"Os mais excitantes contos eróticos"


Um conto lesbico.


autor: adriano.master
publicado em: 06/11/15
categoria: romance
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Fonte: maior > menor



Oi, meu nome é Natalia. Tenho 19 anos, sou magrinha e desajeitada. Estou agora morando na capital do meu estado. Passei toda a minha vida no interior. Sempre fui tímida e de poucas palavras. Ano passado passei no vestibular para engenharia e meus pais alugaram um pequeno apartamento pra mim, perto da universidade onde estudo. Como tinha muito tempo livre, voltei a estudar inglês. O inglês é uma paixão que eu tenho e foi graças a ele que encontrei outra paixão. Era o primeiro dia de aula, estava atrasada e entrei na sala praticamente correndo. Foi ai que meu jeito desajeitado mais uma vez me pregou uma peça. Quando entrei na sala esbarrei em outra aluna, derrubando seu livro e caderno. Pedi desculpas e tentei ajuda-la a pegar suas coisas. Ela apenas sorriu e nada disse. Ela era linda. Loira, 1,65 de altura, cabelos longos, seios pequenos e uma bundinha linda. Ela sentou afastada de mim. Durante o decorrer do curso descobri que seu nome era Amanda. Amo o inglês e na sala de aula é um dos poucos lugares onde me sinto confiante e consigo me expressar sem vergonha ou medo. Amanda, também estava em um nível muito bom. O tempo transcorria e aulas seguiam em frente. Eu durante as aulas observando Amanda. O jeito que ela sorria, o jeito como ela entrelaçava as pernas quando sentava. Durante uma aula o professor disse que deveríamos fazer uma apresentação em dupla. Como uma pequena peça de teatro. Ele ia sortear nossos nome, para fazermos duplas. Para minha felicidade e espanto meu nome seguiu o da Amada. Felicidade e vergonha estavam juntas. Depois da aula Amanda se aproximou de mim e conversamos um pouco sobre o trabalho que tínhamos que fazer, ela pegou meu número de telefone e eu o dela.

Cheguei em casa feliz como a muito não ficava. Tomo um banho, visto meu shortinho de algodão e uma camiseta e me preparo para jantar. O telefone toca... atendo, deve ser minha mãe, que me liga todas as noites, atendo. Natalia?... Natalia?... O mundo roda, não acredito. Não pode ser ela. Respondo tímida:

- Oi

- Natalia, é a Amanda. Você esta ocupada?

- Não, não estou (respondo nervosa).

- Desculpa te ligar tão rápido. Mas queria resolver logo este trabalho. Sou muito hiperativa e não gosto de deixar as coisas pra depois.

- Tudo bem. Podemos fazer quando você quiser.

- Pode ser amanhã, pela manhã. É sábado e não tenho compromisso.

- Siiiim (não consegui controlar a emoção).

- Você mora com alguém?

- Não. Moro sozinha.

- Posso ir ai? Prefiro assim. Moro com meus pais e um irmão chato.

- Claro.

- Amanhã as 09:00, está bom pra você.

- Sim.

Passei meu endereço e ela desligou. Minha cabeça não parava. Tinha que limpar o apartamento, que apesar de pequeno, estava uma bagunça. Tinha que pensar no que ia oferecer de lanche pra ela, o que ia vestir. Não queria parecer uma desengonçada. Tanta coisa pra resolver e eu nervosa. Nem jantei, limpei o apartamento o melhor que pude e tentei dormir. Acordei cedo e tomei um banho, tomei café e fui preparar material para o trabalho que tinha que realizar com Amanda e esperei. Um pouco depois da nove Amanda chegou. Ela estava linda, usava um short jeans e camisa de manga longa xadrez. Ela exalava um perfume delicioso. Pedi que ela entrasse e sentamos na única mesa. Começamos a fazer o trabalho. Discutimos algumas ideias e fizemos um roteiro. Ensaiamos algumas vezes e o tempo passou sem que eu notasse. Já passava das 12:00. Tomei um susto e disse: tenho que prepara o almoço.

- Amanda: Desculpe, acho que esta na hora de ir embora.

- Natalia: Desculpe, você não quer almoçar comigo? (não sei como tive coragem de dizer isso)

- Amanda: Não quero atrapalhar.

- Natalia: Vou ficar feliz se você ficar. (De onde veio isso? De onde vinha essa coragem?).

- Amanda: Tem certeza?

- Natalia: Sim, respondi e sorri. Ela sorriu de volta.

Ela tentou me ajudar a fazer o almoço, como a cozinha era bem pequena ficávamos todo tempo nos esbarrando e nos tocando sem querer (no meu caso querendo). Ela não sabia cozinhar e ficava perguntando tudo, eu respondia feliz. Conversamos sobre muita coisa, ela me contou que seus pais viajavam muito e ela ia junto. Seu pai era diretor de uma grande empresa e sua mãe dona de uma gráfica. Seu irmão era mais velho e vivia se metendo em sua vida. Almoçamos peixe com batata, arroz e salada de verdura. Ela adorou e fez muito elogios. Até pediu pra mim ensina-la. Claro que disse sim. Depois do almoço ficamos um pouco no sofá conversando, estava super feliz com a presença dela. Depois de algum tempo bateu um soninho, mas não queria ela fosse embora. Acho que ela percebeu e perguntou se estava com sono.

Natalia: um pouco.

Amanda: Será que eu posso passar a tarde aqui?

Natalia: Claro. Se você estiver com sono, pode ficar na minha cama.

Amanda: Não, não quero lhe incomodar. Posso ficar aqui no sofá.

Natalia: Não, prefiro que você fique na minha cama.

Amanda: Podemos ficar nós duas na cama?

Natalia: Você quer?

Amanda: Sim, quero muito.

Fomos juntas para o meu quarto. Não acreditava no que estava acontecendo. Alguém me belisque, porque, só posso estar sonhado. Liguei o ar-condicionado e nos cobrimos com os lençóis. A cama era pequena e ficamos bem próximas. O cheiro dela era maravilhoso. Fiquei com medo, de dizer ou fazer algo que a incomodasse e ela fosse embora. Tentava não demonstrar o quanto estava nervosa e como o desejo em mim estava grande. Conversávamos e ela sorria. Pode alguém se apaixonar por um sorriso? Pois era assim que me sentia. Depois de algum tempo ela pediu para mim abraça-la. Ficamos deitadas lado a lado e a abracei. Tão bom sentir sua pele, sua respiração próxima a mim. Ela se aconchegou a meu corpo. Fechei os olhos e deixei as sensações me invadirem.

- Amanda: desde que ti vi a primeira vez sonho com isso.

- Natalia: você só pode estar brincando. Não acredito!

- Amanda: Por que eu mentiria? Sempre admirei você. Sua segurança, sua felicidade. Você esta sempre sorrindo. Eu notava você me olhando e sempre esperei você chegar perto de mim. Minha timidez não me deixava tomar a iniciativa.

- Natalia: Eu, eu... pensei que você não notasse. Nunca pensei que você fosse capaz de gostar de mim.

- Amanda: Ah, ta certo. Você deve pensar: "a loira bonitinha e boba", que deve gostar só de roupas e viagens.

- Natalia: você é tão linda. Sempre os meninos da classe te observam e falam o quanto você é linda. Você sempre me deixou tímida. Ela se virou e me encarou. Nos observamos durante algum tempo.

Natalia: Posso te beijar?

Amanda: nunca peça um beijo. Roube!

Dizendo isso ela aproximou seus lábios dos meus e nos beijamos. A descoberta e o sabor do primeiro beijo. Um beijo nervoso, de descoberta e procura. Ela forçou sua língua em minha boca e me penetrou. Ela tinha um gosto forte e salgado, gosto de mulher com desejo. Aquilo me acendeu. Nossa línguas se encontraram e se amaram. Ela me puxou com força para junto do seu corpo e sugou minha língua com força. Nos beijamos durante alguns minutos maravilhosos. Depois de algum tempo nos afastamos e nos olhamos com ternura e desejo.

- Amanda: você gostou?

- Natalia(sorrindo): Eu amei. Queria nunca parar de te beijar.

Voltamos a nos beijar com paixão. Sua mão entrou por baixo da minha camisa e começou a acariciar meus seios. Apertava meus mamilos durinhos, pareciam querer explodir de tesão. Hora ela acariciava um, depois o outro. Parecia indecisa. Aquilo me deixava louca de tesão e enquanto isso sua boca me conquistava e controlava como ninguém antes tinha me controlado. Ela desceu seu rosto para meus seios e retirou minha camisa. Logo ela abocanhou um dos meus seios, ela sugou com força, com desejo e paixão. Parecia querer arrancar um pedaço. Logo ela passou seu interesse para o outro neste ela passou a ponta da língua com delicadeza no meu mamilo durinho. Depois começou a morder com a ponta dos dentes. De leve no inicio, depois foi aumentando a força, tanto que me fez gritar. Afastei meu seio dolorido da sua boca. Ela me olhou com um olhar que cabia toda tristeza do mundo e disse: deixa. por favor... Não resisti e ofereci meu seio a sua boca. Ahhhh... doía e doía... Ela me olhou nos olhos e disse:

Amanda: Fala que é minha.

Natalia: Sou sua.

Amanda: pra mim fazer o que eu quiser?

Natalia: pra você fazer o que você quiser.

Ela apertou meu seio dolorido com as pontas dos dedos.

Amanda: você promete?

Natalia: prometo de todo coração.

Ela baixou a cabeça e começou a beijar minha barriga, ela beijava e beijava a pele macia e lisa. Depois começou a soprar os pelinhos liso próximos ao umbigo. Aquilo me deixou arrepiada. Ela tirou meu short, me deixando somente com a calcinha branca. Ela começou novamente a me beijar, ela beijava minha pele até a borda da calcinha. Depois passou a língua de leve sobre a calcinha. Sentir sua língua quente e molhada pela primeira vez próxima a minha xaninha fez um calor subir pelo corpo. Eu queimava de tesão. Estava vermelha e excitada. Ela abriu minha pernas e beijou e mordeu as partes internas das minha coxa, ela estava me levando a loucura. Ela afastou minha calcinha para o lado e expos minha xoxotinha lisa. Depois mergulhou sobre ela. Sua língua pressionou meu clitóris com força e gemi alto. Ahhhh.... não para! gritei. Ela brincava com meu grelinho com gosto, chupava, mordia, beijava, se lambuzava. Ela iniciou uma chupada longa e forte por toda extensão da minha xaninha. Passava a língua de cima a baixo, diversas vezes, ia e voltava. Comecei a derramar o suco da minha bucetinha melada. Ela esfregou seu rosto contra minha xaninha e disse: quero que seu suco impregne em mim. Meus grelinho estava inchado, parecendo uma uva pronta pra ser chupada. Ela voltou a brincar com ele. Beijava e beijava, sugava e mordia de leve. Eu queimava e gemia. Segurei sua cabeça e enfiei na minha buceta com força. Esfreguei minha xaninha com força na sua cara. Ela penetrou com força minha buceta. Sua língua parecia enorme dentro da minha buceta. Ocupando todos os espaços e chegando em todos os lugares. Eu estava tarada, louca pra gozar.

Ela segurou uma das minha pernas com força. Sua língua penetrava minha buceta e com sua outra mão ela brincava com meu grelinho. Ela passava a ponta da língua nos grandes lábios. Depois de algum tempo começou a sugar meu grelinho. Desta vez com mais força. Doía, mas eu tinha feito uma promessa. Sentir meu grelinho preso entre seus dentes enquanto ela passava a ponta da língua foi a melhor sensação da minha vida. Perdi a noção de tudo. Meu coração parecia que ia explodir. Perdi o controle do meu corpo, ondas e ondas de prazer, frio e calor me percorriam da cabeça aos pés. Gozei e gozei...





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