"Os mais excitantes contos eróticos"


Eu Gisa e uma garrafa de vinho


autor: publicitario45
publicado em: 22/10/15
categoria: hetero
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Antes queria me desculpa pelo tamanho do conto, mas achei melhor dividi-lo separado pelos dias que passei em São Paulo do que escrever parte 1, 2 e 3. Mesmo assim, espero que gostem do conto.

Conheço a Gisa (Apelido) há uns dez anos mais ou menos. Ela sempre trabalhou numa gráfica que atende aos nossos clientes. Quando a conheci Gisa era casada há pouco mais de três meses e o que mais me chamava atenção é que o marido dela nunca estava presente nas festas nem nas reuniões com nossos amigos em comum. Nos eventos realizados pela gráfica então, nem pensar, o cara nunca apareceu.

Quando a conheci, Gisa tinha pouco mais de 20 anos, hoje em dia na casa dos 30 ela que sempre foi muito bonita se tornou uma bela balzaquiana. Descendente de pai português e mãe italiana sua beleza sempre chamou atenção dos homens. Morena, alta, corpo bonito sem exageros, olhos bem desenhados e uma boca que ostenta um sorriso perigoso Gisa apesar de tudo isso sempre foi na dela.

Do outro lado da história tem meu sócio, casado com Carmem que se formou em comunicação alguns anos atrás. Na festa de formatura Gisa apareceu mais uma vez sozinha, toda linda num vestido longo vermelho com uma fenda lateral capaz de desequilibrar qualquer homem.

Tudo ia bem na festa, lá fora chovia muito e a maioria na nossa mesa optou por beber vinho. Gisa sentou-se ao meu lado e ao cruzar as pernas a fenda se abriu e sua coxa ficou à mostra, ela claro percebeu que eu vi e sorriu perguntando se eu estava bem.
Durante a festa fomos algumas vezes para pista de dança e Gisa sempre segurando um copo de uísque na mão (E existe algo mais bonito que uma mulher linda que bebe uísque?) e eu a minha taça de vinho. No meio do bate estaca da música eletrônica, o DJ resolveu colocar uma música mais lenta, com uma levada mais sensual e eu puxei Gisa para dançar. O nível do álcool que não era dos mais baixos fez com ela deixasse seu corpo encostar no meu por inteiro e ficamos ali dançando e tentando conversar apesar do volume alto da música.

Depois que terminamos de dançar, eu estava completamente excitado e acho que pela proximidade dos nossos corpos ela percebeu. Sentamos novamente continuamos a conversar:

Ela: você sabe que eu moro no seu bairro né?

Eu: sim.

Ela: então, eu vim de taxi mas quero uma carona, bebi demais.

Eu: uísque é uma bebida forte, e pela quantidade que você bebeu você está até bem.

Ela: eu sei, gosto de uísque, mas amo vinho.

Eu: uai, porque não pediu vinho?

Ela: só bebo vinho em casa, quando estou com meu marido. Na rua não é aconselhável Falou rindo).

Eu: mas você não se sente bem? Fica tão ruim assim com o vinho?

Ela: não! Eu me transformo, viro puta! Se deixar subo na mesa. (disse-me isso com a boca colada no meu ouvido).

Pronto!! Bastou estas palavras para eu cismar que iria comer aquela comer linda cm cara de atriz italiana. Mas a festa acabou, levei a Gisa em casa e o máximo que consegui foi um beijo na boca, beijo bom, molhado, quente, demorado, mas foi só.
Na segunda-feira, conversando com meu sócio sobre a declaração da Gisa ele me confirmou e disse mais, já tinha dado uns pegas nela por causa do fogo do vinho, mas não transaram. Aquilo não saia da minha cabeça.

O tempo passou e Gisa se separou do marido. Continuou morando perto da minha casa mas a gente quase não se via. Um ano e meio depois ela se casou novamente, postou várias fotos dela de biquíni em Búzios e eu pude babar em cada centímetro do seu corpo através das fotos.

Ai, entra a cidade de São Paulo em nossas vidas. Me inscrevi num evento de comunicação que se chama Maximidia, voltado para publicitários. Me dirigi ao aeroporto de Vitoria e ainda no saguão de embarque encontrei Gisa, linda, cheirosa, sozinha e com mechas vermelhas no cabelo. Ela estava simplesmente irresistível e para minha alegria ela também estava indo para São Paulo no mesmo voo que eu, porém para uma feira do setor gráfico. Embarcamos num avião da Gol quase que vazio e como voar não é um prazer pra mim, tratei de pedir a aeromoça que me deixasse sentar do lado da Gisa, assim a conversa iria me distrair e mais que isso, eu ia voar durante 1h45 minutos do lado de uma linda mulher.

Durante o voo falamos sobre quase tudo, inclusive sobre a festa e claro, não resisti e perguntei se o que ela havia me dito sobre o vinho era verdade. Ela sorriu meio sem graça e disse que sim, que o vinho mexe com a libido dela.
Descemos em São Paulo 1h50 minutos depois e cada um seguiu pro seu hotel, mas antes combinamos de jantar após os eventos.

A primeira noite – o jantar

Após um dia exaustivo de estudos e eventos eu e Gisa nos encontramos no restaurante do hotel para jantar. Encontramos no hotel que ela estava hospedada. Ela estava linda, vestia um vestido amarelo, com um tecido que mostrava bem as suas curvas. Nos sentamos e o garçom veio. Perguntou se queríamos vinhos e ela sorriu e disse que ficaria na cerveja. Eu pedi uma taça de Malbec e começamos a falar do nosso dia de trabalho.

Não resisti e pedi a ela que me contasse a história do vinho e ela me relatou que quando bebe a bebida do Baco, se descontrola. Sua libido aumenta consideravelmente e ela começa a sentir se corpo esquentar. O primeiro casamento dela acabou exatamente por causa disso. Num fim de semana, Gisa e o ex-marido dela se reuniram com um casal de amigos na Bacutia e começaram a beber vinho. Ela se descontrolou e transou com a amiga e o marido da amiga enquanto o seu marido dormia. Na manhã seguinte, ele acordou primeiro e pegou os três nus, na cama dos donos da casa. O casal até tentou contornar a situação mas o cara desapareceu voltando seis meses depois apenas para assinar o divórcio.

Após o jantar fomos para o bar do hotel onde tinha um piano bar e ficamos lá tomando uísque. Convidei Gisa para dançar e ela aceitou. Nossos corpos grudaram como na formatura que dançamos juntos e desta vez não tive como me conter, meu pau endureceu e Gisa se fez de desentendida. Meu pau roçava entre suas pernas e ela se movimentava me provocando cada vez mais. No meio da dança ela meio que cantava pra mim e num piscar de olhos estávamos nos beijando ardentemente.

Fomos para mesa e continuamos e nos pegar ardentemente. Nesta altura do campeonato minhas mãos já deslizavam pelo corpo de Gisa e ela massageava meu pau por cima da calça, até que o Whatsapp dela tocou, era uma mensagem do atual marido e dizia: estou aqui pensando em você, te amo. Junto uma foto dele com o cachorro de estimação.

A maldita mensagem caiu como um balde de água fria e ela disse que seria melhor ir embora. Nos despedimos e eu segui pro meu hotel completamente excitado e puto da vida com a maldita mensagem. No dia seguinte fui acordado com um pedido de desculpas pela a noite anterior e um convite para um novo jantar, desta vez no meu hotel.

A segunda noite – a casa de swing

Como sempre passamos o dia estudando e visitando stands de empresas de comunicação. Quando deu 19h, comecei a me arrumar pois Gisa chegaria no hotel às 20h30. Me arrumei e desci para o saguão do hotel. Quando Gisa chegou todos os homens da entrada do hotel pararam para assistir a sua beleza. Ela estava linda, vestido preto, meia calça fumê, salto alto, batom vermelho combinando com as mechas do seu cabelo. Nos abraçamos e seguimos pro restaurante do hotel.

Pedimos um carpaccio e ela disse que queria caipirinha, eu continuei firme na minha taça de vinho e toda vez que ela olhava pra minha taça, seus lábios sorriam automaticamente. No meu hotel não tinha um piano bar mas próximo a ela tinha uma boate. Depois do jantar fomos dançar e nem bem sentamos num canto escuro da casa noturna Gisa se jogou em direção aos meus lábios me beijando com volúpia. Era um beijo descompassado, descontrolado, afoito, quente, molhado, proibido... enfim, um beijo de tirar o folego e mesmo sem folego deixava a gente querendo mais. Suas mãos percorriam minhas pernas por cima da calça indo e vindo até que ela abriu i meu zíper. Sacou meu pau e começou a me masturbar por cima da mesa, me olhava com cara de quem estava adorando me deixar daquele jeito até que naquele ambiente escuro, Gisa se abaixou e caiu de boca na minha rola. Me chupou de uma forma tão louca que rapidamente eu estava gozando dentro da sua boca. Ela bebeu todo meu leite, se levantou, tomou um gole de uísque e me beijou novamente.

Saímos da boate às 3h e seguimos pro hotel dela. Chegando lá ela pediu que eu tivesse paciência com ela mas naquela noite ela dormiria sozinha, pois tinha uma reunião às 8h junto com fornecedores gráficos. Saiu do carro e deu a dica: amanhã eu escolho o nosso vinho.

Ainda dentro do taxi, fiquei olhando ela caminhar e reparando o movimento do seu corpo. Gisa é do tipo boazuda e até o motorista do taxi parou para apreciar.

A terceira noite – a despedida

Seria nosso último dia em São Paulo. No dia seguinte sairíamos logo cedo. Passei o dia assistindo palestras e trocando mensagens com Gisa, que para me provocar mandava mensagens do tipo “seu gosto é bom”, “adoro leite”, “quero tudo hoje”. Nem preciso dizer que não me lembro de quase nada que foi dito nas palestras e na verdade eu só queria ir embora me encontrar com ela.

Assim que cheguei no hotel Gisa me mandou uma mensagem pedindo para eu fechar a minha conta no hotel e ir pro dela. Na manhã seguinte pegaríamos o mesmo voo em direção à Vitoria. Tomei um banho, me arrumei todo, paguei as contas e fui pro hotel dela. Chegando lá, o recepcionista disse que minhas malas seriam levadas para o quarto dela, pois Gisa já me esperava no segundo restaurante do hotel, que fica na cobertura.

Peguei o elevador e me mandei para cobertura. O andar alto e aquela vista vendo São Paulo lá de cima numa noite linda, era o prenúncio de uma noite inesquecível.

Chegando perto da mesa mais uma surpresa. Gisa estava simplesmente linda. Vestia um vestido vermelho, feito de um tecido macio. Em cima apenas duas alcinhas finas e nas costas um decote pra lá de generoso. Nos pés uma sandália com detalhes dourados e pedras, o salto era bem alto e ela ficava mais alta que eu. No pescoço um colar fino com uma pedra vermelha no centro e o brinco seguia a mesma linha, com a mesma pedra. Um batom vermelho fazia sua boca brilhar e na mesma uma garrafa de Soberbo, vinho argentino na qual eu gosto muito.

Nos abraçamos e o seu perfume, Angel, invadiu meu corpo me deixando quase que em transe. A noite estava simplesmente perfeita. Peguei a garrafa e servi as duas taças, Gisa me fuzilou com um olhar e disse que eu iria descobrir o que uma garrafa de vinho era capaz de fazer com ela. Antes do gole, ela desligou o celular e disse: sem mensagens.

Nos sentamos e jantamos. Comida boa, conversa agradável, música de qualidade, um visual perfeito e uma mulher linda que ia se transformando a cada gole de vinho. A Gisa se transforma, muda o jeito de olhar, a fala dela fica mais pausada e sensual, ela passa a se mexer o tempo todo, fica inquieta e sedenta.

Quando o garçom veio trazer a conta ela não me deixou pagar, disse que eu era convidado. Ao sermos questionados sobre a sobremesa ela apenas disse que queria ser servida no quarto. Nos levantamos e seguimos em direção ao elevador.

Gisa apertou o botão 12 e descemos já nos atracando dentro do elevador. Ela não me beijava, apenas chegava sua boca perto da minha e se afastava. Suas mãos passavam por cima do meu pau mas também não o segurava e quando eu tentava algo ela segurava as minhas mãos.

Saímos do elevador neste jogo de sedução. Entramos, passamos pela ante sala e fomos pro quarto dela. Chegando lá ela abriu o frigobar e pegou outra garrafa de vinho da mesma vinícola e veio em minha direção ordenando, isso mesmo, ordenando que eu abrisse a taça.

Peguei o saca rolha e abri a garrafa. Gisa me surpreendeu mais uma vez – sem taças – disse ela. Tirei meu blazer e ela colocou a garrafa na mesma. Sua boca veio em direção a minha e nos colamos num beijo longo e quente. Ela me ajudou a tirar toda a roupa me deixando completamente nu na sua frente. Com uma das mãos ela pegou a garrafa de vinho e derramou uma quantidade no meu peito. O vinho estava resfriado e o contato do liquido com a minha pele me fez arrepiar inteiro. Gisa colou sua boca em min e foi seguindo a direção do vinho. Chupou cada gosta que havia passado por ali, passou sua língua no meu peito, na minha barriga, na virilha, desceu pelo meu saco e lambeu o Malbec com maestria. Pediu que eu me deitasse e entornou mais um pouco de vinho em cima do meu pau e logo em seguida caiu de boca engolindo ele por inteiro. Sua boca grande e bem desenhada se movimentava de forma atrevida, me chupava, me lambia, dava leves mordias na cabeça e mordidas mais fortes no corpo do meu cacete. Lambeu meu saco com vontade e abriu um pouco mais as minhas pernas para cair de boca entre as minhas pernas como se quisesse me comer com a língua. Nesta hora eu gemi mais alto e a puxei em minha direção com uma das mãos. Sua língua passeava em mim e acho que se ali tivesse um vibrador, a Gisa iria querer me comer com ele.

Depois de muito me chupar, Gisa se levantou e tomou um gole generoso de vinho no bico da garrafa. Me levantei e fui em sua direção e ela dividiu a metade do liquido comigo. Sua boca tinha um misto de sabores, tinha gosto de vinho, de pica e do meu perfume.

Foi ai que ouvimos uma pessoa bater na porta, Gisa se afastou e foi até a ante sala. O garçom estava trazendo a sobremesa e como cortesia da casa uma garrafa de pro seco rose. Comecei a acreditar no poder que o vinho exercia sobre ela quando ela soltou as duas alças do vestido na frente do garçom que ficou petrificado. Ele não reagia, apenas olhava aquela mulher toda nua em sua frente. Gisa se aproximou, pegou a garrafa e lhe beijou na boca. Virou e pediu que ela fechasse a porta ao sair.

Voltamos pro quarto onde ela estava nua na minha frente. No seu corpo apenas o salto alto, o colar e os brincos. Beijei lhe por trás e ela ofereceu a nuca para eu morder, seu corpo arrepiava inteiro e minhas mãos passeavam nos seus seios médios e de bicos endurecidos. Gisa dizia que naquela noite ela seria a minha puta, que eu ia ver o que uma garrafa de vinho é capaz de fazer com ela.

Abri a garrafa de pros seco e disse que era a minha vez de brincar de tacinha. Joguei seu corpo num sofá de couro branco e abri bem as suas pernas. Derramei o pro seco nos seus seios e as bolhas espocando no seu corpo lhe faziam delirar de tesão. Logo tratei de beber aquele liquido que teimava em escorrer pelo seu corpo em direção a sua boceta. Lambi seus seios, barriga, umbigo, mordisquei a parte interna das suas coxas e Gisa apenas gemia e pedia para ser tratada como puta.

Peguei novamente a garrafa e abri bem sus lábios inferiores e derramei parte da garrafa dentro dela. O efeito das bolhas fazia Gisa se contorcer, me arranhar, mordia os lábios e dizia palavras de baixo calão. Veio o primeiro gozo e uma quantidade grande de mel denso escorreu na minha boca. Gisa passava a mão na boceta, enfiava os dedos e levava a sua boca para solver todo seu mel. Com uma das mãos ela lambuzou minha pica com seu liquido e em seguida caiu de boca em mim. Me chupou novamente com volúpia e pediu que eu não gozasse, ainda.

Se levantou, virou as costas e sentou na minha vara deixando que ela deslizasse para dentro da sua xana com muita facilidade, tamanha era a lubrificação. Com as duas mãos Gisa abria sua bunda me deixando ver o meu pau entrando e saindo, uma visão mais que perfeita.

Outro orgasmo e seu corpo caiu sobre o meu. Eu ainda não havia gozando e com ela deitada de costas em cima de mim, abri um pouco as suas pernas e comecei a acariciar seu grelo com uma das mãos. Gisa se remexia como uma cobra em cima de mim, seu corpo estava quente e ela dava estremecidas de prazer anunciando que iria gozar no meu dedo com o pau inteiro dentro dela.

Pedi que ela ficasse de quatro mas ela disse que queria trepar olhando a janela. Inicialmente achei perigoso, afinal de contas estávamos no 12º andar. Gisa seguiu até a janela, abriu um pouco os vidros, se apoiou com as duas mãos e disse: vem, sou sua puta, esqueceu?

Sem cerimonias me posicionei por trás dela e penetrei sua xana de uma vez só. Gisa soltou um gemido e pediu para apanhar enquanto eu estocava com vigor. Os tapas ecoavam no quarto e seus gemidos saiam pela janela. Ela pediu que eu metesse mais forte pois ia gozar de novo e ao gozar sentiu suas pernas bambearem se segurou na janela e depois se virou me beijando carinhosamente.

Deitamos na cama e ela riu, disse que eu ainda não havia gozado. Eu ri e disse que estava valendo a pena esperar. Gisa girou seu corpo e se pôs a me cavalgar. Primeiro ela encostou a cabeça da minha rola na portinha da sua boceta quente e melada, mas não deixou entrar. Ficou li se movimentando em círculos me deixando quase doido.

Sempre que eu tentava penetra-la ela se movimentava e me impedia. Depois ela saia ia lá e me dava outro banho de língua, em seguida voltava e começava tudo de novo.

Minutos depois de tanta tortura ela deixou a cabeça entrar naquele espaço quente e melado. Meu pau pulsou com o calor do seu corpo e ela soltou seu peso em cima de mim me engolindo por inteiro. Começou uma cavalgada frenética me chamando de tudo quanto era nome, pediu mais tapas na bunda enquanto rebolava e eu resolvi ir além, dei-lhe uns tapas na cara e ela sorriu em sinal de aprovação, puxei seus cabelos e ela vinha em direção a minha boca, beijava e subia de novo. Mais tapas na cara, na bunda e puxões de cabelo até que Gisa gozou novamente agora com mais uma surpresa. No auge do orgasmo, Gisa urinou em cima de mim, um liquido quente que molhou boa parte da cama. Olhamos um pro outro e ela deu uma gargalhada dizendo que a chuva de prata era brinde.

Fomos pro chuveiro e la ganhei outro show de boquete na qual fiz questão de retribuir na mesma hora. Quando olhamos no elogio o dia estava clareando, nos vestimos, descemos e tomamos café.

No caminho do aeroporto era visível perceber a diferença da Gisa com da Gisa sem vinho. Ela fica mais calma e até seu semblante muda.

Nunca mais bebemos vinhos juntos. Gisa continua minha fornecedores de material gráfico e nunca mais tocamos no assunto, vinho.





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