"Os mais excitantes contos eróticos"


Jae-Hwa - Parte 1


autor: publicitario45
publicado em: 26/10/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Me mudei para meu atual endereço há três anos, mas sempre morei no mesmo bairro desde quando me mudei de Belo Horizonte pra cá. O fato que vou narrar hoje aconteceu em abril de 2012 e espero que vocês gostem.

Sempre comprei Yaksoba de um restaurante aqui no meu bairro, os donos são Koreanos mas o estabelecimento deles vendem comida japonesa e Koreana. Sempre vi os donos na escola do meu filho mais novo, pois a filha caçula deles era da mesma sala que ele, então vivíamos nos esbarrando nas festas e reuniões da escola. Um casal super educado, apesar de caladões demais. Sua filha mais nova era um encanto de menina e chamava atenção pela beleza que com certeza deve ser da parte da mãe, uma mulher de mais ou menos 40 anos bem bonita e diferente das orientais que costumamos ver por ai.

Além desta filha, o casal tem mais dois filhos, um menino de 7 anos que estuda na mesma escola e uma outra filha mais velha, na casa dos 20e poucos anos, mas que eu nunca tinha visto, apesar de falar com ela sempre que ligava para pedir alguma comida, já que ela era responsável pelos pedidos. O nome dela é Jae-Hwa, que segundo uma busca rápida na internet quer dizer Respeito e Beleza. Acho eu que a parte do respeito ela não entendeu muito, pois para quem atendia telefone da empresa da família ela era bem mal educada mas isso não vem ao caso agora.

A minha história com a Jae começa num domingo, por volta das 23h. liguei para pedir comida e ela estava bem estressada, disse que não tinha entregador na casa por isso não poderia me atender, mesmo eu morando do outro lado da rua. Ela foi super grosseira e eu resolvi cancelar o pedido. Minutos depois ela ligou dizendo que um motoboy havia chegado e que poderia entregar o pedido, mas eu teria que pagar a taxa de entrega de R$ 3,00. O cara teria que apenas atravessar a rua, entrar no prédio e subir de elevador, mas isso me custaria R$ 3,00. Reclamei e cabei sendo mal educado com ela também, mas no final das contas, recebi a comida, que aliás, eles sabem fazer como ninguém.
Os meses foram passando e toda vez que eu ligava ela identificava minha ligação e já atendia com má vontade. Reclamava da vez passada mas entregava o que eu queria dentro do prazo. Daí eu resolvi perturbar a Koreana e perguntei se ela tinha namorado, ela se irritou e desligou o telefone na minha cara.

Chegou no final do ano e a escola sepre fazia uma festa de despedida para os alunos, os pais e a equipe pedagógica e la fui eu levando o meu filho. Chegamos lá a escola estava lotada e por muita sorte consegui uma mesa perto do palco, mas como estava apenas eu e meu filho, a mesa acabou sobrando alguns lugares. De repente meu filho se levanta e vai falar com a amguinha Koreana dele, eles vieram até a minha mesa, os pais me cumprimentaram e eu ofereci lugar para eles sentarem. Eles agradeceram e se acomodaram na mesa. Os pequenos foram brincar no pátio da escola e nós três ficamos conversando até que Jae chegou e tirou meu folego.

Ao ser apresentado pelo pai quase não consegui disfarçar o encantamento. A menina era linda como a mãe, com aqueles olhinhos puxados, magra, alta mas com um corpo bem bonito e sem exageros. Seios médios, boca bonita e pequena e cabelos pretos lisos com uns fios loiros que dava um belo resultado.

Ela me deu três beijinhos e se sentou ao meu lado. Precisei me esforçar para não ficar olhando suas pernas, já que ela fez questão de ir vestida de sainha e blusa branca. A conversa foi rendendo, os pais dela foram se animando com a música e com a cerveja até que eles anunciaram que iriam embora. Na mesma hora Jae pediu para ficar e o pai dela disse que não. A mãe, resolveu interceder pela filha dizendo que ela poderia ir mais tarde. Quando eu disse que levaria um amigo do meu folho pra casa no mesmo prédio que o deles, o pai acabou cedendo e Jae vibrou com a possibilidade de ficar lá. Me despedi dos pais e fiquei na mesa, tomando uma cerveja de leve. Tudo ia bem quando Jae voltou pra mesa com um copo de cerveja na mão mas como ela era de maior eu não pude fazer nada. Conversamos sobre muita coisa, jogos, vestibular, yaksoba, tae Kwon do e namoro. Jae me disse que tinha namorado apenas uma vez com um cara que o pai dela não gostava por não ser Koreano e foi com ele que ela perdeu a virgindade, coisa que apenas a mãe sabia. Disse que sentia falta de sexo mas como a marcação do pai era rígida, ela se resolvia sozinha no quarto antes de dormir. Aquela conversa me deixava confuso, um pouco de vergonha por falar isso com uma menina que o pai confiou a mim a missão de leva-la em casa, mas também excitado, já que ela era sensacional.

Acabou a festa e fomos embora. Jae Kwa me pediu o número do meu celular e se despediu me dando um beijo no rosto. Os meninos ficaram rindo dentro do carro dizendo que eu havia ganhou um beijo da “irmã gostosa da Joo Lee”, a amiguinha deles.

Passamos a semana nos falando através de mensagens até que Jae me disse que minha voz não era estranha pra ela. Quando eu disse que era o vizinho encrenqueiro dela, a casa caiu. Jae se transformou e reclamou bastante, mas aos poucos foi ficando mais calma. Pedi desculpas pelo ocorrido ela também se desculpou e eu pedi um barco com comida japonesa. Ela disse que a fila de espera estava grande, mas como ela iria sair mais cedo ela levaria pessoalmente.

Não vou negar que a química entre eu e Jae era grande, mas a educação rígida dos pais dela me preocupava e por várias vezes tentei me afastar. Uma hora depois a campainha tocou, era ela. Sai do banheiro enrolado numa toalha com o corpo completamente molhado, como ela havia dito que ia demorar, resolvi tomar um banho.

Quando abri a porta Jae estava linda dentro de um vestidinho azul escuros. Segurava a caixa com a comida na mão. Pedi que ela entrasse pois estava meio que segurando a tolha. Meu corpo estava bem molhado e nós ficamos ali, um olhando fixamente pro outro. Pedi que ela se sentasse e fui me trocar rapidamente. Quando voltei ela estava na sala, sentada numa cadeira.

Peguei o cartão para pagar mas ela havia esquecido a máquina do banco. Então Jae se levantou meio trêmula e ficou de pé na minha frente:

Ela: você está cheiroso.

Eu: obrigado, gostou do perfume?

Ela: sim. Você passa perfume para ficar em casa? (Falou rindo)

Eu: na verdade não. Passei porque você viria aqui.

Ela: porque?

Eu: não sei.

Jae me abraçou e ficou quieta encostada no meu peito. Me disse que estava sentindo algo estranho, me olhou fixamente e na ponta dos pés me deu um beijo. Depois saiu em direção a porta como se estivesse querendo fugir, mas eu fui atrás e a puxei pelo braço. Quando ela se virou já estávamos quase colado um no outro e um novo beijo aconteceu.

Jae tem uma boca pequena, mas quente e macia. Nossos lábios colaram um no outro e eu pude sentir seu corpo tremendo e se arrepiando a cada toque. Minhas mãos deslizavam por cima do tecido do seu vestido e pela delicadeza do tecido dava para sentir o contorno da calcinha minúscula no seu corpo. Jae respirava descompassadamente, seus seios médios e duros pareciam que iam explodir por debaixo do tecido.

Os movimentos das minhas mãos fizeram com que eles se levantassem e rapidamente meu dedo tocou sua xaninha quente e úmida. Jae gemeu e deixou seu corpo cair sob o sofá. Me joguei por cima dela e voltamos a nos beijar. Suas pernas abertas eram um convite para que eu caísse de boca na sua grutinha. Lentamente cheguei lá, coloquei a calcinha de lado e beijei levemente seu grelo. Jae se contorceu e num gesto rápido empurrou minha cabeça conta seu sexo. A menina estava melada, seu liquido denso e cheiroso escorria entre as pernas e eu tratei de lamber e chupar com volúpia. Jae se remexia como se buscasse mais prazer até que veio seu gozo, farto, quente e denso.

Me levantei para me livrar das minhas roupas mas Jae se levantou e disse que tinha que ir embora. Saiu em disparada pela porta da sala sem ao menos se despedir.
Sem saber muito o que fazer fui tomar outro banho, depois voltei e fui comer a comida que ela havia trazido pessoalmente.

Uma hora e meia depois Jae me mandou uma mensagem pedindo desculpas pelo ocorrido. Disse que havia ficado nervosa, que não estava se precavendo e que não tinha camisinha na bolsa. Mas como ela não tinha levado a máquina de cartão de crédito, Jae ficou de voltar para receber e com calma conversar comigo sobre tudo que aconteceu.

Beijos a todos e até a próxima, quem sabe ela volta.




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