Minha madrasta quer me comer parte 1

  • Publicado em: 13/09/19
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  • Autoria: Hakunonxxx
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Há alguns anos atrás minha mãe morreu em um acidente de carro onde eu e meu pai também estávamos dentro. Foi muito rápido o acidente onde todos nos simplesmente apagamos de uma vez e só acordamos algumas horas depois do acidente, na verdade só meu pai e eu acordamos após o acidente. Nesse acidente de carro só a mamãe não acordou, não tinha como a gente sair do carro devido aos cintos de segurança, por sorte a equipe de socorro chegou quando acordamos, minha mãe foi levada imediatamente para o hospital mas infelizmente morreu no meio do caminho. Eu e meu pai fomos levados em ambulâncias diferentes então acabamos sabendo da morte da mãe em tempos diferentes. Fiquei arrasado claro, sendo um garoto nos seus doze anos perder a mãe é uma verdadeira tragédia, a figura materna sendo extramente importante para garantir o pleno desenvolvimento da minha infância de de muitas outras crianças.


A perda da minha mãe não foi fácil superar ainda mais para o meu pai, que passava dias e dias bebendo em luto. Com o passar dos meses conseguimos de alguma forma nos virar ainda mais nas atividades domesticas, aprender a cozinhar, lavar roupa, arrumar o quarto ainda mais eu é que tive que fazer isso tudo por quatro anos enquanto meu pai além de ter levado um tempo pra superar voltou a trabalhar me deixando sozinho em casa.


Ele desenvolveu um hábito de trazer mulheres após a morte da minha mãe, não que isso fosse um problema mas elas elam bem problemáticas. Briguentas, ciumentas, muitas nem sequer possuí­a pudor pois não se importavam de estarem nuas em casa ainda mais sabendo que tinha uma criança perto delas. Vi muitas mulheres diferentes em minha casa durante esses quatro anos, atualmente tenho dezesseis é claro.


Das mais variadas mulheres iam desde emos, góticas, prostitutas, velhas nos seus quarenta cinquenta anos, novinhas de faculdade, adolescentes de ensino médio ( não me pergunte como meu conseguiu essas proezas ), masoquistas e entre outras com os mais variados perfis. Talvez fosse uma tentativa de meu pai encontrar a minha mãe e alguma dessas variedades de mulheres.


Uma dessas mulheres me fez perder minha virgindade, me trancando no quarto e logo tirando a própria roupa. Foi bem tenso, mas não um tenso um ruim, foi um tenso muito bom pra dizer a verdade. Tinha treze na época, a mulher era uma tiazona bem gostosa, com seios grandes e volumosos, batom preto nos lábios, roupa de roqueira e pircing nos mamilos. Ela me ensinou de tudo por alguns dias desde sexo oral me fazendo chupar seu clí­toris, colocar minha linguá em seu anus, e principalmente a beijar e chupar linguá dela.


Ela me introduziu a vida adulta bem cedo, nesse pouco tempo que tive com ela, me fez conhecer algumas de suas amigas no bar em que ela frequentava. Elas conversaram comigo, me provocavam, me fazia marmar em seus peitos jogando leite por cima e as vezes bebida também. De alguma forma me dei bem com elas, respondia suas provocações e avanços já que não era a primeira vez que era abusado pelas namoradas do papai.


Passamos a visitar esse bar até que meu pai descobriu e ficou com raiva dela, dizendo que eu era uma criança e que não devia mostrar essas coisas para mim. No fim ela revelou o que fez comigo e que não se importaria em fazer de novo, fiquei no meu canto é claro vendo os dois brigarem e por fim a namorada do papai indo embora.


" Prometo arranjar uma mãe melhor. "


Ele me falou isso com um olhar triste e distante, ele certamente está lembrando da mãe naquele dia em que expulsou a sua namorada. O tempo passou e continuou do mesmo jeito após alguns anos até que por fim trouxe uma mulher bem diferente dos perfis habituais, posso dizer que ela normal de mais pra ser verdade. Alguma coisa tinha que está fora do comum nela, posso sentir um arrepio em seu olhar.


Ela era jovem, bem moderna para sua idade estando de shotinho, camisa sem manga e sandálias. Seu grande cabelo liso marrom, seus olhos azuis bonito, suas unhas bem pintada e lábios delicados. Meu pai tem uns quarenta e cinco anos e ela deve ter a metade dele, onde ele conseguiu essa mulher eu não sei.


" Alex, está é Fernanda. Desculpe ser repentino mas, ela vai ser minha noiva a partir de hoje o quer dizer ela vai ser sua mãe. Diga oi. "


Ela me olha com um sorriso esboçado em seu rosto, um sorriso gentiu e quente, muito quente para alguém tão jovem. Eu não sei se as mulheres jovens da vizinhança são assim, ela tem um perfil acolhedora demais, ela esbanja uma aura de mãe.


" Boa noite Fernanda prazer em conhece-lá "


Primeiramente procuro ser educado, mas ainda estou bem desconfiado dela. Está bom de mais pra ser verdade, ela me ouve e mantém seu sorriso caloroso.


" Boa noite querido, seu pai me contou sobre suas namoradas anteriores. Espero que você e eu tenhamos uma ótima relação de mãe e filho. "


Ela falou e me senti mau ao dizer sobre nossa possí­vel relação de mãe e filho, já que na minha mente só minha mãe é a minha única mãe. Uma estranha do nada vir e dizer sobre ser minha mãe não importando ser hoje ou depois me incomodou muito. Lembrei também do acidente e da notí­cia que recebi pelos médicos sobre a morte da minha mãe. Trago minha vontade de vomitar e corro para meu quarto.


Só ouvi meu pai gritar comigo me perguntando porque fui correndo para o quarto. Não tive vontade de olhar para trás, meu pai gritava para caramba achando que eu sai por não aceitar ela ser minha mãe, tentando explicar melhor. Não tenho problema em ela ser minha mãe, mas quando ela se referiu a ser minha mãe, não pude deixar de ter lembranças dela ainda mais do acidente.


Entro no meu quarto ainda estando enjoado, me sentindo ruim e suando. Tiro a camisa para aliviar esse calor dentro de mim, e vou me deitar na cama. Não sei quando cai no sono, mas quando despertei já era umas duas horas da noite. Sinto sede e vou para a cozinha de fininho na cozinha, mas quando eu saio do meu quarto vejo a noiva do meu pai dormindo sentada ao lado da porta com um prato de comida junto dela, ela dormia quando abri a porta despertando no susto.


" Ah querido, você está bem, que horas são ? "


" São duas e meia, está bem tarde m......"


Quase chamei ela de mãe, essa palavra sair da minha garganta é como se fosse uma faca saindo dela, não que uma já saiu de mim, mas estou dizendo que a agonia tenta ao menos se aproximar caso algum dia uma faca saia da minha garganta. Ela ainda está sentada com suas pernas cruzadas e o prato de comida a seu lado.


Ainda esperando ela falar mais alguma coisa procuro sair de perto dela indo na cozinha beber aguá.


" Querido, você está sem camisa. Não é melhor colocar uma ? Pode pegar um resfriado. "


Ao ouvir sua preocupação com sua voz doce, notei a falta da minha camisa e como suava bastante. Fiquei envergonhado por isso, normalmente não ficaria já que chegou um tempo que eu andava sem camisa pela casa enquanto uma das suas várias namoradas ficava pelada na sala bebendo cerveja. Meu pai realmente tem um péssimo gosto por mulheres, mas elas acabaram mostrando um mundo bizarro e interessante meio que acabou me acostumando com elas e ficando até mesmo amigo e í­ntimo delas.


Contudo essa mulher de fato é bem diferente das outras que vi meu pai trazer. Ela sendo doce, amável e amorosa, ainda mais sendo tão jovem. Nossas idades não possuem uma distância tão grande assim. Podemos mesmo até ser irmãos ou primos no olhar das outras pessoas caso saí­ssemos pelas ruas da cidade. Se ela fosse minha prima eu me apaixonaria facilmente pois diante das namoradas mais velhas que ele trazia passei a ter um gosto por mulheres maduras, a da escola nem me chamam qualquer atenção.


" Desculpe por isso, vou colocar a camisa. "


" Não precisa querido, realmente está bem quente de noite. Não importo se você estar sem camisa. Afinal eu estou em sua casa, não precisa mudar suas manias por minha causa, como alguém quer se aproximar de você desejo conhecer uma parte de você. Então por favor, não se iniba seja você mesmo. "


Essa mulher de fato é bem liberal, não se incomodar o fato de que eu estou sem camisa e estando suado no meio da noite. Bem, se ela não se incomoda de eu estar sem camisa tudo bem mas ela está me olhando de uma maneira estranha. Já senti esse olhar antes com algumas namoradas do papai, quando elas me olhava algumas mostravam um olhar impulsivo por crianças. Sei disso por senti essa sensação estranha nas primeiras vezes, depois fui lidando com ele de forma comum. Mas ela está me arrepiando com eu olhar doce.


" É....... Fernanda, onde está meu pai ? Ele foi dormir ? "


" Ele...... Vou sair pra trabalhar. Recebeu um chamado da fabrica e teve que cobrir o turno de alguém "


" Entendo, eu vou beber aguá e ir para a cama. "


" Querido, eu trouxe a janta mas já está fria. Eu vou com você esquentar ela ai você vai poder comer ela quente. "


Sem me deixar falar ela se levantou pegando o prato dando uma corridinha me seguindo, sem falar mais nada com ela desci indo cumprir minha palavra bebendo água. Ela com o prato em mãos colocou no microondas e ajustou o tempo pra poder esquentar. Enquanto eu bebia água notei que suas pernas a mostra são bem grossas como se ela fosse alguma atleta, tipo corredora ou ciclista. A luz na janela revelou um branco de pele atraente chamando meus olhos para apreciá-las.


" Você não está curioso para saber como seu pai conseguiu trazer aqui ? "


Sua pergunta me assustou onde achei que ela notou meu olhar em suas pernas, quase cuspindo a água que bebi. Entrei numa onda de tosse até conseguir voltar a normalidade, ela veio em minha ajuda procurando aliviar a sessão de tosse. Suas mãos gentis tocaram minhas costas e minha cabeça, seus olhos bonitos cheios de preocupação e culpa por ter feito essa pergunta de forma inesperada.


Nesses poucos segundos o microondas começou a alertar que a comida estava pronta. Ela virou seu rosto para a eletrodoméstico estando relutante entre me ajudar a aliviar a tosse ou tirar o prato já esquentado. Falei para ela ir tirar o prato pois já estava melhor que foi um pequeno susto por sua pergunta repentina.


Ela foi então buscar a comida que ela quer que eu coma, dando uns tapas no meu peito só pra aliviar a tosse. Nesse mesmo instante ela coloca o prato em cima da mesa e trazendo os talheres.


" Desculpe por isso querido, aqui está sua comida. Venha comer, quer que eu te sirva. "


Ela pegou o garfo e com ele enfiou na comida tirando uma pequena porção com ele, soprando para diminuir o calor do mesmo. Ela me olhou e exibiu o garfo com a comida para que eu coma.


" Eu posso me servir, obrigado. "


Pego o garfo de sua mão sendo grosseiro da minha parte e coloco em minha boca, ela fica um pouco surpresa com minha atitude mas acaba relevando esboçando um sorriso por eu estar comendo com vontade sua comida. O tempo vai passando em um silêncio constrangedor, ela mantém seu sorriso o tempo inteiro desde que comecei a comer e a comer lentamente. Me impressiono que a comida que ela fez é muito bom por sinal.


Fico saboreando tanto que esqueço que ela está perto de mim, mas o que me tira do transe é a sua pergunta que me deixa envergonhado de responder.


" Está gostoso, se tiver bom, de manhã cedo vou fazer seu café. "


Eu respondo que está bom, por isso estou saboreando aos poucos. Falo que eu posso ajudar ela a fazer o café da manhã mas ela insistiu que faria para mim. Que eu deveria focar em comer e dormir bem.


" Está ficando com sono querido ? "


Estranhei sua pergunta, por que eu estaria com sono ? Olho para sua carinha bonita ainda mantendo seu sorriso, estranho sua pergunta e por algum motivo minhas vistas começam a ficar embaçado. Não é possí­vel, como estaria com sono se eu até um momento atrás estava bem ? Pera, será que ela fez algo com minha comida ? Não demora muito até que minha vista apaga e não lembro de mais nada.


*Publicado por Hakunonxxx no site climaxcontoseroticos.com em 13/09/19. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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