Santa Catarina é logo ali
- Publicado em: 14/08/18
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- Autoria: Hotchokolat
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Trazer amigos do virtual para o real é algo prazeroso. Ter uma amiga maravilhosa é para poucos. Conheci Dry em um grupos de amizades.
Num primeiro momento conversávamos pouco. Primeiro porque moramos em estados diferentes. Saí e voltei desse grupo várias vezes. Na última vez tudo mudou. Passamos a conversar mais.
Com o tempo as afinidades foram aparecendo e as conversas ficaram mais intensas, no entanto, com muito respeito.
As conversas foram ficando mais apimentadas quando um encontro do grupo de aproximava. E chegou o dia do encontro.
Dry chegou de viagem um dia antes. Nos falamos por telefone e o primeiro contato seria apenas no dia seguinte. Feriado nacional e lá vou eu para a casa de uma das administradoras do grupo.
Cheguei por volta do meio dia cumprimentei todos os integrantes. E logo nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Rolou um abraço apertado. Conversamos bastante.
Roubei vários beijos dela na cozinha, na porta do banheiro e principalmente quando fui comprar mais gelo. Ela foi junto comigo. Sozinhos no carro nos tocamos. Aqueles labios percorreram meu corpo com maestria. Sabíamos que não tínhamos tempo.
Voltamos para a festa com o sentimento de que faltava algo. Voltamos às nossas realidades.
O tesão foi intenso e decidi ir para uma cidade no interior de Santa Catarina. Ela morava perto da capital e decidiu me pegar no aeroporto.
Logo que nos vimos no saguão parecíamos jovens apaixonados. Um beijo longo e um abraço forte para secar bem claro que ela seria minha.
Fomos a um motel. Ele era o de menos. O que importava naquele momento era estar com ela.
Na suíte rolou uma timidez momentânea. Ajudei-a com as roupas. Toques e mais toques nortearam o início desse encontro.
Aquele quadril largo era meu sonho de consumo. Fizemos um 69 delicioso. Ela gemia sem medo. Curtimos muito aquelas preliminares.
Ela me deitou, sentou em cima do meu pau lentamente. Parecia sentir cada centímetro. Foi intenso, foi bom, melhor, foi ótimo!
Cada cavalgada eu me segurava. Ela era incrível. Apertadinha, lisinha, meu número.
Ela ficou de quatro e a visão era a melhor de todas. A puxei pelo quadril e que quadril. Coloquei bem devagar para sentir seu calor. Ela gemia, tremia e rebolava implorando por mais.
Gozamos juntos duas, três vezes. Experimentamos a cadeira erótica. Posições novas e novas sensações.
Passamos a noite juntos. E todo final de semana também.
A volta para São Paulo foi triste, mas com um gostinho de quero mais. Nos vemos mais algumas vezes. Se estamos vivos hoje é porque essa chama está acesa, mesmo com a distância.
*Publicado por Hotchokolat no site climaxcontoseroticos.com em 14/08/18. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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