"Os mais excitantes contos eróticos"


Comi minha ex-chefe.


autor: publicitario45
publicado em: 21/10/15
categoria: hetero
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Em 1990 eu trabalhava numa rede de hotéis aqui em Vitória, ES onde era responsável pelo controle de estoque, entrada e saídas de notas fiscais. Na época eu tinha apenas 20 anos e uma namoradinha foguenta. Meu local de trabalho era a sala do departamento administrativo e no andar de cima havia a sala da contabilidade que era gerenciada pela Lena, na época com 25 anos, 5 a mais que eu.

Chegando no final do ano, Lena pediu conta para montar seu próprio escritório com uma amiga de faculdade e o hotel seria seu primeiro cliente. Alguns meses depois fui mandado embora e comecei a procurar emprego na mesma área, até que um dia na praia, encontrei Lena com o seu noivo caminhando no calçadão. Conversamos e eu expliquei a ela que tinha sido mandado embora e como o escritório dela estava crescendo, ela me convidou para trabalhar lá. Basicamente eu passava o dia visitando os clientes e pagando taxas nos bancos e órgãos do governo.

Logo Lena se casou e saiu em lua de mel, ficou uns 15 dias fora e no escritório ficou apenas eu e a sócia dela, a Carla, uma baixinha sem graça casada com um empresário da área da construção civil. Quando Lena voltou da lua de mel, estava mais bonita, mais morena, tinha ido para Recife e chamou a minha atenção quando ela entrou na sala vestindo um vestido de tecido fino, branco e na altura das suas coxas.

Logo em seguida a Carla viajou e apenas eu e Lena ficamos com as tarefas do escritório. Mas teve um dia que me chamou muita atenção, uma prima da Lena ligou pra ela para saber como estava a vida de casada e ela disse que estava ótima e ao ser questionada sobre o sexo ela respondeu apenas que estava toda inchada, pois eles transavam todos os dias de manhã, na hora do almoço e de noite. Na mesma hora meu pau ficou duro e a cena de Lena dando pro marido não saia mais da minha cabeça. Lena é morena, deve ter 1,70 de altura, pernas grossas, cabelos e olhos castanhos claros, uma beleza simples mas como ela é muito charmosa acaba chamando muita atenção.

Depois de seis meses de trabalho pedi conta, pois fui trabalhar numa empresa maior e nunca mais vi Lena, até o ano de 2010, quando aluguei uma sala num prédio no Centro de Vila Velha para montar a minha agencia de publicidade, que estava crescendo e precisava de um local mais confortável. Naquele ano eu estava com 40 anos e reencontrei Lena no elevador. Descemos até a garagem e conversamos muito e nessa conversa eu descobri que ela já tinha dois filhos adolescentes, o marido estava com alguns problemas de saúde (Lembrei dela falando que dava três vezes ao dia) e que além do escritório dela agora ser naquele prédio e muito maior, ela também era a sindica.

Terminamos a conversa trocando um abraço e três beijos, peguei seu celular e fui embora pra casa com todos os documentos para fechar o contrato de locação da sala. A noite lembrei da Lena e de como ela estava linda aos 45 anos mesmo depois de tanto tempo. Seu corpo estava muito bonito para quem já tinha dois filhos adolescentes graças as aulas diárias de natação e pilates que ajuda muito a fortalecer os músculos do corpo todo. Seu cabelo estava com mechas claras contrastando com a sua pele morena queimada de sol. Claro que me lembrei também dela falando da vida sexual dela nos primeiros meses de casada mas e agora com o marido doente, será que eles transavam com frequência?

Uma semana depois já estávamos instalados na sala nova e o escritório de Lena ficava no andar de cima. Basicamente nos encontrávamos todos os dias no elevador e nos cumprimentávamos rapidamente com um beijo no rosto, até que eu disse a ela que precisava de mudar de contadora. Ela me animou dizendo que tinha algumas agências de publicidade na sua carteira de clientes e que seria fácil cuidar da nossa contabilidade. Marquei com ela uma reunião na minha agencia no dia seguinte para tratarmos de valores.

Na sexta-feira Lena chegou lá no final do dia. A maioria das pessoas da agencia já estavam de saída e nos sentamos no sofá da minha sala para conversarmos. Lena vestia um vestido verde escuro, não muito curto mas que ao sentar mostrava bem as suas pernas grossas e bem torneadas. Como era fim de expediente, ofereci a ela uma dose de uísque e ela aceitou, dizendo que eu teria que leva-la em casa, pois ela sempre foi fraca para bebida.

Conversamos sobre o contrato e após tudo acertado já estávamos na terceira dose e falando das nossas vidas e foi ai que ela me disse que o marido dela não estava bem, que ele havia aposentado por invalidez mas que ela ia seguindo a vida sem muitas emoções. Foi ai que o uísque me traiu:

Eu: me lembro que quando você casou, você disse para uma prima sua que vocês transavam três vezes por dia. Você disse isso na minha frente e eu fiquei mais de um ano pensando nisso, acredita?

Ela: sério? Menino, ops, menino não porque você já tem 40 anos. A sua memória é boa heim!! Saudades daquele tempo. Gosto de sexo, por mim transava todos os dias até hoje, mas sabe como é né?

Eu: está se virando com os dedinhos?

Ela: (rindo) sim, mas faço isso aqui no escritório depois que todos saem, em casa tem dois adolescentes. Na minha sala tem um sofá enorme que eu uso para cochilar as vezes após o almoço. Tenho um vibrador enorme escondido no cofre.

Eu: na próxima reunião, quero ver.

Lena riu, disse que iria pensar e eu chamei para leva-la até em casa. Daí veio a segunda surpresa: Lena morava no mesmo bairro que eu e os filhos dela estudavam na mesma escola que meus filhos.

Parei na porta do seu prédio e ficamos mais uns dez minutos conversando quando ela disse que teria que subir. Marcamos a reunião para segunda-feira no final do dia no escritório dela e ao nos despedirmos, nossos lábios se tocaram levemente, mas apesar de tudo, não falamos mais nada e ela saiu de dentro do carro.

Passei o fim de semana pensando nisso e no domingo de manhã fui caminhar no calçadão quando avistei Lena passeado de bicicleta, sozinha, ouvindo música no fone de ouvido. Não chamei mas fiquei observando de longe e apesar dos 45 anos, ela estava muito gostosa dentro de um short branco e uma blusa curta azul. Fiz uma foto no celular e mandei por ela via mensagem com a seguinte legenda: os anos passam e você fica cada vez mais linda. A tarde ela respondeu: seu cheiro é bom, não provoca...rs.

Se isso era um sinal eu não sei, mas na segunda me arrumei mais do que o normal para o trabalho e abusei do perfume. Durante todo o dia passamos trocando mensagens e algumas delas eram de duplo sentido. Quando deu 18h, Lena me mandou uma mensagem dizendo que estava em casa e que iria se atrasar uns 30 minutos, mas que a reunião aconteceria. Concordei e as 18h30 subi para sala dela. Bate na porta e ela gritou lá de dentro – pode entrar, está aberta – e fui em direção a sua sala. Quando abri a porta um susto. Lena estava linda, vestida numa calça branca muito justa, cabelos molhados, boca brilhando e com um perfume que dominava a sala. Ela veio ao meu encontro e me deu dois beijos no rosto, no terceiro eu segurei a sua face com as mãos perto da sua nuca e a puxei em direção a minha boca.

Num primeiro momento ela cedeu aos beijos, depois se afastou pedindo que eu não fizesse isso pois ela estava carente, depois ela tomou a inciativa e me beijou. Nos jogamos literalmente no sofá da sala dela que não era grande. Lena pediu que eu fechasse a porta da sala e quando eu voltei ela já tinha tirado a calça branca, a blusa e estava apenas de calcinha branca, pequena mas muito sexy. Fui em sua direção e a joguei novamente no sofá e cai de boca na sua boca. Seu corpo estremecia e ela se movimentava como se buscasse encostar seu corpo no meu corpo. Desci pelo seu pescoço e soltei as amarras do seu sutiã. Lena gemeu mais forte ao sentir meus dentes mordiscando os bicos dos seus seios, bicos grandes e rijos de tesão. Suas mãos buscavam tirar a minha gravata, camisa, calça e aos poucos ela se livrou de quase toda minha roupa. Desci pela sua barriga lhe dando leves mordidas até chegar na sua virilha. Suas unhas já me marcavam a cada arranhão que ela desferia contra meu corpo. Passei direto pelo seu sexo mas antes fiz questão de sentir seu perfume. Não chupei em toquei, apenas respirei fundo e fui em direção aos seus pés beijando toda extensão das suas pernas.

Lena abria as pernas e passava as mãos por cima da calcinha e eu retirava a mão deixando claro que quem ia tocar ali seria eu. Lambi cada um dos dedos dos seus dois pés lhe tirando mais gemidos e arrepios. Chegando na boceta era visível o mel escorrendo umedecendo a sua calcinha. Tirei devagar para lhe causar mais tesão e vi aquele fio de mel grudado na calcinha. Aproximei minha boca mas não toquei, apenas soltei o ar quente da minha boca em sua direção. Lena se contorceu e de uma só vez empurrou a minha cabeça em direção a sua boceta fazendo minha boca grudar nela e sugar todo seu prazer.

Os gemidos dela tomavam conta do ambiente, Lena rebolava na minha cara esfregando seu sexo em mim até que veio seu primeiro gozo. Quando ela pediu pica eu neguei, a coloquei de quatro no sofá fazendo com que ela se apoiasse no encosto. Me ajoelhei por trás do seu corpo e cai de boca mais uma vez entre as suas pernas, agora alternando o banho de língua entre a boceta e o cuzinho que não para de se contrair a cada toque.

Lena gozou mais uma vez na minha boca e implorou para ser possuída. Me levantei e passei apenas a cabeça da minha rola na sua racha fazendo com que ela envergasse a coluna. Com uma mão na sua cintura e a outra guiando meu cacete, penetrei Lena bem devagar para que ela sentisse cada centímetro do meu pau entrando dentro da sua xana que parecia derreter de tesão. Pau dentro a outra mão foi em direção da sua nuca para firmar seu corpo e em seguida estocadas fortes fazendo com que o som dos nossos corpos se tocando se misturassem com os seus gemidos.

Mais um orgasmo e ela pediu que eu sentasse no sofá. Meu pau estava melado, escorria nele um liquido denso resultado dos seus orgasmos. Sentei encostado no sofá e Lena se colocou de cócoras sobre meu corpo. Guiei meu pau para que ela sentasse e seu corpo desceu fácil engolindo todo meu cacete. Suas pernas fortes e bem torneadas devido aos exercícios ditavam o ritmo e as vezes Lena descia o corpo todo, depois deixava apenas a cabeça entrar me levando ao delírio. Pedi que ela ficasse parada naquela posição e comecei a estoca-la de baixo pra cima e rapidamente Lena gozou mais uma vez com dois dedos meu dentro do seu cuzinho.

Ela entendeu meu desejo e sem trocar de posição, posicionou minha rola na entrada do seu rabinho e veio controlando ao seu modo a penetração. Ela descia, sentia um pouco de dor e subia, depois descia novamente até que seu rabo engoliu meu pau inteiro.

Rabo quente, apertado parecia que queria morder a minha rola. Lena começou a aumentar o ritmo e com um dos dedos eu fui massageando seu grelo, ela acelerou e eu anunciei meu gozo enchendo todo seu cuzinho de porra que aos poucos escorreu entre as minhas penas molhando um pouco o sofá.

Lena sentou-se do meu lado e deitou sua cabeça no meu ombro. Perguntei se ela estava bem e ela disse que sim. Estava sentindo uma mistura de realização com arrependimento pois nunca havia traído o marido, mas como mulher estava precisando de sexo. Ela me olhou fixamente e com uma das mãos começou a massagear meu pau totalmente lambuzado. Não demorou muito e ela caiu de boca na minha rola, melada e ainda meio mole. Sua boca quente e macia começou a me chupar com vontade e logo meu pau deu sinal de vida. Lena fazia uns movimentos alucinantes, subia, descia, circulava com ele dentro da sua boca e não demorou muito para que eu gozasse dentro da sua boca. Lena engoliu aquela porra toda misturada com o seu gozo sem desperdiçar uma gota sequer.

Nos arrumamos e mais uma vez a deixei sã e salva na porta da sua casa. Agora em 2015 nos encontramos novamente dentro do elevador. A correria do dia a dia acabou nos afastando e Lena me disse que estava com saudades e que uma reunião na sala dela no final do dia poderia resolver.

Sobre isso, se rolar, eu conto depois.

Beijos a todos.






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