles vinham aos domingos, uma vez ou outra ela vinha durante a semana para arejar a cabeça, porque meu primo estava estudando fora e ela ficava sozinha em casa.

Teve um dia que a oportunidade surgiu do nada, meu pai foi na casa de um vizinho que ficava um pouco distante ajudar no concerto de uma bomba do poço que estava com problema e como ele estava demorando para voltar minha tia estava preocupada porque tinha que ir embora.

Eu ainda não tinha habilitação por causa da idade, mas já sabia dirigir, andava pelas estradas da roça sem problema.

A chance caiu do céu, minha mãe falou para ela que eu sabia dirigir e poderia ir com ela, eles moravam na entrada da cidade e não teria problema com fiscalização.

Ela pegou uma sacola de frutas para levar, entramos no carro, minha mãe não quis ir para não deixar a casa sozinha.

No inicio da viagem estávamos os dois calados, sem assunto.

Aproveitando a oportunidade resolvi quebrar o silêncio e falei:

_Tia me desculpe daquele dia que eu estava me masturbando, e a senhora viu, fiquei morrendo de vergonha.

Ela pensou um pouco e falou:

_Lembro sim, também fiquei com vergonha, mas isso é normal nessa idade, já peguei seu primo também fazendo isso, sempre pego revistas de mulher pelada no quarto dele.

Retruquei dizendo:

_Eu não estava me masturbando por causa de revista, naquele dia eu vi as coxas da senhora no sofá, e não aguentei de vontade.

Ela falou:

_Está doido moleque, fazendo isso pensando em mim, sou mais velha que você vai pensar logo em mim.

Retruquei dizendo:

_Sei disso tia, sinto desejos por mulheres mais velhas, principalmente pela senhora.

Ela falou:

_Não sei nem o que dizer, mas está perdoado.

Continuamos a viagem calados já estava escurecendo e nós mais ou menos na metade do caminho.

Ela quebrou o silêncio e perguntou:

_Tem algum lugar que da para sair um pouco para fora da estrada para a gente parar e conversar um pouco?

Eu disse:

_ Vou ver.

Logo adiante tinha um tipo de atalho que entrava por traz de algumas arvores.

Parei ali, ficava bem escondidinho atrás de um bosque, desliguei o motor, apaguei os faróis e disse para ela que podia falar e fiquei preparado para levar aquela bronca.

Ela disse:

_ Vamos conversar um pouco, mas não me chama de tia e nem de senhora, me chame de você ou de Lola, tá bom?

Respondi:

_ Tá bom Lola.

Ela perguntou:

_Porque você sente atração por mim, o que eu tenho que te chama atenção?

Respondi:

_Você é bonita, te acho gostosa, quando vejo suas coxas meu pinto fica duro e me masturbo imaginando nós dois.

Ela perguntou o que se passa na sua cabeça nessa hora.

Respondi:

_Imagino tantas coisas, cada vez que me masturbo imagino uma cena diferente.

Imagino nós dois nus na cama eu em cima de você, te possuindo e te beijando na boca.

Imagino a gente no chuveiro pelados você apoiando as mãos na parede, eu te pegando por traz com as mãos nos seus seios.

Mas na maioria das minhas punhetas, lembro naquele dia que vi suas coxas no sofá, a calcinha estava até enfiada na racha vermelhinha.

Ela perguntou:

_ Você tem vontade fazer tudo isso comigo?

Respondi:

Morro de vontade, sonho com isso.

Ela respondeu:

_ Você é um safado, mexeu com meus hormônios, aquele dia que vi você se masturbando fiquei pasma com o tamanho, até assustei, nunca imaginei que um garoto da sua idade pudesse ser tão avantajado, essa conversa mexeu com meus hormônios, não sei de onde estou tirando coragem mas vou deixar você matar sua vontade, é totalmente errado, chega ser absurdo por causa do nosso grau de parentesco, só que como você disse que tem vontade fazer comigo, também fiquei com vontade mas tem que ser segredo absoluto.

Respondi:

_ Nem acredito isso é meu maior sonho.

Ela pegou no meu rosto com as duas mãos e beijou minha boca, eu nunca tinha beijado, todo sem jeito fui colaborando, ela enfiou a língua dentro da minha boca, chupou minha língua eu fiz o mesmo com ela, eu estava quase gozando.

Ela levantou a saia exibindo seu lindo par de coxas grossas e lisinhas, tirou a calcinha, quase pirei nunca tinha visto as partes intimas de uma mulher.

Acendi um pouco a luz interna do carro e vi uma buceta ao vivo pela primeira vez, rechonchuda, gordinha com poucos pelos pretos encaracolados, ela abriu as pernas eu vi o grelo cor de rosa enrugado igual uma crista de galo.

Ela me mandou tirar a roupa e apagar a luz.

Meu pau até latejava de tão duro.

Tirei a roupa, fiquei só de camiseta.

Ela pegou no meu pau, me masturbou um pouco e falou: Nossa encheu minha mão, é bem grosso, eu quase gozei.

Ela perguntou se o banco do carro deitava.

Mexi em uma roldana que tinha ao lado do banco do fusca ele deitou bastante, puxei uma alavanca que tinha embaixo o banco foi bem para traz.

Ela deitou, abriu as pernas, passei a mão nas coxas lisinhas e macias, passei a mão na buceta, que delicia, entrei no meio das pernas, nunca tinha comido uma boceta, eu na maior ansiedade, ela pegou no meu pinto esfregou varias vezes nela dizendo que estava um pouco seca e tinha que lubrificar para facilitar a penetração, meu pinto estava até babando e melou ela rapidinho, ela ajeitou a cabeça no lugar e pediu para ir com calma, a hora que a cabeça entrou ela suspirou de prazer e eu senti a quentura dela. Fui empurrando devagar ela já estava molhadinha quente e apertadinha, a vontade era tanta que entrei gozando, mesmo assim fiquei dentro o pinto continuava duro, ela pediu para eu aliviar o peso de cima dela que ia mexer bem gostoso, apoiei os dois pés no assoalho e as mãos nas laterais do banco, ela mexeu tão gostoso em círculos, me puxou para dentro, fui fundo e senti ela gozando e me beijando na boca, mordeu meu ombro, gozei pela segunda vez, foi tão gostoso que meu cu ficou ardendo de prazer, fiquei em cima com o pinto atolado até o saco agarradinho com ela beijando na boca, a hora que começou amolecer ela contraiu os músculos da vagina varias vezes e a buceta dava mordidinhas no cacete, a veia do pescoço dela até pulava de tão forte que foi o orgasmo, fiquei maravilhado nunca imaginei que seria tão gostoso.

Terminamos e a adrenalina foi baixando, ela falou que tinha perdido o juí­zo, não acreditando que estava se entregando para um garoto, ainda mais sendo sobrinho, que isso era totalmente errado.

Sai de cima, abri a porta do carro, saí­mos, ela agachou no chão e soltou o gozo que estava dentro, fez um pouco de xixi, ela entrou no carro, e perguntou se tinha alguma coisa para limpar, eu acendi a luz interna, olhei no porta luvas, não tinha nada, perguntei se ela queria limpar com minha camiseta, ela recusou dizendo, com a camiseta não, então ela disse:

_ Deixa eu limpar com sua cueca, você vai embora sem cueca, eu nem tinha vestido ainda, dei a cueca para ela e fiquei admirando ela limpar a buceta linda de pelos pretinhos, ela me devolveu a cueca, limpei minha pica que estava melada enrolei a cueca, pus no bolso, ela vestiu a calcinha, ajeitamos o banco do carro e fomos embora, ela dizendo que não devia ter feito aquilo, mas o desejo falou mais alto.

Eu falei:

_ Foi tão gostoso, nunca na vida vou contar para ninguém.

Ela falou:

_Também achei gostoso, a mulher que casar com você estará bem servida, se nessa idade já está desse tamanho, imagina daqui a alguns anos, você é muito safado naquele dia que te flagrei no quintal com ele na mão, nem acreditei no que vi, hoje quando você falou que estava duro por minha causa, perdi a cabeça.

Durante o trajeto ela foi fazendo cafuné no meu pescoço e perguntou se a mordida que ela deu não estava doendo, falei que não, que tinha adorado ganhar uma mordida dela.

Ela perguntou:

_ E ai Neco, gostou de transar comigo beijando na boca ou te decepcionei?

Respondi:

_Amei, você é muito gostosa, gozei duas vezes sem tirar de dentro, se você fosse minha mulher eu ia te querer todos os dias.

Ela retrucou:

_ Eu gozei uma vez só, mas foi muito forte, orgasmo intenso e demorado, você foi muito bem, eu estava carente, e você me fez gozar, agora estou aliviada, mas dentro do carro é desconfortável, se um dia a gente fizer na cama vai ser melhor e poderemos curtir bastante o momento.

Seguimos a viagem a conversa estava tão gostosa que nem vi o tempo passar, quando dei por conta, já estava chegando, ela saiu do carro e falou:

_ Olha lá hein, cuidado com a lí­ngua. Respondi que levaria esse segredo para cova, ela riu jogou beijinho, eu fui embora nem acreditando no que havia acontecido.

Cheguei em casa, meu pai e minha mãe estavam preocupados com minha demora, me justifiquei dizendo que a tia pediu para ir bem devagar e fiquei conversando com ela e com o tio por algum tempo.

Durante a noite acordei com tesão lembrando no que tí­nhamos feito, peguei a cueca que estava no bolso da calça, cheirei, senti o cheiro dela e bati uma punheta gostosa.

A vida continuou como antes, eles iam sempre no sitio e quando não tinha ninguém por perto, ela sentava no sofá e dava umas cruzadas de pernas para me provocar eu podia enxergar até calcinha.

Ela me olhava com cara de safada, fazia sinal de vai e vem com as mãos, insinuando para eu me masturbar.

Alguns meses se passaram, eu na maior secura, meu desejo por ela só aumentava, mas estava difí­cil, cheguei a pensar que ela não queria mais nada comigo.

Todas as manhãs eu ajudo meu pai na ordenha de algumas vacas que a gente tem, o curral fica mais ou menos 100 metros longe de casa, a gente termina de tirar o leite, meu pai leva alguns litros para nossa casa que é para nosso consumo, depois ele pega a charrete e vai entregar leite em algumas casas que tem no vilarejo próximo, a limpeza do curral fica por minha conta.

Um belo dia logo de manhã, meu tio levou ela para passar o dia no sitio e retornou para cidade para ir trabalhar.

Ela chegou, estavam meu pai e minha mãe em casa, ela não me viu e perguntou onde eu estava, meu pai falou que eu estava no curral.

Ela falou que tinha trazido pãozinho fresco para a gente tomar café juntos.

Meu pai falou que ia fazer entrega de leite e me avisaria para ir tomar café com elas.

Ele chegou ao curral e disse, a tia Lola chegou e falou para você ir tomar café com elas, eu falei que ia terminar o serviço e depois eu iria.

Meu pai pegou a charrete e foi fazer entregas, como eu estava demorando para ir para casa, vi que ela vinha em direção ao curral, ela estava trajando uma calça bem justa realçando suas curvas e calçando uma bota tipo sete léguas de cano curto, toda vez que ela vem no sitio usa essa bota.

Meu coração bateu forte, meu pinto deu sinal de vida.

Ela chegou e me chamou em vós alta:

_ Neco cadê você? ( esse é meu apelido )

Respondi:

_ Oi Lola estou aqui.

Ela foi chegando perto e falou:

_ Você está bem?

Respondi:

_ Estou morrendo de saudade, agora que você chegou estou feliz.

Ela perguntou o que eu estava fazendo, falei que tinha acabado de lavar o piso do curral, ela perguntou se podia entrar, abri o portão, ela entrou e perguntou se não tinha mais ninguém por perto, falei que não, ela falou então me da um abraço. A gente se abraçou tão gostoso e ela me beijou na boca, ficamos uns dez minutos nos amasso apertando beijando passando as mãos e o desejo foi só aumentado, ela perguntou se não tinha perigo de chegar alguém, eu disse que não que o pai tinha ido fazer entregas de leite à mãe nunca vem no curral e não mora ninguém nas proximidades. Ela perguntou rindo:

_ Você quer fazer alguma coisa comigo?

Respondi:

_ Não vejo a hora estou morrendo de vontade, não aguento mais me masturbar pensando em você, meu sonho é fazer amor com você novamente e gostaria muito de ver você nua, nunca vi uma mulher pelada ao vivo, aquele dia dentro do carro você só tirou a calcinha. Como o piso do curral estava molhado eu peguei uma lona que a gente tem para cobrir as coisas a dobrei varias vezes para ficar bem macia e forrei o chão para a gente pisar em cima. Para me provocar ela tirou a bota e foi se despindo lentamente ficando só de calcinha e sutiã, ela estava usando um conjuntinho vermelho, sutiã meia taça calcinha bem cavada com uma tampinha na buceta e a parte de traz enfiada no rego, deu uma voltinha e perguntou:_ Gostou? Respondi:_ Amei você é muito bonita e gostosa, estou quase gozando só de ver. Ela disse: _ Quero que você tire as ultimas peças e virou de costa para eu desabotoar o sutiã, apanhei um pouco apara abrir o fecho e ela riu. Tirei o sutiã ela deu os seios para eu chupar, fiquei um tempão apalpando, lambendo chupando com ela afagando meus cabelos e nessas alturas eu já tinha tirado minha roupa e estava nu. Chegou a hora mais esperada, baixei a calcinha dela e apareceu a buceta linda de se ver, pelos pretinhos encaracolados, o grelo durinho e saliente. Abracei-a pelada de frente e de costas, encostei o cacete naquele rabo que tanto desejo. Ela virou de frente esfregou a cabeça do cacete na vagina varias vezes para lubrificar e encaixou a cabeça no lugar, fui empurrando devagar sentindo o cacete desgrudando as paredes da vagina, na entrada não é tão apertada porque segundo ela o pinto do meu tio até que é grosso, mas é curto e ele fode ela só na entradinha, lá no fundo está pouco usada e fica fechadinha. Em pé estava desconfortável e ela falou que queria deitar, deitou sobre a lona e abriu as pernas, que visão maravilhosa, a buceta vermelhinha, deitei em cima acertei a cabeça do cacete no lugar, entrei gostoso estava molhadinha e quente, fui fundo até colocar tudo com ela gemendo de prazer me apertando e beijando na boca, o orgasmo veio tão forte que gozamos juntinhos e ela falou que sentiu espirrando lá dentro, a veia do pescoço dela pulsava forte, fiquei em cima agarrado com ela com o cacete atolado até o saco, estava tão gostoso que o pinto deu uma bambeada e começou endurecer novamente eu sentindo a quentura da vagina molhadinha e aconchegante, o cacete foi endurecendo dentro e ela falou: Está ficando grandão gostoso, alivia o peso em cima de mim que vou mexer e quero gozar mais uma vez, estou bastante carente. Apoiei os joelhos no chão aliviando peso de cima dela, ela começou mexer o quadril em círculos, colocou as duas mão nas minhas bundas me puxando para dentro falando baixinho, mete fundo, quero sentir você gozando lá dentro, esporrei pela segunda vez com ela gozando junto e dizendo que sentiu espirrando lá dentro. Terminamos a foda, fiquei em cima alguns minutos curtindo o momento, sai de cima e peguei um maço de papéis toalha para a gente se limpar, ela dobrou umas folhas, vestiu a calcinha e colocou na buceta para não ficar escorrendo. A gente se vestiu conversando e ela me convidou para ir a sua casa dizendo que fica sozinha o dia todo e se eu for à gente vai fazer amor bem demorado na cama e ela me deixa fazer tudo que tenho vontade, morro de vontade chupar buceta e comer o cuzinho, se ela me deixar chupar quero caprichar e chupar até ela gozar na minha boca, vou agrada-la ao máximo para ela querer sempre mais, qualquer dia vou arrumar um pretexto para ir à cidade de ônibus, na estrada que passa próximo ao sitio tem linha de ônibus rural.

Fomos para casa ela justificou a demora para minha mãe dizendo que eu estava lavando o curral e ela esperou eu terminar, ela é tão cara de pau que minha mãe não suspeita de nada. Tem hora que nem acredito que tudo isso acontece comigo, eu sou tímido e nunca imaginava que minha tia teria coragem de se entregar para mim, ela diz que sou um cara acima de qualquer suspeita que meu tio nem imagina o que a gente faz, e diz que gosta do meu jeito simples e que tenho o cacete grande e grosso do jeito que ela gosta e consigo satisfazer seus desejos já que meu tio está muito devagar na cama e a deixa carente em matéria de sexo.

*Publicado por Compadre no site climaxcontoseroticos.com em 26/05/18. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


Comentários: