Um amor doentio P1
- Temas: bullying escolar, delinquente, inversão de papéis, primeira vez, fetiche por dor, anal, dominação
- Publicado em: 20/10/19
- Leituras: 3691
- Autoria: Tiodaerótica
- ver comentários
Meu ensino médio foi marcado por eu ser um verdadeiro saco de pancadas de uma garota e seu grupo de agressoras. Na hora do intervalo, elas sempre me faziam ir ao banheiro com elas e iniciavam o espancamento. Minha barriga era socada por cada uma das seguidoras da minha principal agressora; não satisfeitas, faziam questão de filmar, mostrando para a escola qual era minha "função" para elas.
Para meu azar, ela é filha da diretora. Como minha escola é uma das melhores na área de cinema, eu dizia aos meus pais para não se preocuparem, pois usaria tudo o que passei para escrever um livro e um roteiro. Como minha vontade de ser cineasta é grande, uso essas experiências para escrever contos na web e, de alguma forma, ganhar dinheiro com isso.
Nesta manhã, cheguei à escola com a tranquilidade de quem sabia que seria espancado. Os outros estudantes nem se aproximam e os professores, que muitas vezes me veem sendo arrastado, não fazem nada; chegam a virar o rosto para não me olharem nos olhos. Mal sabem eles que estou tirando proveito do meu corpo para criar material de qualidade.
A primeira aula termina e lá estão as delinquentes na saída, me esperando com sorrisos malvados. Dei um sorriso para mim mesmo. Uma garota mais corpulenta veio até minha mesa, colocando a mão no meu ombro:
— A chefe está te chamando.
— Ué? Ela sempre vinha me chamar. Ocorreu algo?
— Não é da sua conta, só venha comigo, calado como sempre.
Obedeci. Os estudantes ao redor nada fizeram, apenas falaram baixinho com medo da valentona. No corredor, passamos por um professor que, como esperado, ignorou a cena. Chegamos ao meu "velho amigo", o banheiro. Fui empurrado para dentro e ouvi o som da chave trancando a porta. Eu estava sozinho com minha agressora, mas ela estava diferente: parecia tímida e envergonhada.
— Estou aqui como queria — eu disse.
— Sim, eu vi.
— Então... Socos? Chutes? Tirar minha roupa?
— É que... Tenho algo a dizer.
— E o que seria?
Ela ficou vermelha, lutando com as palavras. Fiquei maravilhado com o jeito fofo dela. Algo que jamais pensei ver: a garota que me espancou tantas vezes estava de um jeito que ninguém acreditaria.
— Eu... gosto de você — ela soltou.
— Você gosta... de mim?
— Sim.
— Eu devia dizer algo? Ainda não entendi o que está acontecendo.
— Não precisa entender, mas saber que eu gosto de você. Rejeitar isso está fora de cogitação.
— O que devo fazer então? Me apresentar à sua mãe?
— Ela já está ciente disso.
Minha mente tentava digerir aquilo. Saber que minha vida estava nas mãos dela e da diretora me dava pavor, mas meu lado escritor me empurrava para essa jornada perigosa.
— Chega de conversa. Vamos começar com o básico? Me dê seu número de telefone.
Mandei um "oi" para ela. Ela olhou para o aparelho moderno e sorriu como uma menina boba, muito diferente do sorriso perverso de antes.
— Agora, próximo passo: vamos nos beijar.
— Beijar? Agora?
— Por acaso você ainda é BV?
— ...
— Hahahahaha! Que hilário, meu namorado é BV! É bom saber que nenhuma outra garota experimentou seus lábios.
— Eu não pude beijar ninguém porque você me atazanou desde o início!
— É mesmo. Tinha que garantir que nenhuma vagabunda tivesse ideias com você.
Ela me agarrou grosseiramente e puxou meus lábios com força. Seus lábios pressionaram os meus com violência; minha boca era "abusada" pela dela. Senti a mão dela tocando minha ereção por cima da calça. Me separei do beijo e ela sorriu, agora com desejo sexual.
— Eu esperei isso por muito tempo, mas não tive coragem. Para sua informação, eu sou uma mulher delicada. Bem, às vezes. Vi alguns filmes pornôs para me preparar. Eu quero fazer anal.
— Sério?
— Sim. Tire sua calça.
Tirei a calça e a cueca, revelando minha excitação. Ela também já estava sem nada. Ela começou a tatear meu membro como uma criança descobrindo um brinquedo novo. Apertou minhas bolas sem muita delicadeza.
— Ai... Seja delicada!
— Para de frescura, você está gostando. Olha para essa sua cara de tarado. Você fica lendo livro erótico no intervalo, achou que eu não sabia? E pensar que você gosta de mulheres mais velhas como minha mãe, seu merda.
Ela deu uma leve mordida na glande, me fazendo gemer de dor.
— Cala a boca, seu virgem. Devia me agradecer por eu brincar com essa rola suja. Agora estou molhada. Vem, deixe-me foder você. Eu vou por cima.
Levei uma rasteira e caí no chão. Ela ficou de joelhos sobre mim, posicionando-se. Meu coração batia loucamente.
— Haaaaaa, tão gostoso! — ela gritou ao sentir a penetração. — Isso é muito melhor que masturbação.
— Você se masturba?
— Claro, idiota! Me masturbo pensando em você, te violando o tempo todo. A partir de hoje, você é meu brinquedo.
Ela começou a subir e descer com força. Era bruto. Ela não ligava para a dor do rompimento do hímen e continuava o movimento, me dando tapas na barriga enquanto as paredes vaginais apertavam meu membro.
— Vou gozar!
— Goze dentro de mim! Mande suas sementes aqui para dentro!
— Mas você vai engravidar!
— Não tem problema, o que não vai faltar é babá para cuidar do bebê.
Soltei um forte jato dentro dela. O alívio percorreu meu corpo. Ela me beijou com fúria novamente, como uma predadora insaciável.
— Veste sua roupa. Vou te apresentar à minha mãe.
— Tem que ser hoje?
— Sim! Agora, sem choro e venha logo comigo.
