"Os mais excitantes contos eróticos"


Eu e Aline, 27 anos depois.


autor: publicitario45
publicado em: 20/10/15
categoria: hetero
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Este conto narra um reencontro que aconteceu no ano passado quando reencontrei Aline, a minha primeira namorada. Espero que vocês apreciem o ocorrido e posso dizer que foi um momento especial, pois apesar de termos namorado pouco mais de um ano, nossa primeira transa demorou 27 anos para acontecer.

Quando me mudei de Belo Horizonte para o Espirito Santo, eu tinha apenas 17 anos e tinha uma namorada que na época tinha 15 anos, a Aline. Ela foi minha primeira namorada, aquela que os pais sabiam e aprovavam o relacionamento, mas nós nunca chegamos a transar, porque em primeiro lugar erámos vigiados de perto pelo irmão dela e em segundo porque me mudei pro Espirito Santo. Apesar de viajar para BH todo feriado, nosso namoro não foi adiante e terminamos.

Os anos foram se passando e perdemos o contato, mas em 2014 encontrei um amigo da nossa época no Facebook e achar Aline através dos seus amigos foi uma questão de tempo. Adicionei Aline e começamos a relembrar da nossa juventude em BH.
Agora Aline estava com 42 anos, casada, filhos e eu com 44 anos e separado. Nas nossas conversas falamos sobre tudo, família filhos, nossos amigos que já se foram ou que perdemos contato, planos para o futuro e sobre nós dois, apesar de ter demorado, foi inevitável.

Começamos a lembrar do início da nossa história, de como tudo começou dentro de um cinema, das festas, dos amassos que dávamos no terraço da minha casa e este monte de lembrança começou a despertar na gente uma vontade de se ver mais uma vez.

Em janeiro de 2014, precisei ir a BH para resolver uma pendencias da aposentadoria da minha mãe e antes de embarcar no avião, mandei uma mensagem para Aline dizendo que em 45 minutos eu estaria em BH e queria almoçar com ela. Ela disse que sim e que me ligaria na parte da tarde. Entrei no avião (Odeio voar) e fui para capital mineira.

Quarenta e cinco minutos depois eu estava na minha cidade natal, lugar onde nasci, fui criado e comecei a descobrir as coisas boas da vida. Passei pelo saguão e quando me dirigia ao ponto de táxi uma voz me chamou. Olhei pra trás e não acreditei quando vi Aline em pé, me esperando:

Ela: achou que eu ia deixar meu primeiro namorado ir de taxi de Confins até o Centro de BH?

Olhei ainda meio que não acreditando, de boca aberta e sem reação. Aline se aproximou e me deu um forte e longo abraço, depois dois beijos no meu rosto e isso foi suficiente para o meu coração disparar e o dela também. Nos abraçamos novamente e ficamos assim, grudados por um longo tempo com cada um assistindo um filme na sua mente.

Depois que nos desgrudamos voltamos a realidade:

Eu: nossa, como você está linda!

Ela: você que está um coroa charmoso.

Eu: obrigado por me chamar educadamente de velho.

Ela: seu bobo, você está lindo, cheiroso, bem vestido. Exatamente como eu sonhei nestes 27 anos.

Eu: sonhou?

Ela: sim, sonhei, pensei, imaginei. Você foi meu primeiro namorado, primeiro grande amor. Sofri muito quando você se mudou e demorei muito a me envolver com outra pessoa. Hoje estou casada mas sempre penso em você principalmente quando ouço algumas músicas da nossa época.

Eu fiquei sem palavras. Aline estava linda dentro de uma calça de couro preta com uma bota de bico fino e salto bem alto. Vestia uma blusa azul escuro e usava óculos. Aline é loira, sempre foi desde os 12 anos quando ela se mudou para o meu bairro, é alta, magra e com os filhos deu uma encorpada que só ajudou a torna-la uma mulher mais linda. Olhos verdes, boca grande e extremamente delicada até na hora de falar.

Seguimos para o estacionamento, coloquei a mala no banco de trás e seguimos pro hotel. Pegamos um transito infernal, o que nos ajudou a botar a conversa em dia, mas sempre voltávamos a um detalhe da época em que namorávamos.

Paramos na porta do hotel e ficamos nos olhando, mudos, sem reação. Até que Aline lembrou que ela poderia ser multada ali e saímos do transe. Me despedi dela com dois beijos e um abraço que me permitiu sentir seu perfume mais uma vez. Desci do carro e fui pro hotel.

Chegando no 12º andar, me joguei na cama e fiquei ali pensando em tudo que havia acontecido nas últimas horas. A vontade era pegar o telefone e ligar pra ela, mas Aline foi mais rápida do que eu e me ligou:

Ela: estou parada aqui na rua de trás sem vontade de ir embora. Quero subir e te ver de novo, mas não posso.

Eu: desliga e telefone e vem.

Aline desligou e minutos depois o recepcionista do hotel estava me ligando para anuncia-la. Aline chegou no meu quarto menos de 5 minutos após desligarmos o telefone. Quando abri a porta ela entrou como um vento e se jogou nos meus braços colando a sua boca na minha. Fomos caminhando sem nos desgrudarmos até a cama da suíte. Aline parecia que ia me devorar com aquela boca grande e sedenta. Queríamos fazer ali naquele momento, tudo que não fizemos há 27 anos atrás.

Nos despimos rapidamente e eu joguei seu corpo sobre a cama. Aline estava linda apenas com uma calcinha preta com rendas, não era muito pequena mas delicada como tudo que ela gosta. Ela pediu que eu fosse carinhoso com ela e assim eu fiz.

Voltei a beijar seus lábios enquanto sentia a ponta das suas unhas passearem pelas minhas costas. Meu corpo se arrepiava com o seu toque. Desci pelo seu pescoço depois de beijar muito a sua boca. Minhas mãos deslizavam pela sua pele macia, passeando pelos seios, barriga e pernas. Aline gemia baixinho como quem não quer chamar atenção mas se contorcia lindamente cada toque da minha boca em seu corpo. Desci lambendo sua barriga e virilha e seu corpo liberava pequenos espasmos de prazer. Quando meu dedo tocou sua boceta melada, ela se abriu e gemeu um pouco mais alto, em poucos segundos eu já estava caindo de boca naquele sexo que eu toquei quando tinha 17 anos.

Mas a ficha da Aline infelizmente caiu e ela pediu que eu parasse enquanto se levantava rapidamente arrumando suas roupas. Me pediu desculpas, disse que queria muito mas que era casada, que seu marido tinha sido o único homem que havia levado ela pra cama e que o destino tinha sido cruel com a gente em 1987 quando nos separou e muito pior em 2014 quando nos juntou. Respirando com dificuldades, Aline pegou sua bolsa e saiu em disparada após me dar um longo e molhado beijo na boca.

Antes que eu falasse algo, ela bateu a porta e se foi.

Eu, me joguei na cama e fiquei olhando pro teto sem saber direito se acreditava ou não no que tinha acontecido. Abri uma cerveja, liguei numa rádio qualquer e coloquei a banheira para encher, já que era a única coisa que me restava.

Passei a noite em claro esperando uma mensagem que fosse de Aline, mas nem isso ela me mandou. Na manhã seguinte, sai cedo e fui cuidar do que havia me levado a BH que eram as pendencias da aposentadoria da minha mãe. Passei o dia na rua de repartição em repartição e lá pelas 17h eu estava chegando morto de cansaço no hotel. Passei na recepção, pedi um lanche e subi pra tomar um banho. Me joguei de novo na banheira e fiquei lá, deitado de olhos fechados e ainda tentando entender a reação da Aline. Neste período o garçom entrou, deixou a comida e saiu novamente. Minutos depois o telefone do quarto começou a tocar insistentemente.

Quando sai do banho retornei as ligações e o telefonista me disse que uma mulher havia me ligado várias vezes mas não deixou recados. Era Aline, eu tinha certeza.
Mas como não tinha nenhuma mensagem ou ligação no meu celular, resolvi esperar no quarto do hotel, até que às 21h o telefone tocou. Era o recepcionista informando que Aline estava lá embaixo e queria subir. Autorizei e em minutos ela já estava dentro do meu quarto.

Aline começou me pedindo desculpas pelo dia anterior e antes que ela completasse a segunda frase eu calei a boca dela com um beijo longo e apaixonado. Disse a ela que não aguentava mais e ela quem tomou a inciativa desta vez.

Tirou a minha camisa, soltou meu short e se ajoelhou caindo de boca no meu pau.

Aquela boca conseguiu engolir até o talo me levando ao delírio. Deixei meu corpo cair no sofá e Aline me aplicou o melhor sexo oral que já recebi na vida. Ela brincava com o meu pau, passava a língua em volta da cabeça chupava fazendo uma forte pressão, descia até meu saco me deixando louco. Com as mãos afoitas tratamos de tirar seu vestido vermelho que contrastava com a pele branca. Aline subiu em direção a minha boca e começou a me beijar apaixonadamente como quando erámos jovens. Com as mãos rasguei sua calcinha e meu pau sentiu o calor da sua xana. Não resistimos e ela desceu seu corpo sob o meu deixando minha rola deslizar para dentro do seu corpo. Iniciamos uma cavalgada perfeita, nossa sintonia era quase mágica.

Ela rebolava, subia e descia enquanto seu corpo liberava liquido denso que escorria entre as minhas pernas. Me levantei com Aline colada no meu corpo e a levei até a beira da cama onde cai de boca entre suas pernas sugando todo seu mel. No primeiro orgasmo Aline se soltou, gemeu mais alto, puxou meu cabelo, e esfregou sua boceta na minha cara.

Me desvencilhei das suas mãos e a coloquei de quatro. Passei a cabeça da minha pica na sua boceta encharcada e penetrei de uma vez, atolado o pau inteiro e me movimentando com movimentos leves. Deixava o pau entrar apenas a metade e retirava até a ponta da cabeça, Aline pedia que eu penetrasse mais mas assim fiquei até que ela gozou mais uma vez enfiando a cara no travesseiro afim de abafar seus gemidos.

Em seguida aumentei o ritmo das estocadas e segurando Aline pelas ancas soquei-a com força fazendo com o encontro dos nossos corpos ecoasse pelo quarto.
Em alguns minutos gozei inundando a boceta da minha primeira namorada de porra. Aline caiu na cama e eu deitei ao seu lado. Ficamos ali controlando a respiração por alguns minutos, nos autoproclamamos loucos pela situação.

A pele branca de Aline contrastando com a minha pele morena chamava atenção. Começamos então a nos beijar comigo a abraçando por trás. Minhas mãos voltaram a percorrer o corpo de Aline que se arrepiava cada vez mais. Virei seu corpo e a coloquei deitada de bunda pra cima e comecei a beijar suas costas, desci pela sua bundinha e fui em direção aos seus pés ela apenas sussurrava e remexia o corpo na minha cima como se fosse uma serpente. Lambi e chupei cada um dos seus pés lhe tirando mais gemidos de tesão e aos poucos segui em direção a sua nuca onde exalava todo o poder do seu perfume. Meu pau que já pulsava de tesão novamente deslizava entre as suas pernas pincelando a boceta em alguns momentos e em outros passava pelo seu anelzinho. Percebendo minhas intenções, Aline tratou de me dizer que nunca havia feito sexo anal, pois o marido nunca lhe pedira isso. Tratei de acalma-la lhe dando mais beijos nas costas, beijei a parte interna das suas pernas, passei a língua no seu rabinho e forcei a língua como se fosse penetra-la.

Aline gemeu ao sentir minha língua querendo invadir seu cuzinho. Peguei um vidro de óleo corporal e lambuzei os dedos. Penetrei um, depois dois e sempre entornando um pouco dentro dela para que facilitasse a penetração. Aline já gemia e se contorcia apenas com o toque dos dedos. Peguei mais óleo e lambuzei meu pau inteiro, pedi a ela que ficasse de quatro e posicionei a cabeça na sua entradinha.

Aline recuou ao sentir a pressão, pediu-me calma e abriu as pernas um pouco mais. Com uma das suas mãos Aline foi direcionando meu pau e forçando a entrada da cabeça até que vencemos esta primeira fase. Ela soltou meu pau e começou a rebolar lentamente tentando facilitar a penetração e aos poucos aquele rabinho virgem foi engolindo minha rola.

Segurei pelos cabelos e assumi a condução da trepada. Puxei seu corpo pela cintura fazendo o pau deslizar inteiro para dentro da sua bunda apertada, aumentei o ritmo e as estocadas eram vigorosas até que Aline entre gemidos e sussurros disse que iria gozar usando um dos dedinhos na boceta, meti com mais força e gozamos juntos enchendo o seu rabo de porra quente e densa.

Aline deitou no meu peito e ficamos assim por mais de uma hora quando seu telefone tocou. Era o marido dela querendo saber se ela iria demorar. Nos despedimos mas nos quatro dias que fiquei em BH eu e Aline transamos todos os dias.

No último dia ela me levou ao aeroporto. Disse que tinha sido tudo muito bom e exatamente como ela havia sonhado há 27 anos atrás. Mas que nós devíamos seguir nossas vidas apenas como amigos. Hoje eu e Aline apenas nos falamos por telefone e deixamos a nossa história ficar assim, linda e excitante mas na memória.

Obrigado pelos comentários e pelas mensagens inbox. Vocês são ótimos.
Beijos!!



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