Ninfeta fodida por dois professores tarados
- Temas: professor, grupo, oral, anal, masturbação, penetração, ejaculação
- Publicado em: 29/05/18
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- Autoria: safadinha01
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Eu tinha acabado de entrar na universidade, tinha 18 anos e era bastante estudiosa, andava carregando vários livros e era uma das melhores alunas da turma. Eu gostava muito dos professores e, principalmente, dos professores homens. Em uma disciplina, eu tinha dois professores muito gostosos, o Professor Wagner e o Professor Carlos, um mais gostoso que o outro; ambos eram casados e havia boatos de que gostavam de fuder com as alunas.
Num dia ensolarado, bem típico da região norte, saí de casa para ir para a aula com um vestidinho azul quadriculado, curtinho e rodado, que marcava bem a minha cintura fina, mostrava minhas coxas grossas e tinha dois botões na frente, quase estourados por causa dos meus seios. Nesse dia teve aula da disciplina com um desses professores; quando saí da aula, fui à sala dele deixar um trabalho pendente. Ao bater na porta, entrei devagar e os dois estavam lá conversando sozinhos. Eles sorriram quando entrei; aproveitei o momento a sós e me soltei. Conversamos e rimos bastante até que chegamos a um assunto mais picante. Falei que adorava homens mais velhos e que já tinha transado com dois ao mesmo tempo. Eles ficaram loucos quando eu disse isso; o prof. Carlos perguntou se eu tinha vontade de repetir, eu respondi que sim e, então, ele se levantou e trancou a porta.
Meu coração acelerou e eu fiquei meio nervosa. Ele veio na minha direção, me levantou e me beijou, colocou a língua na minha boca e chupava meus lábios de um jeito forte e ofegante. Senti aquela pegada de homem experiente, uma mão na minha cintura já deslizando para sentir meu corpo e a boca quase me engolindo. Senti a mão grande e quente dele subir meu vestido e agarrar minha bunda, enquanto a outra subia até chegar no meu seio, que quase não cabia na mão dele. Meu corpo estava trêmulo e excitado; eu aguardava a mão do outro professor começar a me tocar a qualquer momento. O prof. Wagner estava sentado, de frente para a gente, na mesma posição, observando tudo e alisando o pau por cima da calça, esperando o momento de começar a me devorar também. Eu estava ficando ansiosa com aquilo, sem saber se ele participaria ou ficaria apenas olhando, e isso me deixava ainda mais excitada.
Enquanto o professor Carlos desabotoava os botões do meu vestido, eu via o professor Wagner me observar com os olhos de um leão que ia devorar sua presa, mas permanecia imóvel. Meus seios médios e eriçados pularam para fora e senti a língua úmida do professor Carlos lambe-los. Ele mordiscava meus seios e me masturbava por cima da calcinha; meu melzinho já estava molhando seus dedos, mas ele continuava sem pressa me chupando, alisando e masturbando. Finalmente, senti seus dedos procurarem meu clitóris e começarem a massageá-lo. Nesse momento, eu não resisti e gemi um pouco alto. Ele estava sentado de frente para mim e sua boca ficava na altura do meu seio; minhas pernas estremeceram. Foi quando senti a outra mão dele encontrar meu cuzinho e forçar um dedo para entrar. Eu já estava indo ao delírio com aquilo; senti o dedo entrar de vagar no meu rabo, ele mexia o dedo e colocava cada vez mais. Seu dedo grosso invadiu todo o meu cu, estava enterrado e alargando meu anel; minha buceta escorria de tesão. Ele me virou de costas, tirou minha calcinha, abriu minha bunda e meteu a língua quase toda dentro do meu cu. Eu fiquei de frente para o professor Wagner, que já estava com o pau duro para fora da calça; ele se aproximou e ficou batendo punheta quase na minha cara, sem tocar. Eu sentia seu cheiro de macho e ficava louca. Eu já sabia que ia ser enrabada primeiro e estava doida para sentir um pau me arrombando.
Quando meu cu já estava quase todo aberto, o professor Carlos tirou o seu caralho da calça e sentou na cadeira; ele me virou e me fez engolir um pau de uns 23 cm. Engasguei e mamei feito uma cadelinha; minha bunda ficou virada para o professor Wagner admirar, enquanto, eu, chuva de cacete, o prof. Carlos abria a bunda para o professor Wagner, na esperança de ver o pau dele dentro de mim. Quando o prof. Carlos me virou e me fez sentar no seu pau de costas para ele, senti meu cu sendo arrombado por um pau grande e grosso. Eu até gritei de dor e tesão ao mesmo tempo, mas não demorou muito para eu me acostumar. Ele me fez subir e descer, enquanto o professor Wagner estava hipnotizado com aquela cena. Eu continuava com o vestido e o tênis branco, e os seios rosados e pontudos pulando enquanto era fodida pelo meu professor de metodologia da ciência. Meu outro professor não aguentou ver minha buceta lisinha e pequena, toda molhada, pedindo para ser fodida também; eu nem senti seu gosto na minha boca.
Ele disse: "Será que cabe mesmo dois paus em você?" Em seguida, esfregou o pau na minha boceta, forçou um pouco. Eu me contorci de dor, mas ele não desistiu, meteu a cabeça e, devagar, o resto do caralho. Nós urramos – eles de tesão e eu de dor e prazer.
Eles ficaram me fudendo ao mesmo tempo, naquela posição, por vários minutos; minha buceta molhava cada vez mais e eu sentia dois paus enormes dentro de mim. Não foi a primeira vez, mas, sem dúvida, eu estava me sentindo a mais gostosa. Depois, me fizeram sentar de frente para o professor Wagner; tiraram meu vestido e o professor Carlos continuou me enrabando. Eu já tinha gozado várias vezes e pensei que não iriam mais gozar. Não sei por quanto tempo eles me foderam; fui duplamente penetrada desde o início até que o professor Carlos disse que não aguentava mais e que ia gozar dentro da minha bunda. Eu senti seu pau me estocar com força, ficando mais duro, o que deixava tudo mais apertado, e senti mais dor e prazer; era difícil eles abafar meus gemidos. Senti seu saco esvaziar toda a porra dentro de mim e, antes que ele se retirasse, senti o professor Wagner fazer o mesmo; minha buceta se encheu de porra também. Nunca tinha deixado ninguém gozar dentro da minha buceta; senti meu corpo estremecer ao gozar junto, pensei que iria desfalecer. A sensação de estar sendo preenchida de porra era maravilhosa; eu me sentia submissa e frágil entre aqueles dois homens. Foi a foda mais louca e gostosa da minha vida, eu estava completamente satisfeita.
Eles tiraram o pau de dentro de mim e eu deitei na mesa que estávamos usando; meu corpo estava suado e vermelho das palmadas e mordidas. Lá fora já estava escuro. Quando me levantei, senti porra escorrer pela minha perna. Eles me fizeram aparar e colocar na boca; tive que me limpar e engolir a porra que saía da minha buceta. Depois, ainda me fizeram chupar seus paus. Quando realmente não aguentávamos mais, eles me ajudaram a me vestir e me levaram para casa.
Não sei se ficou bem contada e se consegui descrever como foi bom... Há... tive que tomar a pílula do dia seguinte depois...
